História Inocentes no amor - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Happy, Lucy Heartfilia, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Nikora "Plue"
Tags Nalu
Visualizações 148
Palavras 1.787
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


• Galera me desculpa mesmo pela demora. Tive um probleminha com o Wi-Fi , bloqueio de criatividade, época de testes enfim foi foda!

• Bem tá aí eu espero que gostem minha amiga me ajudou a fazer ele. Juju.

Capítulo 2 - Doente


Fanfic / Fanfiction Inocentes no amor - Capítulo 2 - Doente

Inocentes no amor

Doente

A Missão que Natsu tinha pegado foi um tanto complicada. A incumbência consistia em captura uma criatura, que andava causando bastante alvoroço na fazenda dos Omamori.

Descobriram que o ser, se alimentava de felicidade, e Lucy, querendo obter mais informações, pediu ajuda a Levy:

“ Levy?”

“ Lu-chan? O que foi?”

“ Posso te pedir um favor?”

“ Claro! Pode falar.”

“ Pode pesquisar pra mim criaturas que se alimentam de felicidade?”

“ Posso sim, mas pra que?”

“ É que eu estou em um missão, enfim, desconfio que seja um ser que tenha essa analogia.”

“ Certo, quando tiver as informações eu te ligo, até logo Lu-chan!”

“ Até! E obrigada.”

Agradeceu as estrelas, por ter levado uma lacrima de comunicação.

Logo obteram mais conhecimento com o que estavam lidando. Os Omamori os descreviam como um: lagarto gigante. Levy — que foi de grande ajuda — informou que:

“A única criatura que se alimenta de felicidade é chamado de : Basilisco. Descrito como um lagarto gigante, as vezes com muitas patas. O Basilisco é capaz de matar com um simples olhar. Os únicos jeitos de matá-lo são fazendo-o ver seu próprio reflexo em um espelho, considerando-se que alguém chegue perto o bastante”

Foi realmente muita sorte da família não ter olhado nos olhos do lagarto.

O medo de acabar afrontando Basilisco nos olhos, não ajudou nem um pouco a terminar a missão. Natsu até acabou torcendo o tornozelo.

Mas felizmente tudo acabou bem.

Mais ou menos.

• ────── ✾ ────── •

— E-Ei Lucy! Me ponha no chão, eu sou muito pesado.— pedia Natsu pela terceira vez.

— Natsu, eu já falei que não tem problema, e você fica bem mais leve já que estou desta forma. — se referiu ao Star Dress do Tauros.— Apenas cale a boca e deixe-me te levar! Já te carreguei várias vezes antes, não sei o porquê de está reclamando agora. — disse já irritada com aquela baboseira.

— Eles se goxtam! — falou o gato azul com as patinhas sobre a boca.

— Cala a Boca gato! Se não vou arrancar seus bigodes. — Disse lançado-lhe um olhar sombrio.

Assustadora! — Happy tremeu.

— Já está tarde, provavelmente quando chegarmos não vai dar pra falar com a Wendy.

• ────── ✾ ────── •

[...]

Lucy enfaixava o tornozelo do rosado cuidadosamente, não queria que ele sentisse muita dor.

— Esta doendo? — Perguntou preocupada.

— Um pouco. — Respondeu fazendo uma careta. — nada que não dê pra aguentar.

— Certo...hm.. Acabei! — exclamou dando um pulinho. — Agora vou mandar o Happy te levar pra casa, e amanhã eu peço pra Wendy ou a Porlyusica dá uma olha nesse seu tornozelo.

Olhou ao redor procurando o gato que simplesmente tinha desaparecido. Tudo que avistou foram espinhos de peixe.

— Happy. — Sussurrou com uma certa raiva.

— É parece que terei que dormir aqui hoje. — Natsu se jogou na cama dando um sorriso exultante.

— Parece que sim. — Suspirou.

Um longo silêncio predominou pelo quarto, mas por fim, quebrado por Natsu.

— Lucy...— Chamou.

— Fala.

— Obrigado, por tudo.

— De nada Natsu, enfaixar um tornozelo não é... — Foi interrompida.

— Não é só por isso.

— Não estou entendendo, Obrigada pelo que então?

Obrigado por esta aqui, obrigado por se minha companheira, por ser minha amiga, por acreditar em mim, por me ajudar nos momentos difíceis, por brigar comigo quando invado sua casa — Riu. — por me fazer sorrir... Obrigado por tudo Lucy, obrigado por... existir em minha vida.

Lucy estava emocionada, nunca imaginaria algo assim. As lágrimas de felicidade não deixaram de cair.

— L-Lucy? Eu disse alguma coisa errada? Por que está chorando? — Natsu se desesperou.

—Não se preocupe, são de felicidade. — Sorriu limpando as lágrimas. — O que deu em você por falar algo tão bonito assim de repente?

— Bem a verdade...— O semblante dele ficou sério.— É que eu vou morrer.

— Entendo... O-o-O-o-que? — sua voz saiu trêmula. — Como assim morrer Natsu?

— Oras... Eu vou morrer. — Falou simplesmente.

— Explica isso direito Natsu! Morrer como? — Ela já exaltava a voz nervosa.

— Sente...? — Botou a mão dela sobre seu peito.

— Tá acelerado. — Falou impressionada com a velocidade que o coração do mago batia.

— Sim.. sempre que eu chego perto de você isso acontece, ou quando eu penso em você. E não é só isso, minhas mãos ficam extremamente suadas e eu perco a noção do que falo. — desviou o olhar da loira. — Eu até falei sobre isso com a velhota...

Duas Semanas Antes...

Natsu estava sentado em uma mesa estranhamente calado, quando Gray e Gajeel sentaram-se ao lado do mesmo:

— Aconteceu alguma coisa cabeça de fósforo? — Gray perguntou, não deixando de zoar com o amigo.

— Estava apenas pensado gelinho.

— Salamander pensando? Essa é nova — Gajeel riu. — E está pensando no que exatamente?

— Na Lucy. — Respondeu soltando um longo suspiro.

Um ar de surpresa pairou sobre aquela mesa, Natsu pensando na Lucy? Isso realmente era inédito.

— Na Lucy? — perguntou Gray ainda não acreditando.

— Sim... Sei lá, ando estranho perto dela.

— Estranho como?

— Bem.. meu coração acelera quando eu chego perto dela e eu simplesmente travo, é como se eu não soubesse mais fazer nada, só ficar parado a olhando. Acho que estou doente.

“ Ele é idiota” Pensaram os dois.

— Acho que você deveria falar com a Wendy, isso pode ser uma doença mortal! — Gray piscou pro Gajeel que entendeu o plano na hora.

— É verdade, pelos sintomas acho que você já não tem muito tempo. — Disse Gajeel entrando na brincadeira.

— Eu não sabia que corria esse risco! — Natsu falou já entrando em desespero.

— Olha se eu fosse você iria logo procurar a Wendy ou a Porlyusica-san.— disse o mago de gelo segurando a risada.

Natsu se levantou em um salto e saiu correndo pelo salão de guilda. Enquanto Gajeel e Gray se acabavam de rir.

— Ele é muito burro.

• ────── ✾ ────── •

— Velhota abra a porta! — Natsu batia na porta repetidas vezes impaciente.

Polyusca abriu a porta brutamente encarado o rosado com raiva:

— O que você quer ?

— Estou doente.

— Peça pra Wendy lhe ajudar! — ia fechando a porta mas foi impedida por Natsu.

— Por favor! a Wendy saiu em missão e só volta em duas semanas.

— Ahgr... —Resmungou. — Certo. Me fala o que você tem?

O mago de fogo explicou tudo que estava acontecendo e Porlyusica o encarou com incredulidade.

— Só pode ser brincadeira. — Falou furiosa.

— E então eu vou morrer? — perguntou preocupado.

— Sim, você vai morrer. Agora idiota, saia daqui! — Ela o empurrava pra fora.

— Mas não tem cura?

— Não tem cura para o que você tem! Vá embora!

Natsu saiu cabisbaixo.

“ Não existe cura pra idiotice” pensou Porlyusica.

Atualmente...

Lucy se contorcia de rir no chão, a ignorância de Natsu as vezes a surpreendia.

— Você está rindo? Eu vou morrer e você vai ficar rindo? — Falou Natsu irritado.

— Natsu.. — Recuperou o fôlego — Você não vai morrer.

— Mas a Porlyu..

— A Porlyusica estava sendo sarcástica.— Revirou os olhos — e os garotos estavam te zuando.

— O-o-que Agrrr.. eu vou matar aqueles dois! — Gritou furioso.— Mas então o que eu tenho?

A maga celestial consegui chegar em uns trinta tons de vermelho, tanto que os cabelos de Erza ficariam morrendo de inveja.

— Vocêestaapaixonado! — Falou tão rápido que foi impossível de Natsu entender.

— Como é?

Tendo um surto de coragem se aproximou de Natsu envolvendo os braços no pescoço do mesmo lascando um beijo cheio de sentimentos.

Natsu não sabia com reagir nunca tinha beijado ninguém antes

só o Happy

mas preferia esquecer aquilo.

Lucy começou a beijá-lo de um modo estranho. Um modo realmente estranho... e bom. Ela movia os lábios nos dele. Por que ela agora beijava daquele jeito? Ele quase se sentia tentado a fazer o mesmo com isso, mas não era certo. Ou era? Amigos podiam se beijar, certo...? Será que ele deveria tentar beijá-la também?

Testando seu pensamento, Natsu se inclinou um pouco mais para Lucy. Ainda era tímido e sem jeito para saber o que estava fazendo, mas tentou retribuir o que ela fizera em seus lábios da mesma e exata maneira. Lucy pareceu aprovar sua ação e o abraçou mais apertado no pescoço, pressionando ainda mais sua boca na dele. Saliva escorria pela boca de ambos e Natsu já começava a perder o fôlego com toda aquela pressão, mas, então, Lucy de repente... colocou a língua na boca dele! Ele entrou em pânico quando percebeu o que ela fazia, pensou desesperadamente em um jeito de afastá-la sem magoá-la, mas, antes que percebesse, se viu gostando da sensação. Era extremamente bizarro. Onde já se viu alguém colocar a língua na sua boca e você gostar disso? Parecia até que ela queria devorá-lo! Ele não conseguia entender a lógica em apreciar algo assim, não mesmo, mas não queria que aquilo parasse. Na verdade, foi como se algo tivesse despertado dentro dele com aquele ato inesperado. Seu corpo pareceu ficar mais quente, seu coração bateu mais rápido e suas mãos, trêmulas, se moveram por conta própria ao trazerem Lucy para mais perto.

Lucy separou os lábios dos dele e respirou forte. Natsu também aproveitou dessa pausa para respirar, mas estava tão intrigado com aquela situação toda, que agiu por conta própria e capturou os lábios dela de volta para os seus. Lucy pareceu se surpreender com isso, se sobressaltando um pouco sob suas mãos, mas também pareceu satisfeita. Ela estremeceu e relaxou sob ele, deixando que ele fizesse o que bem quisesse. E Natsu se aproveitou disso para testar aquela coisa maluca da língua, já que achou tão bom quando ela fizera aquilo. E então, ele teve um prazer imenso. Era como se estivesse provando uma fruta afrodisíaca com um suco celestial. Lucy tocou a língua com a sua e, antes que ele pudesse pensar nisso, a tinha apertado contra si e devorado sua boca como teria devorado a fruta de sua comparação. Ele não conseguia entender como aquilo podia ser tão bom, mas não queria que acabasse.

Lucy lentamente se separou do beijo olhando profundamente nos olhos do rosado em sua frente:

— Tudo isso que você disse está sentindo Natsu não é porque você está doente, e sim apaixonado eu sei disso porque eu também estou apaixonada Natsu... Por você.


Notas Finais


Beijosss até o próximo.


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