História Insane Desire [HIATUS] - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Personagens Originais
Tags Adultério, Drama, Harry Styles, Incesto, Lolicon, One Direction, Romance, Sexo
Exibições 531
Palavras 638
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


▪Postei e tá pequeno... porém é só para não ficar tanto tempo sem postar!
▪Comentem...
▪Espero que tenham entendido o porquê do Harry ter ficado estranho, e se não entendeu, pergunta é eu explico.
▪Desculpa qualquer erro.
Bjx
Boa leitura.

Capítulo 17 - Chapter seventeen


Fanfic / Fanfiction Insane Desire [HIATUS] - Capítulo 17 - Chapter seventeen

Harry — Povs

Estava fazendo o café tão distraído que não percebi quando Katherine entrou na cozinha.

— Bom dia. — Disse ela, e se sentou à mesa.

Balancei a cabeça e continuei a fazer o café. Terminei e a servi. Me encarou como se esperasse algo. Após um longo suspiro começou a comer. Sentei à mesa.

Quando terminou de comer ela colocou o suas coisas na lava-louças. Bateu a porta do eletrodoméstico com força. Virei e a encarei. Seus olhos estavam estranhos.

— Por que está estranho assim? — perguntou.

— Hum?

— Você está estranho desde ontem de noite, depois que… Bem, depois daquilo. — seu rosto ficou vermelho.

— Não estou estranho — rebati.

Ela balançou a cabeça e cruzou os braços.

— Okay. — Disse e saiu da cozinha.

Fiquei confuso por alguns instantes. Merda. Bati na mesa e levantei. Ela é só uma menininha, não as mulheres com quem costumo transar.

Como pedir pra ela não levar essa coisa tão à sério?, questionei enquanto subia as escadas. Alcancei a maçaneta e empurrei a porta, mas ela permaneceu o lugar.

— Katherine, abre a porta. — Eu podia escutar seus passos dentro do quarto. — Katherine, abre agora, isso não é uma merda de pedido e sim uma ordem, inferno.

Seus passos cessaram por um instante. Continuei batendo na porta, mas o clique só foi escutado cinco minutos depois. Ela jogou a blusa que vestia no meu rosto.

Me empurrou e saiu do quarto. A observei enquanto andava e colocava a mochila nas costas. Que merda é essa?

Fui atrás dela e a alcancei.

— Me solta. — ordenou. Ergui as sobrancelhas.

— O que pensa que está fazendo? — Perguntei.

— Vou dormir na casa da Tate. — Disse dando de ombros.

— Não, você não vai.

— Não pode me prender em casa. — Disse ela, puxando o braço.

Seus olhos estavam furiosos e brilhantes.

— Como pretende chegar? — Perguntei.

Ela olhou para o teto e então pra mim.

— Tenho duas pernas, posso ir andando. — Disse.

— Você não vai sair.

— Não sou obrigada a conviver com você. — Disse e se virou.

— Sim, você é. — Disse eu. — Está de castigo. — Berrei.

Ela se virou e me encarou chocada.

— Só pode estar de brincadeira.

— Não, não estou. Está de castigo, e se por acaso sair de casa sem a minha autorização, eu invento qualquer desculpa esfarrapada para minha mãe. — Disse eu.

— Sério?

— Sim. — afirmei.

Ela trincou os dentes.

— Se você fizer isso eu conto a ela sobre o que aconteceu! — Rebateu.

Ambos sabíamos que ela não falaria nada. Era uma ameaça vazia.

— Não tente sair, Katherine.

— Eu vou, e você não vai me impedir. — Disse ela.

— Tsc, não me teste.

Congelou no lugar. Mandei subir novamente e assim ela o fez. Sobre protesto, mas o fez. Me atirei no sofá. Eu estaria livre de dores de cabeça.

Se ela fosse para a casa de Tate, Jake estaria lá. E com Jake lá, aquele outro moleque também estaria. Apertei a ponte do nariz e fechei os olhos. Comecei a mentalizar o corpo de Katherine nu. Pequeno, frágil e tentador.

Fragilidade era o problema. Katherine ainda era uma adolescente e bem inocente sobre certos assuntos. Sua fragilidade tanto emocional quanto física são coisas preocupantes.

Ela só tem quinze anos e eu a quero. Tão novinha e tão desejada. Engoli em seco. Não queria que criasse alguma expectativa sobre nós dois. Queria apenas que sentisse o mesmo prazer que eu. Nada mais.

Mas sua fragilidade não permitiria que isso fosse fácil.

— Merda.

Abri os olhos e encarei as escadas. É melhor deixá-la um pouquinho. Ainda tenho o restante do dia a sós com ela.


Notas Finais


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Até logo, amores!! Bjx


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