História Insensatez - Capítulo 16


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Categorias Michael Jackson
Personagens Michael Jackson, Personagens Originais
Tags Chefe, Empregada, Empresa, Fuga, hacker, Insensatez, Michael Jackson, Originais, Secretária, Suícidio
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Palavras 1.235
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oláá, finalmente depois de muito tempo sem postar, eu pude retomar a Insensatez (meu Deus, que frase ambígua).
E assim, me desculpem se esse capítulo ainda estiver confuso ou até fraco,
é que muito tempo sem postar não me fez bem, de alguma forma... Por mais que tenha sido por algo preocupante.
Obrigada por não terem desistido de mim! E pela enorme paciência de vocês <3
Então eu gostaria que me dessem a opinião de vocês (como sempre), e isso envolve críticas, tudo!
Sem mais rodeios e mil perdões pela enorme demora: Tenham uma boa leitura!

Ps: Bella e Isaah, muito obrigada pela ajuda de vocês. Isso realmente me fez retomar todas as ideias, e quanto a aquelas outras (Bella)... Ainda as colocarei em prática.

Capítulo 16 - Tratando a Ferida


“Minha perna continuara a sangrar e a dor ficava cada vez mais forte, eu não conseguia me acalmar. Então eles apenas me entregaram um pano para eu enrolar na mesma e tentar cessar o sangramento. Eu os questionei sobre o fato deles não estarem me levando ao hospital para ao menos examinar o ferimento, e a única resposta debochada que tive, foi “Para quê? Para você estrangular o doutor novamente e sair ileso?” e em seguida uma risada alta e em um tom de ironia. Já estou vendo que eles estão fazendo tudo isso a mando do meu primo, tenho certeza que ele os subornou, e que subornou o delegado e o diabo a quatro! Agora a situação está favorável para ele e bem preta para mim e para Maitê. Será que ela também será presa? Espero que não, espero que ela esteja sendo levada apenas como testemunha. Olhe... Aqui nessa cidade, para conseguir o que quer você precisa apenas de uma boa quantia de dinheiro e de escolher uma vítima para fazer o que quiser. Thompson tem dinheiro, infelizmente, então você já sabe. Não é? No caminho, eu e Maitê não trocávamos uma palavra, apenas olhares e expressões que só nós dois entendíamos. Não podíamos armar um plano, afinal, o ridículo do meu primo estava ali e poderia usar isso contra nós.”

Chegamos à delegacia, e eu fuzilei Thompson com o olhar antes de sair daquele carro. Maitê como sempre me ajudando a locomover-me, mesmo naquele estado de choque em que ela se encontrava.

  -Como se sente? Estou preocupada. –ela perguntou enquanto me ajudava

Fui me equilibrando nela e ao mesmo tempo evitando o contado da minha perna e pé com o chão.

  -Péssimo, se quer saber. Obrigado por estar me ajudando. –respondi com certo peso

  -Eu disse que daria o meu melhor. –respondeu sorrindo

Adentramos a delegacia e eu me sentei em uma das cadeiras que havia na mesma. Maitê apertou mais o pano que estava envolvido na minha perna e eu soltei um grito de dor.

  -Desculpe, mas isso é apenas para tentar controlar o sangramento. É para o seu bem. –sorriu tentando demonstrar estar tranquila –Faça pressão na perna de tempos em tempos, no local do tiro.

 Eu assenti com a cabeça e a agradeci logo depois. Minha perna ainda ardia e sangrava muito, a sensação era de que ela estava prestes a se desprender do resto do meu corpo. Uma dor insuportável que eu não desejo nem aos meus piores inimigos. Isso sem contar a dor em minhas costas, por eu ter as batido no chão quando caí. Sei que foi errado eu tentar fugir aquela hora, mas não justifica de forma alguma o tiro que levei, eles não possuem esse direito. Nem quiseram me ouvir, para começar. Eu errei, mas da parte oposta o erro foi muito pior. Agora cá estou eu, sentado nessa cadeira por não poder ficar de pé... Eu não conseguia falar direito, só resmungar. Eu estava começando a me sentir um pouco zonzo. Thompson notou, mas não deu à mínima.

  -Vocês querem mais é me ver sofrer ou tentar me ajudar? Não consigo ficar aqui assim, preciso estancar esse sangue. Por favor! –resmunguei

Sem resposta, eles apenas me olharam com desprezo e um deles fez uma expressão de satisfação por estar ali, vendo tudo aquilo acontecer.

  -Eu vou chamar o médico, senhor. Só um momento. –Maitê respondeu pegando o telefone que estava na mesa do delegado

Mas o mesmo o impediu, segurando suas mãos, pronto para pegar o telefone de volta.

  -Não vai chamar nada, senhorita. Não lhe autorizei a mexer nesse aparelho móvel. –o próprio a repreendeu

  -Dane-se, e dane-se! –ela respondeu puxando o telefone de volta, fazendo o delegado se assustar –Ele não pode ficar aqui desta forma, é preciso chamar uma pessoa que tenha ao menos um por cento da responsabilidade que vocês não tiveram com Michael! Você não está vendo que seus policiais passaram dos limites? Se ele foi errado de agredir o médico, vocês foram mais errados ainda de atirar em alguém e deixar que ele se vire sozinho com uma porra de um pano! –ela se alterou

  -Ele estava resistindo, foi necessário. –ele deu ombros –Não podemos fazer nada a respeito

  -Atirar na perna de alguém é necessário? Se vocês fizeram tal coisa, assumam essa responsabilidade agora pelo menos levando-o ao hospital para dar um jeito nesse estrago, que não foi pequeno. É o mínimo que vocês podem fazer. Ou vocês preferem experimentar a dor de tomar um tiro na perna também? –ela respondeu enfurecida

Eu os encarei logo depois, com um olhar vitorioso e tentando conter meu sorriso. O delegado nada disse. Apenas fez um sinal para seus policiais e levantou-se logo em seguida.

  -Certo. Vamos lá, Michael. Levante-se.

  -É sério isso, senhor delegado? Essa mulher não tem que lhe dizer o que fazer. Quem decide é você! –Thompson exclamou incrédulo

  -Preciso fazer isso para acabar com esse tormento, ou ela nunca nos deixará em paz. É o mínimo. –ele respondeu e Thompson ficou nervoso

Tentei me levantar e desequilibrei novamente por conta da dor. Maitê novamente me ofereceu seu ombro e eu agarrei-a. Fomos andando em direção à viatura mais uma vez.

(...)

Chegando ao hospital, eles começaram a conversar com as recepcionistas falando qualquer coisa. Não demorou muito, logo depois fui levado para uma outra sala por meio de uma cadeira de rodas, já que eu não poderia forçar mais as pernas. O médico me aguardava.

Michael off

 

Maitê on

Assim que Michael adentrou a sala do doutor, fui impedida de ficar ao lado dele, já que ele foi para a ala de emergência. Comecei a chorar de preocupação, isso abalará mais ainda a vida dele. O falecimento da mãe, a agressão ao médico, o hacker e agora um ferimento e a prisão? Pobre Michael! Ele poderá ficar completamente em choque, tudo de uma vez.

Sento-me em uma das cadeiras que ali estavam e enxugo minhas lágrimas. A única coisa a qual eu estava ciente é de que eu haveria de retornar à empresa sozinha amanhã, para notificar os funcionários. Estou com o coração nas mãos agora. Perdemos muito tempo e os responsáveis pela merda toda foram deixando Michael perder uma boa quantidade de sangue.

E quando se é baleado, o seu maior inimigo é o tempo, já que dependendo do local, a pessoa pode acabar por não aguentar tanto tempo esperando, assim como Michael ficou. Thompson se sentou ao meu lado enquanto eu estava esperando. Senti um ódio misturado com nojo, ao vê-lo ali e relembrar de tudo o que nós três passamos.

  -Olá Maitê. –ironizou

  -Olá Thompson. Onde estão os seus amiguinhos policiais?

  -Eles estão lá fora. –respondeu seco

  -E então, ficou feliz em relação ao seu primo, meu querido? –perguntei ironizando

  -Muito feliz, de verdade. Eu já estava querendo fazer isso havia muito tempo, então tive a chance de me reaproximar assim que fiquei sabendo sobre a tia Katherine. Seria ótimo eu me passar por bonzinho, tirar Michael do meu caminho e depois ter a empresa toda em minhas mãos. Mas infelizmente eu atirei na perna dele, e não onde devia realmente...

Assim que ele disse tudo isso, eu fiquei surpresa e senti mais ódio ainda. Eu realmente não entendo! Como é que ele pode ser tão frio a ponto de fazer tudo àquilo com um membro da família apenas por ganância, poder? 


Notas Finais


Bem, é isso. Espero que tenham gostado.
Nós nos reencontraremos em breve!
Beijokas! ;D


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