História Inseparáveis - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Brigas, Gay, Intrigas, Paixão, Romance, Traição, Yaoi
Exibições 29
Palavras 1.138
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi amores desculpa a demora de novo, só que eu to com problemas com a minha internet então...
Esse da capa é o Bruno...
Boa leitura, beijos...

Capítulo 5 - Capítulo cinco


Fanfic / Fanfiction Inseparáveis - Capítulo 5 - Capítulo cinco

P. O. V Théo


Depois daquela despedida até dramática demais ao meu ver o vôo até que foi bem tranquilo, e quando eu me dei conta já estava numa pequena e pacata cidadezinha que eu nem sei o nome.
Durante algum tempo meu pai tentou conversar comigo mas eu nem me importei e acabamos os dois calados dentro de um táxi olhando pela janela.
Eu não sabia direito onde iria dormir meu pai só me disse que iríamos para um hotel bem famoso na cidade.
Quando chegamos eu vi que o hotel era bem bonito por dentro, fomos para nosso quarto o mesmo era bem grande e luxuoso.

Como chegamos um pouco tarde, eu enrolei um pouco assistindo um programa qualquer na televisão enquanto meu pai resolvia alguma coisa do trabalho, não conversamos muito até agora, eu sabia o motivo dessa viagem mas não eu não ia facilitar nenhum pouco para melhorar nossa relação.

Despois de um tempo entediado de assistir porcarias eu resolvo ir para cama, me deito e começo a olhar para o teto pensando:

"O que o Maicon deve estar fazendo agora ?"

E adormeço logo em seguida.


  P. O. V Maicon

Depois que sai do aeroporto a mãe de Théo me deixou em casa, me despedi delas e entrei, minha mãe ainda estava no trabalho pois é   uma médica conhecida e faz muitos plantões, resolvi dormir um pouco mais cedo pois estava muito cansado, esquentei o jantar que minha mãe havia preparado e comi, depois de alguns minutos terminei a refeição e fui tomar um banho rápido, quando terminei fui direto pra cama, fiquei olhando para o teto por alguns minutos fechei os olhos e disse:

-Boa noite Théo!

E logo adormeci.

     P. O. V Théo 

      {No dia seguinte }

Acordo com a luz do sol batendo no meu rosto, fecho os olhos por um segundo tentando lembrar onde estou e algumas lembranças de ontem vem na minha mente, levanto e me espreguiço, vou andando devagar até a mesa onde meu pai está lendo jornal e bebendo café.

-Bom dia pai-falo um pouco desanimado

-Bom dia Théo, o café tá na mesa

-Ok

-Ah Théo eu tenho que resolver algumas coisas do trabalho mas podemos jantar em um restaurante mais tarde o que você acha?

-Sim, tudo bem essa tarde vou dar um passeio pela cidade- falo comendo um pouco- Comprar algumas coisas

-Tudo bem só se cuida tá?

-Sim senhor!


          {Horas depois }

Me arrumo, pego as chaves e algum dinheiro e saiu do hotel, a recepcionista sorri pra mim mas eu simplesmente ignoro, vejo uma lojinha lá perto e entro, não tinha ninguém só os funcionários que assim que eu entrei olharam pra mim empolgados, vasculhei algumas prateleiras e comprei alguns salgados, doces e sai da loja percebendo uma movimentação mas a frente da rua, vou em direção a galera e vejo que todos eles estavam indo para um parque, me empolguei um pouco e resolvi ir também.

Fui na direção daquele parque que era mais bonito de perto, tinha verde para tudo que era lado várias pessoas conversando e brincando animadas, resolvo achar um lugar pra sentar e comer minhas besteiras em paz, olho para todos os lados e todos estavam ocupados sem nenhum espacinho para eu sentar (quando eu disse" parque cheio de pessoas " era muito cheio mesmo), mas de repente eu percebi que tinha um lugar, era debaixo de uma árvore verde grande e muito bonita, tinha um garoto loiro sentado também debaixo dela ele parecia estar no mundo da lua com seus fones de ouvido, ele me chamou a atenção porque era um loiro muito bonito, tinha olhos claros, era um pouco mais alto que eu e aparentava ser mais velho do que eu, mas ele parecia... sozinho, enquanto todos sorriam e conversavam muito alto ele continuava lá olhando o nada, fiquei o observando por um tempo até que as compras no meu braço começaram a pesar e eu fui na direção dele pra me sentar, estava chegando perto dele sem o mesmo me notar até que sinto uma dor no pé e uma sensação de tropeço, fecho os olhos preparado para a queda mas ela não veio, sinto mãos ao redor da minha cintura, abro os olhos bem devagar e vejo aqueles olhos claros me fitando, paraliso por alguns segundos tentando entender o que aconteceu, depois que saiu do meu" transe" coro intensamente e me levanto rápido, olho para o chão e vejo que tinha tropeçado numa pedra" que desastrado que eu sou" pensei.

-Desculpa- falo ainda fitando o chão

-Que nada acidentes acontecem- fala rindo- Sou Bruno!

-Sou Théo

-Prazer em conhecê-lo- fala me cumprimentando

-Se não for muito intromissão eu posso te perguntar porque esta sozinho? - pergunto sentando ao seu lado

-Sim, é porque eu briguei com meus amigos- fala um pouco triste

-Porque?

-Eu vou me mudar porque meu pai morreu a mais ou menos 1 ano e minha mãe tá com dificuldades pra arranjar trabalho, então eu vou pra cidade grande pra trabalhar na lanchonete do meu tio pra ajudar minha mãe, mas meus amigos não entendem isso e acham que é bobeira minha e pararam de falar comigo.

-Nossa que idiotas- falo abrindo um pacote de doce, ofereço mas o mesmo recusa

-Eu não consigo entender depois de tantos anos de amizade eles ainda não compreendem o meu lado

-Acho que eles não querem que você vá embora- falo a coisa mais óbvia do mundo

-Eu também não quero me separar deles mas eu preciso- fala triste

-Entendo e sinto muito por você

-Você parece um cara legal é novo por aqui?

-Na verdade eu to aqui a passeio

-Então eu posso te apresentar a cidade, mas vai ter que ficar pra amanhã porque agora eu vou ter que ir embora... então amanhã você me encontra aqui a essa hora? - perguntou apreensivo

-Pode ser... então tchau- falo e o mesmo me abraça e deposita um beijo na minha bochecha me deixando corado e fala um "até mais" e vai andando.

Depois de alguns minutos eu fiquei admirando o por do sol entre as árvores com alguns pensamentos vagos, assim que aquela visão do sol indo embora acaba me levanto limpando a terra do meu corpo e saiu em direção ao meu prédio, no caminho me pego ansioso para ver aquele garoto de novo.

Confesso que fiquei com um certo frio na barriga.


Notas Finais


Essa semana tem mais capítulos amores


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