História Inferno - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Bruxos, Céu, Clã De Bruxos, Dan Brown, Demonios, Inferno, Interativa, Internato, Jones, Licantropia, Lobos, Sereias, Vampiros
Visualizações 15
Palavras 3.394
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Josei, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hoje o capítulo tá com menas palavras porque é uma introdução para o quem por ai nesta fanfic. Ah gente linda, graças a ideia da GeekUnicorn08, nos temos agora uma playlist de músicas no Youtube que vocês podem escutar enquanto ouvem esta fanfic. ( está nas notas finais) Ainda não tá completa, mas logo ficara.

Leiam essa capítulo ao som '’Angel By The Wings – Sai’’ ( tem na Playlist só para ficarem sabendo). Serio, leiam com essa música, é pra ficarem na vai pê do capitulo.

Ire responder o comentário do capitulo anterior logo.

Abaixo temos a Lena, sendo um claro exemplo de pessoa no frio XD.

Até ~

Capítulo 6 - Ao alcance de voz.


Fanfic / Fanfiction Inferno - Capítulo 6 - Ao alcance de voz.

Capítulo V – Ao alcance de voz.

 

‘’Você é um anjo que pode voar, para um mundo onde somente você conhecera. Abra suas asas e voe, procurando um logicou melhor.’’

 

Helena Grimm Jones abriu os olhos e mirou o teto de seu quarto, ela estava deitada no chão de seu quarto, com fones de ouvidos e seus cabelos presos em um rabo de cavalo até bem feito, levando em consideração sua vontade naquele momento.

Suspirou, passando a mão sobre o rosto e depois erguendo ela para o alto, Lena observou a diferença, entre o tamanho de sua mão e o tamanho do teto, a ruiva soltou outro suspiro.

Lena virou o rosto, ao ouvir dois miados e um latido, virou-se para a esquerda, vendo seus companheiros de quarto a encarando; Charlie, Dean e Watson.

- Já estou levantando – Murmurou vendo eles a olharem e balançarem, a mesma sorriu pela segunda vez, levantando-se e ficando sentada. Sua cabeça estava doendo numa ferrada dor de cabeça.

Seguidamente, dois miados e um latido, Helena revirou os olhos, levantando-se pôr fim do chão, eles eram insistentes à beça as vezes. A ruiva parou em frente ao espelho e sentiu sua cabeça doer mais ainda, teria que se ferra de remédios ou sua cabeça estaria uma versão nada bonita do bigbang – que ao qual existeiu também, afinal como os humanos acham que o Deus todo poderoso, vulgo desgraça dos céus, criou aquele mundo. Lena riu com o rumo das coisas.

Foi até o banheiro, pegando um remédio para dor de cabeça e encarou seu rosto, um corte no lábio e uma marca de soco em sua face. Ela havia sido atacada pela segunda vez naquele mês, não importa como ela veja, mesmo que agora tenha amigos, ela ainda é Helena Grimm Jones, a garota bruxa odiada pelo que é.

Grunhiu ao engolir o remédio e voltou-se para seu quarto, indo até o guarda roupa e pegando uma jaqueta preta, o dia estava frio na rua, e a neve provavelmente havia aumentado, tal motivo a levou a pegar um par de coturnos femininos negros.

Após colocar a jaqueta e o coturno, Lena pegou os óculos escuros sobre a mesa, cobrindo seu rosto e sorrindo. Abriu uma das gavetas, vendo o maço de cigarro e seu isqueiro. Isso que dava conviver com Jeffrey, você acabava ou louco ou uma fumante. Mesmo seus amigos mandando ela parar, Lena não parou.

Acabaram por aceitar, que a mesma encontrava conforto na nicotina que entrava em seu corpo. Ela guardou na jaqueta, virando-se para encarar o olhar julgador dos três animais ali presentes. Charlie andou até a mesma, roçando em suas pernas, Lena abaixou-se fazendo carrinho no mesmo.

- Hoje você cuida do Dean e do Watson, acredito que em mais um mês eles vão saber ficar sozinhos aqui e você poderá voltar a sair comigo, meu velho amigo – Charlie miou, encarando a dona. Helena esboçava um sorriso amigável e gentil.

O gato balançou a cabeça, confirmando para a dona.

- Obrigado.

Ela sorriu, levantando-se, sua varinha já estava com sigo e hoje era sábado e a mesma não teria nenhuma aula naquele momento. Mas antes de ir, sorriu para sua família – sim família, somente porque não eram da mesma espécie não significava que não eram amigos – e saio do quarto.

Com as mãos no bolço a bruxa Jones caminhou pelo corredor, as coisas estavam mais calmas aquele mês. Algumas pessoas olharam para a ruiva de óculos escuros dentro do prédio – se eles estivesse de olho roxo, entenderiam a mesma.

‘’Uma garota forte numa via rápida, não tem tempo para o amor, não tem tempo para o ódio, não há drama, não tem tempo para jogos. Uma garota forte cuja alma dói’’

 

[...]

 

Jeffrey bateu as mãos e olhou para o céu, encarando o céu limpo e lindo da Irlanda, o que mais gostava no céu, é que ele não escolhia cor, raça, espécie ou seja o que for, ele aceitava todos e reinava sobre todos.

Estava de fones de ouvidos e não aparentava estar preocupado caso fosse pegar uma gripe ou coisa do tipo aquela época do ano. Pois estava somente de calça jeans preta, coturnos pretos, camiseta de mangas compridas preta com estampa do AC/DC e uma jaqueta de corro preta. Ele raramente sentia muito frio, por isso não importava-se. Um cigarro repousava em seus lábios e ele se perguntava quando foi que começou a se acostumar com o gosto do mesmo.

- Então você fuma? – O ruivo deixou seus olhos roxos serem guiados até a voz.

Annelise Hale estava parada a sua frente, o ruivo sorriu de canto encarando a mesma. – E, o que isso realmente te importo. Vai me dizer que se importa comigo? – Alfinetou, Jeffrey realmente sabia sair alfinetando as pessoas quando queria.

- É me preocupo, agora jogue esse cigarro fora, ou eu arranco de você! – O ruivo quis sorrir muito naquele momento, mas apenas deu de ombros e jogou o cigarro na neve.

- Satisfeita.

- Muito.

Jeffrey revirou os olhos, levantando-se e caminhando até a mesma, os olhos roxos encaram Annelise, olhos fortes. O olhar do mesmo passava alguma tipo de sensação que ela não poderia descrever naquele momento.

Jeffrey distanciou-se e sorriu de canto encarando a mesma. – Não se preocupe Annelise, não vou te atacar. – Resmungou o mesmo, levantando a mão e acenando para a mesma, distanciando-se da garota a cada passo.

Ele era complicado de se entender. E disso a mesma tinha total certeza naquele momento, ah se ela tinha real certeza. Mas ela não sabia, mas aquele garoto ruivo tinha muitos segredos, segredos que ela não pensaria ele ser capaz de ter ou realmente ter feito tais coisas.

Jeffrey levantou o olhar enquanto caminhava, observando a neve começar a cair sobre ele, aquele mês havia destruído muitos de uma forma que ninguém pensaria como.

Helena voltou a sofrer mais ataques de outros alunos. Jason se tornou mais recluso do que antes, e evitava contato com Edwin Silver Adamanto – o ruivo chutava que o motivo era essa temporada para os Ghouls, aquele mês os Ghouls comiam mais carne que o normal, Jason não podia ficar perto de alguém que ele gostassem muito, ou poderia atacar Edwin e o devorar, no sentido literal da palavra e na forma mais assustadora que poderia ser.

Califa e Lucca continuam os mesmo, mantendo aquele grupo unido e colocando juízo na cabeça de certas pessoas. E ele, bom, Jeffrey não estava gostando daquele mês, parecia que seus pecados haviam resolvido voltar com força o assombrar de vários modos.

‘’Suas feridas mostram, eu sei que você nunca se sentiu tão sozinho. Mas aguente firme, levante a cabeça, seja forte. Aguente firme, aguente até você ouvi-los chegarem, lá vem eles’’

Ao som de ‘’Angel By The Wings – Sai’’ o ruivo continuava a caminhar, com as mãos no bolso da jaqueta, o ruivo desparecia junto a neve que chegava ao chão, ele sumia da vista de quem fosse que o estivesse olhando.

Anjos vermelhos também se machucam.

 

[...]

 

Um sorriso era o que Lucca precisava colocar em seus lábios, mas tudo que ele fazia era ficar sentado naquele janela, olhando Dara Allen Poe no andar de baixo, ele não descia para falar com ela ou nada, ele apenas a observava de longe.

Era tudo que ele poderia fazer.

Ele era um lobisomem, ela uma vampira. Rivais. Um era mortal e outro imortal, nem em séculos ambos poderiam ficar juntos.

- Tsc – Resmungou baixo, saindo de onde estava, com as mãos nos bolso da jaqueta o mesmo caminhava pelos corredores do Internato, procurando um buraco talvez para se jogar, poderia ser uma escolha, ele queria sumir um pouco naquele momento.

Mas parou assim que ouviu barulhos atrás de si, virou-se, vendo a dona dos cabelos esbranquiçados o olhando.

- O que quer? – Perguntou vendo os olhos castanhos a mesma o observarem.

- Porque me observas?

- Não te interessa! – Rude? Talvez estivesse a ser, mas era melhor ela o odiar e ficar longe de si, do que ficar perto sabendo que o mesmo morreria e ela não, ele envelheceria e ela não. O amor entre lobos e vampiros nunca dá certo, ele tinha uma extensa história disso – depois que obrigou Califa a lhe contar as histórias de amor como aquela que já vira.

Como diria Helena; ‘’ O destino só fode com nossas vidas’’

Helena tinha uma filosofia de vida um tanto interessante ao ver do mesmo.  Muito interessante.

- Me interessa quando um lobo fica me olhando.

- O que foi? Está com medo de mim? – Alfinetou, encarando a mesma nos olhos.

- Não tenho medo de você. Mas estou curiosa para saber como um ex-humano tornou-se um lobo.

- É, bom para você, pois de minha boca não saberás – Resmungou o mesmo, virando-se e deixando Dara para trás, aquela conversa estava começando a encher a paciência, e ele não queria mais conversar sobre aquilo.

Apertou o paço e quando viu, já estava saindo do prédio principal, caminhando para bem longe de Dara em direção ao seu dormitório, onde era vizinho de Lena, esperava que pelo menos aqueles bichos dela tivessem invadido sua casa - seu quarto, mas ele chamava de casa, afinal praticamente morava ali – quando bem quisessem.

Já havia avisado Lena que jogaria eles pela janela, a ruiva prima dos sete anões – ele tinha clara certeza disso – disse que não podia fazer nada, Charlie, Watson e Dean tinha vontade própria, tudo era pra eles brincarem e se divertir, provável aquele gato estar a ensinar os dois mais novos.

O frio do inverno chegou ao mesmo, uma leve fumaça saia de seus lábios, enquanto o mesmo rumava em direção a seu dormitório.

‘’Você pode, você pode fazer qualquer coisa, qualquer coisa. Você pode fazer qualquer coisa. Olhe para cima, chame o céu. Olhe para cima e não pergunte por quê’’

[...]

 

Califa sentiu a neve tocar seu rosto, a vampira que não sentia nem frio nem calor, vivia num eterno neutro, suspirou.

Passando a mão sobre os cabelos loiros a vampira de olhos vermelhos observou o dia terminar e noite ter seu começo. Outro suspiro saio dos lábios da mesma, estava sentada numa árvore – precisamente num galho velho.

Olhando o sol de por, a vampira observava mais um dia ter fim para todos, mas para ela, era somente algumas horas.

A imortalidade era uma praga e as pessoas não viam. Ninguém queria viver pra sempre, ver seus amigos morrerem, um por um, era desagradável. Imaginar um mundo, onde Helena, Jeffrey, Lucca, Jason, Edwin, Ewan estaria mortos.

Não lhe agradava.

Não adianta ficar se lamentando, Califa, a vida é pra se ferrar mesmo.

As palavras de seu pai nunca pareceram tão certas, ela desejava tanto ser mortal. Queria voltar a ser a caçadora que era, antes de um vampiro filho da puta do caralho lhe transformar em vampira, e seu pai não a deixar morrer, para que somente ela viva até ele conseguir a tornar mortal.

- A vida é uma grande merda as vezes – Resmungou a mesma.

Califa pulou da árvore em que estava, pousando no chão ela olhou para a escuridão que começava a assombrar a noite. Ela ouviu grito alto, estridente que quase a deixou surda, seus ouvidos estavam doendo.

A vampira levantou o olhar, o vermelho escarlate brilhava em seus olhos. Sangue. Ela sentia o forte aroma de sangue, muito forte.

Califa não hesitou em correr, seja para onde estava indo, havia muito sangue lá e ela tinha que descobrir o que estava acontecendo. Ela correu, mas parrou assim que avistou a cena.

Seus olhos chocaram-se com o que via.

Ewan, ele... Ele estava sendo devorado vivo. A vampira travou ao ver os dois adolescentes cravarem as presas de Ghouls no tritão. O sangue tornava-se mais forte, Califa moveu-se.

Jogando um dos jovens para longe com sua força sobrenatural, o outro levantou o olhar para a mesma, mas ela segurou seu braço antes que a ataca-se. – Vampiros são os piores inimigos para um Ghoul – E aquilo era verdade, jogou o mesmo para longe, fazendo ele bater numa árvore e provavelmente quebrar uma costela.

Califa abaixou-se ao lado de Ewan, muito sangue, havia várias mordidas pelo corpo, céus, ele estava morrendo.

- Com.. – Ele tentou falar, mas Califa não conseguia o ouvir direito, estava baixo demais até para a mesma, as lagrimas formaram-se nos olhos da vampira.

- Vamos Ewan não morra... – Califa respirou fundo – Socorro! Alguém ajuda! – Gritou alto, logo alguém viria ajudar, esperava a mesma. Pois se movesse ele de onde estava seria um problema.

- Com..

- O que, fale mais alto Ewan, por favor, fale.

- Condenados. – A palavra foi dita num sussurro e ela reconheceu na hora. Ewan não falaria condenados por um motivo; Ele estava se referindo ao Livro dos Condenados, que por ordens da Tia de Helena, Jeffrey estavam procurando pela escola.

- Ei não ouse morrer nas minhas mãos, ouviu! – Gritou, mordeu o pulso, dando sangue ao mesmo. – Por favor não morra, somos amigos, amigos não abandonam idiota! – Gritou alto, sem realmente saber naquele momento, estava desesperada naquele momento.

Mas seu sangue não adiantou, Ewan parou de se mexer a loira ficou estática, ela virou o rosto assim que ouviu paços. Dois professores chocados – eles logo viram as mordidas de Ghouls, mas os Ghouls que Califa derrotou já haviam fugido dali.

- Senhorita Califa. – Um dos professores – que era o professor líder dos vampiros – chegou ao lado da mesma, pondo a mão sobre seu ombro. – Ele está morto, por favor, distancie-se do corpo.

- Porque meu sangue não o salvou professor. – Dissera a mesma aos prantos, estava acabada.

- Califa vá com ele, eu cuido disso – Dissera o outro professor, que também era vampiro e havia ouvido de longe do grito da mesma.

- Califa vamos. – Chamou o mesmo.

- Porque eu não consegui? – Questionava sem compreender.

Califa acabou por ser levada pelo outro professor, enquanto deixava o tritão que era seu amigo para trás, um corpo morto. A mortalidade era assustadora, tanto quanto era desejada.

‘’E agora, o tempo está passando, mas eu ainda não consigo te dizer por quê. Me machuca toda vez que te vejo, perceber o quanto preciso de você’’

 

[...]

 

Jason socou a parede ao seu lado, a raiva estava em seus olhos e ele não poderia dizer que não estava com vontade de matar alguém, de matar um Ghoul.

A droga do conselho dos Ghouls venho ao internato também – todas as espécies possuem um conselho, os velhos anciões que davam as regras.

Ewan Stevan foi morto por dois Ghouls que nunca mais deram as caras. Se a coisa já estava feia com o conselho dos bruxos xeretando tudo por ali, agora a coisa estava pior e o caminho só tendia a declinar para baixo.

- Jason. – O moreno parou e virou-se contra a vontade.

Edwin Silver Adamanto estava a sua frente, o moreno respirou fundo e buscou seu autocontrole no fundo de se ser. Vamos lá Jason, controle-se homem, mantenha seu lado Ghoul controlado.

- O que quer? – Foi rude e áspero com sua resposta.

- Ei, só vim perguntar se está bem?

- Estaria melhor com você longe, Edwin caso tenha se esquecido, os Ghouls estão atiçados e com fome. É melhor sair deste dormitório agora. – Respondeu o mesmo.

Antes que o outro moreno de cabelos longos responde-se, outra pessoa apareceu no corredor, atraído pelo cheiro do moreno menor. Jason mordeu o lábio, pegando o mesmo pelo braço e puxando com sigo.

- Ei Jason, não disse que tinha comida pra gente aqui, não seja fominha. – O grito do mesmo foi alto, Jason xingou por Ghouls terem boa audição.

Enquanto isso, Edwin continuava a ser puxado pelo mesmo. Jason era forte, alto e suas costas eram largas, como a de uma pessoa que carrega-se muito peso sozinha e luta-se contra muitos.

- Entre e fique calado. – Edwin viu o mesmo abrir uma porta e o jogar para dentro, entrando logo depois e fechando a porta. Jason a trancou e ficou a segurando, ele ouviu paços do lado de fora – sorte que Jeffrey tinha enfeitiçado seu quarto, assim cheiros ou barulhos não seriam ouvidos.

- Mas o que está acontecendo?

- Acontecendo que você venho a um ninho de Ghouls com fome e agora terá que ficar nesse quarto até amanhã – Respondeu o mesmo, suspirando e caminhando até sua cama, deitando-se.

Sem ver o outro moreno, o encarar descrente. – Ficar nesse quarto com você?

- Não se preocupe, se que quisesse já teria atacado você, e não da forma comum para um Ghoul... – A última parte foi um murmuro e o moreno virou-se para a parede, deixando Edwin ali, no quarto do mesmo sem poder sair – o quarto de Jason era bem arrumado e havia uma prateleira de livros e cd’s de música, um violão solto, uma escrivaninha e um baú nos pés da cama. O moreno suspirou, sentando-se na cadeira da escrivaninha, vendo haver duas fotos ali.

Uma era do Jason ao lado de Lena, a carregando nos ombros, enquanto a garota ruiva sorria para a câmera, era recente pela aparência de Lena, supôs o mesmo. Outra de Jason – mais novo pela aparência – ao lado de uma garotinha pequena de cabelos negros, ambos estavam sorrindo para a câmera, uma expressão bem diferente do que o mesmo esboçava.

‘’Eu te odeio, eu te amo. Odeio te amar. Não quero, mas não posso, colocar mais ninguém acima de você’’

[...]

 

Helena bateu as mãos na calça jeans preta. Levantou o olhar e seu viu na frente da sala de Sinistro, seu professor bruxo. Olhou para o lado, vendo Jeffrey xingar em russo por estar ali.

- Não temos bem escolha.

- Porque diabos nós temos que ser nós – Seja mais coerente idiota. Resmungou Helena em seus pensamentos.

- Porque somos os bruxos mais fortes entre os estudantes, você é o número um e eu a número dois. Apesar de eu quer deixar essa só pra você, convenhamos Tomate querido, você é o número um, porque diabos eu tive que vir? – Apesar de ser uma pergunta, o mesmo sentiu a clara alfineta da mesma, desgraçada sabia ser sarcástica.

- Ok, tomate menor eu não sei.

- Se não calarem a boca, vou costurar pra vocês. – Os dois ruivos travaram, olhando Sinistro os encarar, engolindo o seco os dois sorriram lindamente para seu professor. – Entrem agora. – Sua ordem foi bem cumprida, nunca que alguém pensaria em Jeffrey H. Walker e Helena Grimm Jones entrando com pressa na sala do professor que os dois mais fugiam.

O moreno mais velho olhou para os lados, não vendo ninguém ali, suspirou, entrando e fechando a porta, precisava ter uma certa conversa longa com a dubla de tomates idiotas daquele internato.

[...]

 

‘’Não escolhemos lutar; Erga suas espadas; Avante Vassalo; Lute por seu Rei; Morra por ele.’’

 

Salazar balançou a cabeça, olhando para o livro a sua sempre, o livro dos condenados, criado e forjado por Sabrina Jones a mais poderosa bruxa que já pisou na terra, a mais forte de todas.

Suspirou, tentando abrir novamente, mas falhando. – Então realmente este livro só pode ser aberto pelo sangue Jones, mais precisamente, com o sangue de um Jones – Comentou o mesmo, suspirando logo em seguida.

Levantou-se e caminhou até sua janela. Observando o seu Internato. Muitas coisas vinham acontecendo naquele lugar. Dois alunos morreram, um bruxo e um tritão, isso estrema as coisas com a Ordem da Fenix e o conselho de Tritões/Sereias.

Suspirou novamente. – Eu sei que temos muitas coisas a fazer minha cara Raissa, mas que me lembre você ainda usa o corpo daquela mulher. – Comentou o mesmo, vendo uma mulher ruiva e alta atrás de si, a alguns metros do mesmo.

- Não seja prepotente só precisamos do sangue de Helena Jones e tudo está pronto.

- Se fosse fácil você já tria feito, ah deixe-me lembrar porque não fez. Você está usando o corpo de Diana Grimm Jones, aquela mulher sacrificou-se trancando você dentro dela para não pegares a filha dela. O que acha que Helena vai fazer ao ver você.

- Horas, sou a querida Mamãe que ela não vê a anos – Comentou a mesma.

Mas por dentro outro voz gritou. Não encoste em minha filha Raissa, eu vou sair daqui, esse corpo é meu, Helena é minha filha, sua vaca maldita.

- Veremos. – Comentou o mesmo.

- É veremos.


Notas Finais


Link: https://www.youtube.com/playlist?list=PLQMS67eWy7ySOfox3ra6z3fJOmwl1lHt8

Lena e Jeff melhor dupla dinâmica de todos os tempos. XD.


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