História Ink - Capítulo 3


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Categorias Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Hansol "Vernon" Chwe, Hong Jisoo "Joshua", Jeon Wonwoo, Junghan "Jeonghan", Kim Mingyu, Lee Chan "Dino", Lee Jihun "Woozi", Lee Seokmin "DK", Seungcheol "S.Coups", Soonyoung "Hoshi", Wen Junhui "JUN", Xu Ming Hao "THE8"
Tags Hozi, Soonhoon, Verkwan
Exibições 110
Palavras 2.220
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Seinen, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OOOOOOOOOOOI ♥
e cá estou eu novamente com mais um capítulo dessa belezinha
bem, vou tentar atualizar nas segundas, ok? não posso prometer nada, vai que eu atraso a porra toda ._____.

VAMO FALAR DE HEALING????? VAMOOO?
QUEM VIU, QUEM VIU???
claro que vocês viram, devem ter feito antes de mim HSUASHUASHUASHUASHU

caraaaa... tá rolando casal novo, né?
bora escrever uns SoonChan, bora? gente, to em love com aquela cena!!!


TEVE JEONGCHEOL AAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH ♥ ♥ ♥
MEUS BEBES, AMO MUITOOOO *U* *U* *U*

enfim...
vamos ao que interessa à vocês
o lindo da música vai estar nas notas finais :3
boa leitura!!

Capítulo 3 - Pink Ink


Fanfic / Fanfiction Ink - Capítulo 3 - Pink Ink

Pink Ink

 

 

Jihoon apenas tacou suas coisas em cima da cama ao chegar a seu quarto. Ele estava cansado por ter pego o turno da manhã e da tarde e ainda ter que estudar à noite. Obviamente poderia ter ido para uma faculdade gratuita, mas achava que aquela era bem melhor por conta dos bons recursos. Por mais que fosse cansativo e desgastante, Jihoon sempre fazia valer à pena.

Estudava música com o intuito de ser um grande produtor. Seria difícil entrar numa empresa grande logo no início de sua carreira, por isso sempre começava aos poucos. Como se não bastasse, ele também gostava de cantar. Não estava fazendo música atoa.

Após colocar as roupas adequadas para a aula do dia – smoking e luvas brancas –, o rapaz de baixa estatura pegou seu violão e teclado e se dirigiu para o elevador do dormitório. Como não havia muitas pessoas estudando à noite, era claro que o prédio dos quartos estaria lotado e a maioria das salas de aula vazias.

Achava relaxante, nada que pudesse lhe atrapalhar. No máximo acabava de encontrando com os alunos de artes do turno da manhã se organizando para uma nova exposição. Sabia disso porque a maioria deles frequentava a loja sempre comentando sobre o que os professores diziam à respeito de um tal de Kwon Soonyoung. Cogitava que aqueles caras e moças tivessem inveja do tal Soonyoung, mas preferia não questionar sobre o assunto.

Quando passou pelo andar onde ficava a maioria das escadas e elevadores, Jihoon teve a visão do mesmo garoto que estava distraído na loja mais cedo. Ele estava um pouco embolado com a armação de uns quadros suspeitos. Jihoon recordou bem das cores de tinta que o mesmo havia comprado, interessando-se rapidamente no que o outro estava fazendo com aquilo. Achava bizarro alguém dar tanto dinheiro naquela loja sendo que podia comprar em outras mais baratas e de maior qualidade. Não que fosse um expert, mas como também era gerente, ele sempre dava de cara com coisas quebradas e canetas estouradas.

Aproximou-se devagar, visto que o garoto segurava um pote de tinta verde água caríssimo. Passou os olhos devagar pelos quadros pintados de modo estranho, tentando adivinhar o que significavam.

- O que você ‘tá fazendo? – perguntou, assustando de leve o outro. – Não deveria estar fazendo isso há essa hora.

O outro lhe encarou, arqueando as sobrancelhas em surpresa.

- Prefiro fazer agora a ter vários estudantes me encarando amanhã durante o dia – ele respondeu, voltando a mexer em alguns pregos. – Sou o tal Soonyoung que ficam comentando por aí... Não gosto desses comentários.

Jihoon compreendeu um pouco. Só não entendia o fato das pessoas falarem tanto dele. Talvez fosse o melhor aluno no curso de artes ou algo do tipo.

- Oh... E essas pinturas significam o quê? – coçou a nuca, vendo finalmente o mais alto começar a pendurar os quadros. – São de uma cor só...

Soonyoung o encarou incrédulo. Jihoon, por sua vez, não sabia a razão do outro o encarar dessa forma. Não entendia nada sobre artes, ora.

- Gosto de fazer assim... Deixa a entender um só sentimento – ele explicou um pouco embolado. - É como quando você faz uma música – apontou para o violão nas costas de Jihoon. – É um sentimento sendo expresso, não é? Seria complicado colocar um monte deles de uma vez só.

Jihoon discordava.

- Na verdade não – ditou. – Você já ouvir Best Is Yet To Come?

Soonyoung parou para pensar.

- Não... De que banda ou cantor?

- A segunda opção que você achar – deu mais uma olhada nos quadros, tentando decifrar o que havia sido pintado neles. – Não se importe com o que vão dizer sobre isso, são apenas pessoas sem inspiração alguma.

Jihoon saiu sem ao menos deixar Soonyoung responder ou retrucar algo. Estava sem tempo, talvez passasse mais no dia seguinte para dar mais uma olhada naquelas pinturas. Era a primeira vez que se importava com algo tão simples em toda a sua vida.

Apaixonado por coisas complicadas, Jihoon sempre escolhia o caminho mais embolado. Ele gostava de desafios, sendo assim sempre desafiando a sim mesmo. Como? Vá saber, ele simplesmente o fazia. Se compusesse uma música de cinco minutos, ele tentava uma de dez e assim por diante. Porém, ele só gostava de fazer isso por paixão. Nada para fins lucrativos ou para tocar em um dia qualquer para toda a faculdade.

Seu sonho curto ali dentro era produzir um show musical para sua turma, mas sabia que eles não iriam concordar – principalmente Seokmin e Seungkwan, os melhores cantores da classe e da universidade inteira. Via o que acontecia com eles em Soonyoung, lamentando-se profundamente. Jamais iria querer que fizessem o mesmo consigo – e por mais que tentassem não iriam conseguir.

Chegou a sala de aula, vendo-a um pouco vazia se não fosse pelos cantores fazendo uma apresentação oca de uma música desconhecida por Jihoon. Sendo visto, Seokmin abriu seu largo sorriso e caminhou até si com alguns papéis na mão.

- Woozi! – chamou pelo apelido do menor. – Eu e Seungkwan precisamos da sua ajuda.

Arregalou os olhos, surpreso. Por mais que Seokmin e Seungkwan fossem completamente os opostos do que o que diziam, o rapaz de baixa estatura nunca iria imaginar que um dia eles fossem pedir por sua ajuda.

- Sim...

- Precisamos que nos ajude a produzir um pequeno show – Seungkwan chegou do nada com sua voz um pouco escandalosa. – A galera de teatro pediu que nós, você e Jisoo fizessem algumas coisas num projeto que eles têm pra esse semestre.

- Quanto a Jeonghan? – Jihoon indagou. Era certo de que Jeonghan fosse incluído na história também, afinal, ele também era um dos melhores alunos dali.

Seokmin fez uma careta triste, assim como Seungkwan.

- Ele mudou de curso hoje cedo – Seokmin revelou triste. – Disse que se adaptava melhor à Direito.

- Mas mesmo assim ele pode participar... – Jihoon pensou melhor. Não. Direito queria muito estudo e concentração de uma pessoa, sendo esta então não tendo tempo para se dedicar a outras coisas. Suspirou cansado, vendo que teria muito trabalho pela frente. Não que fosse ruim, ali estava mais um desafio a ser aceito e é claro que ele aceitara. – E qual é o tema?

- A gente ainda não sabe – Seungkwan abaixou a voz dessa vez. – Apenas queríamos saber se você ajudaria ou não.

- Tudo bem, eu ajudo... – afirmou pensativo, retirando seu violão das costas e da capa em seguida. Pôs o instrumento em cima de uma cadeira cuidadosamente e logo em seguida montou seu teclado. – Só não posso dizer que irão surgir problemas.

- Fica frio, vai dar tudo certo.

Jisoo entrara de repente, afobado. Foi interrompido de dizer algo por Seungkwan, que explicou tudo e o segundo rosado relaxou os músculos. Era até engraçado a forma como Jihoon se relacionava com seus colegas. Um pouco trágico às vezes por conta de sua mudança de humor na hora de trabalhar em grupo.

- Bom, só o que me resta é saber o tema que eles vão apresentar pra que eu comece a fazer alguma coisa – disse em meio à conversa, sendo ignorado por um momento qualquer.

 

 

 

Soonyoung pensou a respeito do que o mais baixo o dissera anteriormente antes de sair andando como se nada tivesse acontecido. Estava na cara que tinha algum mistério por trás daquilo tudo. Era de se esperar que fosse abordado e perguntado sobre o que estava fazendo. Todavia, não achava normal um estudante – principalmente isso – de outra área querer colocar ideias em cima das suas. Irritante, mas curioso.

Estava louco para chegar a seu quarto e ouvir a tal música comentada, mas tinha de tomar todo o cuidado possível com aqueles quadros. Sim, havia pintado seus alunos de forma diferente, um pouco mais leve. Apenas algumas linhas suaves de tinta misturada com água na tela branca puríssima e seus trabalhos estavam feitos.

Pendurou todos eles cuidadosamente, em seguida passando o filtro de vidro à prova de balas por cima com intuito de salvar aquelas obras de pessoas mau caráter – nem precisava contar. Finalizou tudo com pregos mais densos e grossos usando toda a sua força para prender o filtro, verificando várias vezes se estava bem preso.

Suspirou, vendo seu trabalho valer à pena.

Havia pensado em expor as poções feitas para seu trabalho particular, mas estavam tão perfeitas... Preferia manter em segredo e só mostrar para quem merecesse.

Voltando para seu quarto, Soonyoung tomou um rápido banho quente para tirar todos os vestígios de tinta e sujeira da pele leitosa e se deitou na cama espaçosa. Olhou para o teto, rindo de sua primeira arte naquela universidade. Havia conseguido permissão para pintar aquele quarto e não hesitou em escrever várias palavras incentivadoras.

Quando menos se esperava, suas obras estavam por todos os cantos daquele lugar, ganhando reconhecimento rapidamente – e alguns inimigos.

E então, a música e aquele baixinho tomaram sua mente avoada em questão de segundos.

Pegou seu notebook e fones de ouvido. Estava sozinho mesmo, não tinha problema em ser pego olhando coisas que não devia. Afinal, era ele quem pagava aquela porcaria toda, não era? Então tinha direito de relaxar o quanto quiser sem ser interrompido – ao menos que fosse algo urgente.

Digitou o nome da canção na barra de pesquisa do Youtube e, como o baixinho de cabelos rosa dissera, era exatamente a segunda opção. Pôs-se a ouvir a música de olhos fechados, esquecendo tudo o que estava à sua volta.


Com medo de seguir em frente
Desejando que eu pudesse voltar a quando
Tudo era mais fácil e mais significativo para mim
Querendo tudo que deixamos para trás
Como se fosse a resposta
Uma ampulheta não podemos retroceder
Segurando a vida que eu tenho negado por tanto tempo
Posso encontrar o meu caminho até você?


Porque depois de tudo que nós passamos
E depois de tudo que nos deixou em pedaços
Eu ainda acredito que nossas vidas apenas começaram
Porque agora o passado pode ser esquecido
E eu sei que você é a razão
Que eu ainda acredito que o melhor está por vir


Uma fotografia ainda em suas mãos
Com medo de deixar ir
Os minutos chovem grãos de areia
E o tempo é apenas uma guerra para roubar seus sonhos de dentro
Venha e pegue-os de volta


Porque depois de tudo que nós passamos
E depois de tudo que nos deixou em pedaços
Eu ainda acredito que nossas vidas apenas começaram
Porque agora o passado pode ser esquecido
E eu sei que você é a razão
Que eu ainda acredito que o melhor está por vir


Eu não vou virar
E deixar tudo escapar
Eu nunca vou recuar
Porque amanhã é um novo dia
E tudo pode mudar


E depois de tudo que nós passamos
E depois de tudo o que nos deixou em pedaços
Eu ainda acredito que nossas vidas apenas começaram
Porque agora o passado pode ser esquecido
E eu sei que você é a razão
Que eu ainda acredito que o melhor está por vir

Quando tudo acabou, Soonyoung viu que ele não era nada além de um apaixonado por artes. Não conseguira sentir nada naquela canção a não ser o sentimento de esperança. Queria ter o contato daquele rapaz para poderem conversar melhor. Contudo, como a vida não era muito a favor de Soonyoung naquele tema, ele preferiu desligar o aparelho eletrônico e coloca-lo em seu devido lugar. Teria aula no dia seguinte e precisava descansar.

Encarou, assim que cobriu o notebook prata com uma toalha de rosto velha, um restinho de tinta rosa claro na estante, bem escondida. Era do mesmo tom dos cabelos do baixinho e, por coincidência, havia mais uma tela – mesmo que pequena – embaixo do vidro quase transparente.

Nem era tão tarde assim...

Colocou um pouquinho de água dentro do potinho quase vazio, homogeneizando as duas substâncias ali dentro usando o lado contrário de um pincel estragado. O resultado havia sido um pouco mais claro do que pretendia, mas sabia que os cabelos do baixinho ficariam mais claros ao longo do tempo.

Escolheu três pincéis de sua gaveta especial e passou a pincelar cada traço que se lembrava. Rosto rechonchudo aliviado, pernas médias, braços na medida... Apenas precisou de um boneco para a posição e tudo estava certo. Sorriu ao ver o resultado. Um pouco engraçado e esperava que o outro não associasse o tamanho da tela à sua altura.

Deixou a obra deitada em cima da mesa para secar corretamente, jogando o resto de tinta fora. Voltou para a cama e, antes de adormecer, pensou em como seria no dia seguinte ao encontrar o pequeno novamente na loja.

 

 

 

Jihoon fora surpreendido com uma entrega de Soonyoung. Achava que era a respeito da música que havia indicado na noite anterior, mas, ao ver o tamanho do objeto, cogitou ser alguma obra maluca do mesmo.

Correto.

Observou a tinta cor-de-rosa por vários minutos – sentia-se livre para tal porque não havia clientes na loja àquela hora da manhã – e várias opções acertavam sua cabeça em cheio quando tentava associar a cor com sua aparência angelical.

Não acreditava que alguém o via daquela forma.

Era para ser alguém de moral, não? Então porque o uso daquela cor tão delicada e traços finos? Tinha de esclarecer várias coisas com aquele sujeito, só faltava saber como o faria.


Notas Finais


música: https://www.youtube.com/watch?v=EYzxQr7LC_w


see you SOONyoung!! :3


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