História Inimigos da América - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias 30 Seconds to Mars, Green Day, My Chemical Romance, Taylor Momsen
Personagens Billie Joe Armstrong, Frank Iero, Gerard Way, Jared Leto, Matt Wachter, Mike Dirnt, Personagens Originais, Ray Toro, Shannon Leto, Tomo Milicevic, Tré Cool
Tags Crime, Drama, Las Vegas, Romance
Exibições 6
Palavras 2.904
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Policial, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Notas: Eai amores, tudo bom? Eu vou ótima, obrigada haha Bom eu decidi aproveitar esse tempo livre para postar mais um capítulo a vcs que acompanham.

PS: a partir desse capítulo os POVs de Taylor serão mais constantes.

Boa leitura.

Capítulo 9 - Um pouco de diversão


Fanfic / Fanfiction Inimigos da América - Capítulo 9 - Um pouco de diversão

 

POV Taylor

 

Tomei meu café da manhã, depois uma ducha e vesti meu uniforme. Após isso saí de casa e peguei o ônibus (que estava lotado por sinal) para poder ir ao colégio. Chegando no pátio encontrei meus amigos lá. Fui falar com Jenny e Grace, que estavam com seus respectivos namorados.

- Oi meninas. – falei me aproximando.

- Oi, Tay.

- E aí, vadia. – Jenny disse e eu sorri. Santa intimidade.

- Ta gostosa hein, branquela. – Victor disse me olhando malicioso.

- Respeito uo. – Shawn disse dando um tapa na cabeça do moreno e eu ri.

O barulho do sinal se fez soar. Entramos e nos sentamos. O professor falava e eu me esforçava para prestar atenção. Até que um bip faz meu celular tremer. Peguei o mesmo com uma capinha roxa (já que era minha cor favorita) e vi que era uma mensagem. Abri a mensagem e vi escrito ''de Billie'' olhei para tela e sorri feito uma trouxa.

''Bom dia tigresa" – na mensagem dizia. Ele não vai parar com essa mania de me chamar de tigresa mesmo?

"Buenos S2 Eu estava mesmo querendo falar com vc" – respondi.

"Sobre?"

"Christine pediu para te chamar para ir ao shopping com a gente na quinta ás 19h. Se quiser é claro"

"Mas claro que eu vou!"

"Ótimo! Se quiser levar algum amigo pode levar"

"Ok. Onde vc está?

"No colégio e vc?"

​"Na empresa -_- mas hj saio mais cedo. Jared vai nos liberar às 13"

"Que legal. Pode vir me buscar hj?"

"Farei o possível"

Continuamos conversando por torpedos e logo fui chamada a atenção pelo professor de francês, de novo.

Voulouir nous dire quelque chose, Mademoiselle Taylor?

-Je suis. Désolé, professeur. Ne sera pas répété. – respondi envergonhada, e no mesmo instante o professor voltou a riscar naquela enorme lona branca. Duas intermináveis horas depois bateu-se o sinal do intervalo.

Estava sendo um dia normal de colégio. Eu estava absolutamente cheia de sono. Passei o intervalo com meus colegas. Fomos comer e depois ficamos no pátio durante algum tempo, conversando sobre tudo e nada. Logo o sinal tocou alto, indicando a todos nós que deveríamos parar de dormir nos mais inusitados lugares do colégio e subir para nossas grandes e brancas salas sem graça

...

A manhã estava finalmente acabando e seguindo-a, estava eu andando pelos bancos de concreto, também acabada. Meu celular vibrou e parei de dar atenção ao que Jenny gritava com Grace sobre o professor de educação física.

- E aí? Vai a pé, nos acompanhando até metade do caminho como sempre que dá? – Jenny perguntou, brincando. Ela sempre fazia as mesmas perguntas só para fingir que não tínhamos a rotina de voltarmos andando juntas.

- Não. Hoje Billie vem me buscar. – disse e as duas me olharam com um sorriso enigmático no rosto. – O que foi?

- Está pintando um romance entre você e esse tal de Billie, não está? – Jenny questionou ainda sorrindo.

- Mais ou menos… ele é bem mais velho, sabe, acho que não daria certo. – falei.

- Idade nunca foi um problema, e você está apaixonada, confesse. – Grace disse convicta. – Eu venho notando que você tem andado diferente depois que conheceu esse cara. Aliás não só eu, todos perceberam. Seu comportamento mudou bastante, parece que agora você finalmente voltou a fazer as pazes com a vida.

- Eu já quero conhecer esse cara. – Jenny comentou animada.

- Vou indo. – ignorei as besteiras que as meninas diziam avistando o Opala de Billie próximo à uma esquina me esperando. Corri para lá e abri a porta, já pulando no banco. Olhei para o lado e joguei meus braços no pescoço dele.

- Obrigada, você veio mesmo.

- Eu disse que faria o possível. – eu ri e o dei um selinho na bochecha. – E como foram as aulas? – ele questionou já dando partida.

- Foram boas. E no seu trabalho de merda?

- Uma merda como sempre.

- Ok. – digo apoiando minha cabeça sobre o vidro da janela. – Ainda bem que estou no meu último ano de colegial.

- É, e também está um pouco atrasadinha. – ele me cutucou e eu ri.

- Isso é culpa dos meus avós que me matricularam tarde demais em uma escola. – rolei os olhos.

- Entendo. Mas e aí, você pretende cursar o que?

- Eu não sei.

- Como assim não sabe? O ano já está quase no fim, você não pensou em nada?

- É que... Sabe, eu não tenho habilidade pra nada, nem para cozinhar eu presto. As vezes penso que vou trabalhar até a minha morte naquele cassino. Isso é, até quando eu ainda for jovem e bonita. Porque quando eu já estiver velha e feia não vão me querer mais. – eu disse realista.

- Você poderia ser modelo. – sugeriu ele, depois de alguns instantes de silêncio.

- Modelos são inúteis. – rebati.

- Então qual é a sua ambição, Taylor?

- Dar o fora daqui. – respondi, tranquila. Ele me encarou com o cenho franzido por cerca de alguns segundos, mas logo voltou sua atenção a estrada e o silêncio tomou conta novamente.

 

{...}

 

A semana estava passando se arrastando, hoje já é quinta feira e assim que volto do colégio, subo para o meu quarto e tomo três analgésicos. Na noite de quarta eu tinha ido ao cassino, não me lembro bem como foi, mas devo ter me divertido bastante. No dia seguinte havia acordado com ressaca e eu pensei até em faltar o colégio, mas Christine não me deixaria em paz o resto do dia.

Tomei uma ducha e logo em seguida e me vesti com um pijama dos Simpsons. Deitei na cama e quando dei por mim já tinha apagado.

Depois de um bom tempo, despertei. Devo ter dormido bastante mesmo pois já estava quase anoitecendo, eram 18h:55min. Vi no celular que tinha uma mensagem de Christie que dizia ''Desce aqui logo!'' Revirei os olhos e me levantei.

Desci as escadas e pude ter a visão de Billie, Christine e mais um rapaz que eu não conhecia, me olharem rindo. Logo percebi o que era, ri comigo mesma vendo que eu ainda estava com o pijama e meu cabelo também não estava em uma das melhores situações. Era hoje o dia do shopping, havia me esquecido completamente.

- Er... Esperem um pouco mais, vou me trocar. – subo novamente as escadas correndo.

Subo novamente ao meu quarto. Coloquei uma blusa de manga comprida preta e coturnos, e um short jeans. Penteei os meus cabelos e passei uma make leve. Tudo com pressa, é claro. Não queria deixá-los esperando.

Fui para a sala, quando eles me viram se levantaram rapidamente do sofá e Christine desligou a televisão.

- Até que enfim, Purpleberry. – Christie falou e eu revirei os olhos por ela ter me chamado do meu apelido de infância.

- Está linda. – Billie disse me fitando. Sorri discretamente. – Quero te apresentar à esse mala aqui. – ele disse apontando para o rapaz loiro que estava ao seu lado. – Este é Mike. Chamei ele para ir com a gente, espero que não tenha nenhum problema.

- É claro que não tem. Prazer, Mike. Sou Taylor. – digo sorrindo para ele. 

- Prazer, Taylor. Legal te conhecer – ele sorriu.

- Então vamos logo. – Christine disse apressada e então saímos de casa.

Fomos no carro da Christine. Ela parou em frente ao shopping, tirou o cinto e todos fizemos o mesmo. Entramos e estava muito lotado para um dia de semana. Pessoas andando de um lado para o outro, música baixinha, Fast Food's, sorveterias, cinemas, lojas de roupas e etc. Enfim. Paramos em frente aos cartazes de filmes que estavam em alta hoje.

- Quem topa um terror? – Mike questionou ao observar os cartazes.

- Pode ser. – eu disse. – Qual vocês sugerem?

- Podíamos assistir esse. – Christine apontou para o cartaz do filme ''Cabana do Inferno''

- Não, já assisti uma vez e é muito bobinho. – Billie falou. – Vamos assistir Invocação do Mal 2. – concordamos. Ok, eu morria de medo de filmes assim, mas vamos nessa né?

Mike e Christie foram comprar os ingressos e eu e Billie ficamos encarregados de comprar pipoca, refrigerante, doces e afins… Nos encontramos novamente dentro da sala de cinema. Estava tudo bastante escuro. Avistamos Mike e Christie sentados na fileira do meio, Billie e eu nos sentamos em uma fileira atrás da deles.

O telão do cinema acendeu e começou a passar o trailer medonho do filme, o filme nem tinha começado direito e eu já estava com medo. Idiota! - pensei. Então finalmente começou, de início foi um pouco fraco, mas com o passar das cenas já estava começando a ficar bem assustador. Eu percebia que as vezes Billie me olhava, mas não dei muita importância. Algumas pessoas davam gritos de susto, e eu cheguei a pular da cadeira fazendo Mike e Billie rirem, eu não me controlei e acabei rindo junto. Christie estava tão entretida com o filme que mal percebeu.

O filme era muito pesado e eu já não aguentava mais. Me levantei mas fui puxada pelo braço e ouvi Billie falar.

- Onde você vai? - indagou.

- No banheiro, esse filme me deixou apertada. – sussurrei e ele soltou um riso nasal.

- Está com medo?

- Sim. – digo cedendo e me sentando novamente ao seu lado.

- É só um filme mentiroso, não precisa ter medo, vem cá. – então Billie me puxou para seu peito, fazendo com que eu ficasse com a cabeça deitada sobre o mesmo.

Eu podia escutar o som de seus batimentos cardíacos em um tom ritimado. Sentia aquele peitoral bem definido e olhei para ele que me deu um sorriso. Logo em seguida suas mãos foram até meus cabelos, os alisando, os acariciando. Automaticamente fechei os olhos. Mas hey Taylor, acorda. Me levantei de seu colo e saí dali sem falar nada.

Fui até ao banheiro. Molhei meu rosto e minha nuca que pareciam queimar. Saí do banheiro e fui até ao MC Donald's comer ou tomar alguma coisa. Pedi um Milkshake de banana e me sentei na praça que tinha ali. Após uns minutos lanchando vi Billie, Mike e Christie saírem do cinema sorrindo, me aproximei deles e disse.

- E aí, como foi o filme?

- Ficou com medo, loirinha? – Mike mecheu.

- Aquele filme era horrível. – fiz uma careta que deve ter soado ridícula e eles riram. – Na próxima vamos de comédia, por favor.

- Sim, Taylor. Na próxima você escolhe o filme. Agora vamos nos divertir. – Christie disse animada e foi andando, todos fomos atrás dela. – Chegamos! – disse ela abrindo os braços na frente do parque de diversões.

- An, amiga… acho que não tenho dinheiro nem pra minha entrada! – eu disse sem esconder minha vergonha por nem pensar em trazer dinheiro extra.

- Nem eu. – disse ela sorrindo. – Hoje quem vai pagar são aqueles dois. – ela indicou Billie e Mike com a cabeça. Mike revirou os olhos rindo e logo eles aceitaram bancar a gente.

A entrada não era tão cara, eu tinha o dinheiro. Mas Billie pagou por mim sem que eu visse e me puxou pra dentro. O parque não estava tão cheio como dentro do shopping, por sorte. Ficamos uns cinco minutos tentando decidir em qual ir primeiro até eu ver um dos meus preferidos.

- Eu quero ir naquele. – sorri apontando pro Twist, que é um brinquedo que é tipo um rolo com as cadeiras que fica rodando no próprio eixo enquanto o resto do brinquedo gira o rolo. Vi a cara de Christine ir de rosada pra pálida em uma velocidade impressionante.

- Prefiro usar rosa com vermelho do que ir naquele negócio! – afirmou ela quase caindo no chão. Não entendi, mas pelo modo que falou parece que é algum tipo de crime usar isso.

- Você está me devendo uma, Christie. – eu disse, mas parecia que ela não iria ceder, então eu apelei um pouco. – Por favor, eu quero muito ir nele! Por favor, Chris Omma…  – percebi os outros dois segurando o riso enquanto o queixo da Christine caia. Ela pôs a mão na testa e me arrastou pelo braço até a fila do brinquedo com os outros nos seguindo e rindo agora sem dó.

Entramos no brinquedo. A proteção das cadeiras permitia que segurássemos as mãos, então Christie agarrou o braço do Mike. Assim que o brinquedo começou eu levei um susto e acabei segurando no Billie que deu um sorriso convencido, quis soltá-lo, mas quando o brinquedo começou a ir mais rápido resultou em mim segurando mais forte ainda e soltando sem querer um grito de golfinho ridículo. Christie e eu saímos do brinquedo cambaleando e mais brancas que o Gasparzinho, Billie e Mike riam como se não tivessem gritado também.

- Minha vez de escolher! – Christine disse animada.

- Mas eu queria ir na Barca. – dramatizei.

- Nem a pau Juvenal. Você já escolheu um, sou eu agora. – bradou ela. Fala sério, as vezes ela não parece nem uma mulher com seus já 24 anos.

- E as pessoas que estão pagando, não tem direito a escolher? – Billie disse debochado e Mike se pôs a favor dele.

- NÃO! – respondemos em uníssono calando a boca deles.

- Essa tigresa tá precisando ser castrada. – Billie me indicou com o dedo fazendo os outros rirem e me fazendo revirar os olhos com a besteira que ele disse. Deixei Christine fazer a escolha, mas logo me arrependi.

- PREFIRO SER REALMENTE CASTRADA QUE ENTRAR NISSO! – gritei sem ligar pra criança que assustou-se com o meu grito e perguntou pros pais o que era castrar.

Consta-se que o brinquedo era um túnel do amor e digamos que Christie vai com o Mike e eu com o Billie, é claro. A porcaria do túnel é daqueles com um barquinho dentro d'água que sai navegando no escuro para as pessoas se pegarem e tem um marinheiro de brinquedo horrendo que fica na ponta do barco avisando onde dobrar.

- Pra falar a verdade eu não sou muito bom com lugares escuros... – Mike lamentou.

- Tem umas luzinhas lá dentro, então Bon Voyage! – disse a moça que comandava o funcionamento do brinquedo e nós entramos naquela canoa que chamam de barco.

Ficamos estáticos, um olhando pro outro (que era como os assentos permitiam que ficássemos.) Isso até o marinheiro do inferno dizer depois de um século ''segurem-se, sua viagem ficará um pouco radical'' e essa foi a cena seguinte: as semi-luzes se apagaram e eu pude ouvir um suspiro de medo do covarde do Mike.

O barco começou a ir muito rápido pela água fazendo várias curvas. Não conseguíamos enxergar nada e eu podia jurar que eu estava de cabeça para baixo. Quando senti Billie me segurar, me agarrei nele só pra ter certeza de que eu ainda estava viva. Eu estava começando a gostar até o barco do capeta parar do nada, mas existe uma coisa chamada inércia que me fez ir pra frente e o Billie para trás. Resultado: eu em cima do Billie no chão do barco. Por que esse tipo de coisa tem que acontecer comigo? - pensei, sem perceber que estávamos molhados.

Logo as luzes se acenderam de novo. Olhei pra baixo e tive que impedir um suspiro de sair. A blusa do Billie estava completamente transparente (a parte branca pelo menos) e eu via cada detalhe do seu corpo, lembrando-me daquele episódio quente em minha casa. Comecei a fazer o contorno dos músculos com os dedos sem nem notar que ele estava mordendo o lábio de baixo. O marinheiro que será misteriosamente arrancado disse: ''passageiros, por favor, saiam pela esquerda, outros barcos vem vindo atrás''.

- Grande túnel do amor! – resmunguei me levantando.

- Queria continuar…? – ele deixou sua voz rouca e sexy transparecer.

- Você que é o tarado aqui! – rebati.

- Ta falando sério? Tinha que ver sua cara quando essa coisa começou a falar. – disse apontando pro marinheiro. – Parecia uma criança de quem roubaram um doce!

- Cale-se! – o puxei pra fora com o rosto queimando e ele riu da minha cara. Esperamos um século, mas o Mike e a Christie não apareceram.

- Quer fazer alguma coisa enquanto eles não vêm? – perguntou Billie pegando em minha mão e a acariciando. Enrubesci um pouco e apontei pra roda gigante que brilhava mil e uma cores – Hm... que romântica você. – ele riu, dei um murro de brincadeira em sua barriga e fomos pra fila.

Logo estávamos no brinquedo, sentados um de frente pro outro de novo. Fomos subindo lentamente enquanto observavamos o parque e ouvíamos tocar alto a voz robotizada de Britney Spears em Oops… I Did It Again

- Eu... até que estou me divertindo hoje. – sorri pra ele. – Amo toda essa adrenalina. 

- A adrenalina ainda mal começou, querida. – ele disse em um tom de voz sinistro e com um sorriso que eu nunca tinha visto antes. Ele me olhava no fundo da alma e eu também olhava atentamente para aqueles verdes e enigmáticos olhos.

Levamos um susto quando a roda gigante deu um estalo e parou, conosco no ponto mais alto dela. As luzes apagaram. Nós nos entreolhamos assustados e escutamos uma voz dizer ''desculpem-nos pelo inconveniente, estamos com alguns problemas técnicos com a roda gigante e podemos demorar algum tempo para resolvê-lo. Nos desculpamos novamente e pedimos um pouco de paciência. Obrigado''

- Só pode ser brincadeira! – levantei fazendo a cabine balançar e caindo no colo do Billie.


Notas Finais


No próximo cap aconteceram coisas não muito boas... Pois é. Mas vou deixar um spoilerzinho feliz, tbm terá pegação na roda gigante ok?

Não se esqueçam de comentar gente, é de graça. Kissão <3


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