História Infestation - Interativa - Capítulo 1


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - O Ínicio


— MARU PRICE —

Assustou-se com a forte trovoada que ressoou pelos céus. Levantou instantaneamente do banco em que estava sentada e deu uma olhada rápida para cima. Constituído de diversas cores cinzar, o sol não estava mais presente. A ventania – que aumentava cada vez mais – indicava que viria tempestade por ai.

Acelerou o passo, martirizando-se por ter decidido deixar seu carro estacionado na garagem de sua casa por estar a fim de fazer uma caminhada. As folhas das árvores na estação de outono tomavam as ruas e calçadas. Sua casa não era muito longe, mas nem tão próximo. Não demorou muito para a chuva cair e passar a aumentar de proporção rapidamente. Podia ver atravessando os céus os brilhantes e mortais raios.

Ela sabia que deveria procurar um lugar para ficar até que a chuva se acalmasse, por isso se abrigou numa pequena cafeteria, um Starbucks dentre todos os outros que havia pela região. Sentou-se e pediu um café Mocha, mesmo que já havia o tomado durante sua estadia no parque.

A tempestade não aparentava que iria melhorar tão cedo. Suspirando profundamente, pegou seu celular e fones, estando decidida a escutar música para passar o tempo. Entretanto, foi à estranha noticia no radio que a impediu de fazê-lo.

A sigla de “S.O.S” não parava de se repetir. Maru, de início, achou que fosse algum tipo de brincadeira, mas o que veio a seguir lhe deu medo. Houve um apagão. Levantou-se de onde estava, assim como funcionários e outros clientes, e olhou pela janela. Praticamente a rua inteira estava sem energia.

— O que será que aconteceu? – uma funcionária ao seu lado pergunta.

— Não sei, só espero que não seja nada grave! –respondeu.

Após alguns segundos a energia voltou e Maru pode relaxar um pouco. Quando estava presta a voltar a se sentar, escutou os gritos. Um homem apareceu em frente às portas de vidro da cafeteria – que haviam sido fechadas por conta da forte tempestade – em quanto olhava desesperadamente para trás.

Não houve tempo suficiente para alguém reagir. Um grupo surgiu rapidamente, todos eles com machucados horríveis pelo corpo, e atacaram o homem a mordidas. Boquiaberta, Maru deu passos lentos para trás diante daquela terrível cena.Algumas pessoas daquele grupo deixaram de atacar o homem e passaram a bater na porta de vidro.

Quando olhou para trás não viu mais ninguém. Todos haviam fugido pela porta do fundo da cafeteria, coisa que ela soube ao escutar seus gritos vindo de lá. O vidro da porta estava trincado e não demoraria muito até que as coisas que estavam no fundo perdessem o interesse nos outros.

Abriu habilmente a saída de emergência, que levava ao terraço do prédio. Subiu o mais rápido que pode. Ao chegar lá em cima, o que viu mudaria sua vida para sempre. Havia destruição por todos os lados, pessoas se matando e alguns soldados atirando. Seu coração parecia que iria explodir dentro de sua peito de tão forte que batia. Naquele dia, Maru chorou de medo – coisa que não era costume fazer.

Lembrou-se que havia deixado a porta da escadaria aberta e que não demoraria muito para que subissem ali atrás dela. Tentou bloqueá-la como foi possível. Mas logo as batidas fortes na porta chegaram, ela conseguia escutar seus gritos. Foi caminhando para trás até chegar ao parapeito do prédio.

Olhou para baixo. Aquele lugar era alto. Agachou-se e abraçou a si mesma, como que se esperando sua morte chegar. Pensou em sua família e como queria saber se eles estavam bem. Mas sua linha de pensamento fora interrompida por um som ensurdecedor que vinha atrás de si. Olhou, se deparando com um helicóptero e um soldado lhe estendendo a mão, que ela segurou sem pensar duas vezes.



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