História Inocentes - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Naruto Uzumaki, Orochimaru, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Suigetsu Hozuki
Tags Drama, Inocentes, Naruto, Personagens Originais, Sakura, Sasuke
Visualizações 4
Palavras 1.528
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olha eu de novo!
Estou atualizando e espero que gostem e tenham uma boa leitura!

Capítulo 3 - Um novo amigo



— Bom dia— disse a professora ao adentrar a sala de aula silenciando os barulhos e os ataques de bolinha de papel— Abram o livro na página 57, aonde vamos... — seu cérebro se desligou completamente da explicação da professora, permaneceu como estava quando findou a aula anterior, com os braços cruzados sobre a carteira onde pousava a cabeça. Umas duas noites ela não dormira direito devido a febre causada pela chuvarada que pegou, seus pais deram uma grande bronca nela por não levar guarda-chuva, mas essa chuva não foi de todo ruim, serviu como uma boa desculpa para o horário que chegou em casa— SAKURA!
— Presente professora!— se pôs em pé tamanho foi o susto, causando risos dos seus colegas de classe
— Em que mundo a senhorita está?— a mulher perguntou com escárnio— Ia perguntar se estava melhor, porém, como posso ver, não o suficiente para prestar atenção ao que acontece em sua volta— os outros alunos riram mais a vontade a deixando constrangida
— Desculpe— Sakura foi se sentando vagarosamente, prestando a atenção no resto da explicação
     A hora da saída nunca foi tão ansiada por Sakura como naquele dia, seu corpo estava tão pesado que se arrastava. Tudo culpa do resfriado que pegou e do turbilhão de pensamentos sobre o Estranho. Sua mente viajava sobre as possibilidades de quem poderia ser, ou com o que trabalhava, até se tinha namorada, essa última a fez rir sozinha “Como se alguma mulher quisesse namorar um mal-educado como aquele”, pensou. Nem se deu conta de que estava mais uma vez perto do antigo bairro industrial...
Estava receosa, dessa vez não teria aquele rabujento por perto para auxiliá-la, nem sequer sabia como chegar lá sozinha, então dessa vez iria para casa, pelo menos dessa vez. Mal tinha percebido que atrás de uma parede estava um par de olhos negros a acompanhando, ele não pode deixar de sorrir quando ela, toda encolhida retomava seus passos para casa
    Ao chegar na porta do Café, puxou o ar com bastante força e o soltou, para finalmente abrir um sorriso e adentrar ao estabelecimento onde seus pais e os funcionários trabalhavam com uma certa agitação, devido ao movimento constante do local. A cafeteria de seus pais foi herdada de seus avôs e era muito conhecida na localidade e fora dela, Sakura amava o lugar, contudo, não tinha planos de dar prosseguimento ao negócio. Era seu sonho desde menina fazer parte dos Médicos Sem Fronteiras, sonho este que foi gerado quando assistiu a um vídeo sobre eles quando mais nova. Essa foi a maneira que encontrou de juntar dois desejos, viajar pelo mundo e exercer medicina. Mas, enquanto a faculdade não chega, terá de ajudar seus pais no Café:
— Sakura o que faz parada aí?— sua mãe lhe despertou— Vá já ajudar a Reiko com os pratos!— entregou a menina um avental vermelho
— Sim senhora— Sakura seguiu para a cozinha
Como sempre o trabalho foi bastante movimentado e só tinha intervalo para o dever de e casa, mesmo que suas tarefas fossem simples, não deixavam de ser cansativas. Tanto que as oito e meia estava na cama, repleta de pelúcias e bonecas, usando seu delicado pijama rose 
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  As pessoas riam tinha sido o tombo do século, justo na hora do recreio onde todos estavam presentes para vê-lo, e zombarem da jovem
— Olha por onde anda besta!— uma menina berrava com Sakura que estava ajoelhada no chão quando tropeçou no pé posto propositalmente em sua frente— É por isso que as “nerds” sempre usam óculos!
   Sakura aproveitava dos cabelos longos para cobrir sua expressão de choro, ela se segurava pra não chorar, enquanto se levantava, estava cabisbaixa, mas parecia sentir os olhares sobre si, logo ela uma menina tão tímida. Ela começou a correr, passou por todos, ignorou gritos de auxílio, apenas foi em sua sala pegar a mochila e correu, deixando a escola para trás e tomando um rumo que ela nem reconhecia. Lá estava ela no antigo bairro industrial, onde correu até passar a mancar por causa dos joelhos machucados, ela caminhou com dificuldade até um estacionamento velho, naquela parede velha escorou suas costas e escorregou até chegar ao chão, e chorou copiosamente abraçada a sua mochila até pegar no sono
 Assustou-se ao sentir seu corpo sacudido com bastante força, pensou em correr, no entanto pela sua cara seus joelhos passaram a reclamar, o local estava muito escuro e abraçou firmemente sua mochila
— Você é irritante hein!— não dava para ver o rosto dele, contudo aquela voz lhe encheu de alívio— Eu já lhe disse que sou um estranho!
— E quem disse que eu estava indo para sua casa?— Sakura respondeu-lhe mal, demonstrando desafio, o que não era compatível com sua voz
— Hunglt! Ainda é malcriada, devia ter deixado você dormindo aí em companhia dos ratos!— Sakura soltou um grito e se levantando o mais rápido que pode se agarrando a Estranho
— Ai eu odeio ratos, eu odeio ratos!— ela voltou a chorar, e começou a se sacudir enojada
— Tsc, não tem nenhum rato— Estranho suspirou talvez, pedindo aos céus mais paciência
— Mentira! Você acabou de dizer que tem!— Sakura chorou mais alto— Ai... — resmungou alisando um dos joelhos
— Vem, está começando a ficar escuro, depois te levo em casa— com a mão no ombro da menina desfez o abraço e guiou até a saída
— É pra me levar pra casa mesmo!— Sakura protestou e ele apenas soltou um murmuro 
— E vê se decora o caminho garota, senão te deixo perdida!
— Eu já disse que não estava indo pra sua casa!— o berro pôde ser ouvido metros dali
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Sakura não parecia tão desconfiada, como na primeira vez que esteve na moradia daquele homem. Estava impaciente sentada no sofá, pois ele havia entrado no quarto e tudo ficou em silêncio, exceto pelo som que ela fazia ao brincar com o chaveiro da mochila

— Quer parar com esse barulho!— Estranho apareceu com uma caixa de ferramentas na mão e depositou ao lado da menina, se dirigindo para a cozinha
— Estava muito quieto aqui... — Sakura murmurou deixando a mochila de lado
— Hn!— voltou com uma garrafa de soro— Apóie o joelho na mesinha!— Sakura obedeceu e ele iniciou o processo de assepsia do machucado, para depois fazer o curativo
— Isso vai doer?— Sakura choramingava por antecipação, apertando o pano da saia suspensa pouca coisa para que se pudesse ser feito o curativo
— Vai— despejou o líquido urticante em cada joelho Sakura reprimiu um grito de dor, mas não segurou as lágrimas— Tsc— ele em pouquíssimo tempo terminou os curativos, para o alívio de Sakura
— Obrigada— a voz dela saiu rouca pelo choro e baixa pela timidez, ele outra vez foi a cozinha voltando com um prato de sopa
— Coma— deixou sobre a mesinha, e Sakura pegou estranhando esse prato naquela época do ano. Pegou uma colherada, cheirou, e depois passou a língua no líquido quente degustando em seguida
— Parece bom— dizia mais para si própria do que para o homem que apenas observava tudo com uma sobrancelha arqueada
Aí sim ela comeu a tal sopa, repetindo em seguida
— Você cozinha bem— o elogiou enquanto a usava sua toalhinha bordada para limpar os resquícios de sopa de seus lábios
— Está na hora de te levar para casa— mudou de assunto pegando sua capa preta devidamente pendurada perto da escada
— Estranho... — suas bochechas coraram ao chamá-lo daquela forma, o que podia fazer? Não sabia do nome dele!
— O que você quer?— se virou para ela com total irritação 
— Eu... Posso vir aqui? De vez em quando, só pra...
— Faça o que quiser, eu não sou seu pai! Agora levanta!— ele subia pelas escadas e não viu o sorriso de satisfação de Sakura
— Obrigada, meu amigo— ela correu para alcançá-lo esquecendo até mesmo da dor em todos os sentidos
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— Onde esteve Sakura?— ela mal havia entrado, os pais dela estavam visivelmente irritados bem em frente a porta
— Uma menina me empurrou na escola hoje— disse caminhando até a sala onde largou a mochila que já arrastava desde a porta
— A diretora nos ligou, amanhã vamos a escola, os pais da menina também foram chamados— o pai falou ainda com o semblante fechado— Sua mãe lhe fez uma pergunta...
— Um amigo cuidou de mim— Sakura mostrou os curativos— Em troca eu disse que podia ensiná-lo a ler— mentiu
Os pais olhavam uns para os outros
— Quantos anos têm esse seu amigo?— a mãe perguntou desconfiada
— Ele não disse, mas é bem jovem— nessa parte não mentiu— E ele é tão sozinho... E na escola todo ano premiam alunos que fazem boas ações— seus pais eram bastante competitivos, e sempre que possível se gabavam da filha inteligente, contudo Sakura nunca ganhou esse prêmio, em detrimento de outros que ganhara, seria mais um para enfeitar seu armário de troféus, exposto na sala
— Então por mim tudo bem— disse a mãe com entusiasmo, seguindo de um aceno do pais ainda desconfiado
— Obrigada— beijou um por um e correu para o seu quarto
— Sakura!— o pai a fez parar— Assim que possível o traga aqui para conhecermos
— Sim senhor— retomou sua corrida para o quarto onde o sono e consequentemente os sonhos a aguardavam
 


Notas Finais


Ele não terminou como eu esperava, mas quem escreveu sabe que as vezes as palavras que mandam.
Em breve estarei postando o próximo, mas, por enquanto, os deixarei deliciando-se com esse, até mais


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