História Infinite Love - Capítulo 58


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Alfredo Flores, Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Drama, Flavia Pavanelli, Hailey Baldwin, Justin Bieber, Revelaçoes, Romance
Exibições 203
Palavras 3.171
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 58 - Beco sem saída.


Fanfic / Fanfiction Infinite Love - Capítulo 58 - Beco sem saída.

Pov: Isabela Bennert.

Justin? - perguntei, afastei o celular do ouvido e olhei se ele ainda continuava na linha e vi que sim. - Justin, é a Isa. - falei na tentativa dele responder.

- tem como você ligar outra hora? Justin está ocupado no momento... Jus amor, shiuu.

Eu fiquei paralisada com o celular no ouvido, a ligação foi encerrada e foi aí que eu comecei a pensar direito. Era a voz de uma mulher na linha, porque ela estava com o celular dele? Porque ela estava chamando ele de amor quase gemendo? Não, por favor não...

Eu nem sabia o que estava sentindo, olhei o celular novamente para ver se a ligação tinha sido encerrada mesmo e percebi que sim. Minha mente agora estava como se fosse explodir de tanto pensamentos, tentei ligar mais uma vez porém desligaram o celular. Isso não ia ficar assim, não mesmo, Justin ia se ver comigo.

Fui até a cama onde tinha colocado meu vestido e o vesti novamente, peguei uma sandália baixa nas pressas e sai do apartamento já ligando para um táxi. Eu estava tão aérea e perturba ao mesmo que nem conseguindo raciocinar direito, tudo que eu conseguia pensar era na voz nojenta daquela mulher chamando o meu Justin de amor. Ele não podia fazer isso comigo, eu queria acreditar que tudo aquilo não passava de um simples pesadelo ou uma brincadeira sem graça.

Eu já estava na porta do apartamento a um tempo e o táxi não aparecia por nada, já estava quase indo a pé mesmo sabendo que eu só chegaria no outro dia quando o táxi parou ao meu lado, entrei e ainda bati a porta com força, pedi desculpas ao taxista e ele sorriu vendo que meu estado não era um dos melhores. Como na minha cabeça eu não estava conseguindo pensar direito, dei o endereço da casa do Justin, eu não sabia onde ele estava, se ainda estava na tal boate, ou se estava em algum lugar, mas eu sabia que em casa ele iria chegar, e eu ia esperar todo o tempo possível para ele me explicar direitinho porque uma mulher atendeu o telefone dele é ainda por cima chamou ele de amor.

O caminho todo fui olhando a janela, as vezes meus olhos se enchia de lágrimas e até dificultava eu olhar o caminho, eu só conseguia ver os pontos de luz.

Quando o carro parou em frente à mansão, eu paguei ele é fui até a portaria onde tinha dois segurança e um porteiro, logo ele me conheceu e abriu o portão.

- o Bieber está? - perguntei com a voz um pouco oscilante.

- senhorita Isabela, o patrão terminou de chegou.- informou o mais alto me encarando.

- obrigada. - respondi agradecida olhando a casa.

- a senhorita está bem? - o porteiro perguntou e eu fiquei o encarando por um tempo.

- não muito, obrigada por se importar, com licença. - me afastei deles e fui caminhando pela trilha de grama cortada que tinha indo até a porta principal da casa.

Eu sentia meu corpo cansado, pesado, eu ainda estava quente pelos copos de vodka que eu havia bebido na boate, mas não era isso que estava me fazendo sentir mal, o que estava me fazendo sentir mal era imagina que ele, o Justin, tinha me trai... não, eu não queria nem imaginar isso, eu só queria acreditar que era coisa da minha cabeça.

Entrei na casa que se encontrava aberta e silenciosa, e fui logo até o quarto dele, eu queria olhar a cara dele, queria que ele me explicasse isso direitinho, ele não podia fazer isso comigo. Subi as escadas com um pouco de pressa e andei em passos largos mesmo que o vestido colado impedisse um pouco até o quarto dele, eu não bati na porta, apenas entrei mesmo. Justin que estava sentado no pé da cama tirando o sapato me encarou assustando mais logo sorriu apoiando os braços atrás do corpo em quanto me encarava sorridente.

- está com saudades já Isa, porque não me falou que viria pra cá, eu podia ter ido te buscar, eu terminei de chegar. - ele voltou a tirar o sapato e eu fiquei parada sem falar nada, como ele podia agir tão natural... Mesmo sem força me aproximei dele e fiquei em sua frente com os braços cruzados.

- porque fez isso? - perguntei com a voz falha, aquilo era uma péssima hora para desmontar minha fraqueza emocional, porém eu era fraca de mais. Ele me encarou e franziu o cenho logo se levantando.

- porque você tá assim, tão abatida, chorando amor? - ele tentou se aproximar e por a mão no meu rosto porém eu mesma me afastei enxugando a primeira lágrima que já ia cair. Eu estava tão agoniada, era um mistura de raiva por ver a sena que ele estava fazendo, e uma mistura de tristeza por ver que ele podia realmente ter pisado na bola e agora queria me enganar.

- me fala vai, me explica. - pedi.

- explicar o que amor, você bebeu? - ele começou a rir fraquinho e aquilo me deu raiva.

- não me chama de amor caralho. - gritei e ele se espantou.

- ei calma ai, eu não sei mesmo do que você tá falando Isabela.

- claro que sabe Bieber! Eu liguei para você, e uma MULHER! Atendeu! E não manda eu ficar calma, porque se fosse você meu lugar e um homem atendesse meu celular de madrugada você também ficaria puto, então não me pede calma.

- uma mulher no meu celular? Claro que não... 

- Justin eu não estou brincando, porque você não fala a verdade em? - gritei já chorando e ele tentou se aproximar de novo porém eu peguei o jarro de flor que tinha na estante do quarto e ameacei jogar. - não se aproxima. - adverti e ele afastou levantando os braços.

- solta isso, é sério Isabela. E para começo de história nem celular eu levei.

- ata, então quer dizer que eu estou louca?

- eu não falei isso.

Respirei fundo e coloquei o jarro no mesmo lugar, tirei o meu celular do meu do sutiã onde eu tinha guardado, e o liguei indo até a lista de chamadas, fui até Justin e virei o celular na sua cara mostrando que a ligação tinha sido aceita e teve duração de doze segundos.

- o que? Como assim? Eu juro, eu não levei meu celular. - ele me olhou incrédulo e eu me esforcei para não cair na ceninha que ele estava fazendo.

- então me explica isso. - guardei o meu celular é o encarei de braços cruzados.

- eu não sei, e o pior é que eu também não lembro onde deixei meu celular. - ele olhou em volta pelo quarto e eu revirei os olhos.

- Ok, boa sorte em achar algo que você sabe bem onde está, aqui eu não fico. - falei seca e virei as costas indo até a porta, eu ainda estava com raiva, a história estava complicada e por mais que eu confiasse nele essa história eu não conseguia engolir, quanto ele não me provasse que eu podia estar errada ou que ele estava falando a verdade, eu não queria ele perto de mim.

- Isabela. - segurou meu braço me impedindo de sair.

- me solta. - falei sem olha-lo.

- quando eu falar com você olha nos meus olhos, por favor. - ele puxou meu rosto com delicadeza e me fez encara-lo.

- Justin eu só quero ir pra casa, da para você me soltar? - funguei e ele ficou me encarando, suspirou e depois me soltou, porém me puxou para um abraço que me pegou de surpresa, mas não retribui.

- eu não estou mentindo, você sabe que eu não escondo as coisas de você, eu realmente estou falando a verdade sobre não ter levado o celular, antes deu sair eu até mandei você ligar para algum dos meninos caso você quisesse que eu fosse te buscar para você vim para cá. Agora sobre esse negócio de mulher atende meu celular eu nem sei explicar, porque realmente eu não sei onde tá meu celular, e você sabe que a única mulher aqui em casa é a Lily.

Escutei bem tudo que ele falou e pude sentir que ele não estava mentindo pra mim, eu conseguia ver isso nos olhos dele.

- Justin, na ligação ela dizia que você estava ocupado e ainda te chamava de " Jus amor ", você consegue entender agora porque eu estou assim? Porque eu vi até aqui e porque estou com raiva?

- acho que te entendo, porém isso tá deixando minha cabeça confusa, preciso procurar meu celular. - ele me roubou um selinho e foi até a porta, mas logo voltou. - e não saia daí. - sorriu e eu sorrir fraquinho concordando, fui até a cama e me sentei.


POV: Justin Bieber.

Eu não estava conseguindo entender como isso tinha acontecido, será que a minha casa tinha sido assaltada ou sei lá, eu não conseguia imaginar algo assim. Isabela ainda estava com raiva e nervosa, eu nunca a tinha visto daquele jeito, gritando tanto como ela gritava, aquilo chegava a ser engraçado. Fui até a sala de jogos onde eu tinha passado o dia todo com os meninos e dei uma procurada por ali, olhei as mesas de jogos, as máquinas... olhei até pelo chão porém não encontrei nada.

Fui até a parte aberta da casa onde ficava a piscina é olhei por todos os quantos, porém nada do meu celular, eu já estava ficando com raiva por não encontra-lo quando algo me veio a mente, eu me lembrava se ter usado ele no meu escritório, lembro da minha mãe ligando e por conta do barulho da música fui até meu escritório para atender a ligação, com certeza eu devo ter jogado ele por lá. Entrei na casa novamente e fui até o cômodo, estranhei a porta está aberta, eu sempre deixava ela bem fechada, entrei e fui até a minha mesa, olhei entre alguns papéis e nada do que realmente me interessava.

- procurando isso Justin?

Aquela voz tinha me pego tão de surpresa que até me assustou, me virei calmamente e me deparei com aqueles olhos escuros me encarando provocativa em quanto oferecia meu celular em sua mão.

- Hailey? O que faz aqui?  - perguntei ainda surpreso.

-  Oi pra você também. - ela me abraçou e eu retribui um pouco sem jeito, era estranho ter aquele contato com ela, só que eu estava me acostumando. Depois das viagens de trabalho pelo estados unidos ao seu lado, a convivência era obrigatória, e por mais ruim que eu pensei que seria terminou sendo legal, ela sempre estava comigo, e agora eu podia dizer que éramos amigos.

- oi, faz o que aqui essa hora da noite? - perguntei assim que me afastei.

- cheguei faz um tempinho dos estados unidos, só passei aqui porque queria conversar com você sobre uma coisa que Helena me falou. - explicou sem tirar seu sorriso do rosto, ela parecia extremamente feliz.

- é... o que meu celular faz com você? - perguntei o tirando da sua mão. Quando as coisas na minha mente foi se encaixando, eu comecei a entender o porquê daquele sorriso todo, e pedi mentalmente que ela não tivesse feito aquela brincadeira idiota, porém quando eu a olhei era com tivesse escrito em sua testa.  - não acredito que você fez aquilo Hailey...

- desculpa, força do hábito. - respondeu e eu neguei chateado.

- muito idiota você, Isabela chegou aqui achando...

- que você tinha traído ela? - completou ela é eu concordei. - desculpa é que eu estava aqui te esperando e seu celular não parava de tocar... eu nem achei que era ela.

- tá ok, esqueci isso, porque mesmo você veio aqui? - sai do escritório e fomos até a cozinha, eu precisava de água, fui a geladeira e peguei uma garrafa de água, me sentei no banco alto que tinha perto do balcão e Hailey fez o mesmo.

- porque queria conversar com você sobre algumas coisas que Helena me falou e eu não entendi bem.

- me fale o que é tão importante pra você me procurar a essa hora. - falei e bebi um pouco da minha água, mas quando ergui a cabeça meus olhos logo pararam em Isabela que estava na porta da cozinha me olhando.

- atrapalho? - perguntou ela em um tom irônico. Seus olhos foram até Hailey e as duas ficaram se encarando por um tempo.  - o que ela faz aqui Justin? - me olhou cruzando os braços 

- vim conversa com o Justin sobre nossa trabalho, eu tinha algumas dúvidas. - Hailey falou simples e aquilo foi como um campo minado pra mim onde ela havia terminado de jogar a bomba bem na armadilha. Isabela ainda não sabia que havíamos viajado juntos e que também trabalhávamos na mesma agência, isso nem se passava na sua mente, porém agora eu estava em um beco sem saída.

- trabalho? - Isa cruzou o cenho sem entender, no mesmo momento Hailey me olhou como se entendesse tudo e sorriu, o sorriso mais venenosa de todos, mais antes que ela falasse qualquer coisa eu tentei salvar minha pele.

- achei meu celular, Hailey estava com ele! - mostrei o mesmo na minha mão esquerda, Isa olhou Hailey percebendo que foi ela que faz a brincadeira e só falto lhe dar um tiro com seu olhar, ela está com muita raiva, não preciso nem falar nada.

- vagabunda. - Isa sussurrou e Hailey riu. Eu sabia que com Isabela aquilo não ia ficar barato, ela pegou a cesta de fruta que tinha do seu lado e jogou na direção de Hailey com tudo, não deu tempo de eu fazer nada, apenas correr até sua direção e segurar seus braços antes que ela pegasse mais alguma coisa.

- ei calma. - pedi lhe segurando, olhei pra trás pra ver se Hailey estava bem e sim, ela só estava assustada.

- calma um caralho Justin! Me solta vai. - ela começou a se debater porém eu só lhe soltei quando ela finalmente ficou quieta, até sua respiração estava descontrolada. 

- é melhor internar Justin, vai que ela tem a doença da raiva. - Hailey provocou e isso só provocou mais Isabela que ia jogando um prato em sua direção, porém eu consegui dessa vez segurar ela antes do ato.

- cala a boca Hailey! - pedi quase gritando.

- me solta, eu já pedi. - Isabela pediu e quando eu vi que ela estava um pouco mais calma eu lhe soltei, mas sem sair da sua frente. Ela me virou as costas e em passos fortes saiu da cozinha ainda jogando com tudo no prato que ela segurava.

Passei a mão entre meus cabelos que estavam cheios e respirei fundo, olhando Hailey que estava inteira e com vida.

- estou de saída já, depois conversamos. - e antes que eu pudesse falar qualquer coisa ela me deu um beijo rápido na bochecha e saiu. - não se preocupa, eu já perdi um táxi. - gritou e logo depois eu escutei o estrondo da porta sendo fechada.

Eu estava exausto, ainda estava cansado da festa e pra piorar tudo Hailey vem estragar toda a minha pouco felicidade. Isabela estava um pouco alterada por conta do álcool, eu senti em seu hálito que ela tinha bebido algo, tudo bem que ela era esquentada as vezes, mas não ao ponto de jogar uma fruteira de ferro em alguém. Eu nem sabia em como tentar acalma ela, com certeza ela tinha subido e se trancado em algum quarto, eu só não sabia qual.

Abri minha blusa botão por botão e logo depois tirei ela toda, estava um calor terrível mesmo sendo de madrugada, subi as escadas devagar e logo abri a porta do primeiro quarto, nada, no segundo nada, no terceiro a mesma coisa, mas no quarto eu lhe encontrei. Ela estava sentada na cama com os ombros caído olhando a janela, seu cabelo agora estava amarrado e do seu lado eu percebi que ela tinha um toalha e uma roupa já pronta, provavelmente iria tomar banho e iria dormir aqui.

- eu não deixe você entrar. - falou sem nem me olhar.

- esqueceu que essa casa é minha? - sorri fraco e fechei a porta, ela ficou calada e logo soltou um suspiro cansado, ela sabia que eu estava certo. Fui até a cama de casal do quarto e me sentei do seu lado lê olhando. Poxa como ela é linda!

- eu não quero conversar. - me olhou e depois voltou a olhar a janela.

- Isa...

- Eu ainda continuo com raiva, sua sorte é que eu não tenho uma arma, porque se eu tivesse com certeza já tinha acertado aquela piranha vagabunda todinha e logo em seguida você. Foi ela que falou aquilo quando eu liguei, você não faz a mínima ideia das coisas que se passaram na minha mente! E também como ela entrou aqui ainda mais a essa hora da madrugada, vocês estavam conversando como se tivessem uma espécie de amizade quando eu cheguei, e que história é essa de trabalho? Você tá me escondendo as coisas Justin? O que tá acontecendo em? Estávamos tão bem... - sua voz falhou e ela parecia que já ia chorar de novo.

Eu me sentia péssimo, ela estava certa, eu estava escondendo as coisas dela, mas era a melhor alternativa, eu não queria estragar as coisas falando o que eu tanto aguardava porque eu sabia que ela ficaria mal, porém ela estava mal porque desconfiava, e isso estava me destruído. Eu só não queria que ela soubesse por outra pessoa, porque aí sim as coisas ia piorar muito mais.

- me desculpa? - pedi lhe olhando mais ela só enxugou as lágrimas que já caia e se levantou pegando as coisas na cama e se trancando no banheiro.


Notas Finais


Olha euuuuu, obrigada gente pelos favorito é todas os comentários, amo vocês. E podem ir se preparando porque o próximo capítulo vai ser um pouco diferente, espero que vocês gostem💜


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