História Inside Beast - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias The GazettE
Personagens Aoi, Kai, Reita, Ruki, Uruha
Tags Reituki
Visualizações 15
Palavras 2.706
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiii...

Eu sabia que pelo menos uma das minhas fics tinha pelo menos um capítulo pronto...

E...quanto as outras só Deus sabe quando vão sair...

Agradeço as pessoas que vem favoritando Inside e as outras...

Capítulo 3 - Declarações


Fanfic / Fanfiction Inside Beast - Capítulo 3 - Declarações

Desde o dia que foi contratado até aquele dia haviam se passado 3 anos que Takanori estava trabalhando com Shiroyama. Ele chegou em casa tarde na noite anterior e estava dormindo quando seu telefone começou a tocar, Takanori pegou o celular atendendo antes que chamasse pela segunda vez

-Sim Chefe.

“Taka sou eu.”

-A-Akira?

Takanori se sentou na cama enquanto ouvia a voz do loiro do outro lado da linha

“O chefe pediu pra te avisar que quer todo mundo disponível hoje”

-Sim, obrigado por avisar.

Akira desligou e Takanori voltou a deitar na cama, mas dessa vez pensando na voz do loiro que havia acabado de ligar, com isso ele acabou dormindo e só acordou quando seu telefone tocou mais uma vez.

-Sim chefe.

“Takanori pare de correr atrás do Akira e venha aqui agora”

-Ha-hai, estou indo agora mesmo chefe.

Takanori se vestiu depressa e entrou no elevador indo até o apartamento de Shiroyama, assim que entrou o moreno lhe explicou qual seria sua nova função a partir daquele momento “Ser o acompanhante de Kouyou” o amor da vida de seu chefe, Takanori entendia a preocupação de Yuu, se ele pudesse também colocaria Akira sob proteção diariamente, e se sentiu honrado por ter sido escolhido para essa função tão importante.

Foi para casa se preparando para o dia seguinte, pois teria que estar lá bem cedo, ao entrar no apartamento tirou a roupa e foi em direção ao chuveiro tomar um banho para dormir novamente, ao entrar no quarto pegou o celular programando para despertar ás seis da manhã e se jogou na cama sem se vestir e dormiu.

No dia seguinte ele acordou tomou banho, escovou os dentes, se vestiu, arrumou o cabelo, ele queria estar apresentável e saiu indo mais uma vez no apartamento de Yuu. Ao chegar lá entrou e Shiroyama lhe passou mais algumas instruções, depois de um tempo foi até o quarto de Kou e bateu na porta, assim que o loiro abriu ele entendeu por que Shiroyama era tão obcecado por ele, de fato ele era muito bonito.

-Ohayou Kouyou-sama, me chamo Takanori, Matsumoto Takanori, sou seu acompanhante a partir de agora, muito prazer.

Ele parecia não estar se sentindo bem e Takanori perguntou.

-Kouyou-sama o senhor está bem?

Kouyou permitiu que ele entrasse e então eles começaram a conversar, Kouyou pediu o café e um jornal e Takanori atendeu ao pedido, Kouyou pediu para que Takanori tomasse café com ele o que levou o baixinho as lagrimas desde que se entendia por gente as únicas vezes que alguém tomou café da manhã com ele era quando sua mãe ainda era viva, assim que pegou o jornal Kouyou começou a ler o horoscopo do baixinho.

-Taka, qual o seu signo?

-E-eu não sei, quero dizer eu nunca me importei muito com isso então eu não sei.

-Em que dia você nasceu?

-Primeiro de fevereiro.

-Vamos ver.

Kouyou começou a ler e Takanori sentia como se aquilo estivesse sendo direcionado a ele especificamente e foi ficando cada vez mais constrangido, fazendo com que Kouyou perguntasse de quem ele estava gostando. Takanori não disse o nome, mas Kouyou percebeu assim que certa pessoa chegou no apartamento.

-Takanori você está aí?

-Estou.

O baixinho foi até a porta e a abriu

-O chefe mandou avisar que quer conversar com ele quando chegar.

-Você sabe sobre o que?

-Sem perguntas Takanori.

-S-sim, me desculpe.

Akira virou as costas e saiu deixando os dois ali.

-É ele?

-É sim senhor.

-Eu duvido que ele não saiba mesmo sobre seus sentimentos

-Po-por que diz isso senhor?

-Desculpa Taka, mas você é transparente demais, acho que você deveria tentar ser ou mais discreto se não quiser que ele saiba ou você deveria se declarar de uma vez. Se quiser eu te ajudo com isso?

-O-o senhor faria isso por mim?

-Claro que sim Taka. Seremos amigos a partir de hoje então pode contar comigo para o que precisar.

-Obrigado senhor.

-Não por isso. Agora me diga, por que Akira veio aqui.

-Ah sim, ele disse que o Chefe está voltando e que quer conversar com o senhor.

-Conversar? Ele disse sobre o que?

-Não senhor.

-Está certo, o jeito é esperar.

Kouyou se sentou e voltou a ler o jornal enquanto Takanori ficava suspirando ao lembrar-se de como Akira estava bonito aquele dia. Assim que Shiroyama chegou ele foi dispensado e foi para casa.

Assim que entrou no apartamento recebeu uma mensagem.

“Ainda está com Kou?”

“Não, estou em casa.”

“Como foi seu dia?”

Essa ultima mensagem fez o coração de Takanori palpitar, como todas as outras vezes que ele fazia a mesma pergunta.

“Foi bom, e o seu?”

“Agitado”

Ficaram trocando mensagens por mais um tempo até que Takanori disse que ia dormir. No dia seguinte Shiroyama lhe mandou uma mensagem que fez com que o dia do baixinho fosse o mais feliz da vida dele. Ele iria às compras, não que ele fosse comprar algo para ele, ele iria acompanhando Kouyou e Akira ia junto. Takanori se levantou mais disposto e se arrumou indo até o apartamento de Shiroyama, foi em direção ao quarto e bateu na porta, assim que Kouyou abriu a porta ele disse:

-Bom dia, Uruha-san.

-Bom dia Taka, quantas horas?

-São 8:00 horas senhor.

-8:00 horas? O que te deu para acordar tão cedo assim? Caiu da cama?

Takanori ficou constrangido, de fato era muito cedo e ele parecia ter ficado com raiva, mas não era fácil se controlar quando se tratava de ir às compras, e era ainda mais difícil quando ele sabia que teria em mãos um cartão sem limites.

-Me desculpe senhor, mas o Chefe disse que tínhamos que ir as compras hoje e que deveríamos estar de volta antes do almoço então eu pensei...

Kouyou começou a rir e Takanori ficou confuso.

-O- o senhor não está com raiva?

-Eu? Com raiva? Digamos que sim, mas com certeza não é de você Taka.

-Obrigado senhor.

-Bem então vou começar a me arrumar e nós vamos.

-Espere senhor.

-O que foi Taka?

-Senhor, o seu jornal.

-Ah sim, obrigado Taka, pode deixar em cima da mesa, por favor, eu vou ler quando voltarmos.

-O senhor gosta de ler Uruha-san?

-Sim Taka, eu gosto muito. E você? Não gosta de ler?

-Nem sempre temos tempo senhor, o Chefe apesar de ser um dos mais tranquilos em vista dos chefes das outras famílias não nos dá muito tempo de folga, mas sempre quando eu posso eu leio.

-Me fale mais sobre esses membros dessas famílias Taka, por favor?

-Senhor?

-Bom, se eu preciso ir nessa maldita reunião, eu não posso deixar o Chefe passar vergonha por ser um completo ignorante não é?

-Mas senhor, o Chefe não gosta que a gente fale das outras famílias.

-Não se preocupe Taka, qualquer coisa eu me entendo depois com o Shiroyama, eu só quero saber mais dessas famílias por que já que vou entrar em um viveiro de cobras eu preciso pelo menos saber que tipo de gente eu estarei encontrando nesse inferno.

Takanori abaixou a cabeça e disse baixinho

-É bem isso mesmo.

Kouyou parecia não ter ouvido e enquanto se trocava Takanori foi contando para ele tudo sobre as famílias, assim que saíram pela porta Takanori parou de falar. Não era permitido falar com ninguém absolutamente nada sobre as famílias, nem mesmo sobre a família a qual fazia parte.

Takanori explicou isso para ele e ambos foram em direção a garagem, Akira já estava lá escorado no carro e Takanori suspirou indo até ele.

-Bom dia Chibi

-Bo-bom dia Akira

-Vocês já estão prontos pelo que vejo, então vamos logo.

Kouyou perguntou

-Vamos onde?

Mas Akira o ignorou, Shiroyama havia dado a ordem de que não era para Kouyou falar com ninguém que não fosse Takanori e para Akira isso não seria difícil.

-Chibi, o Chefe disse que eu tenho que ir com vocês caso contrário você vai exceder até mesmo o limite do cartão dele.

-Ma-mas o cartão do Chefe não tem limites Akira.

-Exatamente, vamos logo então.

-Onde vamos Chibi?

-Senhor, o senhor gostaria de ir a algum lugar?

-Taka, soube que tem um shopping que abriu mês passado, ainda não tive tempo de ir lá, mas soube que tem roupas incríveis.

Takanori encarou Akira e perguntou

-Ah sim, você sabe qual não sabe Akira?

-Sim, eu sei Chibi.

Assim que se virou de frente no banco do passageiro Takanori apertava o estofado do banco nervoso pelo fato de estar com Akira tão perto de si e também pelo fato de Kouyou querer ir justamente ao shopping do Kai.

Takanori não gostava dele por causa da insistência dele de tirar Akira da família Shiroyama e levá-lo para a sua, mas Akira era extremamente fiel ao seu chefe e nada o faria sair da família, pelo menos era essa a vontade de Takanori.

Durante o caminho Akira esbarrava acidentalmente em sua coxa e Takanori ficava cada vez mais vermelho com isso. Depois de um tempo eles chegaram ao shopping e Takanori foi com Kouyou até uma das lojas, Akira veio em seguida logo depois de ameaçar o rapaz do estacionamento, assim que entraram na loja Takanori passou a atacar as araras.

-Acho que essa blusa combina com essa calça... Ah mas essa calça também daria certo com aquela blusa, que daria certo com essa outra calça aqui e...

-Chibi, se controla.

Takanori arrepiou com a aproximação de Akira e sentiu seu corpo se aquecer de cima a baixo quando ele sentiu os lábios dele encostarem-se à sua orelha, na mesma hora ele se desculpou e Kouyou e Akira riram da expressão que ele fez. Kouyou entrou no provador carregando algumas peças de roupa e disse:

-Taka, por favor, você pode me ajudar aqui?

-“Por favor”? Você vai acabar ficando mal acostumado desse jeito Chibi.

Takanori ficou envergonhado por Akira ter dito aquilo e Kouyou repetiu

-Taka, por favor.

-Sim senhor, eu estou indo.

Assim que entrou no provador Kouyou separou umas peças de roupa forçando-o a vesti-las e dizendo que ia buscar algumas coisas, Takanori ficou apreensivo, pois Akira já não estava na loja naquele momento e ele não sabia se poderia confiar nele até que Kouyou garantiu que não iria fugir, estranhamente Takashima Kouyou transmitia confiança quando dizia as coisas e Takanori obedeceu, ao entrar novamente no provador Kouyou trazia consigo maquiagens e algumas joias e começou a maquiar o baixinho.

-Se-senhor não faça isso.

-Fique quieto Takanori, eu sei o que estou fazendo.

Disse dando um tapa na mão dele.

-Agora sossegue e me deixe terminar. Você vai me agradecer por isso.

Assim que ouviram que Akira já tinha voltado Kouyou fez com que Takanori saísse do provador e a reação de Akira era a que ele menos esperava

-Chi-chibi? É você mesmo?

-Hai.

-Você está tão gost...lindo, você está lindo.

-Obrigado Reita.

Takanori abaixou o rosto envergonhado, mas não cabia em si de felicidade, Akira o achava atraente e quase disse que ele estava gostoso.

“Kouyou-sama obrigado”

Saíram daquela loja com Akira carregando as sacolas e ao entrarem em outra se surpreenderam ao encontrar Kai ali.

-Vamos senhor, nós voltamos nessa loja depois.

-Reeeeiiiii-chan

-Senhor Tanabe.

-Sem essa de Senhor Rei-chan, somos uma família.

-Não senhor eu faço parte da família Shiroyama.

-Claro, eu me esqueci. Você é o “cão fiel” do Yuu.

Ele parou de frente para Takanori que se arrepiou ao ver os olhares dele sobre si.

- O que me leva a pergunta “é só por causa do Yuu mesmo que você ainda não veio fazer parte da minha”?

Kouyou se aproximou de Takanori e perguntou

-Quem é esse Taka?

-É o Tanabe-san, é para a apresentação dele como Chefe da família Tanabe que iremos para essa reunião senhor.

-Senhor? Não me diga que esse é...

-Tanabe-san, podemos conversar lá fora, por favor?

Akira interrompeu a frase de Kai e ambos saíram da loja, ao chegarem lá fora ele perguntou.

-O que o senhor está fazendo aqui?

-Oras esse shopping é meu não é? Desde quando preciso dar satisfações a você?

-Tanabe-san...

-Yuu sabe que estão aqui?

A pergunta de Kai era quase como uma ameaça e Akira entendeu que seria melhor irem logo embora. Takanori saiu da loja puxando Kou pelas mãos e trocou olhares com Akira que ainda continuava do lado de fora da loja com Kai. Passaram apenas alguns minutos quando Akira voltou

-Precisamos voltar.

-Vamos senhor precisamos voltar agora.

-Está acontecendo alguma coisa Taka?

-Não senhor, nada por que a pergunta?

-Você e Akira estão estranhos desde que encontramos aquele tal de Tanuki.

-É “Tanabe” senhor, e nós não estamos estranhos não, mas, por favor, vamos agora?

-Está sim acontecendo alguma coisa e acho bom você me explicar.

-Sim senhor, eu explico quando estivermos em casa.

Até o momento em que estivessem dentro do carro Takanori não conseguiria ficar mais calmo e Akira também estava nitidamente nervoso, até que de repente Takanori ouviu Kouyou rindo e perguntou.

-Do que está rindo senhor?

-Só um pensamento que me ocorreu agora?

-Posso saber que pensamento senhor?

-Nada importante Taka, não se preocupe.

Takanori ficou ainda mais confuso, mas não insistiu, quase deu um pulo ao ouvir Akira praticamente gritar.

-Takanori venha logo.

Akira só o chamava pelo nome quando estava nervoso, na maioria das vezes ele o chamava de Chibi ou Ruki, ouvir ele o chamar pelo nome quase levou Takanori as lágrimas e assim que ele entrou no carro Akira se desculpou.

-Me desculpe Chibi, você me entende não é?

Ele estava quase chorando e apenas assentiu.  E Akira ligou o carro e voltaram para o apartamento de Shiroyama.

Assim que entraram no apartamento de Shiroyama ele já estava lá, visivelmente irritado com alguma coisa e chamou Takanori para conversar, levaram um tempo dentro daquele quarto até que o baixinho saiu chamando Akira, assim que ele entrou Yuu se trancou por um tempo anda maior com ele e ao terminarem de conversar ambos já haviam sido dispensados aquele dia.

Ao saírem do apartamento Akira falou.

-Chibi, posso conversar com você?

-C-claro Akira.

Takanori se aproximou dele e Akira disse:

-Aqui não, podemos ir para o seu apartamento?

Takanori ficou constrangido, mas concordou estava aliviado por ter arrumado o apartamento no dia anterior.

Ao chegarem Takanori colocou as sacolas sobre a mesa de centro enquanto Akira fechava a porta atrás de si trancando-a em seguida. Takanori se assustou com o barulho das chaves e encarou Akira que vinha em sua direção, passando o polegar pelo lábio inferior deixando Takanori apavorado.

-Sabe Chibi, eu até poderia ter me controlado por mais tempo, mas te ver nessas roupas... Nossa.

Takanori abaixou o rosto e Akira se aproximou segurando em seu queixo o levantando lentamente.

-Quer saber por que você trabalha com o Yuu Taka?

-N-não.

-Se quiser eu te conto.

-A-acho me-melhor não A-Akira.

-Tem certeza Chibi?

Takanori sacudiu a cabeça afirmando e Akira soltou o seu rosto, ao fazer isso Takanori abaixou novamente o rosto e ouviu Akira o chamando.

-Takanori olhe pra mim.

Com certa dificuldade o baixinho obedeceu e Akira viu que ele estava chorando, ele envolveu o menor em um abraço e passou a afagar seus cabelos.

-Me desculpe Chibi, eu estava com medo.

-Kouyou-sama estava bem Akira, ele estava comigo.

-Não estava com medo pelo Kouyou, a única pessoa que eu confio mais do que em mim mesmo é em você pequeno.

Takanori levantou os olhos e encarou Akira perguntando

-Estava com medo por que então?

-Tive medo por você

Após dizer isso Akira o beijou e Takanori quase desmaiou, ele não conseguia acreditar que finalmente isso estava acontecendo. Desde o beijo no elevador alguns anos atrás Akira era inalcançável no ponto de vista de Takanori e isso o fazia deseja-lo cada vez mais, até o dia que se viu perdidamente apaixonado por ele, e tê-lo daquele jeito dizendo que temia por ele enquanto o beijava era como um sonho, e se fosse isso ele não faria questão alguma de acordar.

Ao se afastarem depois do beijo Akira disse às palavras que Takanori sempre quis ouvir

-Chibi, quer namorar comigo?

Takanori sorriu e apertou ainda mais Akira em seus braços.

-É o que eu mais quero Akira. 


Notas Finais


Psy...Espero que goste amiga...o próximo não tenho previsão de quando vou postar...

Pessoal se tiver algum erro por favor relevem...

Esse é o link de Imperador, minha fic com a Maatsu...Para quem ainda não a conhece...
https://spiritfanfics.com/historia/o-imperador-10296635


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...