História Inimigos Mortais - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Romeu e Julieta
Tags Autoriaprópria, Inspirado, Romeoejulieta
Exibições 2
Palavras 754
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Este Livro eu apenas estou postando no Spirit, pois ele já está em andamento em outro site de livros e fanfics. Espero que gostem, postarem todo domingo entra as 17:30 e 19:30. Ele é feito exclusivamente para publicação, e durante o processo de publicação ele será praticamente todo tirado de ambos os sites. Obrigada.

Capítulo 1 - Capítulo 1 - Os Gevit


Eu acordei, eram umas nove horas da manhã, os raios de sol atingiram meus olhos como flechas, eles estavam fortes e quentes, o dia estava lindo para cavalgar, mas quem disse que eu poderia? Não se passaram nem dois minutos que eu acordei e já ouvira minha mãe gritar no corredor:

- Nevvile! Levanta que já é de manhã, hoje temos compromisso! - Eu quase caí da cama com seus gritos altos, e bravos, ela estava de mal humor. Eu já esperava que ela chegasse para me dar uma bronca por eu estar ainda deitada, e coberta, ela logo chegaria no meu quarto e arrancaria minha coberta. Dito e feito, ela arrancou minha coberta e jogou as roupas que eu devia pôr no meu rosto, e saiu do meu quarto sem dizer sequer uma palavra. Mas seu olhar já dizia tudo, "se arrume logo ou você não vai poder cavalgar a tarde", eu já sabia das consequências de não a obedecer, ela era rígida, mas era uma boa mãe.

Neste dia era aniversário da minha prima, seu nome era Katrine, ela era linda, seus olhos eram castanhos claros, como mel, e seus cabelos eram ruivos, eles brilhavam diante da luz do sol, eu poderia admitir que tinha inveja dela, ela era 2 anos mais velha do que eu, ela iria fazer 18 anos, e eu 16 neste mesmo ano, ela era madura e responsável, meus pais sempre usavam ela de comparação a mim, eles diziam que eu tinha que ser tão responsável quanto ela na minha idade, que ela era madura, e que já sabia das suas responsabilidades, e toda aquela baboseira de adultos sobre a minha prima. Eu sempre quis ser tão bonita e responsável quanto ela, mas eu admiti que eu não posso fingir ser tão boa quanto ela, eu tenho que ser eu mesma, e quem gostasse de mim, gostasse do jeito que eu sou.

Assim que cheguei na festa, cumprimentei a minha prima, e meus tios, como a festa era elegante! Tinham candelabros de diamante, velas, e uma mesa enorme, cheia de comida gostosa, minha mãe não me deixou sequer provar uma fruta fresca, nenhum morango com chocolate, nada.

Onde eu vivo, existem ricos, nobres, plebeus, e a maior e mais rica família da nobreza, os Gevit. Eles eram pessoas cruéis que podiam fazer o que quisessem com o povo, não importando se é rico, nobre ou qualquer outra coisa, se você não for Gevit, você está sujeito a ser uma das marionetes reais, ou seja, um dos meios de diversão dos Gevit.

A festa estava agradável, a música me fazia se sentir nas nuvens.

Nos momentos em que minha mãe não estava me vigiando eu pegava alguns doces escondido, e eles eram tão deliciosos que não podia me conter.

Enquanto me deliciava com os doces da mesa principal, avistei de longe um menino com uma aparência encantadora, olhos negros e cabelos castanhos claro. Em sua roupa, havia um broche, e desenhado a ouro o símbolo do brasão dos Gevit, representado com as letras G.I.T, cretino! Não podia acreditar que eles tiveram coragem de aparecer em um evento onde não eram bem-vindos.

Eu senti uma espontânea vontade de enfiar as minhas garras em seu belo rosto, mas decidi não o fazer.

Quando finalmente me dei conta de que não conseguiria me conter por muito mais tempo pedi com licença para minha mãe e puxei-o para fora da festa, eu não podia saber qual seria sua reação, porém, tinha que interroga-lo.

Assim que chegamos do lado de fora da festa ele deu um puxão em seu braço a fim de me fazer soltá-lo.

- O que você está fazendo? - Ele gritou - Quem você pensa que é para acabar com minha diversão? Você sabe de que família eu sou? – Ele parecia irritado, e eu sentia minha mão tremer de ódio.

- É por este motivo que eu lhe trouxe aqui. O que lhe fez pensar que poderia estar em um evento Argyros? O que faz aqui? Quem permitiu sua entrada? – Ele me olhava como se eu fosse doida, e me fazia se sentir assim.

- Não lhe interessa, eu vou onde quiser, se me dá licença, estava a fim de me divertir esta noite.

- Com quem você acha que está falando? Que direito você tem de esbanjar seu brasão odioso e belo, os Gevit são mesmo nojentos! – Não conseguia controlar minha raiva por um segundo sequer, mas não podia ataca-lo, isto poderia trazer uma má reputação para minha família.


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo ^^ o próximo postarei no domingo, o horário já está dito, beijos.


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