História Inktale - Sê criativo - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Gerson, Grillby, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne
Tags Artistas, Blackwords, Ink X Frisk, Inktale, Romance, Universo Alternativo
Visualizações 25
Palavras 1.415
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yooooooo
Desculpem ter demorado imenso, mas as minhas aulas já começaram e nos meus últimos dias de férias estive muito atarefada a ir comprar o material escolar e deixar as coisas todas prontas. Desculpeeeeeeeeeeeem ;^;

Espero que me perdoem e boa leitura!

Capítulo 14 - Riverperson


Andei um pouco mais por Hotland, tentando descobrir uma maneira mais rápida de ir parar a Snowdin.

-Chara, porque é que não esqueces por uma única vez esse teu amor unilateral pela caganita de unicórnio e vamos logo ter com o P- digo, com Asgore? Hei, até te ofereço uma oferta tentadora: em vez de entregares a tua alma, eu posso possuir o teu corpo e quebro a barreira. – Falava Chara sem parar e eu sorri, sarcástica.

-É muito, mas mesmo muito gentil da tua parte Chara, mas – Enfatizei o “mas” – Eu prefiro fazer as coisas sozinha, sem a tua ajuda. – Ele fez uma careta. – Além de que, eu não confio em ti. – Sorri para o meu “parceiro” e, ignorando os seus resmungos, fui andando num dos caminhos de Hotland.

-Tra la la – Ouvi uma voz cantar, sem conseguir descobrir se era uma voz feminina ou masculina. Segui na direção da voz e deparei-me com uma criatura de capa azul, sem c0nseguir ver o seu rosto. – Vejam só, parece que atraí a atenção de alguém. Então diga-me, jovem, gostaria de viajar comigo, ao som da minha voz? Prometo não ser feroz. – Declarou o ser à minha frente, permanecendo com a sua voz enigmática e melodiosa. – A única informação a ser necessitada, é o seu nome e para onde deseja ir, para não haver nenhuma trapalhada. – Disse e eu sorri.

-O meu nome é Frisk e por acaso não está indo para Snowdin, está? – Perguntei, receosa. Apesar de me estar a oferecer boleia, nem sem como visto que atrás da criatura só existe um curso de água.

No tempo que estive em Waterfall descobri que a minha... Magia? Nem sei bem se lhe posso chamar de magia. Continuando, descobri que o que eu crio com o meu caderno, não pode ser utilizado na água. Posso até criar um balde com água dentro, mas se o colocar na água, ele irá “derreter” e esborratar, como papel escrito na água. Essa informação também é útil, pois assim posso evitar possíveis confusões.

-Eu só viajo com o meu fiel barco, sem rota definida. Cabe então ao passageiro dar-me as coordenadas e então, lá vamos nós em mais uma das minhas viagens antecipadas.

-Irei aceitar a sua boleia, hum... – Fiquei confusa, pois não sabia o seu nome, nem de que género é. – A criatura encarapuçada riu, parecendo ler os meus pensamentos.

-Serei um Senhorita ou um Senhor? Riverman ou Riverwomen? Bom, qualquer dos dois, isso não importa, porque, no final, Riverperson é o nome que me suporta. Vamos deixar a conversa para mais tarde, porque agora é hora de embarcar, para poder levar a jovem Frisk até Snowdin, só, aguarde. – Riverperson pediu, fazendo sempre a sua melodia.

Mas, então, Riverperson começou a cantar. Como se estivesse a chamar alguém. O chamamento mais belo e misterioso que já ouvira. Deduzi que Riverperson se tratava de um cantor, mas a língua que falava deve ser uma bem antiga, pois nunca a tinha ouvido antes, mesmo na Superfície.

Depois da sua bela música, um barco surgiu da água e ficou a boiar, talvez à espera do seu “mestre”. Pensei em perguntar, mas aqui em baixo tudo se resumia a este tipo de coisas. Riverperson e eu subimos para o barco e fomos em direção a Snowdin. Chara, tal como eu, estava estupefacto com a música deste barqueiro misterioso, mas não o admitia, como orgulhoso que era.

-Muito obrigada pela boleia. – Agradeci, assim que desci do barco.

-Não tem o porquê de agradecer, adoro viajar, mesmo que seja só para entreter. Estarei aqui, à vossa espera, para quando quiserem voltar ou outro sítio visitar. Tra la la. – Pude perceber um pequeno sorriso, debaixo da sua veste azulada. Espera um pouco... Riverperson acabou de dizer “vossa espera”?! Quer dizer que...

-Nem perguntes. – Disse Chara, tirando-me dos meus pensamentos. – Este aqui tem demasiados mistérios, nem vale a pena tentares desvendar algum. – Resmungou. Despedi-me então de Riverperson, aceitando (com alguma dificuldade) o que Chara disse, e fui procurar por Ink.

Provavelmente estaria na floresta, pelo menos eu esperava que estivesse. Gostava mesmo de poder passar algum tempo com ele. Eu sinto falta da sua companhia, parece que foi há séculos que estive com ele.

-Porque é que estás a correr? – Perguntou o rapaz fantasma a meu lado, a flutuar. Percebi então que, desde que me afastara de Riverperson, que tenho estado a correr.

Ah, que embaraçoso! Por sentir falta de Ink comecei a correr, instintivamente.

-P-Por nada! Só me apeteceu correr um pouco, talvez por causa da adrenalina que tem permanecido nas minhas veias. – Tentei justificar, atrapalhadamente. Chara deu de ombros e desviou o olhar, um gesto específico de que não queria saber da minha justificação.

Comecei a andar, acalmando a minha respiração, que estava pesada devido há pequena correria de alguns minutos atrás. Depois de um curto tempo de caminhada, finalmente chegara à floresta. Olhei em volta, procurando algum sinda de Ink e não consegui disfarçar a minha desilusão por não o encontrar lá. Chara riu da minha cara, mas nem me importei. Dei meia volta e choquei-me contra um corpo.

-HUMANA! QUE BOM VER-TE POR AQUI. – Reconheci de imediato a voz de Papyrus e olhei para ele, afastando-me um pouco. – O QUE TE TRÁS A SNOWDIN? VIESTE VISITAR-ME, A MIM, GRANDE CHEFE PAPYRUS?

-N-Na verdade... – Comecei, um pouco envergonhada do que iria dizer. – Vim fazer uma visita a Ink, tinha algumas saudades dele. – Sorri, um pouco corada e Papyrus sorriu para mim. – Mas o que faz o Grande Chefe Papyrus por aqui? Não estavas com Undyne? – Perguntei, confusa. Ouvi o meu “companheiro de viagem” suspirar irritado, provavelmente estava à espera que saísse dali, por estar a conversar com alguém, ignorando-o. Nestas pequenas alturas sentia pena de Chara, por, bem, estar morto e ser um fantasma. Esse deve ser um dos motivos de ser tão irritante.

-UNDYNE ESTÁ EM MINHA CASA, À ESPERA, POIS EU VIM CHAMAR INK PARA IRMOS ALMOÇAR TODOS JUNTOS. NYEH HEH HEH! – Ink? Ink estava aqui? Ele ouviu o que eu disse sobre ter saudades dele?!

-Bolas Papyrus, estragaste o meu disfarce. – Ouvi a voz do monstro que eu tinha andado a procurar e virei-me, vendo uma das árvores desaparecer, dando lugar a Ink. Senti a minha cara toda ficar vermelha, pelo que tinha dito há alguns segundos atrás. – Mas ouvi consegui ouvir algo interessante, então está tudo bem. – Sorriu, divertido, olhando na minha direção e eu fiquei mais vermelha ainda. Onde estão os buracos quando precisamos deles?!

-OH, OKAY IRMÃO. DE QUALQUER DAS FORMAS, EU IREI PARA CASA, POR A MESA. FRISK, ESTÁS OFICIALMENTE CONVIDADA PARA TE JUNTARES A NOS E COMERES A MARAVILHOSA COMIDA DO GRANDIOSO CHEFE PAPYRUS. NÃO DEMOREM. NYEH HEH HEH! – Disse e foi-se embora.

Eu não conseguia olhar para Ink, estava demasiado envergonhada. Mais uma vez, Chara ria da minha situação.

-Bom saber que tens saudades minhas. – Comentou e eu olhei para a neve, abaixo dos meus pés, sem conseguir levantar o rosto. Sentia a minha cara quente, junto das minhas mãos. Ouvi-o aproximar-se de mim e vi os seus pés. No entanto, ainda não conseguia levantar a cabeça. A vergonha apoderara-se de mim. Senti os seus braços agarrarem o meu corpo, puxando-me para um abraço apertado e confortável. – Também tinha MUITAS saudades tuas, acreditas? – Disse, no seu habitual tom divertido. – Agora vamos. – Antes de me largar, depositou um beijo na minha testa. Depois agarrou a minha mão e começou a levar-me em direção a sua casa.

A minha vergonha subiu para um nível tão alto que eu mesma nem sabia que existia, mas ao mesmo tempo, um sorriso preenchia o meu rosto.

-Pareces uma psicopata com esse sorriso idiota na cara, espero que saibas. – Comentou o moreno ao meu lado, aborrecido.

Ignorei-o e continuei a seguir Ink. Não conseguia ver bem a cara dele, mas pude perceber algumas cores nas suas bochechas e tenho a certeza que não era tinta. Soltei uma pequena risada.

-Do que é que a madame se está a rir? – Perguntou Ink, virando o rosto na minha direção e vi, claramente, que estava corado. Ligeiramente, mas estava. Fui até, bem perto, beijei a sua bochecha e corri para a frente.

-Por nada! Tenta apanhar-me. – Respondi, virando-me para trás, para o poder observar. Estava tão corado como eu estava quando ele fizeram o mesmo. – Não vens? – Desafiei e ele sorriu para mim, da mesma maneira.

-Já vais ver!

 

*Estar com Ink e poderes aproveitar os teus momentos com Ink, isso enche-te de DETERMINAÇÃO* 


Notas Finais


Espero mesmo, mesmo, MESMO MUITO que tenham gostado ^-^
Sei que não avançou muito na história, mas pelo menos podemos conhecer como é Riverperson, ale´m de que descobriu-se que Ink tem um lado galã na sua personalidade ;D
Não se esqueçam de comentar o que acharam, seja bom ou mau e.e
Muitos beijinhos desta idiota que vos ama ^3^

ASSINADO: Telma <3


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