História Insane Desire - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 996
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


A HISTÓRIA TAMBÉM É POSTADA (DE FORMA REVISADA) NO WATTPAD! ANTES QUE OCORRA INSINUAÇÕES DE PLÁGIO, A HISTÓRIA É DE MINHA AUTORIA, EM AMBOS SITES.

*VOCÊ É RESPONSÁVEL PELO O QUE LÊ*

Capítulo 1 - Capítulo 1 - Sonhei com meu chefe


       Me despi lentamente, mais uma vez pensando nos olhares deles sob meu corpo. As formas em que suas mãos pesadas se encaixaram corretamente em minha cintura quando quase cai de forma brusca em sua frente. São pensamentos errados, estou casada, futuro planejado, e amo o homem que faz parte de todos os meus planos. Pelo menos eu acho que amo.

Deixei meu roupão vermelho favorito cair cobrindo todo o meu pé. E o toque me fez pensar mais uma vez naquele homem. No tão temido Nathan Brunelli, o mesmo que me faz ter sonhos incertos. 

  — No que está pensando? 

— Oh meu Deus! Que susto Oliver - Falo pondo a mão no coração, como se ele pudesse descobrir toda a atração que eu estava tendo pelo meu chefe.

O mesmo que me contratou á poucas 2 horas. 

  — No que está pensando? -Pergunta novamente. Um tom autoritário, porém acaba envolvendo minha cintura e beijando meu ombro logo após de afastar meus fios de cabelo. — Estou com saudades! 

— Também estou, Olie. Mas vou sair hoje á noite, desculpe. -Falo. Com pouca intenção de conversa.

 Ele me vira, e procura algo além de respostas nos meus olhos. — Com quem, posso saber?

  — Com a Alycia. Lembra?  Te falei dela mais cedo. 

  — Hum! E eu posso matar minha vontade de você agora? -Ele pergunta, apertando gentilmente minha cintura, abaixando suas mãos para minha bunda. Na mesma ele dá leve apertos, e uma de suas mãos sobe puxando meus fios escorridos pela costa.

— Não sei a hora de que irei sair, amor. 

— Uma rapidinha, por favor! -Ele pede, com uma voz que me faz soltar um riso de lado afirmando seu pedido.  

Logo sua mão que antes puxava meu cabelo, toma conta da minha nuca. Ferozmente seu beijo parte para meu pescoço, dando fortes chupões na qual eu sabia que iria deixar belas marcas roxas.

  Vou o arrastando até a cama, onde ele cai por cima de mim, e eu logo domo-o. 

    — Primeiro eu.

Desço minha trilha de beijos, desde a sua boca até seu peitoral. Continuo meu trabalho dando chupões até chegar em sua cueca boxer. Cinza pra variar. Lhe dei um aperto, ao ver seu pau já querendo pular para fora da mesma, e o ouvi soltar um suspiro longo. Tirei-a com a boca, no meu movimento mais sexy. Logo minha mão já se encontrava lá. Num movimento fraco, abocanhei todo o seu membro. E que pau gostoso, caralho! Suas mãos agarrando meu cabelo em forma de rabo de cavalo, me ajudaram a fazer garganta profunda. Na qual já não é novidade no nosso sexo. Chupei á cabeça, lentamente. Seu ponto fraco. Chupei-o todo. Logo desci minha língua por toda sua extensão e cheguei á suas bolas. Chupei com toda gulosidade do mundo. Voltei á sua cabeça. Já vermelha de tanto chupar. Passei minha língua, provocando-o e logo senti seu gozo por toda minha boca. 

— Porra, Verônica. -Ele geme. -Chegou minha vez, mocinha.

Me coloca deitada, de pernas abertas.  Ele me dá um selinho. Chupa todo o meu peito, enquanto acaricia o bico do outro. Gemo. Sua língua dava curvas e mordidas deixando meu peito vermelho. Minha mão já está em minha boceta, acariciando meu clitóris, esperando a majestosa língua do Oliver a fazer companhia. 

    — Me fode logo, cassete. -Falo quase gritando, de tanto prazer.

Ele sorri. Desce a língua até minha virilha. A morde, a acaricia, e minha boceta já está mais do que suficientemente molhada. Primeiro, ao chegar no local em que eu esperava, ele morde meu grelo. 

— Ah! Porra. -Falo, gemendo.

A língua dele passa por toda extensão do minha boceta, me fazendo arrepiar. Aquele toque, aquele homem. Ele chupa, logo enfiando na minha entrada. Me fazendo gemer alto e longo. Lá ele faz um movimento de vai e vem. Seguro em seus cabelos o puxando. Três de seus dedos já estão lá, fazendo um ótimo trabalho, me fazendo gemer seguido de suspiros. Ele para depois de poucos minutos, voltando á me beijar. 

Ele provoca, passando a rola em minha boceta. E permanece. 

— Para.. de.. provocar! -Falo com dificuldade, pela maravilhosa sensação. Só que né, não vou negar um pau dentro de mim pra um pau roçando na minha boceta. Ele mete, sem dó, nem piedade. — Filha da puta.

O movimento toma conta de seus quadris, e eu na tentativa falha de aumentar rebolo. Minhas unhas recém feitas, cravadas em suas costas, arranhando-a toda. Obrigada pelo formato Stiletto, Chelsea.  Reviro os olhos do prazer inexplicável, e logo sinto o arrepio tomar conta do meu corpo. Ele coloca seus dedos que antes estavam metendo em mim, em minha boca, e eu chupo de forma que o excita. 

2º Round.

    — Se deita, agora. -Falo mandando. 

Subo em cima dele, com as mãos apoiando em seu peitoral. Começo a quicar, lentamente. Sua mão puxa meu cabelo, fazendo meu queixo apontar para o seu rosto. Quico, com vontade. Ele geme. Eu gemo. Sincronia em tudo. Paro por um momento, e começo a rebolar.

— Puta que pariu. -Ele geme.

Ápice. Sinto o líquido quente por dentro de mim, e logo despejo meu gozo por seu pau. 

— Fica de quatro. -Ele fala, autoritário.

— Era só uma rapidinha. 

— E está sendo.

O obedeço. Empino minha bunda, e abaixo meu rosto. Formando um triângulo retângulo. Ótima hora para matemática, não?  Ele logo roça, em ambas entradas. Eu gemo o mandando enfiar logo. Ele pede permissão. 

    — Vai, porra.

Sinto o lubrificante pingar no meu cu, o mesmo saiu de sua boca.  Ele coloca apenas á cabeça. E vai pondo seus belos 21 centímetros dentro de mim. Agora já na parte de trás.

Ele geme. Fazendo parecer aquele sensação de outro mundo. Estimulo meu clitóris, enquanto ele puxa meu cabelo, e dá fortes tapas na minha bunda. Sinto-o gozar. Pela terceira vez. Já me ajeito para perto, onde o mesmo goza em todo o meu rosto. E eu lambo minha boca, tirando o conteúdo que ali havia ficado. Engulo. 

    — Eu te amo! -Ele diz.

— Eu também te amo.


Notas Finais


CRÍTICAS CONSTRUTIVAS SÃO ACEITAS!


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