História Insane Love - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce, Evan Peters, Lana Del Rey
Personagens Castiel, Iris, Kentin, Lysandre, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Rosalya
Tags Elo, Insanidade, Loucura, Lyssiele, Psicopatas, Sangue
Exibições 62
Palavras 2.002
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


*Imagem de personagem: Bryan Lopez (criado por @LinRiggs).

Capítulo 8 - An invitation


Fanfic / Fanfiction Insane Love - Capítulo 8 - An invitation

Quando Castiel ligou para Alice e a convidou para sair, por um momento, ela pensou que fosse um encontro, mas ele teve de estragar tudo e dizer que seus outros amigos também estariam lá. Mesmo assim, Alice não desanimou. Se arrumou e foi até o Pub Rock Rose onde Debrah Lohan era a estrela das noites com sua banda de garotas, a Stars From Nightmare. Alice adorava o lugar, mas detestava Debrah, primeiro, por ela ter sido namorada de Castiel, e, segundo, porque Debrah era insuportável.
    Castiel estava sentado numa mesa conversando com Iris Bercovitch e Bryan Lopez. Iris era amiga de Alice e Castiel há muito tempo; uma garota descolada e divertida, mas uma típica mocinha americana, que detestava mentiras — como se todo mundo fosse perfeitinho e não mentisse vez ou outra —. Filha de pais separados, tinha uma meia irmã, a qual, não mantinha um bom relacionamento. Iris era muito amiga de Rosalya, mas, ultimamente, elas não estavam se falando porque Rosalya tomara partido de Lysandre, e Iris de Castiel.
    Bryan era um aleta com muito potencial, fazia parte do time semi-profissional de basquete da cidade. Cursava faculdade de educação física e sonhava em ser professor. Um rapaz bondoso e bem-humorado, que fazia amigos facilmente. Tinha uma meia irmã chamada Faith – com a qual, secretamente, ele havia tido um romance, mas pelo bem da família, pôs um ponto final na relação e se dedicou fielmente aos esportes desde então —, e dirigia um maravilhoso Impala 67.

— Oi? — Alice sorriu ao se aproximar da mesa deles.
— Oi, Ali! — Disse Iris.
— E aí, Ali? Beleza? — Falou Bryan.
— Oi. Beleza. — Alice sentou-se ao lado de Castiel.
— Oi Alice? — Disse Castiel chateado.
— Oi. — Ela respondeu. — Tudo bem?
— Não. Não está nada bem. — Disse Castiel. — O Bertolini me ligou e disse que Lysandre, Niele e ele estão fora da banda.
— O quê? Mas eles não podem fazer isso? Não é nada profissional da parte deles nos deixar justo agora. — Falou Alice indignada. Ela não participava ativamente da banda, mas vez ou outra, compunha uma canção ou substituía uma das inúmeras vocalistas que já passaram pela banda.
— Pois é… Só que profissional é tudo o que eles não são! — Falou Castiel.
— E também… Se pararmos pra pensar, foi melhor assim porque… Depois de tudo o que houve… Acho que ficaria muito difícil se todos continuassem trabalhando juntos. — Falou Iris.
— Isso é verdade. — Concordou Bryan.
— Mas e agora? Como pretende continuar sem eles, Cassy? Pro bem ou pro mal, a grana que o Armin e o Lysandre investiam na banda ajudava muito. Essa é uma grande perda para o Black Angels. — Falou Alice.
— Eu sei… Alexy e eu conversamos e… É por isso que chamei vocês aqui, porque quero que me ajudem nisso, que façam parte da banda. — Falou Castiel.
— De minha parte, eu topo, Cassy, mas… Tem de ser permanente, porque eu não quero entrar hoje e sair amanhã. Entende? Caso eles decidam voltar, eu quero continuar. — Falou Iris.
— Eu também, cara. — Falou Bryan e tomou um gole de seu refrigerante.
— Não, eu entendo, e dou minha palavra que uma vez que vocês integrarem o Black Angels, permanecerão até que decidam sair por si mesmos. — Disse Castiel.
— Eu me ofereço como baterista então. — Falou Bryan. — Contanto que não atrapalhe meus treinos… Inclusive, se quiser, pode arranjar um baterista substituto, caso eu me veja obrigado a furar com vocês.
— Tudo bem. — Falou Castiel. — E você, Iris? Pode ser a baixista da banda?
— Sim, posso. — Ela respondeu sorrindo.
Castiel se voltou a Alice e a encarou:
— Quer ser a vocalista principal?
— Pensei que… Não fosse perguntar. — Ela sorriu de forma meiga. — É claro que sim.
— Alexy continua como o DJ, co-compositor e co-vocalista. — Falou Castiel.
— E o tecladista? Precisamos de um tecladista. — Falou Iris.
— Alexy disse que conhecia alguém… Aliás… Ali está ele! Ei, Alexy? Aqui, no fundo, cara! — Disse Castiel e acenou para o amigo.


— Oh, são eles! Vamos, Violette? Não seja tímida! Eles são legais, eu juro! — Falou Alexy que estava acompanhado por sua amiga.
— Você disse que só o Castiel estaria aqui… Não falou que teria mais gente. — Violette engoliu em seco. Nervosa.
— Se eu falasse, você não viria, com certeza. — Alexy disse.
— Não mesmo. Não me sinto confortável em grupo. — Falou Violette.
— Eu sei, mas isso tem de mudar, florzinha. Você é uma menina incrível, deixe os outros descobrirem isso como eu descobri. Please? — Falou Alexy sorrindo.
Violette ajeitou uma mecha de seu cabelo roxo atrás da orelha e sorriu, timidamente. — Vem? Vamos? — Alexy pegou a mão dela e os dois foram até a mesa onde Castiel, Alice, Iris e Bryan estavam sentados.
— Não me diga que é essa a nossa nova tecladista?! Uma gracinha! — Falou Bryan sorrindo.
Violette virou o rosto, vermelha.
— Violette sabe tocar teclado?! — Falou Castiel surpreso.
— Oh, sim. Lembro que a vi no clube de música, algumas vezes. — Falou Iris.
— Só acredito nisso, vendo… — Falou Castiel rindo. Incrédulo.
— Ei? Não sou nenhum amador. Já a vi tocando e ela é incrível! — Falou Alexy sentando-se ao lado de Alice. — E aí japinha?
— Oi. — Alice riu e deu um beijo no rosto dele.
— Se quiser, eu posso tocar pra você, Cass…? — Violette disse e se sentou entre Bryan e Iris, já que era o único lugar disponível.
— Não precisa… Se o Alexy disse que você toca, eu confio nele. — Falou Castiel. — Só quero ter certeza de que você não faltará aos ensaios, porque levo isso muito a sério. Sou até legal, mas quando se trata da minha banda, eu não nunca brinco e posso ser muito chato. Por isso, se não puder manter o ritmo me avise agora mesmo. — Castiel encarava Violette sério.
— T-tudo bem. Eu… — Violette abaixou a cabeça nervosa. Desde sempre ela morria de medo de Castiel.
— Calma, Cass… Vai assustar a garota desse jeito. — Falou Bryan e tocou no ombro de Violette. — Relaxe? Não é pessoal. Ele é assim com todo mundo, viu? Mas seja bem-vinda a banda.
Violette encarou Bryan. Ele era lindo e gentil… Qual a pegadinha porque garotos assim nunca davam bola para ela? Ela assentiu com a cabeça e tentou esboçar um sorriso, mas falhou miseravelmente em seu intento.
Bryan viu o garçom se aproximando e chamou a atenção deste, estalando os dedos. Então disse:
— Dois sundaes pra garotas aqui, por favor?
O garçom assentiu com a cabeça.
— De chocolate, por favor? — Pediu Alice.
— Ok. — Disse Bryan sorrindo e se voltou a Violette. — E você, qual sabor prefere?
— Morango com creme. — Violette respondeu.
— Meu sabor preferido. — Falou Bryan sorrindo e mais uma vez se voltou ao garçom que dessa vez se aproximava dele para anotar os pedidos. — Por favor? Um sundae de chocolate e um de morango com creme?
— E uma coca-cola porque um peste furtou a minha. — Disse Castiel irritado olhando torto para Alexy que na maior cara de pau tomava o refrigerante do amigo de canudinho.
— Hihi… Foi mal, mas estava com sede. — Disse Alexy.
— Você não tem jeito! — Falou Iris balançando a cabeça. Rindo.
— Bobeou, dançou… — Falou Bryan rindo e roubou as batatinhas de Castiel.
— Ei?! — Falou Castiel.
— E esse sundae moscando aí? — Alice roubou o sundae misto de Castiel.
— Porra… Vocês vão me roubar assim na cara de pau mesmo?!— Falou Castiel.
— Você não tá com fome, irmão. — Falou Bryan.
— Não, o caramba! Devolva minhas batatinhas! — Falou Castiel.
— Devolvo coisa nenhuma! — Bryan provou as batatinhas e ofereceu aos outros.
— Tá legal… Vocês quem começaram. Não esqueçam isso. — Castiel riu.
— Coitadinho dele! — Zombou Alice antes de atirar uma batatinha no ruivo.
— Tá brincando com fogo, japinha. — Disse Castiel balançando a cabeça.
— Olhe… Para você ver que eu não sou tão má assim… Tome? — Alice pegou uma batatinha e a mergulhou no molho de ketchup antes de oferecer ao ruivo. Ele hesitou, mas, por fim, se inclinou para frente e abriu a boca. Alice colocou a batata na boca dele e depois pegou um guardanapo e limpou o canto da boca dele.
    Alexy tombou a cabeça para o lado e sorriu de forma insinuante enquanto observava um novo shipp se formando. “Mas que fofo esses dois”, pensou.

 

[…]

 

Rosalya estava numa cafeteria com algumas amigas quando Alexy ligou para ela. Primeiro, ela o ignorou, desviando as ligações, mas Alexy insistiu tanto que ela pediu licença às suas amigas e foi até o banheiro.
— O que você quer? Ao contrário de você tenho uma vida social. Estou ocupada. — Disse Rosalya irritada.
— Serei breve… — Disse Alexy, que estava do lado de fora do pub. — Só liguei para avisar que Black Angels continuará sem vocês e tem mais, já arranjamos substitutos.
— Como é?! — Falou Rosalya.
— Não precisamos nem do apoio nem da influência e nem do dinheiro do Lysandre ou do meu irmão, e nem de você, Rosa. Vocês nos deixaram quando mais precisávamos de vocês, então eu quero que vocês se ferrem aí. — Falou Alexy antes de desligar na cara dela.
— Isso não vai ficar assim! Não pensem que vão muito longe sem nós. Alô? Alexy? Alô? Aaargh. Miserável. — Falou Rosalya furiosa.


[…]

 

Armin e Loretta estavam no quarto dele jogando RPG de mesa. Mais uma vez, Loretta estava ganhando dele.
— Eu não entendo… Uso a mesma estratégia que você e… Mesmo assim você sempre me vence. — Disse o moreno frustrado.
— Já ouviu falar em sorte?! — Disse Loretta séria.
— Não acredito em sorte. Você só é mais inteligente e ponto. — Falou Armin resignado.
— Não é isso… É que você sempre começa o jogo ou convencido demais ou desanimado demais e isso é péssimo porque você acaba não se empenhando muito em suas investidas contra mim, o que me dá uma ligeira vantagem sob você. — Loretta disse antes de dar o golpe de misericórdia nele.
— Não. Eu NUNCA perco a não ser… Pra você. — Falou Armin.
— Seja um bom perdedor e pague minhas cinquenta pratas. — Falou Loretta estendendo a mão.
Armin pegou sua carteira em seu bolso e tirou cinquenta dólares e entregou a Loretta. Ela contou o dinheiro e o guardou  no bolso de sua jaqueta.
— Foi bom jogar com você. — Falou ela séria.
— Só é uma pena que eu não possa dizer o mesmo. — Ele riu e se levantou. — Pausa pra um lanche rápido? Não sei quanto a você, mas estou faminto.
— Também estou. Tem creme de amendoim? — Falou Loretta se levantando.
— Tenho sim. — Ele disse.

A porta do quarto se abriu de repente e por ela passou Rosalya, furiosa. Loretta e Armin encararam a albina, confusos.
— Como entrou aqui? — Armin perguntou irritado. Se tinha uma coisa que ela detestava mais que tudo era que os outros fossem entrando em seu quarto sem antes baterem na porta.
— Sua mãe me deixou entrar… — Falou Rosalya.
— Droga. Falei pra ela que eu não estava pra ninguém. — Resmungou Armin sem se importar se Rosalya se ofenderia ou não com o comentário.
— Enquanto você brincava de casinha, o rato do Castiel arranjou substitutos para nós na sua bandinha de quinta. — Falou Rosalya.
Armin riu.
— O que é engraçado? — Perguntou Loretta sem entender.
— É… O que é engraçado Armin?! — Falou Rosalya puta com ele.
— É que você disse que a banda do Castiel é uma bandinha de quinta e ao mesmo tempo está revoltada porque não faz mais parte dela. — Explicou Armin.
— Ai! Você é mesmo um idiota! — Falou Rosalya. — Não dou a mínima pra essa banda de merda. O que me irrita é a forma como ele nos descartou. Sem nós, eles não seriam porra nenhuma.
— Não foi o Cassy quem descartou a gente… Eu liguei pra ele e disse que estávamos fora. — Falou Armin.
— Com que direito? — Perguntou Rosalya.
— Olha… Se está achando ruim, vai reclamar com o Lysandre porque foi ideia dele. Tá legal? — Disse Armin.
— Claro. Não pergunte aos porcos, mas ao dono deles! — Falou Rosalya antes de sair pisando duro e bater a porta ao passar.


— Que saco. — Falou Armin.
— Deixe ela… — Falou Loretta tocando o ombro dele.
Armin olhou para ela e se acalmou no mesmo instante.
— Tem razão. Ela é uma histérica, tão diferente de você, Loli. — Falou Armin e a beijou.
 
 



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