História Infidel Love ( 2 Temporada ) - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Camila Cabello, Chris Hemsworth, Fifth Harmony, Zayn Malik
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Ally, Camila, Camilacabello, Camren, Camreng!p, Dinah, Lauren, Laureng!p, Laurenjauregui, Normani, Norminah
Visualizações 173
Palavras 2.511
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Herança.


Mansão Ferrer, 23 de Fevereiro, Sábado, 8:22 PM.

POV Camila Cabello

A derrubei no chão, assim então sentando sobre ela, dando vários tapas na cara dela, sem do nem piedade.

- Eu não sou nenhuma puta... - Um tapa. - ... Eu não estou saindo com ninguém... - Mais um tapa, só mais forte que o primeiro, quando ia dar o terceiro, um dos seguranças dela, me tirou de cima dela, mas dei um chute por fim.

- Vadia, sai da minha casa, e não pisa mais aqui. - Ela ia se aproximar, mas outro segurança, veio e segurou ela.

- Eu não vou voltar, nunca mais pode ficar tranquila, me solta não vou fazer mais nada. - Arrumei minha roupa, dando meia volta e voltando pro carro, saindo dali o mais rápido possível .

- Mama tá tudo bem ? - Nicolas perguntou, em um sussurro, já que Luna dormia.

- Sim, estou não se preocupe pequeno, estou muito bem, não aconteceu nada. - Fiquei em silêncio o resto da viagem, pensando no que havia feito, eu não era de bater em ninguém, mas me chamar de puta e que estou saindo com outra pessoa é demais.

Minha lágrima caiu de raiva, desceu mesmo contra minha vontade, apertei o volante a minha frente com tanta raiva, que eu poderia rancar aquele volante.

Quando entrei na garagem do prédio, estacione, descendo pegando Luna que ainda dormia, e Nicolas estava ao meu lado, caminhamos até o elevador, adentrando o mesmo. Minutos se passaram, e logo estávamos fora daquela caixa de metal, peguei a chave no meu bolso, e abrindo a porta.

- Vai tomar banho, e depois eu faço algo pra gente comer, tá bom ? - Ele assentiu, saindo correndo pro quarto dele, levei Luna pro quarto dela, apenas iria trocar de roupa nela, e iria deixar ela dormir, amanhã daria banho nela.

Entrei no quarto dela, pegando um de seus pijamas, tirando, ela reclamou fechando a cara por estar atrapalhando seu soninho, mas logo a deitei no berço, a cobrindo. Luna estava crescendo e dava pra ver, daqui uns dias ela completaria, 8 meses, e mais alguns meses 1 ano, e Lauren não tava aqui pra ver isso.

Sai do quarto, apenas pra não chorar mais, pensando nela, olhei na geladeira pra ver o que tinha, e achei melhor pedir uma comida japonesa, fui até o telefone, do lado do microfone, havia todos os nomes dos melhores restaurantes de Miami, Lauren tinha posto, seria melhor pra nós pedirmos.

Disquei o número, ligando pro tal restaurante. Logo me atenderam, e pedi o que tinha que pedir, disseram que em 30 minutos já estaria aqui, iria contar no relógio, pra ver se seria isso mesmo.

- Mamaaaaaa... pediu o que ? - Olhando pra mim, já havia tomado banho, mas seu cabelo estava atrapalhado, sorri, o levando pro seu quarto. - Pra onde tá me levando mama ?

- Arrumar esse cabelo, olha a bagunça, e eu pedi sim comida japonesa, sushi. - Entrei em seu quarto, pegando o pente dele que estava sobre a penteadeira, sentando na cama dele, então assim penteando seu cabelo.

- Eu não consegui mama, por isso tá esse ninho. - Sorriu, e me fez sorrir também.

- Seu cabelo é bom, mas precisa pentear, aí fica certinho sem nenhum erro. - Ele fez um sinal nasal.

Ao acaba, voltamos pra cozinha, sentando na banqueta do balcão, eu fiquei mexendo em meu celular pra passar a hora, mas logo recebi uma ligação de Ally, atendi no mesmo momento.

- Camila... Oii tudo bem ? - Perguntou ela, será que deveria dizer que eu havia acabado de bater em Alexa ? Acho melhor não.

- Estou sim e você como está ? - A conversa continuo, ela perguntou de Luna, de Nicolas, até que ela parou de enrolar e falar o que ela queria falar pra mim.

- Camila, eu liguei mais era pra falar, que a leitura da herança, será amanhã as 9:30 AM, eu passo aí pra podermos ir até lá okay ? - Quando que eles veriam, que Lauren não havia morrido, ela estava viva, muito viva por sinal, em meus pensamentos ela estava, e eu sabia que fisicamente também.

- Lauren não está morta, você sabe muito bem disso, ela está muito viva. - Ally não disse nada, pois sabia que não iria adiantar nada, querer tirar aquilo da minha mente.

- Tá bom, até amanhã Mila. - A conversa encerrou, deixei o celular sobre a mesa, pensando nas palavras ditas por Ally, eles não iriam fazer isso com ela, não mesmo.

- Mama a porta !!! - Nicolas havia dito e saído correndo, até lá só depois de um tempo que minha ficha caiu, e lembrei do nosso jantar, então levantei, minha bolsa estava sobre o sofá, peguei meu cartão, o levando pra pagar.

- Boa noite, irei pagar no cartão. - O rapaz tirou, uma maquininha de cartão da mochila, assim fazendo todo processo. Fechei a porta atrás de mim, voltando pra cozinha, com as sacolas em mãos.

Abri embalagem por embalagem, colocando os potinhos sobre a mesa, peguei um pratinho pondo em baixo do rosto de Nicolas, pra ele não esparramar, sobre a bancada e eu ter que limpar tudo ainda.

- Huuumm... isso é bom né mama, lembro a última vez que eu comi foi com a papa, estou com tanta saudade dela, mama Alexa disse que ela nunca mais vai voltar é verdade ? -Seu olhar de súplica, pra aquilo ser mentira, era tão triste, que se ele não pudesse me ver, eu já estaria chorando aqui, mas claro que a realidade é complexa, então não podemos fazer isso.

- Ela vai sim, mas não sei quando meu amor. — Eu não poderia prometer, o dia nem a hora, apenas que um dia ela estaria aqui na nossa casa, com a gente de novo.

  Comemos o que aguentamos, que foi quase tudo, lavei o pratinho que ele usou, o levei pro quarto, o ajudando a escovar seus dentes, assim arrumando sua cama, o deitando.

— Mama caso a minha mãe, quiser me tirar daqui, você não deixa ela me tirar daqui não né ? — Olhei sorrindo pra ele,  passando a mão em seus cabelos.

— Eu faço de tudo pra você ficar comigo meu amor, você é meu filho não é ? — Ele sorriu, me abraçando forte.

— Sim mama sou sim, seu filho, deita aqui comigo, e me conta uma história.

—  Claro meu pequeno conto sim.  —  Deitei ao seu lado, deixando um beijo em sua testa, contei o história que minha mãe sempre me contava quando eu era do seu tamanho.

  Alguns minutos mais tarde, o garoto havia dormido, levantei com muito cuidado, pra ele não acorda e assim fui pra minha cama, agora seria uma luta pra eu poder dormir, por motivos que eu iria lembrar dela, e ia doer, toda noite era assim.

  Adentrei o quarto, pegando uma calcinha, um sutiã e um short, caminhei até o banheiro pra tomar meu banho, e assim tentar dormir que nas últimas noites era uma luta gigantesca.

  Ao sair do banho, me sequei vestindo o que tinha trago, assim fazendo minha higiene noturna, só assim deitei na cama, me cobrindo até a cabeça.

  Mas meus pensamentos partiram pra ela, desde do nosso primeiro beijo até hoje, era tão bom pensar em tudo que passamos pra ficarmos juntas, nós fomos tão forte quanto a isso, ficamos um tempo separadas, mas voltamos e agora nos separamos de novo, o destino era uma comédia, já demorei tanto pra encontrar ela, e ele continua brincando.

  Como tinha pensado no nosso primeiro beijo, Flash da aquela noite, vieram em minha mente, eu lembro que tentei ao máximo deixar ela desconfortável, sorri ao pensar naquela noite.

  FlashBack ON.

  " Tava muito bom, a vagabunda tinha um pegada de tirar o fôlego, e ainda por cima me deixou vergonhosamente molhada.

  - Fode comigo aqui Camila. - Quando ela jogou aquela pergunta pra mim, eu fiquei em choque eu não ia foder com ela não ia mesmo.

  - Não Lauren... vamos embora já chega. - Falei tudo com ela, passando sua língua em meu pescoço, me provocando queria tanto que estivesse em outro lugar aquela língua quente e macia.

  - Eu sei que você quer isso Camila, sua buceta tá me pedindo pra entrar. - Com isso ela levou a sua mão até minha calcinha. - Tão molhada pra mim, vai dizer que você não quer ainda ? - Eu tinha que ser forte, e iria dizer não.

  - Não. - Tento sair de perto dela sem sucesso. - Por favor - eu tentava controla minha respiração, tinha que limpar minha boca, deve que tinha batom até no meu cabelo, e ela se afastou. Então desci do capu do carro, indo até a saída, quando ouvi sua voz rouca e sexy falando comigo.

  - Foi bom pra você ? Porque se foi, eu to livre pra você e eu não desisti ainda de te pegar, porque quando eu te pegar você vai ficar 1 semana sem sentar.

  Fui saindo de perto daquela tentação, era melhor pra minha sanidade. Limpei meu rosto, passei o batom novamente.

  Voltei pra perto de Christopher, e juro estava me sentindo culpada por traí-lo meu Deus eu o traí.

  - Amor aceita dançar comigo ? - Chris me pediu com aquele sorriso encantador.

  - Claro meu amor - Estiquei minha mão tocando na sua e fomos dançar.

  Dançamos juntos trocamos uns beijos. E parecia que o Chris de antigamente tinha voltado um pouco, e fiquei feliz com isso.

  E aproveitei, pra então Lauren ver, que eu não iria fazer nada com ela pois eu era casada, e estava mostrando pra ela isso, pois seus olhos não saiam da onde eu e Chris estávamos, eu queria poder ler sua mente, pra saber o que se passava na mente dela.

  Teve uma hora, em que nossos olhares se conectaram, igual aqueles momentos de filmes, mas fiz questão de desviar no mesmo momento, seria muito complicado continuar com a tortura de apenas olha-lá, depois daquele beijo."

FlashBack OFF.

  Adivinha quem que já estava chorando ? Se respondeu outra pessoa errou, era apenas eu mesma. Parece que chorar virou rotina em minha vida, não tinha fim a minha tristeza e isso era tão dolorido.

  Mas meus pensamentos não pararam por ai, queriam me foder pra chorar mais, pra morrer aos pouquinhos, era apenas o que me faltava. Me fizeram lembrar, do nosso reencontro, da nossa reconciliação, depois daquele tempo longe.

FlashBack ON.

" - Lauren, você me ajudou tanto, e por isso eu sinto isso, eu te amo demais. - Ela virou pra mim de uma vez, me olhou e me beijou, com vontade que saudade eu estava daqueles lábios, ela me pegou no colo seus lábios atacavam os meus, ela abriu a porta de trás do seu carro, me deitando sobre o banco, e várias lembranças vieram em minha mente, a raiva me tomou, e a vontade de bater nela e gritar com ela se veio presente.

Ela então entrou no carro fechando a porta, me beijou de novo, enfiei a mão entre seus cabelos, puxando com força eu mordia, chupava seus lábios, ela tirou sua blusa jogando pro banco da frente, me puxando pra senta, ela sentou sobre meu colo, eu agarrei sua cintura arranhando a mesma.

Logo ela se sentou, me puxando pro seu colo, nos beijamos de novo, sem espera ela tirou de uma vez meu vestido, me olhou, por completo eu tremi por seu olhar, ela agarrou minha bunda com tanta força, que estava doendo, mas era suportável.

Segurei com força em seu rosto, e desci arranhando seu pescoço, até seu seio, ela gemeu contra minha boca. Segurei em seu queixo fazendo a olhar pra mim.

- Eu te odeio Lauren Jauregui, te odeio com todas as minhas forças.- Ataquei seus lábios novamente.

- E eu te amo como nunca senti por ninguém, minha Camila. - Ela passou o seu polegar sobre meus lábios.

Eu estava com tanta saudade dela, que não queria mais preliminares queria parti pro fim logo. Abri o botão de sua calça, puxando pra baixo, beijo ela, não queria nunca larga seus lábios jamais, soltei o sutiã dela jogando pro banco da frente, logo ela rasgou minha calcinha.

- Vai com calma, eu iria precisa dela. - Sorri mordendo seu pescoço, subindo até sua orelha.

- Não agora, você nao vai precisar. - Ela abocanhou meu seio, os sugando. - Ops... esqueci que tem leite.

- Então nao faz iss...aaah - Ela o abocanhou novamente, ela tirou sua calça chutando pra baixo, assim ela puxou sua cueca também, libertando sua extensão que tanto eu sentia falta, ela punhetava enquanto ela chupava meus seios.

- Hmmm Camila... - Sugava com tanta força, que poderia ficar roxo, ela passou pro outro lado, fazendo fazendo mesma coisa.

- Lauren eu quero você dentro de mim, já fiquei muito tempo, sem você... - Ela me olhou, e me ajudou, e sentei sobre seu membro, ela sugou meus lábios, com certa força, e sua língua invadiu minha boca, enfiei a mão entre seus cabelos, e assim ela começou a meter com rapidez e força. "

FlashBack OFF

- Para, não quero pensa nisso mais, não agora. - Limpando minhas lágrimas, virando pro outro canto, fechando os olhos, tentando dormir.

  Minutos ou horas se passaram, até que conseguir dormir.

Casa Jauregui-Cabello, 24 de Fevereiro, Domingo, 8:54 AM.

   Estava a caminho do local, até estranhei por ser dia de domingo pra falar sobre a herança de Lauren. Estacionei em frente ao escritório do advogado de confiança de Lauren, a família dela entrava e Alexa estava junto com Clara.

- Só respira e continua me seguindo, se falaram algo, eu resolvo aqui tá. - Descemos nós duas, caminhando até as cobras, que não gostavam de mim nenhum um pouco. 

- O que ela tá fazendo aqui ? Ela não tem nada aqui. -  Disse Alexa, segurando os braços de Clara.

- Alexa, ela tem muito mais direito que você, ela era quase que a esposa dela, por as duas estarem morando juntas. - Ally sorriu, e as duas fechou mais a cara ainda.

-  Você não vai ter nada dela Camila. - Agora foi Clara que soltou seu veneno sobre mim.

- Eu não quero nada dela mesmo. - Ally me puxou pra dentro, sentamos em uma mesa, iguais aquelas de empresas, igual que tinha na Jauregui Industry.

-  Todos estão aqui, então iremos começar, Lauren deixou tudo gravado e digitados em documentos que estão comigo, caso um desastre acontecesse, como aconteceu tudo estivesse certo. - O homem, foi em direção a uma grande televisão que havia no final da sala, todos nós nos encaramos, as duas com raiva, já eu não tinha nada contra elas.

O advogado, deu play no vídeo que estava em nossas frentes, a tensão era sentida de longe por qualquer um, que estivesse fora ou dentro daquela sala. 


Notas Finais


Meus amores perdão, o ENEM me matou, mas vim com um capítulo novo, espero que gostem.

Votem e comentem.

Amo vocês.  ❤

Até a próxima. 

TT: @FAcidente.

Xoxo.


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