História Innocens - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Agents of S.H.I.E.L.D., Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), James Buchanan "Bucky" Barnes, Maria Hill, Melinda May, Natasha Romanoff, Nick Fury, Personagens Originais, Phillip Coulson, Sam Wilson (Falcão), Sharon Carter (Agente 13), Steve Rogers, Visão
Tags Bucky, Capitão América, Drama, Guerra Civil, Os Vingadores, Romance, Soldado Invernal, Steve Rogers
Visualizações 48
Palavras 3.142
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olha quem apareceu!!!!!!!! Aaaaaaaaaaa, desculpa a demora, eu sei, eu sei que demorei bastante... mas tenho uma boa desculpa, além que fiquei com falta de criatividade. n Bem, para começar eu fiz esses gifs como capa dos capítulos, então existem vários deles que ficaram perfeitinhos e combina muito bem com a cenas escritas.

E o capitulo ficou muuuuito grande, como um modo de desculpas pela minha demora.

Espero que gostem!

Capítulo 3 - Prequel


Fanfic / Fanfiction Innocens - Capítulo 3 - Prequel

-Solta ela, cara. Você não precisa fazer isso. - A voz dele era familiar, mesmo que tentasse lembrar da onde a conhecia, não tinha cabeça para pensar sobre isso.

Ele apenas abaixou os braços deixando as sacolas pesadas de compra no chão molhado de um modo bastante calmo, levantando-os em seguida como quem não quisesse brigar. Não sabia, quem ele era, nem importava no momento, só queria ajuda.

Nunca fui religiosa, porém sentir aquele objeto pontiagudo tocando em meu corpo, comecei a rezar e pedir ajuda para todos os Deuses e Santos que conhecia. Minhas pernas balançavam, meu corpo todo tremia, queria mostrar confiança e força com a situação segurando o choro. Então o homem loiro voltou a tomar iniciativa, ele caminhava para mais perto com passos curtos.

Se você quer dinheiro, pegue o que eu tenho também, mas deixe a garota fora disso. - Propôs com expressão gélida em seu rosto escuro, não demonstrando medo ou qualquer outro tipo de emoção. - Vamos conversar, não precisa levar para a violência.

-Quem você pensa que é para falar o que devo ou não fazer? - Rosnou o bandido como um cachorro de rua, forçando cada vez mais a faca sobre o tecido da roupa. -Vai fazer o que? Chamar a polícia? -Caçoou.

-Se eu fosse você, não faria isso. - Sugeriu o loiro já bastante próximo da gente, podendo ver que seus olhos eram claros, mostrando confiança enquanto falava.

Nos momentos seguintes, não consegui processar ou prestar atenção no que realmente aconteceu, pelo fato de ter pouca iluminação na rua e pela rapidez que tudo aconteceu. O loiro puxou o pulso do bandido fazendo com que ele retirasse  a faca da minha cintura sem que me machucasse, virando o braço por inteiro para trás, fazendo que ele gritasse de dor. Ele segurava seus braços nas costas, o cachorro raivoso tinha sido contido apenas por um homem, ele gritava entre as dores xingamentos para ambos.

-Corra, agora! - Exclamou, sem ao menos virar o rosto para mim.

Não precisava repetir, apenas com toda adrenalina e medo que corria entre minhas veias criei coragem e sai correndo pelas ruas escuras...

++

Esse foi o “Princípio”, “Introdução” ou apenas “Prelúdio” A palavra prelúdio vem do latim “praeladium” e significa a experiência prévia de algo. Assim, prelúdio é aquilo que permite introduzir algo diferente. Certos acontecimentos são frequentes de tal forma que primeiro acontece algo e logo vem outra circunstância. Esses acontecimentos ocorridos naquela noite, tanto os homens desconhecidos no bar quanto a tentativa de assalto, já estavam premeditados, a existência do destino supõe que nada acontece por acaso, mas que tudo tem uma causa já predestinada, isto é, os acontecimentos não surgem do nada, mas sim desta força desconhecida chamada destino. Ninguém espera o que vai acontecer no seu futuro, que vai achar um grande amor ou simplesmente achar um alienígena andando no meio da rua.

E se o destino é uma questão de escolha, qual seria a sua? Seguir pelos sentimentos ou pela razão? Se nada disso tivesse acontecido…

Já havia passado cerca de um mês desde aquele dia, por algum motivo não conseguia tirar de minha cabeça, era sempre o mesmo pensamento, as mesmas cenas e sua voz. Estava ficando louca, todos já sabiam menos eu. Ficava esperando o dia que o homem estranho entraria pela porta da lanchonete, para que pudesse pelo menos dizer um obrigada por ter salvado minha vida, também poderia ficar com vergonha e nem falar nada, até mesmo não o reconhecer e deixar passar batido como um ninguém, acho que no fundo somente um obrigado já serviria.

-Liv! Olivia, acorda! Terra chamando!

-Estou acordada. - Respondi com um sorriso irônico nos lábios, para minha nova companheira de trabalho.

-Sinto muito dizer, mas não. Tá na sua cara, sonhando de novo com o príncipe encantado no seu cavalo branco. - Zombou, enquanto imitava um desmaio dramático abanando o rosto com a mão, quase derrubando a bandeja da outra.

-Cala boca, Milla! E vai trabalhar, chegou clientes novos. - Ameacei jogar um pano de prato sujo em seu rosto, a fazendo recuar murmurando.

O que posso dizer, Milla, a mais nova funcionária, com cabelos lisos e castanhos na altura do queixo, dona de um sorriso alegre e contagiante… Que acabou se tornando minha melhor amiga em menos de um mês.
As ruas e os empregos nesta região cada dia ficam mais difíceis, principalmente para as mulheres feat garotas, então a senhora Red como uma mãezona, preferiu contratar uma nova nova funcionária, para tirar as jovens indefesas dos perigos da sociedade. A ideia era boa, mas não adiantava muito, já que agora seria duas pobres indefesas andando pelas ruas escuras.

- Hoje o movimento está mais parado que minha relação amorosa. - Comentou ela se jogando de qualquer jeito sobre o banco, usando uma jaqueta vermelha por baixo do avental.

Pior que era verdade, ambos os fatos, a lanchonete nesse período do dia é sempre movimentado, por causa do horário de almoço. Porém hoje o movimento era pouco, de 10 pessoas que sempre costumam vir, só apareceram duas, a maior parte ainda não havia chegado. Era ruim e bom ao mesmo tempo, pelo menos conseguia descansar.

+

O barulho do sininho agudo da porta avisando a chegada de um novo cliente, chamou minha atenção e de Milla virando o rosto por instinto e costume para quem entrava, a espera de pegar o próximo pedido. A figura alta e forte entrando através da porta de vidro, fez com que meu coração começa-se a bater mais rápido, subindo um calafrio até o pescoço. Era ele, tinha certeza. Podia estar mais forte e bem mais arrumado, com uma jaqueta jeans por cima de uma camiseta azul normal, seu rosto continuava coberto pela barba, com os olhos escondidos pelo boné. A sensação que construía em meu corpo era de que eu o já conhecia de muito tempo, parecendo até mesmo um "espíritos afins".

Hoje não estava acompanhado dos outros homens, porém a escolha da mesa foi a mesma, seguiu em direção a mesa do fundo, sentando-se ali sem chamar atenção nenhuma dos outros clientes. Apenas eu e Milla, estávamos com os rostos virados, parecendo a menina do exorcista, acompanhando os movimentos que fazia. Ela apenas lançou um olhar de imediato para mim, mostrando seus dentes brancos, não precisava dizer nada, pois já sabia muito bem o que pensava. Puxou o bloquinho de papel sobre o balcão, indo em direção ao fundo da loja.

Não sabia se sentia vergonha ou começava a rir de nervoso, virei o rosto para outra direção evitando não ficar encarando. Sentia minhas bochechas esquentarem e um sorriso se formava quase naturalmente...

-Ele é um gato! - Cochichou ela enquanto passava o papel com o pedido, com medo que ele a escutasse no fim do mundo. - Mesmo que não tenha dado para ver muito bem o rosto… ainda é gato.

Fingi que não a escutei e apenas empurrei o pedido para o pessoal da cozinha, um misto quente e um suco de maracujá.

-Mas… ele tem uma voz familiar, muito familiar. - Continuou ela, sentando novamente no banco e ficando encarando ele na cara dura. - Será que ele é famoso? E por isso sempre tá todo camuflado?

-Camuflado? - Perguntei. - Não seria disfarçado?

-Não, é camuflado mesmo. Disfarçado é diferente… - corrigiu ela, pegando a bandeja com o pedido atrás de mim, antes que percebesse que já havia ficado pronto.

Milla sendo Milla, pegou o pedido e foi em direção dele antes que protestasse contra algo, novamente. Ela deixou a bandeja sobre a mesa, perguntando alguma coisa que não dava para escutar de onde estava, em seguida voltou com seu famoso sorriso travesso.

-Vai falar com… - Antes que ela pudesse terminar de falar, a voz aveludada do homem do jornal chamou atenção de todos do local para tela da TV.

“Como já noticiamos anteriormente, o empresário Tony Stark está de mudança! Ele deixará o prédio oficial dos vingadores, ou melhor, a Torre Stark, todavia, recentemente foi  anunciado que ele fará uma grande festa, a última festa. Não sabemos ainda quem vai ser os convidados e muito menos como vai ser o clima para a festa, depois da briga que ele teve com o Capitão, e que o prédio está em pedaços.  [...]  ”

Todos ficaram vidrados na tela prestando atenção nas imagens que mostra Tony Stark e o Capitão América, as últimas fotos deles juntos, durante as informações desnecessárias sobre a festa. A atenção para a fofoca era incrível, não tinha um barulho no estabelecimento, o único que se destacava era ele; em certo momento da reportagem, simplesmente se levantou da cadeira, nem ao menos terminar o seu pedido que havia acabado de chegar, então assim caminhou saindo pela porta principal em poucos segundos.

Milla percebe meu olhar mostrando um sorriso sincero nos lábios, bem, não seria dessa vez que falaria com ele.

-Olivia! - O grito agudo, retirou as poucas pessoas que ainda prestavam atenção no apresentador para suas comidas.

O grito era da Milla, a menina de cabelo curtos voltava da mesa dos fundos, balançando na mão uma carteira preta.

-Ele esqueceu isso! Vai menina, agora é sua chance. - Esbravejou ela, sem desmanchar o sorriso radiante. - Se você não correr atrás dele agora, ele nunca mais vai aparecer por aqui.

Não podia deixar o sentimento falar mais alto, eu não sabia quem ele era, nem se era realmente uma pessoa boa. Não tinha coragem para sair correndo feito uma doida no meio da rua atrás dele…

-Além, que ele já deve estar longe. - Comentei em voz alta. - Não vai dar tempo.

A garota passou por baixo do balcão, puxando o avental amarrado em minha cintura, em um modo bastante desesperador jogando para cima, enquanto colocava a carteira de couro em uma das minha mão e na outra a minha bolsa, com o casaco.

-Agora corra, eu consigo tomar conta de tudo sozinha.

Olhei no fundo dos olhos dela, abrindo um sorriso de gratidão. Não teria outra chance como está, por tanto era melhor correr. Não sabia de onde havia retirado essa coragem para ir atrás dele, apenas segui meu coração, mesmo que algo bem no fundo dizia para não escutá-lo, porém não tem como controlar ele nem os sentimentos. No momento em que sai de dentro da lanchonete, reparei que alguma coisa não estava certa, não tinha muita movimentação na rua, o que era muito estranha para o horário de pico, facilitando achar quem desejava. Ele estava a um quarteirão a frente, a jaqueta jeans e o boné, se destacava entre as poucas pessoas que ali passavam, então simplesmente comecei a correr.

Aumentava a velocidade a cada passo que dava, faltava pouco para que conseguisse tocá-lo chamando sua atenção para mim, quando algo na rua do lado acabou chamando a minha atenção, fazendo com que parasse de correr... O verdadeiro motivo para que aquela região toda estivesse tão calma desse jeito, seria uma operação policial de nível bastante alta e além do carro da S.H.I.L.D, revelando que seria mais um caso de Inumanos soltos pela cidade. Nesses últimos meses casos de pessoas com poderes vem aumentado de forma bastante rápida e assustadoramente, e isso não era visto com bom agrado.

Bastou menos de um minuto, para que o homem loiro ganhasse distância novamente. Respirei fundo, apoiando uma das mãos na perna, pensando em desistir. Eu queria desistir, mas aquela vozinha continuava repetindo para continuar correndo e correndo, que precisava encontrar pessoalmente com ele. Tomei fôlego pela última vez, antes que saísse correndo em disparada entre as ruas fechadas, com sirenes tocando para todos os lados.

Meu corpo não aguentava mais correr atrás dele e por minha sorte, ele também havia diminuído os passos. As ruas mais à frente, eram prédios antigos e residenciais, sem sinais da polícia… talvez, seria esse o motivo de tanta pressa. Apenas fiquei andando atrás dele, mantendo uma certa distância por conta das pernas que não possuíam mais forças, no total teria corrido uns 5 quarteirões enormes.

Aos poucos ele foi virando para outra rua mais escondida entre as outras sem movimentação, se tratava de um beco nada atraente, o homem parou em frente a uma porta de metal, o local parecia com  fundo de alguma uma loja abandonada. Ao perceber que ele entrava dentro do estabelecimento, voltei a caminhar rápido desejando achar ele ainda na porta

O que não aconteceu. Parecia que quanto mais corria e tentava perseguir ele, mais ele se afastava e sumia, ficando mais difícil, e eu só queria entregar uma carteira, junto com um muito obrigada… isso já estava ficando mais cansativo do que imaginava. Empurrei a porta gelada, para minha sorte ela encontrava-se encostada, entrando sem permissão. Não existia quase nenhuma iluminação, as paredes eram escuras de sujeiras sobre a tinta branca, não era a parte de trás de uma loja como havia pensado, estava mais para entrada de um prédio. No primeiro andar não tinha absolutamente nada, apenas uma cadeira ao lado da porta de metal e uma escada que levava para o segundo andar, o espaço ali era mínimo nem o banheiro da lanchonete era tão pequeno, parecia que existia realmente uma loja na frente, que não fazia parte desse lado.

Subi os degraus segurando com força as coisas em minhas mãos, em um modo de proteção, mesmo que seja somente umas roupas, a sensação ajudava um pouco. Me sentia uma criança entrando em um lugar sem permissão, meu coração batia mais rápido a medida que andava. O segundo andar era muito maior que o primeiro, ocupando a parte da frente. Existia duas portas, uma em cada lado, com vários entulhos jogado, cadeiras quebradas, caixas de papelão reviradas, junto com outros lixos.

A ideia de voltar correndo gritava mais alto, aquele lugar causava arrepios em minha espinha, aquele tipo de lugar que você sabe que não é seguro apenas pela sua aparência, meu senso de sos pedia para sair correndo imediatamente e esquecer essa história. Recuei um passo para trás no segundo que escuto barulho vindo do próximo andar, com o coração saindo pela boca.  No topo da escada surgiu um tênis esporte azul, descendo um outro degrau, enquanto recuava mais para trás. No momento em que virei em direção a escada, escutei um homem gritando “Parada aí garota!” fazendo com que começasse a correr mais rápido; o piso liso dificultava a descida sem escorregar, acho que o modo certo de falar é que acabei escorregando e voando até a porta de saída…

Escutei um barulho de algo pesado caindo no chão, durante o tempo que segurei a maçaneta gelada e fria da porta.

-Nem pense nisso. - Senti uma mão forte segurando meu braço sem piedade alguma, podendo sentir aquela região arder, sabendo que ficaria um hematoma roxo.

A voz não pertencia ao homem loiro, era uma voz rude e apertada, mostrando nervosismo. Conforme a dor aumentava, soltei a mão da porta devagar, virando para trás pausadamente em desespero. Meu coração não existia mais dentro do meu corpo, ele já tinha saído pela boca de tanto medo, minha pele havia ficado gelada e suava de um modo estranho.

O dono da voz pertencia a um homem moreno de cabelos raspados, ele continha olhos frios e quente ao mesmo tempo, era de raiva e medo. Sua boca era trêmula, formando um pequeno sorriso de canto dos lábios, fazendo meu medo apenas crescer.

-Oque você faz aqui?! - Indagou ele irritado, sem aliviar a força de suas mãos em meu braço.

A minha voz sumiu, o medo tomou conta do corpo todo, não conseguia pronunciar uma palavra mesmo que tentasse, no máximo sairia apenas um chiado bastante baixo.

-Quem é você e o que você faz aqui?!! - Perguntou novamente segurando com ainda mais força. Sentia os olhos encherem de lágrimas, meu braço doía, meu corpo todo doía, estava com medo e não existia como fugir.

A voz familiar então apareceu ecoando de longe, perguntando o que estava acontecendo.

-Acho que achei um rato bisbilhotando. - Respondeu o moreno sorrindo, mostrando todos os dentes brancos da boca.

O vulto grande e loiro apareceu na metade da escada, não ousei virar a cabeça para o encara-lo, não tinha coragem e vergonha na cara, um pouco, ou era apenas vergonha de ser pega de penetra.

-Traga ela para cima. - Disse ele, voltando para o segundo andar.

Ao escutar aquilo tentei livrar o braço da mão do moreno, de uma forma bastante fracassada, ele era muito mais forte, óbvio. O instituto pedia que começasse a gritar por ajuda ou qualquer coisa para distraí-lo e assim fugir, entretanto o medo do que poderia acontecer caso eu tentasse alguma dessas coisas também falava mais alto, deixando com que ele puxasse meu corpo até a escada.

Subi com a cabeça abaixada, não encarando ele nem nada, tinha que parecer forte e segura de mim mesma. Ele me guiou pelo primeiro andar até o segundo, sem soltar a mão do meu braço, ele me puxava como se fosse um animal sem dono, que acabou de ser pego roubando comida.

A aparência do segundo andar era um pouco diferente do primeiro, a diferença é que só existia uma porta com um corredor menor e a entrada parecia mais limpa também, junto com a escada que levaria para cima. Ele empurrou a porta encostada, jogando eu com força para dentro.

-Senta. - Pediu, levando os braços envolta do corpo largo.

O homem usava uma calça jeans escura, junto com um casaco comum da adidas… bastante limpinho e cheiroso. Chacoalhei a cabeça retirando esses pensamentos estranhos, olhando para trás avistando uma cadeira de plástico em frente a uma mesinha. Caminhei arrastando meus pés até lá obedecendo ele, cruzando os braços.

-Muito bem, vamos começar. - Anunciou o loiro saindo de uma porta, sem a jaqueta jeans apenas com uma camisa xadrez azul, sem nada cobrindo seu rosto…

Apresentava-se muito diferente, quer dizer muito diferente das fotos divulgadas pela mídia depois de todo o confronto entre os outros vingadores, no começo os próprios vingadores que sobraram não aprovaram a ideia de liberar uma foto dele sem a famosa máscara. O governo fazia e faria de tudo para encontrá-lo, agora fazia todo sentido o motivo que sua voz soava tão familiar para mim, tive que escutar ela em todas aulas de educação física e na detenção. Seu cabelo louro arrumado com gel, quase impossível de bagunçar agora caia sobre os olhos cobrindo uma parte da testa, o seu maxilar limpo e claro, agora era coberto pela barba que parecia não ser feita bastante tempo.

Depois de reconhecê-lo agora fazia todo sentido essa violência, ao ver uma estranha no esconderijo. Não conseguia deixar meus pensamentos organizados, parecia que tudo em minha volta girava e que nada do que acontecia ali fazia algum sentido.


Notas Finais


Liv seria eu seguindo o crush, não deu pra segurar. kkkkkkkkkkk E desculpa por toda essa demora para nosso cap aparecer, gostaria de ter colocado mais coisas nesse capitulo, porém ia ficar muito grande... >: Mas no próximo vai ter muito ele e mais tretas, hohoho.

O que será que ele e o Sam vão fazer com ela? Hmm, fica a duvida no ar.

E por favor, não esquecem de comentar sobre o que achou.


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