História Inimigos da América - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias 30 Seconds to Mars, Green Day, My Chemical Romance, Taylor Momsen
Personagens Billie Joe Armstrong, Frank Iero, Gerard Way, Jared Leto, Matt Wachter, Mike Dirnt, Personagens Originais, Ray Toro, Shannon Leto, Tomo Milicevic, Tré Cool
Tags Crime, Drama, Las Vegas, Romance
Exibições 34
Palavras 880
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Policial, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá gente, olha eu aqui de novo com mais uma fic de minha autoria. Bem, essa fic foi meio complicada e difícil de escrever pois o tema Criminal em geral nunca me agradou muito. Mas já vou avisando que esta é uma fic criminal muito diferente das outras, ela tem personagens muito complexos. Eu me inspirei em alguns filmes e tbm em algumas estorias do Nyah para escrever essa fic.

Bem, antes de começar, eu quero avisar:
* No decorrer da fanfiction terá tortura e violência DETALHADA. Se não gosta desse tipo de coisa, não leia.
* Eu não sou tão boa com hots, mas quando tiver, vou dar meu máximo.
* Os POV's serão na maioria das vezes de Billie, Taylor e Jared. As suas histórias de vida serão as que mais se destacarão, começando primeiro com a de Billie. Pov's de outros personagens sem ser esses que eu citei serão bem raros.

Bem, acho que é só isso.
Boa leitura.

Capítulo 1 - The thrill is gone


 

- Hey Billie!

- Adrienne?

- Você não deveria ir. Pense em seus filhos.

- Os garotos já são grandes, sabem se virar. E sempre que eu puder virei visitá-los. Agora eu preciso ir.

- Billie...

- O que?

- Eu te amo.

- Eu... – engole seco e olha no fundo dos olhos dela. – Eu já te amei. – e entra no avião.

 

Flashback. Oakland, junho de 2016.

POV Billie

Hoje pela manhã acordei com um pressentimento ruim. Sabe aquele dia em que você acorda com a sensação de que vai dar merda? Pois é.

Chego no trabalho e ouço rumores de que a empresa estava passando por uma grande crise e que iriam ter que cortar um pessoal. O desespero já batia em todos e a ansiedade batia forte em mim. Foi convocada uma reunião de emergência. Um cara de terno chegou com um ar sério, encarou um a um na sala, e disse que infelizmente metade do departamento de audiovisual ia precisar ser cortado. Adivinha em que metade eu estava? Pois é. Mas esse era só o começo de um dia realmente inesquecível.

Fiquei decepcionado com a demissão, precisava distrair. Liguei para minha  esposa, Adrienne. Eu e Adrienne somos casados a mais de não sei quantos anos. Nos conhecemos na época do colegial, tínhamos amigos em comum, nos aproximamos, e o resto vocês sabem.

Liguei duas vezes e nada, até na terceira dar caixa postal.

Adrienne com certeza, ao contrário de mim, deve estar trabalhando, provavelmente esteja de plantão. Desisto então da idéia e ligo então para Mike Dirnt, um grande amigo meu.

Caixa postal.

Ótimo, todo mundo ocupado.

Pego meu lindo carro velho, um Opala, e me dirijo até ao apartamento que Adrienne e eu estávamos hospedados por algumas semanas. Cheguei na portaria, cumprimentei o porteiro e fui entrando como de costume.

Fui estacionar o carro e vejo que o de Mike estava bem na minha vaga. Achei estranho, estacionei ao lado do dele. Olhei para janela de nosso quarto e vi um vulto, talvez dois. Subi as escadas e fiquei olhando para porta por um tempo.

Toquei a campainha, nada. Toquei de
novo, nem sinal de vida. Comecei a ficar impaciente e soquei a porta.

- Adrienne, você está aí?

Bati mais algumas vezes. Fiquei impaciente e peguei a chave extra que ela esconde embaixo dos sapatos. Péssimo lugar.

Abri a porta e fui entrando, a porta do nosso quarto estava semiencostada. Afastei devagar para não fazer barulho e vejo Mike e Adrienne deitados. Ele estava no meu lado da cama e dormindo abraçado com a minha mulher. O lençol amassado escondia parcialmente seus corpos nus. Meu olho esquerdo começou a piscar descontroladamente, e minha cabeça começou a tremer.

Fiquei sem reação. Virei e fui andando devagar até o sofá. Sentei e fiquei pensando em qual seria meu próximo passo. Várias coisas passaram na minha mente, matar os dois carbonizados naquele quarto estava em uma delas. Arrasta-los de casa nús e os deixar em frente a rua humilhando-os ao máximo, também. Mas achei melhor não executar nenhuma delas. Levantei e fui embora.

{...}

Retornei ao apartamento desnorteado, agora não tinha mais ninguém lá. Liguei a tv para tentar distrair, mas não conseguia me concentrar em nada. Eu deveria ter matado os dois, era isso que eu tinha que ter feito. Abri o blue label que eu estava guardando para o nosso aniversário de casamento. Pff que patético eu sou.

Coloquei um disco antigo do Chet Baker, apesar de eu não ser fã de jazz. The thrill is gone tocava e lágrimas escorriam despropositadamente pelo meu rosto.

A emoção se foi 

A emoção foi embora 

Você sabe que me faz mal 

E você sentirá muito algum dia

[...]

A emoção foi embora de mim

Embora eu ainda viva

Mas tão solitário eu serei...

Acho que Chet Baker não foi uma boa escolha. Minha cabeça doía, que merda de dia.

O telefone tocou. Olhei na bina era Adrienne, tirei do gancho e coloquei  no ouvido, mas não falei nada.

- Alô?

- Billie, eu sei que você está aí. Posso ouvir sua respiração.

- O que você quer?

- A gente precisa conversar.

- Não tem o que conversar.

- Tem sim. O porteiro disse que você chegou cedo do trabalho e a chave extra não está comigo. Eu posso explicar o que aconteceu, posso mesmo.

- Não quero ouvir suas explicações, já estou
de cabeça cheia.

- Eu posso ir até aí?

- Você pode ir para o inferno. – digo ríspido e desligo na cara dela.

Eu não sei se sentia mais raiva da traição ou do
tempo que ela me fez perder, de tantas oportunidades que perdi para viver ao seu lado. Eu havia sido fiel á Adrienne a vida inteira, desde o começo da nossa relação, quando ela tinha dezoito anos recém-completados e eu apenas quinze. Tive apenas ela de mulher desde que me entendia por homem, quando perdemos juntos a virgindade no aniversário de 1 ano de namoro, descobrimos tudo juntos.

Há quanto tempo será que esses desgraçados me enganam?

O telefone tocou de novo, deixei tocar e quando parou, tirei do gancho e deixei. Voltei para o meu jazz melancólico e fiquei deitado ouvindo até apagar. Parecia que tudo havia caído sobre mim


Notas Finais


Então gente, eu sei que o começo é sempre chato mas eu preciso de um conteúdo, certo? Amanhã mesmo eu posto o próximo.


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