História Insensível - Capítulo 12


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 9
Palavras 2.009
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 12 - XII - Me Ama?


Fanfic / Fanfiction Insensível - Capítulo 12 - XII - Me Ama?

- Vamos ficar nesse impasse? - pergunta Carlos, encostado na beirada da minha cama.

- Que impasse? - pergunto seco.

- Esse! Você nem me deu uma chance pra mostrar que estou disposto a ser um pai melhor. - ele fala, e mais uma vez parecia estar verdadeiramente arrependido.

- Olha, vou facilitar pra você. - Ele abre um sorriso - Simplesmente finge que morri.

- Ah para - ele se senta na cama - Eu sou seu pai.

- E...?

Nesse momento ele se rende e se levanta, antes de sair ele para na porta de diz.

- Quando estiver disposto a acreditar em mim e me der uma chance, vou ficar muito feliz.

Ele sai e fecha a porta. Meu celular toca, era o Maw me ligando.

Maw : Oi, Andy?
Eu: Oi lindo.
Maw: O que foi? Está falando com uma voz tristonha.
Eu: Nada não. Maw, eu estava pensando, se você não quer posar aqui hoje?
Maw: Claro, mas vou ver com minha mãe.
Eu: Okay então. Mas por que ligou?
Maw: Nossa não posso mais ligar pra saber como você está?
Eu: hahaha. Me desculpa não foi o que eu quis dizer. Aliás, estou muito bem, e você?
Maw: Bem. Já mando mensagem dizendo se minha mãe deixou ou não. Se bem que tenho 98% de certeza que já é sim.
Eu: Que assim seja. Beijos
Maw: Beijos.


Levanto e vou até a cozinha, tomo um pouco de água, e percebo que Carlos está na sala e não para de me olhar. Eu desvio o olhar, mas aquele olhar dele me fez lembrar da noite que ele abusou de mim.


11 ANOS ATRÁS:


Meus pais naquela noite haviam descutido, por esse motivo Carlos teria que dormir comigo.


Eu já estava na minha cama, depois da discussão deles Carlos saiu, e não deu satisfação de onde iria. Ele não chegou tarde, mas chegou totalmente alcoolizado. Chegou na porta do meu quarto e encostou na porta como de costume, ou talvez seja porque não aguenta-ra ficar de pé.


Eu acordo no instante em que abre a porta do meu quarto, mas fico quieto na minha cama. Ele ficava me olhando, e fazia um olhar que era perverso, como se não houvesse alma em seu corpo, ou como se o abismo de sua alma fosse vista apenas pela janela da alma ( os olhos).


Ele vem até minha cama, e se senta ao meu lado. Eu fecho meus olhos, ele era meu pai, jamais fiquei daquela forma perante sua presença. Mas eu podia ver a malícia em seu olhar e em como mordia seus lábios.


Ele se levanta novamente, vai até a porta e a tranca. Volta a se sentar, abaixa a coberta que cobria meu peito pra baixo. Ele abaixa sua calça e começa a se masturbar. Eu estava assustado.


- Pai, o que vai fazer? - pergunto estranhando tudo aquilo.


- Uma brincadeira nova - ele faz um sorriso malicioso.


Ele pega a minha mão e coloca sobre seu pênis, e começa a massagear calmamente, mas com suas mãos sobre a minha.


- O pai tem uma surpresa para você. - nesse momento fico alegre - Só que você tem que abrir a boca e fechar os olhos.


E assim fiz. Quando derrepente sinto algo grande e molhado entrar na minha boca.


- ECA! - dizia limpando a boca.


- Melhor, se vira, filho.


Assim eu fiz. Ele abaixou meu shorts, tapou minha boca. E...


No outro dia, não pude ver minha mãe, pois já havia ido trabalhar. Eu estava com muita dor, e quando fui ao banheiro percebi que havia sangue seco nas minhas pernas. Carlos entra no banheiro e vê o sangue, ele tapa a boca, parecia não acreditar. Ele sai disparado até a caixa de remédios e pega a pomada para assaduras, e passa em mim.


- Se você contar para alguém do que aconteceu ontem, vai acontecer uma coisa muito séria. - ele dizia olhando nos meus olhos.


- O que vai acontecer? - dizia inocente. E chorava de dor


- O papai vai pra um lugar muito longe, e você nunca mais vai poder me ver. E sua mãe vai ficar triste, e por sua culpa. Você quer que ela fique triste?


- Não, eu não quero que a mamãe fique triste - dizia já soluçando.


- Pois bem, fique quieto. E pare de choro.


Aquele olhar só fez meu sangue ferver de ódio. E lembrar de tudo aquilo só fez lágrimas correrem involuntariamente do meu rosto.


- Filho? - disse minha mãe. Tentei disfarçadamente secar as lágrimas, mas ela parecia já ter visto. - Que lágrimas são essas? Você e o Maurício já brigaram?


- Não mãe. É que... - pensando bem, é melhor eu dizer de uma vez... - Nada, é bobagem.


Mas não vai ser desta vez.


- Como bobagem? Faz anos que não vejo você chorar. - ela dizia de forma animadora, acho que tentava me alegrar.


- Ah, esquece. Mãe o Maw pode posar aqui? - disse pra fugir daquele assunto.


- Claro, só não fazem muito barulho - disse minha mãe rindo.


- Engraçadinha. - dou um beijo no rosto dela e me sento no jardim de casa.


O Maw me manda a mensagem, dizendo que pode posar em casa. Aviso a ele que estou no jardim de casa e ele não demora e aparece.


- Oi. - diz ele se aproximando e se sentando ao meu lado. No balanço do meu irmão ( que um dia foi meu ).

- Oi amor. - Ele da um sorriso, e fica vermelho. - Sério que você ainda fica vermelho perto de mim?

- É involuntário, e você sabe.

- Claro que sei. - puxo ele e dou um beijo de tirar o fôlego. Pego ele, e coloco sentado no meu colo de frente para mim, e distribuo vários beijos em seu pescoço, e quando vou levemente morder sua orelha ele vibra de cócegas. - Olha, ele tem cosquinha.

Ele gargalha.

- Todos sentimos cócegas.

- Eu não - digo.

- Ah não? - ele começa a fazer cócegas na minha barriga, mas eu não sinto cócegas. - Assim não vale.

Eu gargalho, pois só tem um lugar do meu corpo que sinto cócegas, mas quero que ele descubra por sua conta.

- Vamos entrar? Tá começando a escurecer. - pergunto.

- Vamos.

Nós entramos em casa. Minha mãe nos vê abraçados.

- É só ver o Maurício que já para de chorar né? - ela ri. Eu dou um sorriso de canto da boca.

Subimos as escadas e fomos até meu quarto, e tranquei a porta. Maw se ajeita na minha cama.

- Por que estava chorando? - ele pergunta, e eu vou até seu encontro e me deito na sua perna.

- Hum... É por causa de um negócio aí. - digo. Não que eu não queira contar para ele, só queria poupa-lo dos meus problemas.

- É por causa do Carlos né ? - ele pergunta. Eu dou um suspiro baixo. - Nem precisa dizer porque já sei que é pela sua cara.

- pela minha cara? - pergunto rindo.

- Sim. Conheço cada sinal que faz.

- Sinal? - pergunto rindo mais ainda.

- É... Tipo, você quando está andando e está com vergonha você começa a estralar os dedos - me surpreendi com isso,- quando está pensativo começa a olhar para todos os lados, sem falar que quando você está parado e com vergonha você abaixa a cabeça ou esfrega as mãos nos joelhos.

- Nossa, você me conhece bem... Como sabe de tudo isso? - pergunto intrigado.

- Eu percebi tudo isso na escola.

- Hum...

Eu não quero entrar no assunto que levou a todos esses detalhes. E para evitar isso, preencho a boca de Maw com a minha, e mais uma vez sinto um calor enorme invadir meu corpo, sua boca quente e macia era o mais facinante, nunca havia experimentado uma coisa parecido. Ele coloca a sua mão no meu pescoço, me puxando para enfim deitarmos.

Eu deslizo minha mão calmamente pela sua camisa, e a tiro. Ele faz o mesmo, e parece gostar de me ver sem camisa. Ele passa sua mão calmamente sobre meu peito e desce para a minha barriga. Ele me pega e me põe deitado numa velocidade que me assusta, eu fico meio sem reação, ele solta um sorriso, e volta a me beijar. Ele lentamente desliza sua mão durante o beijo, até o cós do meu shorts me fazendo estremecer.

- O que foi? - ele pergunta.

- É que... Eu nunca...

- Transou? - desta vez quem me cortou foi ele, e parecia se divertir em me ver vermelho. Ele ri. - É bom saber. Se não quiser não tem problema.

- Não. Eu já transei, so que com garota. E eu não sei como faz com garoto. Entende?

- Não, eu não entendo, pois nunca transei com garota. Mas não se preocupe é a mesma coisa. Só que melhor. - ele dá um sorriso fofo.

Ele volta a me beijar e deita com seu peito sobre o meu, e tira calmamente o meu shorts deixando a cueca. Quando ele coloca a mão sobre a cueca, ele para o beijo.

- Uau, tem algo querendo pular pra fora- nós dois rimos.

Ele tira a minha cueca, e agarra meu pênis. Ele começa a beijar o meu pescoço e desce para os mamilos. Sinto um arrepio enorme, não sabia que essa parte do corpo masculino poderia gerar um certo tipo de prazer. E vai beijando cada gomo da minha barriga, fazendo eu delirar de prazer, ele pula para minha virilha, onde era mais prazeroso ainda. Ele volta a massagear meu pênis e com a menor pressa do mundo ele coloca a boca sobre a glande do meu pênis, dando leves mordidas. Meu êxtase estava no máximo, principalmente quando ele começa a aumentar a velocidade, meus gemidos começaram a aumentar, e Maw parou, para que eu não gozasse. Confesso que me senti na obrigação de fazer o mesmo, mas também estava na curiosidade de saber como é, por isso eu pego ele e coloco deitado na cama, e tiro seu shorts juntamente com a cueca com uma veracidade inestimável, primeiro eu dou uma leve lambida, talvez tenha sido para saber se era bom, e de fato era a melhor coisa que já havia experimentado. Comecei a fazer o famoso movimento de "sobe e desce", e ele se contorce de prazer. Quando eu vi que ele ia gosar, eu parei.
Eu me levantei e fui até a escrivaninha, e abri a gaveta para pegar uma camisinha. Eu pego e dou na mão dele.

- Quem vai usar? - pergunto temendo com a resposta, mas estava disposto a fazer o que ele quisesse.

- Você. Eu percebo que não está preparado para isso. - ele ri da minha cara. Antes de voltar pra cama, vou ate a janela para terminar de fecha-la.

Ele abriu a camisinha, e colocou em mim. Eu me deitei de barriga para cima, e ele se sentou em mim. Logo o penetrando-o, confesso que de todas as minhas transas, essa sem dúvida foi a melhor, pelo menos está sendo.

Ele fazia um movimento semelhante ao de cavalgada, ele a cada mexida delirava de prazer. Eu pego ele, e coloco deitado na cama, levanto suas pernas segurando-os com as mãos, e volto a penetração, e a cada estocada, um gemido de prazer de ambos os lados. Até que enchi a camisinha de goso e ele logo gosa também.

Me deito sobre ele, sentindo cada batida do seu coração, e ouvindo seu respirar. Podia ouvir seu respirar voltar ao normal, e sentir cada batida de seu coração, voltar ao estado normal. Ele começa a fazer cafuné em mim.

- Vamos tomar um banho? - pergunto.

- Vamos.

Não podia perder a oportunidade de levá-lo no colo até o banheiro do meu quarto. Liguei o chuveiro e ficamos abraçados, só deixando as gotas de água caírem sobre nossos corpos nus.

- Eu te amo. - digo o surpreendendo. Ele me abraça mais forte.

- Eu também te amo.

Não demoramos muito no banho, pois teríamos que jantar ainda. Emprestei uma roupa minha para ele.

Descemos e jantamos, e fomos dormir abraçadinhos.



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