História Insano - Psicose - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Do Kyungsoo, Exo, Hentai, Hospital, Kyung Soo, Masoquismo, Psicopata, Psicose, Sadomasoquismo, Sexo
Exibições 356
Palavras 1.285
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiee amores! ❤❤
Espero que desfrutem do cap!

Capítulo 4 - Capítulo Quatro


Fanfic / Fanfiction Insano - Psicose - Capítulo 4 - Capítulo Quatro

Após organizar meus pensamentos e minha respiração, levantei-me da cama e segui em direção ao banheiro do quarto, antes de entrar mandei um sorriso sedutor para o homem maravilhoso que estava deitado na cama sendo prontamente correspondida.

Fechei a porta e me livrei da única peça que cobria a minha pele agora com algumas marcas avermelhadas, o sutiã e me encarei na frente do grande espelho. Suspirei.

Lavei meu rosto sem me importar de borrar a maquiagem — depois faço de novo — e  encarei novamente forçando um sorriso. Mas a minha farsa não funciona comigo mesma.

Não é que eu não tenha gostado, mas é assim que eu sempre me sinto. Me sinto suja por não me sentir completa como uma pessoa normal, me sinto suja por desejar alguém que me machuque, que me marque.

Respiro fundo novamente e tento voltar a minha expressão normal quando escuto a porta do banheiro ser aberta. Sorriu para o Jongin que permanece parado na porta me olhando sorrindo.

Outro que me faz me sentir suja, suja por usá-lo.

O Kai é meu melhor amigo desde a infância, e até mesmo ele desconhece meu segredo, desconhece até mesmo o fato que me levou a tornar-me o que sou agora.

Sempre soube que o mesmo gostava de mim e acabei por me aproveitar disso, não temos nada sério, mesmo que eu saiba que o mesmo não pensa assim, e apenas saímos e transamos de vez em quando.

Posso tomar banho com você? — perguntou inocente.

Claro que sim. — sorri e o puxei pelo braço para o box.

Não tínhamos muito tempo, então optei pelo chuveiro mesmo, após ajustar na temperatura que desejava, entrei debaixo do mesmo sendo logo acompanhada pelo Kai que se encaixou em minhas costas.

Não rolou nada de mais, apenas carinhos e carícias, às vezes eu me pego pensando porque eu não posso ser alguém normal e gostar de alguém tão maravilhoso como ele?

Me tornei próxima do Kai desde que fui adotada, eu não me lembro bem de como era antes, mas apenas me lembro que fui encontrada sozinha dentro de uma mansão e pelo que me disseram, tinha um homem assassinado. Tal que me disseram que era o meu pai.

Estávamos no Brasil, mas o casal que me adotou era coreano e portanto, eu passei a morar com os mesmo desde então aqui, eu tinha quatorze anos.

O Kai era filho do melhor amigo do meu pai — adotivo — e nos tornamos muito próximos.

Mas eu sempre — desde que me lembre — eu gostava muito de apanhar, e às vezes eu até mesmo me batia e me mordia. Mas sem deixar ninguém perceber, tinha medo de ser abandonada. E a minha vida se resumiu a isso, me tornar alguém que meus pais se orgulhassem por ter me escolhido, e esconder de todos a minha verdadeira natureza.

Mas claro que isso não é nem um pouco fácil, e de vez em quando eu ainda me pego cedendo aos meus desejos sozinha, mesmo que após isso eu passe horas chorando.

Você parece pensativa, o que tanto te atormenta Kate? — perguntou tirando-me de meus devaneios.

Ele estava ensaboando minhas costas enquanto eu estava apoiada com as mãos na parede, sorri.

Nada Kai, só alguns assuntos do trabalho. — respondi sorrindo e ele não pareceu acreditar.

Hum. — respondeu simplista.

Essa era mais uma das coisas que eu mais amava no Kai, ele sempre era muito cabeça e respeitava minha decisão até que eu decidisse contar.

Ele é definitivamente o meu príncipe encantado, mas, o problema é que de princesa eu não tenho nada e talvez seja por isso que o meu par perfeito é o vilão.

Saímos do banho e ele me enrolou na toalha primeiro e depois se enrolou, eu sorri e ele me carregou no colo.

Ah, Kai! Me põe no chão! — pedi sorrindo divertida e ele me abriu mais um de seus sorrisos perfeitos.

Ah não princesa, no chão não, na cama. — ele sorriu e me jogou na cama me fazendo gargalhar quando ele subiu por cima de mim sorrindo.

Eu fui recuando e sorrindo até que o mesmo fez uma careta engraçada e me deu uma chuva de cosquinhas.

Ah, Hahaha! Kai! P-Para! — pedia entre risos até que o mesmo parou e sorriu de mim.

Ele se levantou e começou a me vestir, fiz uma careta porque tive que colocar a calça sem calcinha — pois ele tinha rasgado a mesma — e ele sorriu beijando meu bico.

Desculpa, mas naquele momento ela parecia tão desnecessária. — respondeu cínico antes de voltar a me vestir.

Quando eu já estava completamente vestida, me levantei e terminei de me ajeitar enquanto o mesmo se vestia, me despedi com um sorriso  foi correspondido com um meio sorriso.

Eu sabia muito bem que ele não gostava do fato da nossa “relação” ser em segredo, mas eu não queria que ninguém soubesse até porquê ninguém tem nada a ver com isso.

(...)

Estava tirando na minha poltrona da minha sala, já estava de madrugada e o movimento estava quase completamente parado, mas estava sem sono e decidi utilizar o tempo para estudar mais.

Mas em um momento de tédio Fechei meus olhos e deixei meu corpo afundar na poltrona e permaneci girando a mesma como se aquilo fosse a coisa mais divertida do mundo.

Até que uma voz preencheu minha mente e meus ouvidos. Fechei meus olhos fortemente e tentei agir como se nada estivesse acontecendo.

Afinal não era a primeira vez que eu ouvia vozes, mesmo que raramente isso acontecesse, eu tinha medo.

A voz pareceu se intensificar em meus ouvidos, era como se estivesse bem próxima ao meus ouvidos como um sussurro, me fez arrepiar dos pés a cabeça e um ar gelado bater em minha pele.

Apertei as mãos na cadeira fechando meus olhos com mais força ainda, até que aquela voz, aquela melodia rouca chamou meu nome. Não meu nome normal, mas sim, meu apelido de infância, aquele que só ele chamava.

Meu corpo congelou dos pés a cabeça e eu senti a brisa gélida que vinha da janela tocar meu rosto, abri os olhos e dei-me de cara com um par de olhos grandes e negros.

Aquele garoto sorria de forma sádica para mim e seu rosto me era familiar, era uma criança.

Porém, ainda assim me parecia que não era só isso, minha mente puxava a acreditar que era mais que isso, que eu conhecia muito bem aquele garoto, mas não conseguia lembrar de onde e nem como.

O garoto de cabelos escuros começou a andar de costas até a porta sem tirar ao olhos de mim, mas seu semblante havia mudado, apesar de um sorriso diabólico estar esboçado em seu rosto, seus olhos estavam tristes.

Aos poucos a figura dele foi mudando e minha vista foi ficando embasada, a medida que resmungos e murmúrios incompreendidos saiam de seus lábios — cujos quais eu não conseguia mais ouvir a voz — minha cabeça foi ficando pesada e meus olhos também.

Abaixei-me e prendi minha cabeça entre minhas mãos deixando que um grito agudo de desespero escapasse por meus lábios, até que uma risada sádica foi novamente ouvida, mas dessa vez eu ouvi a voz.

Levantei a cabeça e quando a voz foi se intensificando, pude enxergar a minha frente a silhueta perfeita daquele ser diabólico.

Minha cabeça pareceu rodar e eu fiquei ainda mais confusa, mas dessa vez eu pude diferenciar, era real.

Rinnie... — era ele. KyungSoo.

                                                        “Estou gravado no seu coração.
                                                            Então, mesmo se eu morrer
                                                             Quero viver para sempre.”


Notas Finais


E então? O que acharam?

PS; Tô de olho em você, leitora fantasminha! ^_^


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...