História Insano - Psicose - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Do Kyungsoo, Exo, Hentai, Hospital, Kyung Soo, Masoquismo, Psicopata, Psicose, Sadomasoquismo, Sexo
Exibições 347
Palavras 1.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie queridos!
Muito obrigado pelos quinze favoritos no primeiro cap! ^_^
Eu já tenho alguns episódios prontos e então, espero que isso não atrapalhe no desenvolvimento da minha outra fic. Creio que não irá.
Mas assim, espero que gostem! ^_^

Capítulo 2 - Capítulo Dois


Fanfic / Fanfiction Insano - Psicose - Capítulo 2 - Capítulo Dois

                                           Katherine

Tentei ignorar as sensações estranhas que ele me fazia sentir e passei a agir como eu agiria normalmente com qualquer outro paciente.

— Você já conheceu o doutor Lee, certo? — perguntei apenas para ter a certeza e o mesmo desviou seu olhar do chão e me olhou sério.

—  Devo confessar que ele não é uma presença agradável. — respondeu sorrindo de lado.

Bom, se até mesmo eu acho isso, quando mais ele.

Sorri fraco e me aproximei do mesmo ignorando seu olhar de que parecia querer me comer viva e parei em frente a sua cama.

— Como se sentiu hoje KyungSoo? — perguntei tentando iniciar uma conversa e o mesmo sorriu debochando.

— O que você acha Katherine? — sussurrou meu nome e eu tentei ignorar o fato de que aquilo havia mexido comigo, respirei fundo e continuei.

— As perguntas quem faz sou eu. — respondi séria e ele sorriu de lado voltando a encarar qualquer ponto ao chão.

— Entediado. — ele respondeu a minha pergunta revirando os olhos, e eu sentei-me na borda de sua cama. — Mas com a presença de uma mulher como você, creio que se tornou melhor.

— E porque se sente entediado? — perguntei ignorando seu último comentário desnecessário.

— Devo lhe dizer que ficar trancado dentro de um quarto e vendo gente idiota não é algo muito divertido de se fazer. — sorriu sarcástico e eu não pude evitar um rápido sorriso.

Aquele ser insano conseguia me fazer sentir incomodada e ao mesmo tempo me fazia o achar interessante.

Percebi o mesmo não parando de olhar pra mim com aquele olhar de quem quer matar alguém só com o olhar e eu acabei por perguntar.

— No que pensas nesse momento? — perguntei não esperando uma resposta muito digna, e como pensei, ela não veio. — Hein, KyungSoo? — incentivei e o mesmo me olhou sorrindo sugestivo.

— Quer mesmo saber? — perguntou umedecendo os lábios e sorrindo malicioso. Mesmo já sabendo o tipo de resposta que viria, assenti.

— Claro que sim, eu quero saber tudo sobre você, KyungSoo. — respondi sorrindo doce.

Ele mordeu o lábio inferior com uma certa força que fez um pouco de sangue aparecer, e logo em seguida ele passou a língua por cima sentindo o gosto metálico na boca, eu me assustei de certa forma e ele voltou a me olhar com aquele olhar que parecia penetrar a minha alma.

— Estava pensando em como seria gostoso te foder com força e te fazer sangrar em meus braços — respondeu com um olhar de desejo que me assustou de certa forma.

Sabia que o mais novo poderia estar apenas querendo me assustar, assim como sabia que ele poderia estar realmente sentindo essa vontade insana.

No impulso acabei por levantar e permanecer parada em frente a cama, e o mesmo ainda permaneceu me olhando com a mesma intensidade, suas orbes negras pareciam jorrar fogo enquanto um sorriso sombrio permanecia em seus lábios.

Mas o que mais me assustava era o fato de que tais palavras profeciadas pelo mais novo me deixaram realmente excitada com vontade de saber mais do que aquele insano psicótico era capaz.

E eu sabia muito bem, que aquele ser era capaz de muitas coisas, da mais insana a mais cruel.

— Er... — olhei no relógio em meu pulso e pra minha sorte já estava na hora de ir. — Eu tenho que ir agora, mas eu vou voltar. — respondi seguindo caminho até a porta.

Antes de atravessar a porta, parei de frente a mesma e olhei para trás por cima do ombro.

— Até mais, Do KyungSoo. — respondi vendo o mais novo me encarar exibindo um sorriso de canto em minha direção.

— Mais rápido do que imagina, Katherine. — falou com uma voz rouca que me arrepiou os pelos da nuca.

Saí de uma vez da sala e Fechei a porta atrás de mim.

Aquele garoto havia, definitivamente, mexido com a minha cabeça, sua voz diabólica ainda irrompia em meus ouvidos e seu olhar era o que preenchia a minha mente a medida em que eu seguia meu caminho até as escadas de emergência.

Meu lugar de refúgio, aonde eu sempre ia quando precisava pensar e pôr meus pensamentos em ordem, ao chegar no lugar, como sempre, vazio, deixei meu corpo escorregar e me escorei na parede fechando o olhos e respirando fundo.

Do Kyung Soo é realmente atraente.

Mas eu sabia, sabia muito bem que jamais iria me deixar levar por aquele desejo, jamais poderia fazer isso.

Aquele garoto é um doente, sádico e psicopata. Não sabia muito sobre ele, já que ele era — como já era de se esperar — extremamente inteligente e calculista e com isso, super reservado.

Apenas sabia que o mesmo estava na casa dos seus vinte anos, e havia sido internado aos quatorze anos pela primeira vez, quando o mesmo manifestou a sua primeira pior crise.

Além de que, já fora internado diversas vezes, porém o mesmo sempre conseguia fugir, e ninguém se importava em ir atrás do mesmo — já que todos queriam se livrar dele — mas quando já estava demais os incidentes que o mesmo causava, ele era internado novamente.

Na última vez, ele fingiu gostar de uma das enfermeiras, ou ao menos era o que todos pensavam na época, e a mesma se iludiu e se apaixonou por ele.

Diziam até que ele estava “mudando” já que fingia estar diferente, mas quando menos esperavam, apenas escutaram os gritos.

A garota havia ido atrás dele durante a madrugada e em uma de suas crises, ele a matou furando seu pescoço com as unhas.

Isso era algo muito bizarro, até mesmo pra mim que já vi muitos tipos de casos, e eu, definitivamente não iria me tornar a próxima.

Mas o que eu menos esperava era que com um simples olhar, ele já havia me marcado e assim decido que definitivamente, eu seria sua.

                               ‘Irei bater na sua porta, você me deixará entrar?
                                       Irei te dar uma emoção escondida...”


Notas Finais


O que vocês estão achando?
Por favor me deem uma luz, devo continuar?


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