História Insane. - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Jikook
Exibições 338
Palavras 2.993
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello!!
Como prometido tô postando aêe o/
não vou me demorar aqui e deixar vocês lerem
boa leitura e espero que gostem ;)
XOXO

Capítulo 12 - Pesadelo.


Como Jin havia dito, todos estavam de pé os esperando no carro. Até mesmo Yoongi, que por mais que estivesse com a cara emburrada, estava sentado no carona sonolento. Hoseok por sua vez preferiu ficar em casa com a vovó ajudando a cuidar de Taehyung, que estranhamente estava ficando cada vez mais quieto e introspectivo. Isso não era um bom sinal, queria dizer que estava piorando e teriam que agir o mais rápido possível, pensou Jungkook.

Entrou na cabine dupla e sentou se com Jimin ao seu lado, mesmo recebendo olhares desconfiados de Namjoon, seguiram em silêncio rumo ao posto. O caminho como sempre não era tão longo, logo estavam no posto.

Ao descerem se entreolharam, claramente hesitantes sobre como chegariam ao doutor e o abordaria sobre os medicamentos. Namjoon havia ido com Jin falar com a enfermeira super “receptiva”.

Enquanto isso, Jungkook fitava Jimin que por sua vez olhava entediado para o posto sem graça. Sabia que o mais velho preferia estar dormindo agora, mas fora obrigado a ir ajudar a resolver o problema da medicação de Taehyung e isso ainda parecia chatea-lo. O que fazia Jungkook pensar que talvez não tivesse resolvido esse mal entendido.

– Bom, conseguimos uma consulta. – Disse Namjoon se aproximando e chamando-lhes atenção.

– Agora só falta resolver quem irá. – Completou Jin. – Então, sugestões?

– Isso não está obvio? – Interveio Jimin, fazendo Jungkook o olhar prevendo o que iria dizer. – Jungkook irá, o médico gosta dele. Deu até gaze para as mãos dele.

Todos assentiram pensativo, enquanto o mais novo o encarava. Sabia que Jimin iria sugerir que ele fosse, mas não esperava que seu argumento fosse aquele. Os olhos negros atravessaram os seus e ele apenas fez um meneio com a cabeça, em seguida moveu os lábios falando um “não se preocupe” mudo.

Jungkook não sabia o que aquilo significava.  Talvez que não precisava se sentir culpado por ser quem iria fazer a pior parte do plano? Afinal, iria enganar uma pessoa gentil para depois rouba-la, recordou. Jungkook sentiu seus ombros pesarem quando todos concordaram com a sugestão de Jimin.

Logo a voz da enfermeira mal humorada pronunciou o seu nome e ele se pôs de pés indo em direção à sala do doutor Seon. Mas antes de entrar deu uma ultima olhada para seus amigos. Jin sorriu como um pai encoraja um filho, Namjoon balançou a cabeça e Yoongi apenas o fitou fazendo um gesto repetitivo com a mão o apressando. Jimin por outro lado, sorriu docemente. Do jeito que fazia todas as defesas de Jungkook serem completamente desarmadas diante daquele sorriso. E com um suspiro, entrou na sala.

– Senhor Jeon! – Exclamou o médico simpático que o atendera da ultima vez.

– Olá, doutor Seon. – Respondeu tentando sorrir, mas por fim apenas fez uma careta desajeitada.

– O que traz sua ilustre visita? Vejo que seu pé esta melhor e suas mãos também, que bom. – Disse sentando se a mesa, com Jungkook fazendo o mesmo.

A simpatia do doutor Seon era tão exacerbada que chegava até ser um pouco duvidosa para Jungkook. Era possível alguém ser tão bom com os outros aquele ponto? Não estava tão acostumado com pessoas o tratando tão carinhosamente, isso era no mínimo suspeito.

Antes que se desse conta, o doutor o fitava com um sorriso terno no rosto enquanto aguardava sua resposta. Jungkook não sabia o que dizer, havia entrado completamente desprevenido. Nem sequer havia discutido isso com os garotos, tinha que pensar rápido.

– Estou bem melhor, obrigado. – Disse educadamente. – Eu, hã, não vim por mim.

– Não? – As sobrancelhas claras e falhas do doutor se juntaram, formando uma expressão confusa no rosto bondoso.

– Não. Eu queria perguntar uma coisa... – Jungkook procurava cuidadosamente as palavras, enquanto o doutor olhava o, paciente.

Não queria mentir para uma pessoa como ele, mas por outro lado não podia deixar com que Taehyung piorasse. Às vezes era preciso fazer algo ruim para um bem maior, já lhe dissera um tio distante. A ideia de realizar tal façanha era assustadora, mas deixar que seu amigo enlouquecesse de vez era mais assustador ainda. Agora entendia o que seu tio quisera dizer.

– Hipoteticamente falando, há uma pessoa próxima a mim que está com problemas, por exemplo. Se ele, hum, anda vendo e ouvindo coisas. – Jungkook falava com dificuldade, sendo acompanhado por um doutor Seon concentrado em cada palavra que ele proferia. – E está cada vez mais frequente e os remédios acabaram. Como saberia que remédio ele deveria tomar para melhorar?

– Hipoteticamente falando? – Perguntou o doutor.

– Hipoteticamente falando, é claro.

– Bom, não seria preciso ser um gênio para notar que essa pessoa é esquizofrênica. – Disse ele coçando o queixo. – Ele deveria procurar ajuda médica. Com os exames devidos, iriam passar terapias psicossociais, mas caso não surta efeito. Passariam remédios e se não funcionasse, sugeria recorrer à internação.

A palavra internação fez calafrios percorrer no corpo de Jungkook. Não podia voltar a Creedmor, não com senhor Kang ali. Talvez a expressão de aflição estivesse estampada na cara do mais novo, pois o doutor pigarreou se pondo de pés e indo até o armário. Jungkook o acompanhou com o olhar, ele tirava algo de dentro dela e trouxe até a mesa.

– Isso são uns remédios que usam para pessoas esquizofrênicas. – Esclareceu e Jungkook assentiu, os memorizando. – Anafranil, Clozapina, Risperidona são um dos muitos medicamentos apropriados para alguém com essa doença. Mas lembre-se de que sempre são passados com prescrição médica.

– Sim senhor, isso foi só uma hipótese, obrigado doutor Seon. – Jungkook sorriu timidamente.

Ao arrastar a cadeira e se pôr de pés, Jungkook tocou no trinco e ao abrir a voz do doutor ecoou, chamando sua atenção.

– Isso também leva a outras doenças mentais. – Avisou lhe o doutor, antes de Jungkook se retirar.

– Tipo o quê? – Perguntou baixinho, tendo um mau pressentimento.

– Tipo depressão, suicídio. – A voz do doutor havia ficado mais séria, ele apontou para os braços de Jungkook. – Se isso estiver acontecendo com você, não hesite em pedir ajuda.

Com os olhos arregalados, Jungkook assentiu e se curvou respeitosamente antes sair da sala o mais rápido que pôde.  Ao ver o mais novo pálido, os garotos correram em sua direção, inclusive Jimin que o fitava com um semblante até um pouco perturbado. Jungkook desceu o olhar para os braços e viu as cicatrizes.

Tinha esquecido se delas por um momento surpreendentemente longo. Mas elas ainda continuavam ali para lhe atormentar sempre que as olhassem e recordasse das lembranças de querer acabar com tudo de uma vez. Ao perceber que todos o encaravam. Claramente tensos, decidiu assumir uma postura mais relaxada e tentar tranquiliza-los.

– Você está bem, Jungkook? – Perguntou Jin aflito.

– O que aconteceu lá? O que aquele velho fez com você? – A voz raivosa de Jimin o fez conseguir forças para responder, não queria que o mais velho fosse bater no doutor Seon.

– E-Eu estou bem. Estou mesmo, eu só estou tentando não se esquecer dos nomes e nem da forma dos remédios. – Mentiu.

Todos o encararam por um tempo, dando se por convencidos. Ou ao menos era isso que Jungkook esperava. Eles retornaram a picape indo rumo à casa da vovó Sun que cuidava de Taehyung juntamente a Hoseok. O caminho inteiro Jimin não tirara os olhos da face do mais novo, esperando algum indicio de que ele não estava bem.

Jimin era incrivelmente bom em ver através de Jungkook, mesmo quando ele tentava com todas as suas forças esconder seus verdadeiros sentimentos. Não sabia dizer se isso era bom ou ruim, mas naquele momento, aquilo claramente era uma desvantagem para o mais novo.

Porém se Jimin havia percebido, ele não se pronunciou de imediato. O que fez o mais novo ficar mais tranquilo, não queria falar sobre aquilo. A voz do doutor ainda ecoava em sua mente como um lembrete constante de que ele ainda havia problemas do tipo, querer se matar ocasionalmente.

 Pensara que havia melhorado, mas agora percebeu o quão ingênuo estava sendo. Ele não iria conseguir, mesmo que tenha esquecido se de seus problemas por um curto tempo, eles sempre voltavam. Jungkook desligou se de seus pensamentos quando notou que haviam chegado à casa da vovó Sun.

Levantou o olhar e viu o mais velho ao seu lado, ele ainda estava com uma expressão intrigada. Não gostava daquele olhar, não combinava com Jimin, pensou o mais novo.

– Eu estou bem.

– Não minta para mim. Odeio quando fazem isso. – Disse sério, fazendo o sorriso forçado de Jungkook desaparecer.

– Vamos descansar um pouco. – A voz de Jin interrompeu Jungkook de ter uma conversa séria com Jimin e fez com que todos prestassem atenção nele. – Hoje a noite não será nada fácil, então vão direto para seus quartos.

Todos concordaram e desceram da picape seguindo para dentro da casa juntos. A primeira coisa que Jungkook fez foi correr direto para o quarto. Não estava disposto para mais perguntas de Jimin, porque sabia que uma hora não ia conseguir disfarçar.

Chegando ao seu quarto, jogou se na cama exaurido da breve, porém pesarosa conversa com o doutor Seon. Sentia seus olhos arderem e a garganta fechar, tentou engolir com dificuldade. Mas já estava sendo tomado pela tristeza novamente, podia sentir. A sua chegada sempre fora sufocante e inevitável.

A batida em sua porta o despertou, ele caminhou lentamente e abriu, esperando profundamente não ser Jimin. E ao abrir a porta, vovó Sun lançou lhe um sorriso afável e Jungkook suspirou aliviado.

– Não irá descer para o jantar? – Perguntou docilmente, o fazendo sorrir.

– Eu não estou me sentindo bem hoje, vovó.

– Posso entrar?

Jungkook apenas fez um meneio com a cabeça e ela adentrou no quarto, sentando se na cama ao lado dele. Podia sentir o olhar maternal sobre si, o que era pior do que o olhar de preocupação de Jimin. Seria ainda mais difícil mentir para ela.

– Pode me dizer o que sente? – Disse ela gentilmente pousando a mão sobre a dele.

– Eu estou bem, deve ser sono. – Respondeu fitando o chão.

– Sabe, quando meu filho ainda era vivo, eu nunca perguntava lhe como ele estava e isso mudou tudo. Talvez eu pudesse tê-lo ajudado se tivesse me importado mais. Mas estava sofrendo com a perda do meu marido que nem pensei em como ele devia estar com a perda do pai.

Jungkook levantou a cabeça e a olhou. A vovó agora o encarava com um sorriso e ele pensava no quão injusto a vida era. A vida tinha arrancado lhe duas pessoas amadas e ainda assim, ela conseguia sorrir daquele jeito.  Era muito injusto.

– Não sei se irei conseguir melhorar. Eu não sei como... – Sussurrou sentindo o aperto em sua mão ficar mais firme. – Não sei como irei salvar meus amigos, não sou a melhor pessoa a fazer isso.

– O que você está sentindo? – Disse lentamente.

– Eu não sei. Uma hora está tudo perfeito e na outra, eu sinto vontade de me destruir para matar o que está me corroendo por dentro.

– Você quer ser forte para salvar seus amigos? – Indagou a vovó.

Ele apenas assentiu.

– Eu prometi a Jimin que iria salvar ele. – Falou.

– Você quer salvar todo mundo, mas quem irá salvar você?

Jungkook arregalou os olhos abrindo a boca para responder, mas logo em seguida fechou. Não sabia como responder aquilo, na verdade, ele nem sequer havia pensado naquilo.  A vovó deu lhe um sorriso triste, enquanto afagava sua mão.

– Nunca conseguimos salvar todo mundo, querido. Por isso, não se culpe caso não consiga, algum deles não tem salvação. – Ela falou desolada, Jungkook queria poder retrucar e dizer que era mentira, mas o olhar e a sinceridade na voz da vovó, o fez retrair tal vontade. – Eu admiro a sua força e determinação, seus amigos precisam de você. Muito, eu diria. Por isso não desista da sua vida. Não por você, mas por eles.

Após dizer isso, a vovó se pôs de pés e saiu do quarto. O deixando sozinho com a cabeça prestes a explodir. As conversas com o doutor, Jimin e agora a vovó Sun estavam o deixando com enxaqueca. Mas lembrou do que Jin dirá mais cedo, precisavam descansar. Afinal, precisaria de forças para realizar tal façanha.

Cansado de raciocinar, apenas fechou os olhos deixando a exaustão lhe dominar. Primeiro sonhou que estava em casa com seus pais. Eles não estavam felizes, na verdade choravam. Desesperadamente. Jungkook apenas estava em pé olhando os abraçados em meio às lágrimas, sem entender.

Até que ao se aproximar viu a si mesmo deitado na cama desacordado. Havia pílulas – muitas delas – e uma garrafa de uísque que seu pai guardava no armário de bebidas. Recordava-se daquele acontecimento, foi o que os levaram a interna-lo em Creedmor. O que foi exatamente para onde o sonho mudou.

A instituição continuava com a mesma arquitetura gótica sombria, porém estranhamente bela aos olhos do garoto, mas o que tinha dentro dela era horrível. Nada além de corpos carbonizados e no centro do prédio principal havia uma cadeira. Jimin estava sentada nela com um capacete estranho, então notou corpos aos seus pés e sentiu o coração apertar.

Eram seus amigos. Mortos. E Jimin o fitava com os olhos marejados antes de ser eletrocutado por um homem mascarado moveu a boca e falou algo. Mas nenhum som saiu e antes que tentasse raciocinar, Jungkook acordou com um grito.

Sentou se na cama, arfando. Precisou piscar várias vezes para se situar e notou que estava no quarto na casa de vovó Sun. Estava a salvo, pensou abraçando o próprio corpo. Logo o baque da porta o fez saltar na cama e olhar assustado em direção à porta.

Era Jimin. Com os cabelos todos emaranhados, um sinal claro que tinha sido acordado.

– O que aconteceu? Você está bem? – Perguntou rapidamente.

Jungkook apenas assentiu. Sua garganta ardia graças ao grito e os cabelos grudavam na testa suada. A respiração estava ofegante, percebeu o mais velho se aproximando.

– Teve um pesadelo? – Questionou e ele assentiu novamente.

Jimin apenas passou a mão no rosto, tentando afastar o sono e sentou se ao lado do mais novo. Passando os braços ao redor do corpo de Jeon, o abraçou. Não sabia muito consolar alguém, não sabia usar as palavras certas. Afinal, Jimin gostava de machucar as pessoas e não de protegê-las. Mas Jungkook não era assim e abraça-lo, foi a melhor maneira que encontrou de dizê-lo em silêncio que estava ali, para protegê-lo.

Aproveitando o restante de horas que teriam até irem assaltar o posto de saúde, eles dormiram abraçados. Mas apenas questão de minutos, Jin batia incansavelmente em sua porta e Jimin resmungou sonolento.

Logo ambos estavam de volta à picape rumo ao posto com os três garotos, Hoseok ficaria cuidando de Taehyung novamente com a vovó. Todos em silêncio, pois não havia muito que falar. Eles estavam indo roubar, relembrou Jungkook nervoso. Ele tamborilava os dedos na perna e mordia o lábio, apreensivo. Um aperto em sua mão o assustou e ele fitou Jin, que sorriu fracamente tentando encoraja-lo.

– Lembre se que é uma boa causa. – Disse parecendo convencer mais a si mesmo do que a Jungkook.

– Sim, tem razão. – Respondeu mesmo assim, talvez Jin quisesse ouvir aquilo.

Namjoon parou a picape á duas quadras do posto e Jin ficou no carro com ele, explicando que estariam na porta assim que eles saíssem. Ambos concordaram, pois não saberiam lidar com os ataques de pânico de Namjoon como Jin sabia.

Com isso, apenas Jimin, Yoongi e Jungkook seguiram. Pararam na porta do posto que estava escuro por causa do horário e ficaram breve segundos encarando a porta de vidro. Jimin fitou Jungkook e em seguida Yoongi, arqueando a sobrancelha de uma maneira sugestiva.

– Yoongi? – Foi tudo que saiu de sua boca.

E Jungkook franziu o cenho confuso, tentando pensar em como entrariam, quando viu Yoongi caminhar até a pista e voltar com uma pedra na mão. Antes que concluísse o pensamento, o barulho de vidro sendo estraçalhado fez Jungkook pular se afastando da porta destruída. Não demorou muito para os alarmes soarem e uma luz vermelha tomar conta do breu.

– O que você fez!? – Perguntou Jungkook estarrecido com Yoongi.

– O que foi? Apenas arrumei um jeito de entrarmos. – Disse calmo demais e Jimin sorriu, o que irritou Jungkook ainda mais.

– Você acha isso engraçado? Podemos ser presos e se formos presos irão nos levar para Creedmor! – Tentou falar baixo, mas sua voz saiu estridente.

O sorriso de Jimin sumiu.

– Então sugiro que é melhor nos apressarmos. Não queremos voltar para aquele hospício, certo?  – Foi tudo que disse indo em direção à porta e passando a mão pelo buraco causado pela pedrada de Yoongi, abrindo a porta. – Você primeiro, Jungkookie.

Tanto Jimin quanto Yoongi estavam tranquilos com aquela situação, enquanto Jungkook estava cada vez mais frustrado. Ele apenas grunhiu e correu em direção à sala do doutor Seon. Girou a maçaneta, mas nada.

– Ótimo! Está trancada, por acaso tem mais alguma pedra na manga, Yoongi?! – Perguntou irritado, fazendo Yoongi sorrir.

– Tenho um canivete, serve? – Disse e Jungkook sentia a aflição lhe corroer.

– Apenas abra isso logo! – Berrou.

Ele estava se divertindo vendo Jungkook virar do avesso de ansiedade. Mas isso não divertia Jimin, então antes que o mais novo surtasse, ficou sério.

– Abra logo essa merda, Yoongi. – Disse e Yoongi revirou os olhos.

– Tsc.Você era mais divertido antes, Jimin. – Seu tom era de falsa repreensão.

Foi apenas segundos para a porta abrir e Jungkook entrou na sala, empurrando Yoongi. Abrindo os armários com avidez. Forçou se a recordar dos remédios e suas formas, mas a maldita sirene lhe atrapalhava consideravelmente junto ao seu medo de ser pego. “Anafranil, Clozapina, Risperidona.” Isso!! Pensou sentido se um pouco mais calmo.

Leu os rótulos e ao encontrá-los, os colocou nos bolsos do casaco e correu ao encontro dos outros dois. A buzina de Jin fez Jungkook soltar todo o ar que prendia e correram ao verem a picape preta na porta. Saltaram dentro da mesma e o ultimo som que ouviu foi dos pneus cantando no solo, em modo de fuga para longe daquele lugar. 


Notas Finais


ENTÃAAO xD
Yoongi vida loka tacando pedra em tudo
Jimin mais bipolar que tudo e o Jungkook cada vez mais afundando sem perceber
É gente ~suspiro~ as tretas estão só começando ç.ç
enfimmm, até a próxima :3
XOXO


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