História Inivisible Girl - Capítulo 10


Escrita por: ~

Exibições 56
Palavras 1.282
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Acho que devo desculpas para vcs. Acho não, tenho certeza.
Me perdoe <3 pelo meu sumiço, eu prometi não abandonar essa fic e o que eu faço? Sumo! Típico. Tive uma parede bloqueando minha criatividade esses últimos meses, além de que aconteceram coisas que me fizeram ir para o chão. Sim, eu fiquei no chão. Mas as coisas começaram a andar para mim de uns tempos para cá e estou pulando com isso. Eu juro, juro com meu sangue, nunca, jamais, abandonar esse meu xodó <3
Vcs não são só meus leitores, são minha família do sprit. Não imaginam como meu reconhecimento é importante para mim<3

Mas vamos á história <3

Capítulo 10 - Clube do capiroto


Fechei a última mala, com certa dificuldade, já que era a que continha os livros que comprei aqui.

- Nós já vamos nos separar de novo? – Perguntou Lola, com um brilho triste nos olhos.

- Na verdade, vou passar um tempo com minha irmã em São Paulo.- respondi ela, fingindo a maior naturidade, porque na verdade,, rebolava até o chão por dentro. Não por conseguir escapar e encontrar meu tio e sim porque ia ficar perto de Júlio e Lola.

- Esperava me contar quando, querida? – Lola colocou a mão na cintura, fazendo uma péssima atuação de nervosa.

- Quando estivesse ás 3 da manhã berrando na sua porta.- joguei o cabelo para o lado, dando um sorriso colgate para ela.

- Ia continuar gritando, porque da minha cama não saia.- Lola resmungou e eu ri.

Coloquei todas as malas juntas num canto do quarto e me sentei do lado de Lola, segurando sua mão.

- É o que vamos fazer no nosso último dia aqui? – ela perguntou.

Dei de ombros, sem ter ideia nenhuma em mente.

Antes que pudéssemos decidir mofar no quarto, Kéfera entrou no quarto com um sorriso de orelha á orelha.

- Espero que vocês tenham trago um biquíni.- ela falou e eu e Lola nos entreolhamos confusas.

- Vamos sair desfilando na rua, por acaso? – falei e Lola entortou a boca.

- Babaca.- Kéfera revirou os olhos.- Vamos para um clube aqui perto.

- Estou começando a gostar disso.- Lola se pronunciou.

- Cala a boca.- gruni para ela, que deu de ombros, indiferente.

- Estejam prontas até as duas.- minha irmã falou e saiu do quarto.

[...]

 

Lola foi para a casa de sua tia, dizendo que ia roubar um dos biquínis de sua prima.

Dessa vez não tinha como eu fazer minha famosa cara de cú, eu sempre adorei uma piscina, por mais que morria afogada todas as vezes que entrasse em uma.

Estava terminando de colocar meu macacão, quando Lola entrou no quarto, usava um short jeans de cintura alta e uma regata colorida tão justa, que os peitos pareciam querer se libertar.

- Vai fazer programa lá, linda? – perguntei, fingindo voz de nojo.

- Olha quem fala...- Lola começou a falar, me rodeando.- E esse decote aí, querida?

- Mais discreto que o seu, gostosa.- dei uma piscadinha.

- Ah sim, acho que nunca vi suas costas com tanta clareza.- Lola riu.

Revirei os olhos e saímos do quarto, indo para o hall, onde todos estavam reunidos. Júlio, quando me viu, abriu um sorriso de rasgar o rosto e correu até mim, me tascando um beijo, sem deixar reagir, mas não teve como não me sentir nas nuvens com isso.

Cara, quando meu coração vai parar de bombear sangue de trouxa?

Olhei para cima do ombro de Júlio e vi que de um lado Kéfera não gostava nada dessa cena e do outro, Lira...

Espera, deixa eu processar isso direito.

LIRA?

Eu esperava não encontrar mais esse ser enquanto estivesse passando minhas últimas horas aqui, mas esqueci do pequeno detalhe, suportando ou não, ele fazia parte do “grupinho” de Kéfera.

O olhar que Lira dava não era comparado ao de minha irmã. Os olhos deles brilhavam como uma faca de açougueiro, desviei o olhar rapidamente, olhando para o rosto de Júlio e sorrindo francamente.

Tomara que esse maluco se afogue.

 

[...]

- Lola, o que você está fazendo?- perguntei, semi cerrando os olhos.

Minha amiga tinha um sorriso malicioso no rosto e correu em minha direção parecendo um pato. Só percebi o que ela tinha em mente, quando escorreguei da borda da piscina e fiquei subimersa junto com ela.

Voltei para a superfície, tomando fôlego. Fuzilei Lola com o olhar, que se rachava de rir, como todos ao nosso redor.

- Eu não sou piranha que nem você.- falei, me segurando na borda.

- Piranha não, sereia.- ela disse, entre risadas e eu não resisti e ri junto.

Olhei ao redor, vendo todo mundo espalhado. Lira não estava em lugar nenhum. Será que se afagou mesmo?

“Ai eu te pergunto, porque está pensando no maníaco da cerra elétrica?”, meu sobcociente me alertou.

Agora eu que devia me afogar. Porque Lucas Lira veio aparecer em minha mente desocupada?

Meus olhos pararam em Cocielo, que estava do outro lado da piscina, sentando na berada sozinho, observando a água como se fosse a coisa mais interessante do mundo. Revirei os olhos e um sorriso involuntário surgiu em meu rosto.

Nadei até lá, me posicionando no meio de suas pernas. Júlio nada falou, apenas deu um sorriso pequeno e fofo e começou a acariciar minha bochecha molhada.

- Você está tão linda.- ele disse.

- Cala a boca, estou parecendo um siri assim.- dei um risinho.

- De qualquer jeito, Lissa.- Júlio falou, seu dedão acariciando minha bochecha em círculos.- Quando Kéfera me contava sobre a irmãzinha dela, sempre imaginei uma menina egoísta e que usava e abusava da fama dela.- ele se inclinou, nossos lábios perigosamente perto.- Você superou o que todos pensavam de você, Melissa, principalmente eu.

- Isso é bom? – sussurrei, franzindo a testa.

- Isso é ótimo.- ele respondeu, antes de colar nossos lábios.

Meu coração começou a bater com mais força, chegando a doer meu peito. Droga, qual foi a última vez que me senti assim?

Faz tanto tempo que parece que meu coração estava cheio de teias de aranhas e pó.

Foi ai que a ficha caiu.

Ai Meu Santo Cristo, eu estava me apaixonando por Júlio Cocielo.

 

[...]

 

- LUBA, CUIDADO!- gritei, mas Luba já havia me puxado pelo braço para fora da piscina.

- Au.- gemi, sentindo uma pontada no ombro.- Acho que você deslocou o meu ombro.

- Deixa de frescura e vai se arrumar para irmos embora.- disse Kéfera, rindo.

Bufei e me levantei, indo para o banheiro me secar, mas antes que pudesse chegar perto, senti alguém pegar meu pulso. Virei a cabeça e assim que vi Lira, andei em passos atrapalhados para trás, me livrando bruscamente de seu aperto.

- Calma, por favor.- sua voz saiu em um sussurro.

- O que você quer?- quase gritei, ao contrário dele, não tentei ser discreta.

- Eu só quero pedir desculpas.- ele falou, insistente.- Eu estava fora de mim, nunca machucaria uma garota.

- Sempre coloca a culpa na bebida.- revirei os olhos.- E qual foi o motivo de encher a cara?

- É difícil ver um amigo ganhar o que você queria.- ele respondeu, abaixando a cabeça. – Poxa, eu te vi primeiro, eu quero ter você. O que Júlio tem que eu não?

- Ei, eu não sou um objeto.- cortei o barato dele.- Você acha que me vendo como um premio vai conseguir meu carinho? Eu sou que nem minha irmã, Lira,  e você tem que colocar isso na cabeça.- revirei os olhos.- Eu aceito suas desculpas.- os olhos dele brilharam esperançosos.- Mas não sei se tem tempo de se redimir.

- Por favor, Lissa...- ele pegou em minha mão, com força.- Uma última chance, é o que te peço. Preciso de pelo menos sua amizade.

Na última vez que escutei isso, o cara agora anda me tascando uns beijos. Nunca, acredite, nunca acredite quando um cara fala isso.

Se o Júlio já tinha segundas intenções, imagina o Lira?

- Lira, me solta...- pedi, com a voz enfraquecida e ele me soltou vagarosamente.- Me deixe pensar, okay? Prometo não te deixar sem resposta.

Fira assentiu francamente e eu me virei, abraçando meu corpo tremulo e molhado.

Enquanto o Júlio fazia meu corpo parecer querer soltar fogos, o Lira fazia ele parecer uma gelatina.

Porra, eu não estou mais me reconhecendo. Que está acontecendo nesse caralhos?

 



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