História Insensível - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.370
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - IV - Doente


Fanfic / Fanfiction Insensível - Capítulo 4 - IV - Doente

Acordei, e senti um peso muito grande na minha cabeça. Parecia que ela ia explodir.
Olhei para o relógio ao lado da cama e  dei um pulo.

- Puta merda, perdi a aula- Levantei e caí novamente na cama.

Tudo estava girando. "O que está acontecendo?"

- Mãe - chamei.

Logo a porta se abre e minha irmã entra.

- Ta melhor? - pergunta ela.

- Porque a mãe não me acordo pra ir pra escola? - pergunto.

- Ela te acordo, mas você estava muito febril, ela achou melhor você não ir a aula hoje- ela fala sem um pingo de preocupação.

- Mas eu não lembro disso. - digo totalmente confuso. 

- Como não? Você ainda falou que não podia deixar o aluno novo sozinho na escola. Como é o nome dele mesmo...... É.....

- Maw? - pergunto

- isso, esse mesmo.
Paro alguns instantes e tento refletir. "Eu não me lembro nada disso, não tô muito bem, e minha cabeça está latejando. E..."

- Andy - minha irmã corta meu momento de reflexão

- O que foi? - falo irritado

- A mãe deixou o remédio pra você do lado do relógio .

- Obrigado.

Tomo o remédio e vou ao banheiro tomar um banho. Fico aproximadamente uns 25 minutos no banho, não consigo pensar em nada minha cabeça não para de latejar. É estranho pois não tomei friagem ou coisa parecido.
Saio do banheiro, visto uma cuca box branca, abro a janela e me deito. E acabo adormecendo.

Acordo umas 16:00, olho espantado pro relógio, e até o encaro pensando que possa ter quebrado. Não consumo dormir tanto assim. Geralmente minha mãe não deixa eu dormir tanto assim.
Resolvo descer para a sala. Me levanto para por um shorts e no mesmo instante caiu para a frente. Coloquei a mão no chão para evitar me machucar, mas no momento que caí a prateleira de livro despencou e fez um barulho muito grande. Minha mãe abre a porta, me vê no chão gemendo e me recuperando logo corre.

- O que houve Andy? - pergunta muito preocupada.
- Não sei ao certo, fui levantar e tudo ficou escuro e não conse.... - não pude terminar a frase, senti minha boca salivar, e não demorou muito, vomitei.
Não sei o que houve, nem pude segurar ou se quer engolir. Não havia comido nada. E o vômito era apenas água.

- Nossa- disse minha mãe totalmente horrorizada - vai por uma calça, vou te levar ao médico.

- Não!

- Que não oque, isso não é normal. Você deve estar com alguma virose.

- Não mãe. Hoje não, eu quero muito descansar.

Ouço barulho de alguém subindo as escadas. E não demora muito e o Maw aparece.

- Oi, você está melh... - ele deve ter visto meu vômito só agora.

- To bem. - Respondo

- Não, você não está bem - diz minha mãe preocupada - Vai tomar um banho, você vai ao médico, Sim!

Minha mãe encerra a conversa e saí, o Maw tenta não olhar pro meu vômito.
E eu continuo sentado no chão.

- Me ajuda a levantar? - pergunto levantando as mãos.
- Você está só de.... De.....
- Cueca? - interrompo- Pra quem já me viu pelado...

Ele fica vermelho de vergonha. Mas logo vem me levantar.
Não consigo me sustentar sozinho, e ele me segura. E pude reparar que ele é bem fortinho.

- Como você vai tomar banho se nem consegue ficar de pé? - ele pergunta, parecendo realmente estar preocupado.

- Você me ajuda? - pergunto.

- Não - ele estava bem vermelho- não acha melhor chamar sua mãe pra te dar banho?

- Você gostaria que sua mãe te desse banho? - disse e ele logo negou com a cabeça.

- Eu vou ficar de cueca, só me ajuda a ficar de pé. - disse.

Ele não estava muito confortável com a idéia. Eu não o culpo. Mal nos conhecemos e ver um outro cara tomar banho, é difícil. Mesmo ele sendo gay, ele é vergonhoso e jamais tomaria vantagem disso pra me olhar durante o banho.

-  Eu só estou te pedindo isso, porque eu confio em você. Sei que jamais se aproveitaria da minha situação para fazer algo. E nós somos amigos, né?

Abri meu coração, mas com muito medo dele não corresponder ao meu pensamento.

- Okay, vamos.

Ele colocou meu braço sobre seu pescoço, e agarrou minha cintura. Pude perceber que ele tremia, me divertia com esse nervosismo dele.

Ele me colocou embaixo do chuveiro e ligou. A água estava morna, e as gostas do chuveiro parecia que ia arrancar meu coro. Ele olhou para baixo procurando o sabonete, e viu a minha cueca marcando, eu estava com uma cueca branca que aparecia certinho meu pênis. A água começou a espirrar nele e ele não podia me soltar.

- Posso tirar a camisa para não molhar? - perguntou. 

- Claro.

Ele me pôs sentado na privada e tirou sua camisa. Naquele instante senti um formigamento, uma coisa que jamais senti antes, não sei nem como decifrar. E ele me segurou colocando novamente debaixo do chuveiro.
Mas dessa vez nossos corpos ficou um pouco colado, e não pude controlar a excitação. E minha excitação começou a tocar sua perna, tentei afastar, mas meu corpo não respondia o meu comando. Quando o tocou ele olhou, e depois me observou sem entender. Na verdade nem eu entendia.

- Desculpa.

Ele não disse nada, apenas continuou a me segurar enquanto eu me esfregava.

Ele pegou a toalha e me enrolou nela. Ficamos quietos por muito tempo. Mas eu tinha que quebrar o gelo.

- Obrigado 

- Não precisa agradecer - ele estava meio seco, como se não se importasse com o que eu digo.

- Claro que preciso - disse sem me importar com seu desdém - Se não fosse por você, minha mãe me obrigaria a deixar ela me dar banho.

- Eu te entendo não gostaria de passar por isso - ele ainda estava meio seco comigo.

Não consigo entender o por quê ele estar sendo frio comigo. Não fiz nada.

Chegamos no quarto ele me pôs na cama  e me perguntou onde estava cada coisa: cueca, calça, camisa, meia e tênis. E eu fui o instruindo.

- Isso você consegue sozinho né? E vc tem que tirar essa cueca molhada ainda.

- Acho que sim. Se quiser esperar lá fora.

Ele saiu e fecho a porta, fui tentar tirar a cueca mas eu não tinha força. Será que é porque eu não comi nada?

Eu fazia o máximo que podia mas não conseguia.

- Ta conseguindo? - disse o Maw atrás da porta.

- Entra.

Ele entrou e viu que não consegui fazer nada.
Ele ficou meio avoado, pensativo.

- Ta eu te ajudo - ele disse como se não houvesse outra opção.

- Não precisa. - disse colocando a mão sobre a mão dele, que estava vindo tirar a toalha. Ele me olhou e ficou vermelho, e logo tirou a mão - É que.... está ficando chato. 

- Como assim?

- É que.... Você não precisava me ajudar a tomar banho e agora me ajudar a me trocar, acho que mesmo nos sermos amigos, eu estou abusando um pouco da amizade.

Ele deu um sorriso tão lindo de canto da boca. Ele começou a rir e eu olhei bem sério para ele. E quando ele viu minha cara logo parou.

- Me desculpa por rir. Mas..... Você é tão fofo e.... - ele morde o canto da boca- meigo.

- Obrigado

- Vem, eu vou te ajudar.

Ele faz tudo com muita gentileza. A todo instante com o rosto virado e com os olhos fechados. Aquilo foi muito bonito da parte dele. Ele me respeitou. Se fosse o Drew tava pouco se emportando com o que eu achava daquilo. Se bem que tem algo no Maw que me chama a atenção, só que eu sou hetero. Ou pelo menos penso que sou. Pode até ser que eu seja bi. Mas nunca fiquei excitado por um cara.
O Maw além de bonito é gentil, doce e é muito vergonhoso, e isso é a verdadeira beleza dele. A inocência.

- Pronto!- disse ele. Eu o abracei em forma de agradecimento, e senti o rosto dele queimando. Ou será que foi a minha? - quer que eu chame sua mãe.
- Quero sim. Obrigado.

Ele chamou ela. E ela já estava pronta. Só estava pondo os brincos.

- Vamos?

- Tá, mas e o vômito?

- Sua irmã limpa.



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