História Inferno - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Bruxos, Céu, Clã De Bruxos, Dan Brown, Demonios, Inferno, Interativa, Internato, Jones, Licantropia, Lobos, Sereias, Vampiros
Visualizações 16
Palavras 5.838
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Josei, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Leiam as notas finais por favor. Boa Leitura.

- Joker

Capítulo 3 - Bruxa Grimm


Fanfic / Fanfiction Inferno - Capítulo 3 - Bruxa Grimm

Capítulo II – A Bruxa Grimm

‘’ Eles pensam que somos ninguém. Não somos nada. Sem perdão. É tarde demais, é tarde demais para voltar atrás. Quando o sonho acaba, eu desperto. Há um conflito entre desespero e esperança. Pergunto a imagem refletida no espelho, há algum sentido em viver de ilusões?’’

A jovem ruiva abriu os olhos, encarando o teto de seu quarto, havia se passando dois meses após a chegada dos novos alunos, não que isso tenha empaquetado em algo em sua vida – tirando um fato de um lobo ranzinza morar no seu andar, fora isso nada.

Lena suspirou, ao levantar-se da cama, seu corpo estava doendo muito, afinal cair do segundo andar do prédio principal doía bastante, sorte sua que havia uma árvore no local, que diminuiu ou aumentou o estrago – ela não importava-se de todo o modo.

E como sempre, ninguém havia visto ela ser empurrada daquela altura, não que chega-se a assustar Lena, quando era menor aprendeu que as pessoas fazem-se de cegas, surdas e mudas quando trata-se de seu clã, seja os dois ao qual ela pertence, afinal mesmo tentando não lembrar, o sangue de sua mãe corria em suas veias, o sangue do clã dos Grimm’s.

Suspirou de leve, sentando-se na cama, seus dois braços do ombro até o pulso estavam enfaixados, também estava enfaixado seu pé esquerdo, seu abdome – pois a mesma quebrou uma costela – e seu pescoço tinha um leve curativo do lado direito, onde ela cortou-se num galho.

Lena não tinha medo de ‘’ acidentes’’ como aquele, ela tinha atitude e coragem para encarar aquilo tudo, não significa que não doía dentro de si, que sua alma e seu ser tornavam-se mais distante das criaturas sobrenaturais e mais próxima dos trouxas.

A ruiva estava a escutar música, com seus fones de ouvido personalizados de Shingeki no Kyojin a mesma levantou-se por fim da cama. Caminhando pelo quarto ao som de We Are de One Ok Rock a jovem parou em frente ao espelho.

- ‘’ Dor intensa, pulsação acelerada. Tentei encarar um cenário distante. Eles são os mais fracos, eles nem ao menos sabem, nada do que disseram. Nunca irá quebrar nosso coração de ouro ‘’ – Lena repetiu aquela parte da música encarando seu reflexo no espelho e sorriu. Ela era forte de diversas maneiras e jurou a si mesma que sobreviveria e mostraria a todos que os Jones e Grimm’s eram mais do que eles falavam.

Lena ouvira seu estomago roncar, anunciando sua fome eminente a ruiva olhou pelo quarto, notando que seu sanduiche havia sido comido por Charlie, que agora estava deitado na cama, encarando a dona como se nada tivesse acontecido.

- Sorte sua que eu te amo – Comentou a mesma, teria que se arrumar e ir tomar café no Refeitório junto com todas aquelas pessoas. Bom desta vez levaria Charlie, aquele gatinho preto era o melhor amigo que Lena podia ter, para mesma Charlie era sua família, assim como seu pai, seus tios, seus avos e seus primos, apesar dos rumores ruins sobre eles, os Jones até que eram um clã grande. – Vamos lá Charlie, nos arrumar para o café da manhã, ou como eu vejo, a luta pela sobrevivência. – Sorriu acariciando o gatinho preto no topo da cabeça do mesmo, que miou em agradecimento pelo carrinho. – Vamos encarar nossa guerra dos tronos naquele refeitório, pera to olhando Game Of Thrones de mais. – Ironizou a mesma, rumando em direção ao banheiro para seu longo dia começar.

[...]

Eram 07h29m da manhã quando Lena arrastou-se pelos corredores daquele Castelo roubado do conde Drácula a algumas décadas – claramente de bom humor logo de manhã, encontrava-se a ruiva. A mesma andava com seu Gato preto nos braços, algumas pessoas a olhavam e faziam comentários, os comentários resumiam ao de sempre, palavras cruéis e xingamentos, que Lena estava com preguiça de mais para se importa com eles.

A jovem ruiva chegara ao refeitório, notando já haver uma boa quantidade de pessoas, a mesma colocou Charlie sobre seu ombro, o gato tendia a se acomodar bem ali, pois já ficara usando sua dona como ser de descanso as vezes – sim Charlie era bem folgado as vezes, mas sendo o gato de Lena era aceitável isso vindo do mesmo.

Lena pegou uma bandeja e começou a passar pelas mesas de opções, pegou um café expresso que sempre estava ali, o seu era forte para ficar mais ‘’ acordada’’ – na visão da mesma –, também pegou uma maça, dois sanduiches de presunto e queijo, um pedaço de pizza, uma pequena fatia de bolo de chocolate e um suco de laranja – de caixinha – de uma marca Irlandesa que a mesma gostava e claro uma tigela de leite para Charlie. Claramente Lena comia muito para uma pessoa de sua estatura. Lena possuía 1,64 e meio de altura com seus 16 anos.

A ruiva arrastou-se para uma mesa no fundo do refeitório, que dava de vista para o cemitério localizado dentro dos domínios do internato. Ninguém gostava de sentar lá, por isso a mesma podia comer em paz. Charlie desceu de seu ombro, subindo sobre a mesa, e começando a tomar seu leite que fora colocado por Lena a mesa.

A ruiva deixou sua mochila do lado de sua cadeira e começou seu café da manhã, não podia demorar muito pois as 08h30m da manhã tinha aula de Arte das Trevas com a professora Cassandra A.

Enquanto Lena concentrava-se em comer, enquanto escutava algumas músicas de uma de suas bandas preferidas, Back-on. Um homem de cabelos castanhos escuros adentrou o lugar, seus olhos negros estavam como de costume, escondendo um sentimento que o atormentava por muitos anos.

Caminho em direção a Meredite, a mulher de 59 anos que trabalhava no refeitório, ao notar a presença do moreno a mulher sorriu e pronunciou-se logo em seguida. – Já irei pegar Jason. – Um sorriso singelo acomodava os lábios da mesma, a vários anos que trabalhava naquele lugar, mas para Meredite havia certos alunos que sofriam mais do que mereciam.

Antes de entrar na cozinha do refeitório, ela mirou de longe a ruiva a comer com seu gatinho, assim como Jason, Helena Grimm Jones sofria mais do que mereciam. A jovem que nunca usava o sobrenome da mãe, era só uma criança que cresceu sem o amparo da mulher que mais amava – apesar de Helena nunca admitir tal fato. E Jason, o jovem que não era aceito por vários de seu próprio povo, ela sabia que o mesmo era diferente e forte, pois para continuar de pé contra os outros, ele devia ser forte. E ironicamente o mesmo carregava o título de mais forte de sua espécie naquele Internato.

Pegou o pote negro com uma tampa verde-escuro escrito ‘’ J.D.’’ no mesmo. De tamanho médio, mas um pouco pesada a mesma virou-se para sair da cozinha, afinal aquele jovem tinha que comer.

Ao chegar de frente para o mesmo, que detinha olhos vazios, é horrível ver jovens como ele, jovens que deveriam ser adolescentes normais ou crianças normais do caso de Lena. Mas não podiam, pois esse mundo os massacrava e engolia suas vidas, um mundo injusto e cruel, mas esse era o mundo deles, não a nada a se fazer. Pensara a mesma, ao estender o pote negro ao mesmo.

- Aqui está Jason, coma tudo, ok?

- Está bem – Resmungou um pouco grosso – Obrigado – Tal parte de sua fala, fora quase um sussurro vindo do mesmo, após dar tchau a Meredite o mesmo voltou-se para fora do refeitório.

Enquanto caminhava pelos corredores algumas pessoas afastavam-se do mesmo, por medo o que era o oposto do que acontecia com a ruiva que ele bem conhecia.

A pirralha que lembrava sua irmã, tão idiota quanto a mesma. Ignorou tais lembranças do passado, ao virar no segundo corredor quase dera novamente de cara com o moreno de cabelos longos, o peixe.

- Ah você novamente! – O mesmo tentou ser amigável, mas Jason passou direito pelo mesmo, apenas deixando uma frase no ar.

- Fique longe de mim, para seu próprio bem – A frase dita pelo Ghoul soou como um aviso de perigo.

Edwin viu o mesmo distanciar-se de si, aquele Ghoul aparentava ser claramente diferente dos outros, ele não cheirava a sangue, como alguns Ghouls cheiravam, pelo fato deles terem que se alimentar de carne humana ou de qualquer outra criatura. Tanto que sabia que havia um refeitório separado somente para Ghouls naquele lugar.

A dois meses que estava a estudar naquele lugar, e já tivera vários encontros com o moreno, não foram um ou dois, foram vários. Mas o mesmo sempre distanciava-se de si, nunca falava mais do que uma frase curta e sempre dizia para o mesmo distanciar-se dele.

A única coisa que sabia era que seu título naquele internato, era Carrasco. O que não era de grande ajuda, pois ninguém lhe dizia o nome dele.

Suspirou, voltando a caminhar em direção ao refeitório, ao entrar verá que muitas pessoas já estavam no local, no fundo do mesmo vera a ruiva tão falada naquele internato, de uma forma bem ruim.

Sabia que seu nome completo era Helena Grimm Jones, mas que somente apresentava-se como Helena Jones. Isso atiçou sua curiosidade, levando o mesmo a descobrir que os Grimm, são mesmo clã ao qual os famosos Irmãos Grimm’s pertenciam, os mesmo que eram caçadores no passado, mas que no final tornaram-se um clã de Bruxos, pois vários bruxos vinham a nascer na família.

- Ei vai ficar ai parado feito estatua? – A frase fora dita por Ewan Stevan, seu colega de turma e um narcisista assumido. Não eram bem amigos, mas não eram inimigos, mas sim colegas de classe por assim dizer.

- Bom dia para você também.

- Ah sim, bom dia. – Comentou o mesmo, caminhando a sua frente, balançou a cabeça de leve, olhando novamente para a garota ruiva, e agora que notara que havia um gato preto comendo junto da mesma.

Ah odiava gatos, não eram nem de longe seu animal favorito. Edwin claramente não gostava de gatos. Assim que pensou em rumar em direção a mesa ao seu lado direito, para pegar uma bandeja a ruiva levantou o olhar e o encarou, ela pareceu rir de sua cara. Ok, aquela criatura era estranha, tentou falar com ela várias vezes, mas Helena Jones eram rápida em sumir da vista das pessoas. Mas ao ver ela rir de si, pode notar que seu braço ainda estava enfaixado.

Aquela queda, fora muito feia. Lembra-se do Professor dos Bruxos, Sr. Sinistro ter corrido para auxiliar a jovem que estava ferida no chão. Perguntou-se como alguém teve a coragem de empurrar uma garota que mal falava com as pessoas, daquela janela. Quando algumas garotas de sua classe riram, Edwin dera um dos maiores sermões e um serie de xingamento as mesmas. Detestava a hipocrisia daquelas pessoas em dizer que a ruiva merecia aquela tratamento por ser uma Jones, por ser uma bruxa dum clã que traiu os seres sobrenaturais, simplesmente por eles terem escolhido sempre lutar pelos humanos trouxas – como os bruxos chamavam os não-bruxos.

Resolveu pegar sua bandeja e comer logo, daqui alguns minutos precisaria estar na sala da Sra. Meiko para aula de Defesa contra os bruxos. Poderia contar nos dedos as aulas que eram sobre defesa contra alguma espécie e as que eram somente aulas normais, como história, matemática de etc....

[...]

Dara Allan Poe estava a caminhar pela área norte do Internato Hestervil. Ela não tinha nenhum aula no momento e ficar naquela sala, ouvindo vampiros bancarem adolescentes de 13 anos de idade, sendo a que a maioria ali tinha por volta de 100 anos, era um tanto irritante.

Seus passos eram lentos, enquanto observava as flores do Inverno, pelo que descobriu haviam flores que somente floresciam naquela época do ano e somente dos domínios do Internato.

Eram belas, tão vermelhas quanto o sangue, com manchas negras com a noite, eram belas flores. Sua audição notou alguém sussurrando. Virou-se vendo um caminho de flores mortas – estranho, pois não havia visto nesses dois meses nenhuma flor morta no internato.  Curiosa a mesma começou a seguir o caminho de pedra guiada pelas flores negras.

Sentiu cheiro humano, algum bruxo deveria estar naquela área, ainda sussurrando. Suas palavras, estava sussurrando em Russo, não era exatamente fluente em Russo, mas entendeu apenas algumas palavras soltas.

‘’ Verdade’’ ‘’ Noite’’ ‘’ Cores da escuridão’’

Não sabia o que nenhuma daquelas palavras significava e não importou-se no momento. Continuou a caminhar, até deparar-se com a entrada de um cemitério, o portão era grande com escritas em latim e um outra língua que ela nunca havia visto. Deu o primeiro passo para entrar no cemitério, inclinando seu corpo.

Mas assim que pisara no solo do cemitério, sentiu seu corpo queimar e jogou-se para trás, caindo no chão. Com certa calma ela levantou do chão, vendo as queimaduras se curarem devagar. Ela quase queimou viva naquele momento. Sabia bem que fora o sol, afinal tinha seu anel do sol e aquele dia estava nublado.

Só havia uma única explicação, solo de bruxas. Aquele cemitério era solo sagrado de bruxas.

- Uma Vampira – Dara levantou o olhar, encarando a mulher alta de vestido negro medieval, de cabelos longos ruivos e de olhos imponente. Ela não cheirava como humana, não, nem de longe. Cheira como um...

– Você é um Espirito Heroico?

Viu que a mesma lhe escutou com clareza e não pareceu desgostar de suas resposta.

- Sim sou um espirito heroico, mas diga-me vampira o que fases em solo de bruxa? – Sua pergunta foi direita e firme.

 - E o que um solo de bruxa faz num internato para criaturas sobrenaturais? – Rebateu a pergunta com outra pergunta, não sairia ali sem ter boas repostas.

- Horas sua sanguessuga desgr... – A mulher fora interrompida por uma segunda voz, e esta pessoa tinha sim cheiro de humano.

- Já deu Joana, está tudo bem. Ela não é uma ameaça para mim. – Aquele cheiro, estava o reconhecendo.

- Helena Grimm Jones – A ruiva que era bem odiada naquele internato, mas Dara realmente não via motivos para uma criança – sim para Dara, Helena com seus 16 anos era igual a uma criança de 6 anos para a mesma - ser culpada por atitudes de seu clã.

- Oh vejo que sabe meu nome, sinto-me lisonjeada, mas pensando bem, quem é que não sabe meu nome neste lugar – A ruiva menor apareceu detrás da mulher mais alta, esta segurava um gatinho preto nos braços. – Então o que desejas neste cemitério Dara Allan Poe.

- Vejo que também sabe meu nome, eu não sou uma pessoa famosa por aqui.

- Tenho boa memória para alguns nomes. Incluísse o de alguém que é descendente de um dos meus escritores preferidos, Edgar Allan Poe. É uma verdadeira pena o fato dele ter sido morto por um caçador, mas para o mundo trouxa, ele simplesmente morreu como uma pessoa normal. Mas o que desejas aqui, Dara Allen Poe?

- O que um solo sagrado de bruxo faz aqui?

- Horas suas vampira, para de importunar Lena com tais perguntas! – A ruiva mais alta fora quem dissera tais palavras, Joana não gostava de pessoas estranhas perto de Lena, ela já havia sido machucada de mais em sua vida.

- Está tudo bem Joana. – Lena sorriu de leve para a Espírito Heroico ao qual estava a cuidar dela naquele momento. – Leve Charlie para comer, ah um pedaço de pizza sobrando dentro a mochila, roubei ele do refeitório hoje.

- Como desejar Lena, vamos Charlie – Fora a resposta de Joana, a pegar o gatinho preto dos braços de Lena e virar, mas sem antes deixar um belo olhar de aviso para Dara, que ela estaria de olho, mesmo de longe.

Joana distanciou-se de ambas, indo mais a dentro do cemitério. Deixando apenas a ruiva e dona dos cabelos esbranquiçados.

- ‘’ Joana’’, seria-me Joana d’Arc seu espirito heroico?

- Você é boa em adivinhar. – Respondeu já mais séria, Lena tinha o mesmo olhar que seu pai usava para determinados momentos, um olhar calmo, mas sério e frio. – Sobre este lugar, sempre foi um solo sagrado, muito antes desse internato ser criado. Diga-me, o que lhe interessa em continuar parada ai, observando-me?

- Uma bruxa tão odiada, porque não revida. Sinto uma magia forte vindo de você, e além de que, por baixo dessas ataduras aposto que escondes runas de bruxos. Tez uma varinha, podes muito bem transformar qualquer um em pó, então porque não revida.

- Meu sempre disse que revidar coisas inúteis é apenas um uso desnecessário de magia. Além de que eu não me importo, sou uma bruxa, mais sou humana e humanos são fortes. Nossa conversa terminou aqui Senhorita Poe. – Lena virou-se começando a caminhar mais adentro do cemitério.

Dara não podia a seguir, solo de bruxa era sagrados para as bruxas e mortal para outros seres sobrenaturais. Mas ela tinha certeza de uma coisa, apesar do casaco negro e das ataduras cobrir boa parte da pele da mesma, ela pode ver um pequeno pedaço de uma runa antiga, um que em especial, tinha a capacidade de anular o veneno contido nas presas de vampiros. Helena Grimm Jones parecia ser alguém preparada para tudo. Interessante, era a segunda de sua espécie que conhecia que tinha este fator, o fato de lhe provocar interesse.

Suspirou, decidindo por fim sair daquele lugar, levando com sigo a curiosidade de quantas bruxos seriam capaz de invocar um espírito heroico que por si só não era fácil.

[...]

Annelise Hale estava definidamente perdendo-se dentro daquela biblioteca, onde seu olfato não funcionava, pois pelo que parece o lugar era enfeitiçado e vivia mudando as prateleiras de livros de lugar, literalmente falando.

Suspirou pela decima vez naquelas horas, continuava a procurar o livro que seu professor de Filosofia dos Lobos – nem sabia que essa porcaria de mataria existia – havia a pedido para achar.

Ok, já estava a mais de trinta minutos tentando e nada, aquele lugar parecia um labirinto sem fim, não parecia que iria ser fácil achar o que desejava naquele lugar.

- Olhe para essa biblioteca como um bruxo a veria, assim vai achar o que procura – A garota de cabelos castanhos com algumas madeixas mais claras levantou o olhar, vendo sentado sobre uma das prateleiras que ainda não havia se movido, estava o mesmo ruivo de antes.

Ele vivia aparecendo e até agora não sabia seu nome, e nenhum bruxo iria responder mesma o nome dele, só sabe que ele é um dos mais fortes bruxos de sua geração, até ai, pois não sabia mais nada dele, além de ser irritante e convencido!

- Me insultar em sua mente não muda o fato que estas perdida igual cego em tiroteio.

- Eu posso achar sozinha, não preciso de sua ajuda.

- Ah é mesmo, não é o que me parece procurando por todo o canto desta biblioteca.

Annelise estava querendo muito socar a cara daquele desgraçado, a estava. Ele havia ganhado sua aversão declarada ao mesmo, o que acreditava fielmente que não iria mudar.

- Porque não diz seu nome. – Questionou vendo o mesmo aumentar seu sorriso zombeteiro.

- Não disse que devias descobrir.

- Como se alguém fala-se algo por aqui - Annelise observou o mesmo rir baixo com a tal firmação da mesma.

- Jeffrey H. Walker – A voz era feminina, Annelise virou-se imediatamente, vendo a garota baixa de cabelos ruivos, os olhos esverdeados em tom mais claro e escuro ao mesmo tempo.

- Ah Lena, não estrague me divertimento. – O ruivo pronunciou-se, sumindo da vista de ambas.

Ok, definidamente bruxos são estranhos. Pensou a mesma, vendo a ruiva caminhar até uma prateleira e pegar um livro, virando-se para si novamente.

- Era esse? – Questionou estendendo o livro a si, quando pegou de suas mãos. Notara que era o livro que estava a vários minutos procurando.

- Porque ajudou-me?

- Jeffrey estava escondendo o livro de você, ele não é um bruxo ruim, só que ele diverte-se com você, por isso é seu alvo. Enquanto a minhas atitudes, apenas quis. – Antes que Annelise pudesse responder, um gatinho preto passou rapidamente por baixo de suas pernas, ele correu em direção a ruiva, que abaixou-se e pegou o mesmo no colo, acariciando o pelo do mesmo.

- Qual seu nome? – A pergunta saíra de seus lábios sem ela notar.

- Você pode descobrir sozinha, e diferente de Jeffrey qualquer pessoa vai lhe dizer quem sou, apenas irá depender como você irá interpretar o que eles falam.

- Porque bruxos tem que sempre bancarem os misteriosos. – Comentou baixo para si mesma, mas pareceu que Lena ouvira tal frase, pois a ruiva lhe respondeu.

- Porque gostamos, simples assim, ou queria que fosse por um motivo nobre? – Lena lhe respondeu e sumiu de sua frente, ok bruxos estavam lhe tirando um pouco da paz que retinha, agora deram para aparecer e desaparecer na sua frente, eles achavam isso divertido por acaso?

Sim, sim, sim e sim! Pensou a mesma, isso ela podia claramente responder. Suspirou pela decima primeira vez indo em direção a saída do lugar, ao qual era ironicamente fácil de achar.

[...]

- O que lhe diverte nela para a torturar tanto? – Lena comentou ao encostar-se na parede do lado de fora de seu dormitório, estava com Charlie em seus braços, acariciando o mesmo.

O ruivo sentado na janela ao lado esquerdo da mesma sorriu de leve e venho-lhe a responder. – Pois é interessante, pessoas de pavio curto são as mais interessantes, diferente de você Lena, com sua estranha calma.

- Você que diz. – Comentou a mesma.

- Mas mudando de assunto, soubeste que alguém está tentando quebrar a barreira não é, bom mandei Jack procurar essa pessoa e nada até agora, como os seus tem indo nisso?

- Joana e Arthur estão trabalhando firme e Rose.. Bom está fazendo o que gosta.

- Caçando seres sobrenaturais, realmente ela atende totalmente a fama que seu sobrenome prediz, quem diria que Van Helsing era na verdade uma garota de 20 poucos anos. Que era a única rival forte de Amellia Walker, minha ancestral.  Em falar nela, achou o colar.

- Não, procurei em todo o lugar, mas nada.

- Procure de novo, os Walkers não podem ter a 14 como espirito heroico pois ela garantiu que nós matarei a invocássemos, não que assuste-me, as os velhotes do meu clã não querem ela. Os Jones são os únicos em quem nós confiamos para deixar o poder a 14.

- Eu sei. – A ruivo sorriu, pulando da janela onde estava, calmamente ele pousou no chão, estava acostumado a fazer aquilo, pulava muito a janela de seu quarto para evitar dar de cara o monitor da escola que teimava em dormir em uma cadeira justamente no seu corredor e o jovem já havia aprontado com o mesmo.

Jeffrey sorriu caminhando até Lena, afagando seus cabelos ruivos, o mesmo era bem mais alto que a mesma, com seus 1,85 de altura. Jeffrey sabia o quanto a vida de Lena sempre fora difícil, então sempre tentou ser o mais gentil e amigável que podia com ela no começo, hoje ela praticamente tornou-se sua irmã menor.

- Vou mandar Medusa tentar achar quem está testando a barreira. Só espero que ela e Joana não se matem.

- Joana d’Arc e Medusa no mesmo local, sim elas vão se matar.

- Você está certa, mas mudando de assunto, como vai sua pratica com magia.

- Péssima, quebrei minha varinha ontem, tenho que esperar meu pai me mandar outra, diferente de você Jeffrey que mesmo sendo filha de luz e trevas como eu, não consigo controlar a magia sem uma varinha. – Comentou a mesma, o ruivo sorriu de leve, colocando as mãos no bolço e encostando-se do lado da mesma.

- Você é habilidosa e forte Lena, usar uma varinha não a torna mais fraca. Eu posso carregar a porra de um título de mais forte de minha geração, mas não sou como você, não, não sou. Lena você é esperta, capaz de improvisar nos piores momentos, não duvide de suas habilidades. Usar uma varinha a torna mais forte, sabe Mefistofe era um bruxo que usava varinha e era extremante poderoso. Acredite em você mesma e sobre a varinha, o correio teve hoje na escola, provavelmente já entregaram sua correspondência e deve estar em seu quarto agora.

- Você é legal Jeffrey.

- Devo tomar como um elogio.

- Deve, mas não fique achando-se, Anerk-se* - A ruiva afastou-se indo em direção adentrada do dormitório, iria para seu quarto.

Jeffrey sorriu, Anerk-se era uma palavra em Arcadieno - ao o mesmo era fluente – que significava ‘’ Irmão/amigo’. Havia dois significados, mas ele sabia que era o primeiro, ‘’ irmão’’, ele considerava Lena como sua irmã – mesmo sem nenhum parentesco entre ambos - e sabia que a ruiva o via de forma parecido. Lena era a irmãzinha que nunca teve

- Continue por favor a ser essa criança adorável que es. – Comentou o mesmo, caminhando em direção a seu dormitório, o dormitório 103 o mesmo ao qual morava a loba que ele tinha o gosto por infernizar.

[...]

Ewan Stevan suspirou ao finalmente achar o lago dito da última vez, desde a dois meses ver a Bruxa Jones fazendo magia aqui, que não colocara os pés nessa parte do Internato, não somente por ela, mas também pela grande quantidade de lobos que estavam a aparecer naquela área.

Hoje por sorte não encontrara nenhum no local, que por sinal era lindo. A água era cristalina e dava claramente para os peixes na água, as pedras eram brilhantes e algumas delas aparentava ser algum tipo de joia natural do local.

Belo lugar escondido pelo frio rigoroso Irlandês, que aprendeu a odiar fielmente. E ainda por cima, o internato era frio, mesmo com os aquecedores, ele era frio.

Ouviu um leve barulho e virou-se vendo um jovem de cabelos loiros a dormir encostado numa árvore. Aquele cheiro, deu alguns passos para trás, aquele cheiro, ele com toda a certeza era um deles, um lobo.

Assim que deus dois passos para trás o mesmo abriu os olhos, num azul intenso, um olhar assustador, ele em si já era assustador. Já havia visto o lago não havia mais motivos para ficar no mesmo lugar que um lobo, virou e novamente saíra correndo, seu medo de lobos ainda estava vivo, bem vivo dentro de si.

Já estava correndo a uns bons minutos, fora assim que notara que já estava perto da mesma árvore que verá a bruxa Jones, mas desta vez quem estava ali era a vampira com qual falara da última vez, e isso fora a dois meses atrás.

Recuperou o ar e andou até a mesma, para ver o que ela fazia. A vampira virou o rosto em sua direção, reconhecendo o mesmo.

- Vejo que continua fugindo. – Afirmou a mesma.

- Tsc – Resmungou baixo, mas sabia claramente que ela escutaria, afinal a audição dos vampiros é excepcional e ela ouviu.

- Resmungar não irá mudar nada, você continua a ser fraco se não encarar seus medos, tem medos de lobos, tudo bem? Mas encare, deixe de ser covarde e pouco me importa se minhas palavras ferem seu coração de narcisista, aprende a seres mais fortes que você, a, mas se não encarar de frente as coisas, será só mais um rato fugindo de um leão. – A resposta foi firme e em tom autoritário. Ela não era o tipo de pessoa que brincava com suas palavras. – Aprenda Ewan Stevan nada nesta vida é fácil, e não coloque a culpa do fim de sua vida normal, nos caçadores e lobos. Caçadores estavam fazendo seu trabalho, e um lobo que o ajudou deve já estar morto, caçadores são necessários neste mundo, são a força que deve nós parar no momento exato.

- Quem é você?! – Como ela sabia sobre sua família, como ela sabia de seu medo de lobos, quem era ela de verdade.

- Sou a filha do caçador que acabou com sua família, e veja, hoje sou a caça de meu pai. – Sorriu ficando de pé, seus olhos vermelhos eram fortes e imponentes, como se obriga-se a lhe dar respeito. – Não se preocupe, não vou atacar você, não se ataca alguém que nem consegue se defender. Sabe a bruxa que viu aqui, ela não teve uma vida nada fácil, assim como você, mas ela é diferente de você, ela é forte, ela tem a coragem que agora lhe falta, até Ewan Stevan e aproposito, meu nome é Califa – A vampira sumiu de sua frente.

Ela era filha do homem que acabou com sua família?! Eram coisas de mais para assimilar naquele dia, precisava de sua cama, descansar e poder pensar em tudo aquilo, era coisa de mais para raciocinar naquele momento.

[...]

No lago, onde antes Ewan Stevan estava, agora o loira apreciava sua paz, apesar de perceber que outra pessoa estava chegar ao local, mas está era uma conhecida sua, antes mesmo de vir a este internato.

- Vejo que já comeu algo, Jason. – Comentou ainda olhando em direção ao lago.

A pessoa ao qual fora dirigida a palavra, sentou-se do seu lado, com uma distância de um braço do outro. Este mantinha seu olhar em direção a as flores que somente floresciam naquele lugar, o Internato Hestervil.

- Como você é piadista Lucca. – Ironizou o mesmo.

- Temos companhia.

- Eu sei.. Jeffrey se não sair, eu o arrasto pra fora. – A moreno mais alto dissera, vendo o ruivo aparecer sentado no galho da árvore ao lado da onde os dois jovens estavam.

- Olá pros dois também.

- Como ela está?

- Viva e querendo socar alguém, fora isso ela está andando com aquele gato pra cima e pra baixo, onde ela for. – Comentou o ruivo, pegando uma das flores ao qual tinha acesso do galho onde estava, apreciando a beleza dela.  – Você preocupa-se de mais com ela Jason. Nossa pirralha sabe se defender.

- Ela não atacou quando jogaram ela do segundo andar – Respondeu Lucca, observando o mesmo.

- Porque ela é filha do Joshua, ele a ensinou a não usar magia de forma desnecessária, apesar dela distorcer essa parte ai de vez em quando, mas é Lena de quem falamos.

- E descobriu quem é que está tentando romper a barreira? – Questionou Jason, mudando o assunto principal da conversa até aquele momento.

- Não, nem eu e nem Lena. Lena mandou Joana e Arthur verificar, eu estou com Jack e Medusa verificando, mas agora nada. Seja quem for, sabe se esconder muito bem.

- De vocês dois? Qual é, você é o bruxo mais forte de sua geração e Lena é a segunda bruxa mais forte de sua geração, ela somente não percebe isso. Para se esconder dos dois e seus Espíritos Heroicos, não deve ser qualquer um, quem é que tem esse tipo de poder?

- Eu sei Lucca, para bater de frente comigo e Lena não é qualquer pessoa. Mas acho que essa pessoa poder ter o mesmo objetivo de Lena, que é achar a 14.

- Só que se alguém além de Lena pegar a 14 para si como espírito heroico, teremos problemas.

- De certa forma Jason está certo, Lena é a única qualificada e com força para aguentar a 14, pois os espíritos heroicos consomem Mana, a energia magica de um bruxo em outras palavras. Eu e Lena temos mana suficiente para ao todo 5 espíritos heroicos cada, e podemos os manter para toda a vida se necessário. – Jeffrey suspirou, fazendo a flor em sua mão voar para longe de si e depois pegar fogo no ar. – Seja quem for, vou matar essa pessoa. Helena não merece mais sofrimento, ela é minha família.

- Nossa pestinha – Comentou Jason, vendo os dois jovens naquele lugar rirem baixo com tal afirmação.

- É – Comentou Lucca, de forma simples.

[...]

Dormitório 9, Quarto 666. Onde Lena começara a rabiscar o chão, fazendo um círculo magico com um pedaço de carvão, mas não o tipo qualquer de carvão, um especial para aquele tipo de coisa.

- Certo, Charlie me traga minha varinha nova – Lena chamou seu gato, Charlie venho até si, trazendo a varinha nova da mesma, entregando na mão da bruxa.

Helena suspirou, sentando-se no centro do círculo. – Charlie para trás – Alertou a mesma, o Gatinho posse sobre a cama, observando a jovem bruxa colocar a varinha a sua frente.

E começar a recitar um feitiço de ligação em latim, a maioria dos feitiços de bruxos eram em latim, uma rara quantidade eram em Arcadieno e outra em Russo antigo – um russo amis rustico e com palavras diferentes do russo tão conhecido.

Para um bruxo a varinha podia ser somente sua, ou seja, só poderia ser usada pela mesma ou mesmo. Para isso era feito um feitiço de ligação com a varinha. Pequenas esperas de fogo começaram a aparecer em volta da bruxa, enquanto a mesma continuava a recitar o feitiço.

Levou entorno de 20 minutos, mas estava pronto. O feitiço de ligação agora garantia que aquela varinha seria somente usada por Lena. Era igual a sua antiga, que havia quebrado com sua queda do segundo andar.

Lena suspirou, levantando-se e pegando sua varinha. Fora quando ouviu ruídos do lado de fora de seu quarto, no corredor. A mesma pegou seu casaco preto e colocou o mesmo, já estava de tênis, então com cuidado e com a nova varinhas em mãos a mesma abriu a porta de seu quarto, não vendo nada do lado de fora.

A jovem saiu do quarto, olhando ao redor. Nada caminhou até o meio do corredor e nada, então o que era aquele barulho.

Tudo a seguir fora numa fração de segundos, ela sentiu seu instinto gritar para ela abaixar, fora o que fizera uma grande espada passou de raspão, quase peando sua cabeça. Ela deu para trás, apontando sua varinha para, a pessoa encapuzada a sua frente.

Esta que emitia tal energia magica que Helena só sabia de que tipo de ser vinha aquele tipo de energia.

- Você é um Espírito Heroico, quem es? Diga seu nome real, Herói?! – Lena continuo a encara a figura a sua frente que mantinha o olhar na mesma.

- Helena Grimm Jones, es tu? – A ruiva arqueou uma sobrancelha, ele ou ela nem tinha certeza que ela era a Lena e atacou, seu dia estava ficando cada vez melhor.

- Sim.

- Então deves morrer em nome de meu senhor. – O mesmo venho com tudo em sua direção, a mesma não hesitou em atacar.

- Incendio* - Fago produziu-se sobre a pessoa a sua frente, que dará para trás, desaparecendo na frente de Lena.

Um miado de Charlie atraiu a atenção da mesma, Lena olhou para porta de seu quarto, vendo Charlie. – Pare que temos inimigos Charlie e que tem um Espirito Heroico.

Alguém estava mexendo com o clã erado e Lena vai provar que as histórias sobre o poder de eu clã não eram mentiras, os Jones nunca deveriam ser subestimados.


Notas Finais


Incendio* : Sim é um feitiço de Harry Potter meus caros. Alguns dos feitiços são criações minhas e outros são feitiços que usei como base outras series. Alguns feitiços de HP e TO tem por aqui, mas a maioria são os feitiços que crie.
Anerk-se*: Lembram-se que eu disse que havia criado uma língua somente usada em ''inferno'', sim meus caros Arcadieno é tal língua já sitada no capitulo passado. Anerk-se significa irmão ou amigo. Depende do contesto de frase em Arcadieno que esta palavra foi colocada. Quando dita sozinha, sem nenhuma mais palavra Arcadiena, Anerk-se terá seu significado definido pela relação das pessoas. No caso de Lena e Jeffrey, ele se consideram como irmãos. Apesar de Não Serem Parentes ( lembre-se considerar alguém como irmão, não quer dizer que são parentes de sangue)

Desculpe-me se seu personagem não apareceu muito, eu quis encaixar todos no contesto do capitulo de hoje, sem deixar ninguém de fora, no próximo prometo que o personagens terão mais interação com outros personagens e apareceram mais.

Espero que tenham gostado do capitulo. Neste cap descobrimos o nome do Ghoul misterioso, Jason <3 só não sabemos seu sobrenome, dica: ele começa com ''D'' ( grande dica Joker!) outra dica: Não é Drews é outro sobrenome.

Nosso caro Edwin Silver Adamanto teve outro encontro com o moreno gato ( Pelo que minha mãe disse, Jason é bonito)

Ah sim, vou explicar melhor uma coisa: Lena iria ter par, mas decidi no final que ela não teria. Pois quero trabalhar pra vocês ela sem par, e uma extra que vou falar, Lena é Assexual. Quero trabalhar bem nela, pois não vejo autores colocando personagens Assexuais nas historias as vezes me sinto triste por isso. Pois eu (joker), sou Assexual, por tal motivo decidi eu mesma criar uma personagem com eu. Por Lena ser Assexual não quer dizer que ela não possa se apaixonar gente. Eu já me apaixonei, mas foi pelas qualidades, caráter e personalidade da pessoa, e como todo o amor de primeira, deu bem ruim o final, pois ter um relacionamento com uma pessoa Assexual é difícil para algumas pessoas, eu compreendo isso, haverá outros personagem assexual na fanfic que ira mostrar o romance com uma outra pessoa. Mas a Lena não terá par por vários motivos, um deles é que eu quero explorar o poder de outros tipos de amor, o amor dos pais, o amor de irmãos, amizade, carrinho. Espero que não tenha nenhum problema para vocês.

Annelise descobriu o nome do ruivo gato, Jeffrey, se Lena não chega-se, Anne podia ficar morando lá XD

Sim, houve uma passada de tempo na fanfic, passou por volta de 2 meses para todos.

Sim, Lena caiu do segundo andar do Internato, do Castelo principal, ela foi jogada.

Bullying é real nesta fanfic, o que Lena sofre é bullying, ela é agredida fisicamente e verbalmente diariamente, e eles acham que realmente tem o direito '' de a tratar assim''. Eu crie parte da historia assim para retratar que em um mundo sobrenatural, a também tais atitudes cruéis. Eu realmente gostaria de opiniões por partes de vocês sobre as atitudes dos alunos de Hestervil em relação a pequena Lena <3.

Já ouviram a musica We Are? Serio escutem essa musica com a legenda, deixarei o link aqui em baixo para vocês, mas por favor escutem esta musica e tente ver as coisas como se fossem a Lena, como se vocês fossem Helena Grimm Jones. Ok? E se puderem me digam o que acharam.

https://www.youtube.com/watch?v=h5snj6pDjfk

Jason, Lucca e Jeffrey são amigos :3 ou seja lá o que eles forrem.

Bom acho que é só isso por hoje, beijo do Charlie para vocês :3

- Joker


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