História Infinito - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Arthur Pendragon, Ban, Diane, Elaine, Elizabeth Liones, Escanor, Gowther, Guila, Hawk, Jericho, King, Meliodas, Merlin, Personagens Originais
Tags Ban, elaine, Escanor, Meliodas, Merlin, Nanatsunotaizai, Romance, Sevendeadlysins
Exibições 91
Palavras 1.879
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OLÁ MEUS LEITORES LINDOOOOOOOOOOS!!!!!

PORRA MANO, EU TO OUVINDO O SOUNDTRACK DE NANATSU NO TAIZAI E EU TÔ AMANDO PRA CARALHOOOO!!!! <3 <3 <3

Enfim, bora pro quê interessa: me perdoem a demora filha de uma puta, mais é que no último fim de semana que eu realmente não tava bem. O capítulo tá bem light, tirando aquela parte que o Ban conta uns plano PÁ NOIS que tá legalzinho e show (^W^)b ALÉM DE: o Meliodas vai, ah vai, como ele vai...


Boa leitura :3

Capítulo 21 - Floresta das Fadas, Momento Interrompido


Fanfic / Fanfiction Infinito - Capítulo 21 - Floresta das Fadas, Momento Interrompido

Laquisis balançava-se um tanto vazia e desanimada. Esperar sempre a torturou muito.

Cloto se aproximou da irmã e sentou-se ao lado dela; sempre foi raro encontrar a Parca assim, quando sua máscara estava prestes a cair.

– O que há contigo? – a irmã pergunta pondo uma mão no ombro da outra – Por que está triste?

– Triste? –  Laquisis deu uma risada fraca e olhou a irmã – Desde quando eu fico triste?

– A última vez foi a muito tempo, mas muito tempo... –  Cloto riu baixinho, logo estavam olhando o cenário verde e nevoeiro a sua frente – Nós crescemos aqui.

– Crescemos rápido demais – Laquisis concluiu – Eu não vi crescer... não vi...

– Laquisis, conforme-se – Cloto levantou-se – O que é nosso sempre será nosso, então, preencha teu vazio com orgulho e espere, pois logo a segunda carta será enviada.

Laquisis olhou a irmã com um pequeno sorriso de pura malícia; seu coração negro bateu um pouco alegre.
             As irmãs do destino entrelaçaram seus braços e caminharam sorridentes até seu palácio negro.

                                                                                                             *  *  *

Ban deu uma última olhada em sua Elaine dorminhoca e beijou sua testa.
           Tinha uma leve pontada de dor dizendo, "Não! Fique com ela!" mas Ban precisava resolver um pequeno problema e tirar uma grande ideia de sua cabeça.
           Ao descer a escada sentiu o cheiro de café bem forte e viu uma Ângela estudando mapas.

– Bom dia Ângela querida! – Ban abraçou a pequena por trás, precisava convencê-la a qualquer custo.

– Bom dia Ban, não tá muito cedo pra vocÊ acordar não?

– Pergunto o mesmo – o azulado pegou uma caneca e serviu-se, precisava ir com calma – Tá fazendo o que?

– Estudando os mapas, vou ter que mudar nossa rota e destino por um tempinho, acredito eu.

– Vamos para onde?

– Segredo – Ângela sorriu um pouco sapeca, adorava fazer surpresas.

– Aff,tá bom. – Ban fingiu estar chateado, mas logo mudou sua expressão, atacaria agora – Ângela, preciso falar muito sério com você.

A pequena de olhos azuis tirou sua concentração dos mapas e a voltou para Ban, um pouco surpresa.

– Falar sério comigo? – ela repete, como se tivesse ouvido mal. – Acho que ouvi mal...

– Não, é sério, eu não tenho um nome para isso, só acho que é um plano B ou uma válvula de escape.

– Muito bem, conte-me tudo e não me esconda nada que eu ouvirei.

–  Olha, essa guerra com as Parcas me preocupa pra caralho, e tudo que eu penso em relação a isso é em Elaine e na segurança dela. Ela não vai e eu nem quero que ela lute, então eu pensei em um lugar que a mantesse segura, longe de tudo e de todos, tipo uma casa, um canto só pra ela.

– Beleza, você sabe o lugar que quer ela fique?

– Ainda não, mas eu pensei que poderia ser lá na Grécia – Ângela quis cuspir seu café a cara do azulado, mas acabou engasgando feio e quase perdeu o ar. – Ei, calma, tudo bem?

Depois de várias batididnhas nas costas Ângela se recuperou do susto.
             Grécia. Todas as suas raízes a levavam para lá.
             Só que, o mais engraçado é que Ângela nunca morou lá, somente nasceu por lá. A grande Grécia seria um bom lugar para Elaine ficar lá?

– Ban, por que a Grécia? – Ângela pergunta, tendtano esconder sua curiosidade e desistindo de beber seu café.

– Bom, vocês e seus irmãos são descendentes do povo de lá, conhecem as terras de lá, a gente controí uma casa pra Elaine e caso dê alguma merda ela foge pra lá.

– Você errou e acertou duas coisas – Ângela anuncia acomodando-se melhor na cadeira do bar – Você errou sobre os meus irmãos, eu e a Grécia.

–  Como assim?

–  Eu sou a única que nasceu por lá, somente nasci, o resto dos meus irmãos nasceram em Constantinopla. Então, eu acabo não tendo conhecendo as Terras de lá.

– E a onde eu acertei?

– Acertou na ideia de "caso dê alguma merda ela foge pra lá" – as últims palavras Ângela disse imitando a voz de Ban.

– Eu não falo desse jeito.

– Tá, beleza, eu gostei da sua ideia, foge um pouco do nosso combinado desde o início mas ainda sim eu te ajudo nessa. – Ângela sorriu tranquila, seus olhos num azul límpido e feliz.

– Você é demais! – Ban a abraçou com força e a girou um pouco, o azulado agora acredita que deve uma parcela de sua imortalidade a ela.

– Obigada, agora me deixe trablhar nesse novo projeto e vá dar atenção a Elaine!

Ban se despidiu com outro abraço e correu para o quarto em que Elaine dormia.
             O céu agora mostrava belíssimos tons de púrpura anunciando um novo dia, novos desafios, novas etapas para passarmos.
            Se a distância e o tempo são inimigos o amor e os sentimentos dele nascidos são grandes amigos.

                                                                                                         *  *  *

– Respire undo, refresque sua memória.

Elaine respirou fundo e limpou a mente; em seu íntimo abriu seu coração e mente e vasculhou calmamente no melhor ritmo que podia. Seu coração a cada batimento conseguiu lembra-la de um lugar chamado Floresta das Fadas.

Floresta... das Fadas.

Grama, vento, cheiro de algo limpo e agudas vozes.

Ainda tinha algo ali. Quatro coisas não eram suficientes para Elaine.
             Ainda há algo ali no meio, só que, é invisível.

Talvez um som? Será uma voz?
              Sim! É uma voz, uma voz com ritmos.

– Elaine!

A mesma abriu os olhos assustada, Merlin estava prestes a gritar quando a loira acordou.

– Ah, graças aos deuses – Nessie suspirou aliviada.

– Você está bem? – Merlin perguntou.

– Sim. O que houve?

– Eu pensei que você tinha entrado em Meditação Profunda – Merlin responde, afagando um tanto nervosa o braço da loira – Se lembrou de alguma coisa?

– Praticamente nada – Elaine resmunga chateada consigo mesma. – Me lembrei de fragmentos das coisas.

– Fragmentos?

– É, cadê meu irmão? – Elaine rapidamente se levanta, sorridente e ansiosa.

– No bar – Nessie e Merlin apontam para a porta dos fundos e a pequena saí em disparada.

O bar de Meliodas estava para abrir e uma agitação já acontecia; King e Ban estavam discutindo, como sempre.

– Irmão! 

– Elaine?

– Eu me lembrei de algumas coisas! VocÊ precisa me ajudar! – King entou-se num banco e respirou fundo, pronto para ouvir a irmã – Eu me lembrei de umas coisinhas de um lugar chamado Floresta das Fadas.

Ban se engasgou de tanta surpresa mas ele foi ignorado.

– Me lembrei de grama, vento, cheiro de algo limpo e umas vozes agudas.

– Mesmo? – King sorria para irmã segurando suas mãos, ele sentia esperança.

– Mas, ainda tinha uma lembrança no meio disso – Elaine sorria mas logo seu rostinho perfeito ficou confuso –  Eu não vi mais ouvi uma voz de uma mulher.

A loira de repente viu-se decepcionada consigo mesma. Tantas coisas que podia se lembrar e em sua mente só veio isso. Ela ainda precisava de mita meditação.

– Fico feliz de você ter se lembrado maninha.

– Nós estamos – Ban corrigiu e logo voltou a olhar Elaine.

– Tá todo mundo feliz! – Meliodas gritou aparecendo por trás dos três – Agora vamos nos mexer porque logo o bar tá abrindo!

Enquanto todos trabalhavam agitados lá embaixo Elaine ficou sentada na escada, observando tudo e todos.
             Sua mente estava ligeiramente conturbada: ela nasceu, cresceu, viveu e em um belo dia morreu. Eram poucos aqueles que sobreviviam todo o tempo concedido pelas irmãs do destino e o deus dos Infernos e só assim ganhavam sua ressurreição. Mas, por quê logo ela tinha que brigar por esse direito? O que ela fez de tão errado?

– Chega! – Elaine brigou consigo mesma e caminhou com passos duros até seu quarto.

A loira pulou na cama e agarrou um travesseiro, encostou as costas na cabeceira, enfiou o rosto na fronha e começou a gritar.

– AAAAAAAAAAAAAAAAH!!

Seus gritos eram abafados pelo travesseiro inocente; gritos de raiva e desespero.

– Mais que inferno! – Elaine arremessou o travesseiro com bastante força, sua atenção foi atraída ara a janela a onde pode ver uma maria-chiquinha se escondendo.

A atenção de Elaine logo foi para a porta; Ban havia aberto uma fresta e agora botava a cabeça para fora.

– Posso entrar? –  a loira meneou a cabeça.

Ban estava com o avental rosa e sentiu que o clima nao estava para brincadeira e o retirou, sentou ao lado da loira, observando seu rosto confuso.

– O que houve? A diane te viu gritando. – ele começa, incerto se devia falar mais ou não.

– É... eu... – antes de falar Elaine fechou os olhos com força, organizando seus pensamentos.

Ela levou a mão esquerda até o rosto de Ban e o tocou um pouco tímida.

"Eu me sinto confusa... além de fraca e idiota."

Outro pensamento penetrou na mente do azulado.

"Eu gritei porque me sinto confusa demais."

As palavras vieram mais calmas, como se ela fosse sussurrá-las.

"Viver novamente me parece errado agora; eu me esforço de verdade e ainda sim me lembro de tão pouco. Eu não quero desistir e nem vou, só quero ser  forte o suficiente até o fim disso. Então não me deixe falhar, tá?"

A mão de Elaine estava pra sair do rosto de Ban quando ele a puxou para si num abraço forte.

– Fale comigo sempre que estiver triste, mesmo que não consiga te fazer dar uma risada, vou te dar muito amor. Prometo. – ele sussurroou no ouvido dela enquanto fazia um carinho em suas costas.

Elaine o abraçou como forma de agradecimento e deu um beijo suave nele só para mostrar o quanto o amava. Ban se entregou ao beijo dela, levou sua mão até os fios loiros e os acariciou.

– Eu te amo – ele disse, lembrando-a desse pequeno detalhe que sempre o fez feliz.

– Eu também te amo –  ela sorri e então acrescenta – Muito.

Levado pelo instinto o azulado deitou a pequnea na cama deixando-a por baixo, envolveu-a num abraço e a beijou mais. Viciado no gosto doce daqueles lábios pequenos e delicados.
           Elaine era inocente além de pura e Ban sempre quis desde que soube que era apaixonado por ela, fazê-la definitivamente sua.

Os beijos se tornaram mais fortes e sôfregos; um necessitava demais um do outro, Ban criou uma trilha de beijos que vinham descendo pelo pescoço da loira, que se arrepiou toda ao sentir uma mordidinha no ombro. Suas respirações aceleravam enquanto o clima parece esquentar insuportavelmente.
            Dois corações acelerados. Dois corpos esquentando.
           Duas pessoas extremamente apaixonadas.
          Uma batida na porta.

Uma batida rápida na porta e Meiodas logo viu algo que nunca imaginou ver: Ban e Elaine na cama naquele processo fervoroso de um estimular o outro ao prazer que o baixinho conhecia muito bem. Ele rapidamente fechou a porta mas ainda foi educado o suficiente para se despedir.

– Foi mal, galera!

Elaine logo despertou e olhou bem para a situação que se encontrava enquanto sua memória foi invadida...

"–  Ler mentes é legal vai! – eu insisti, um pouco teimosa, claro.

– Tá, até que é legal – Ban finalmente concordou – Mas o que eu sei fazer é bem mais legal.

Ele sorriu, parecendo uma criança travessa, então esticou o pulso e fechou a mão com bastante força, logo uma ventania veio e quase levantou meu vestido. Instintivamente eu abaixei meu vestido branco, Ban me olhou confuso.

– Elaine, você não usa nada por debaixo de vestido não?

– Não – respondi de bate-pronto – Por quê?

– Ah, por nada.

– Vamos, fale!

– Por nada não.

– Fala logo!

– Não.

–  Argh, Ban seu chato!"

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                                                                                                            CONTINUA?

                                  Coeur de Pirate <3


Notas Finais


E AEÊ PORRAAAAAAAA?!?!?!?! (desculpa pessoal, ainda to ouvindo o soundtrack de Nanatsu no Taizai e tô empolgada demais)

Gostaram? Ah, é sério mano, ficou legal? No próximo cap, já vou adiantando é porque eu amo muito vocês, que uma galerinha animada lá de Lyonesse vai chegar! Muitas testemunhas tão pra vir mesmo mano, então, preparem a leitura e não se deixem se interrompidos hein! kkkkkkkkk
Ansiosa para ler e responder os comentários de vocês :)

Um big beijo de Nutella e até a próxima! :3 o/


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