História Infiltrada - Capítulo 39


Escrita por: ~

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Categorias Tekken
Personagens Asuka Kazama, Baek Doo San, Hwoarang, Jin Kazama, Jun Kazama, Kazuya Mishima, Nina Williams, Steve Fox
Tags Drama, Jin Kazama, Romance, Tekken
Visualizações 25
Palavras 1.555
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Mais um capítulo! Baek de capa <3 porque se eu fosse de Tekken queria ser filha dele kkkkk enfim, boa leitura! Espero que gostem!

Capítulo 39 - Reencontro


Fanfic / Fanfiction Infiltrada - Capítulo 39 - Reencontro

Eu só conseguia olhar pra ele assustada. Meu pai, parado na porta da casa me olhando com a mesma expressão de susto. Ele entrou devagar dentro da casa ainda me olhando e depois desviou os olhos ao Jin que ainda estava inquieto pela Jun, mas estava com uma cara de confuso olhando meu pai.

Talya: O que aconteceu? (arrisquei umas palavras) Por que veio agora?

Baek: Eu fiquei preocupado... (olhava pra eu e Jin) Não tenho notícias do seu irmão... e Jun me disse umas coisas sobre você que agora estou com medo de serem verdades...

Jin: Conhece a minha mãe... (se aproximou) Quem é? (olhou pra mim)

Talya: É o meu pai. (falei meio sem jeito)

Baek: Você deve ser o Jin... (se dirigiu ao rapaz) Cresceu muito desde a última vez que o vi.

Jin: De onde conhece a minha mãe? (estava desesperado atrás de qualquer coisa sobre sua mãe)

Baek: Eu participei do torneio na mesma época que ela. (abaixou um pouco a aba do chapéu) Vi tudo o que ela passou desde que se envolveu com seu pai e ela foi uma amiga e um apoio quando a mãe dos meus filhos nos deixou... (suspirou) Confiei nela, pedi que cuidasse da Talya enquanto ela fizesse um intercâmbio aqui no Japão, mas parece que não saiu bem como eu planejei... (me olhou) Onde você estava esse tempo todo?

Talya: Ela não contou tudo? (fiquei confusa)

Baek: Ela me disse que você trancou a faculdade e saiu daqui pra fazer um favor a ela... eu não entendi direito, mas não tive uma impressão boa.

Talya: Eu... (me preparei pra contar pra ele)

Jin: Talya... (me chamou agitado) Você me disse que sabe onde minha mãe tá... (ele parecia desesperado) E ela não tá aqui...

Talya: Calma. (o abracei e meu pai só olhava a cena)

Jin me entregou o bilhete que Jun deixou e eu finalmente pude ler o que o deixou tão agitado.

“Querido Jin,

Na vida todos nós cometemos muito erros não é mesmo? Talvez o nosso maior erro seja achar que conseguimos ter respostas para tudo. No meu caso, meu maior erro foi me esconder por tanto tempo e deixar você no escuro, tentando fazer o que achava que fosse o melhor.

Eu sei o quanto você sentiu minha falta e me culpo diariamente por não poder fazer nada para ajuda-lo, mas é assim que as coisas tinham que ser até agora. Eu conheço o seu coração melhor que qualquer pessoa e, sinceramente, eu tenho certeza que seu coração não é tão ruim quanto você tenta fazer parecer. Você é um homem bom, apenas é incompreendido.

Não esperava a atitude de fazer mal a Talya... você não tem a natureza ruim e me deixou profundamente magoada quando tratou tão mal a mulher que enviei para ficar ao seu lado por mim e que te aprecia tanto. Talya é uma moça com uma alma especial... ela consegue enxergar as coisas de um jeito bem próprio e transparente, além de ter tudo aquilo que acalma você. Por favor, não faça que ela se torne uma pessoa infeliz ao seu lado.

Bem, se eu pudesse te dar algum conselho que você ouvisse nesse momento, te pediria para não me procurar. Não posso me revelar ainda, você sabe que não. Se em todo caso você sentir que pode controlar as próprias emoções e continuar com a ideia de me procurar, estarei esperando por você no lugar que deixa seu coração saltitante.

Jun Kazama.”

Terminei de ler e olhei pra Jin que me olhava de volta com um olhar angustiado. Ele parecia oscilar muito de humor. Ora estava feliz por ela ter se comunicado com ele, ora estava angustiado por ela estar fugindo.

Talya: O que vai fazer?

Jin: Eu não sei... (respirou fundo) Ela não quer que eu a veja... porque sabe que eu posso perder o controle.

Talya: Como assim? (meu pai observava nossa conversa sem dizer nada)

Jin: Geralmente é fácil perder o controle quando eu estou com um fardo emocional grande... (me olhou e eu soube do que ele falava)

Jin poderia perder o controle do gene ruim quando sentisse a emoção de ver a mãe viva novamente, afinal seria uma sensação inimaginável pra ele.

Talya: E se... (ele me olhou surpreso) Se eu fosse com você?

Jin: Eu acho que... consigo controlar... afinal eu vou estar feliz...

Talya: Se quiser, eu fico por perto. (coloquei a mão direita em seu braço)

Baek: Onde você vai? ( falou pra mim)

Talya: Eu preciso acompanha-lo... (olhei meu pai) É a primeira vez em anos que ele verá a mãe...

Baek: Tudo bem... (suspirou) Estarei aqui esperando que você volte, preciso falar com você.

Eu concordei e agradeci por ter compreendido. Jin e eu saímos indo em direção a moto. Antes de colocarmos o capacete eu resolvi esclarecer uma dúvida.

Talya: Qual o lugar que deixa seu coração saltitante?

Jin: Eu dizia isso quando eu era criança... (ele me olhou e eu logo entendi o que isso queria dizer)

Subimos na moto, colocamos o capacete e eu agarrei a cintura dele. Saímos acelerados. Como eu já imaginava, entramos na floresta. O tal lugar que dona Jun fez referência é a cabana onde ele foi criado. Era um lugar que o deixava calmo. Quando avistamos a cabana também vi a moto que Nina provavelmente usava. Jin estacionou perto da cabana e descemos da moto. Guardamos os capacetes e então ele se colocou de pé de frente a cabana. Eu então me aproximei dele e segurei sua mão direita. Estávamos ali de mãos dadas e ele respirou fundo. Senti ele meio trêmulo.

Jin: Mãe... (chamou com a voz meio falha)

Meu coração disparou assim que ele a chamou. Entrelacei nossos dedos nas mãos tentando mantê-lo calmo. Foi aí que a porta da cabana começou a se abrir devagar. Ele ficou mais tenso ainda e olhava sem parar pra cabana. Ela saiu de lá de dentro. Usando um vestido branco e longe, parecido com os que ela usava em sua casa quando morei com ela. O cabelo solto e com uma tiara branca. Jun Kazama saiu de dentro da cabana como se fosse um anjo olhando emocionada pra Jin, mas ela segurava as lágrimas, diferente dele. Jin parecia não acreditar no que estava vendo. Eu segurei sua mão ainda mais forte que antes olhando a reação dele. Ele tremia, as lágrimas saíam de seus olhos, parecia que ele gritaria a qualquer momento. Jun então se aproximou de nós dois, olhou pra mim sorrindo e depois colocou uma das mãos no rosto de Jin, fazendo o contorno do rosto do filho. Jin apertou minha mão com força, como se tentasse se controlar o máximo possível. Então Jun abriu os braços pra ele e eu soltei sua mão aos poucos. Ele então abraçou a mãe com força. Ela correspondeu ao abraço do filho chorando. Jin também chorava muito, acho que nem imaginava que o veria chorar tanto alguma vez.

Jun: Eu te amo tanto... (ela dizia ainda abraçada com ele)

Ele então a abraçou mais forte ainda ouvindo a voz dela dizendo que o ama. Eu não me segurei, chorei também olhando a cena. Tudo isso me fazia lembrar de tudo. Lembrar do que aconteceu, lembrar de como me apaixonei por ele, de como descobri sobre a dona Jun, me fazia lembrar da minha mãe... então eu acabei olhando pra cabana, desviando um pouco os olhos da cena e vi Nina acenando pra que eu fosse até ela. Entramos na cabana, deixando Jin e Jun lá fora.

Nina: Acho que sua missão acabou... (disse com os braços cruzados me olhando) Eles se reencontraram, não há mais motivos de você continuar investigando a vida dele.

Talya: Acho que a minha missão nunca vai acabar... (falei enxugando as lágrimas)

Nina: Como assim?

Talya: Terei sempre que ajudar a protegê-lo. (suspirei) Eu o amo demais pra ir embora e deixa-lo aqui, por mais que eu saiba que a dona Jun vai cuidar dele, eu simplesmente não consigo ir.

Nina apenas me olhou por um momento e depois me abraçou. Eu não sabia bem como reagir a isso. Nunca pensei em Nina me abraçando. Depois do abraçou ela ficou me olhando um minuto.

Nina: Você é irritantemente amável... (disse rindo e eu ri junto) Aprendi a gostar de você e entendi porque Jun te escolheu.

Eu apenas sorri agradecendo. Nina me disse que seria melhor nós duas irmos e deixar Jun e Jin um tempo sozinhos pra conversarem e colocarem tudo as claras. Eu concordei, também acho importante que eles tenham esse tempo juntos. Eles agora estavam sentados embaixo de uma árvore conversando perto da cabana e então eu perguntei a Jin se eu podia ir e ele disse que sim e inclusive me lembrou que meu pai estava me esperando. Eu me despedi dele e da dona Jun e fui até Nina. Meu coração começou a ficar apertado de novo, afinal eu teria que encarar o meu pai. Pedi a Nina que me deixasse na casa de dona Jun, mas não dei muitos detalhes. Ela fez o que eu pedi mesmo estando desconfiada de tudo. Eu abri o portão, depois a porta e encontrei meu pai sentado em uma das cadeiras da cozinha, me esperando pacientemente. Ele ficou me olhando.

Continua...


Notas Finais


Eita, como será que ela falar pro Baek? Como será a reação dele?


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