História Instituto W - Capítulo 1


Escrita por: ~

Visualizações 89
Palavras 1.706
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Bem-vindos ao Universo W.
O Instituto W foi totalmente criado por mim, assim como as demais coisas que se encontrarão nesta fanfics. Muitos devem me conhecer por causa de O Filho do Presidente ou Mayday e então, espero que aceitem Instituto W que é como as outras duas, com o shipp Markson. Criei com total amor e carinho e é uma das coisas mais originais que já escrevi. Lembrando que uma parte do enredo foi baseado em Uma noite de crime. Espero que gostem!!!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Instituto W - Capítulo 1 - Prólogo

21 de janeiro de 2023 às 17:24.

Prisão de Hong Kong, China...

Mark Tuan encarava as paredes sujas e cobertas de poeiras que estavam ficando amareladas enquanto se sentava sobre o chão frio, com alguns raios solares que vazavam das nuvens que cobriam todo o azul do céu, entrando pela minúscula janela retangular a alguns metros acima de sua cabeça, na parede.

O cheiro de mofo parecia sair das instalações precárias do local e da beliche, encostada à parede cimentada. Ela continha uma extensa e fina espuma por debaixo do lençol neutro. Um dos motivos do jovem de dezessete anos não dormir ali desde que chegou à prisão, era que tinha plena certeza, que era infestada de insetos nojentos. E com certeza, não arriscaria.

Encarou os pés descalços que além deles, havia uma porta de metal de chapa lisa com uma pequena "janela" quadrada de quatro barras que através delas, podia ver guardas circularem de um lado para o outro.

Estava isolado dos demais detentos.

Havia tido uma crise de fúria no horário em que ficavam no pátio ao ar livre, trabalhando arduamente. E um dos motivos de ter tido, era que não aguentava mais aquela rotina que acabava com o seu sistema psicológico, que parecia ficar mais sensível, perdendo aos poucos, a sua sanidade.

Ele não tinha amizades naquele lugar, apenas inimigos que pareciam o odiar a cada amanhecer em que eram obrigados a olhar em sua cara. E depois do que acontecera mais cedo, com certeza queriam matá-lo. O que um fazia de errado, todos pagavam. E com certeza, o seu ato — tinha matado um dos guardas que tinha ido segurá-lo, para o controlar com uma caneta que estava no bolso alheio frontal da calça, a enfiando em sua garganta — fez com que pagassem severas punições.

Se levantou, usando a parede atrás de si como apoio, sentindo cada junta e ligamento gritarem com a fadiga. Ouviu um barulho de porta ser destrancada, levando sua atenção de forma ligeira à da cela de isolamento. Teve a visão de um guarda magro e alto, que segurava um chicote em uma das mãos abaixadas ao lado do próprio corpo e algemas na outra que também continha um molho de chaves.

Ele adentrou no cubículo, dando passos precisos e pesados em sua direção. Para evitar brutalidades, o Tuan se virou, ficando de costas para o homem com as ambas mãos para trás. Foi algemado e empurrado para o corredor que estava vazio, tendo-os apenas por ali. Passavam por celas que revelavam homens de rostos tristonhos, totalmente deprimidos. A grande maioria, velhos, gordos e sujos. Suas barbas mal feitas, cabelos bagunçados e sobrancelhas cheias, parecendo taturanas.

Recebia olhares de alguns totalmente maldosos, como se o próprio diabo estivesse em seus corpos. Não seria novidade o diabo atormentar o adolescente. Abriu um sorriso falso enquanto passava pelo corredor para eles, que mudavam suas expressões para raivosas e começavam a soltar palavrões, ofensas e ameaças para amedrontá-lo, o que era totalmente em vão.

Não se sentia intimidado e tampouco, com medo.

Andava seguindo os passos do guarda que o segurava e que o guiava pelo braço, apertando-o de modo que fazia os pelos do chinês se arrepiarem de raiva, qual tentava controlar ao máximo para não ter outro surto e ser colocado de volta no maldito isolamento depois de boas chicotadas. E foi então, que se viu no corredor da sala do chefe de segurança e passar pela porta da mesma.

Avistou o cara que comandava tudo ali, de pé e de costas para si, próximo a janela que dava toda a visão do pátio na parte debaixo e ao céu que mostra o sol se pôr lentamente na linha do horizonte. Ele trajava seu típico terno de linha, azul marinho. Seu cabelo negro estava ridiculamente bem arrumado e penteado para trás, fazendo Mark rolar os olhos diante de tanta formalidade que exalava.

— Pode soltá-lo. — Uma voz feminina ecoou do outro lado da sala.

Tuan virou a cabeça em direção, dando de cara com os olhos totalmente pretos e intensos que o olhavam fixamente. E que por um momento, desceram por seu corpo, analisando-o de cima a baixo e baixo a cima de forma bem atenta.

A mulher continha cabelos escuros que batiam na altura de seus seios, de pontas onduladas. Sua sobrancelha era longa e fina, levemente arqueada e bem feita. Seus lábios que eram cintilados por um batom vermelho, eram finos e pouco cheios. Ela não parecia ser chinesa ou até mesmo, asiática. E sim, americana.

Vestia uma blusa social branca com os dois primeiros botões abertos e por cima, um blazer comprido de bico de coloração beje. Uma calça de bandagem flare modelava — mesma cor de seu agasalho — e realçava todas as suas curvas possíveis, o que claro, não o impressionou nenhum um pouco.

Sentiu-o o seu braço ser solto pelo guarda que o apertava tanto, ao ponto de tê-lo deixado as marcas de seus dedos que eram visíveis por não estar usando blusa de mangas longas e sim, a de mangas curtas alaranjada de ofuscar os olhos de tão extravagante que era.

O homem se retirou, deixando só com os outros dois que o olharam por um tempo como se esperassem alguma reação. A de sexo feminino passou a andar em sua direção em cima de seus saltos altos que estalavam contra o chão coberto de pisos.

Ela desviou indo à mesa e se sentando atrás da mesma com a coluna reta. Fez sinal para que o chinês se sentasse em uma das cadeiras vazias em frente e assim fez, completamente silencioso e sem hesitar.

— Mark Tuan, um dos maiores gângsteres da Ásia que matou chefe o de uma das quadrilhas americanas mais procuradas do mundo. — Falou olhando-o impressionada. — Preso apenas uma vez por homícidio, conseguindo escapar de uma das piores prisões da Europa. — Ele arqueou uma das sobrancelhas querendo saber até onde a mulher queria chegar com aquilo tudo enquanto se afundava no assento fofo em que estava, ficando totalmente jogado. — Valendo ressaltar que assaltou o banco de Portugal, roubando cinco milhões de euro que nunca mais foram achados. — Mark não pode deixar de sorrir de forma mínima, feliz consigo mesmo e com a sua esperteza. — Como se sente sabendo que foi capaz e é capaz de muitas coisas? — Indagou-o diretamente, abaixando o olhar para uma das gavetas, puxando-a e de lá, retirando uma pasta de fichas dos detentos e começando a procurar a do adolescente que riu com escárnio.

— Onde quer chegar com toda essa análise criminal? — Respondeu a pergunta com outra. — Que tal ir direto ao ponto? O que vocês querem? — Ao colocar a palavra no plural, olhou para o Chefe de Segurança que agora estava parado ao lado daquela que ainda não sabia o nome e para a mesma, que ergueu a cabeça novamente para olhá-lo.

— Bem direto. — Ela riu. — Ok. Vamos ao ponto, já que é isso o que quer. — Deu de ombros, encostando as costas no apoio da poltrona em que se encontrava. — Eu faço parte da Organização de Combate ao Crime. Anualmente, fazemos uma seleção em prisões em um país de cada continente. E este ano, a sua foi a escolhida da Ásia para levarmos uma quantidade de razoável de detentos para um de nossos Institutos nos Estados Unidos que foram criados com o objetivo de tornar criminosos em pessoas que façam parte de algum órgão da segurança, e que de certa forma, possam contribuir em vários países pelo mundo. — Puxou fôlego para dar continuidade. — No momento, estamos focados em tornar vocês em policiais, investigadores criminais ou em soldados. — Ela passou a língua pelos lábios entreabertos, encarando-o.

Um silêncio se instalou, como se estivessem esperando ele se pronunciar sobre. A única reação que teve foi levantar uma das sobrancelhas, mostrando que estava mega interessado no assunto para não dizer ao contrário.

A mulher estava começando a se irritar.

— Então, é o seguinte. Você pode assinar este papel... — Puxou-o de uma das pastas sobre a mesa e a colocou sobre o tampo, à frente do rapaz que apenas passou o olhar, desinteressado. — Concordando em aceitar em ir para o Instituto ou pode passar o resto de sua vida nesse lugar. — Ela cruzou os braços, com as lábios reprimidos. — Você que escolhe, Tuan. — Pegou uma caneta e estendeu em sua direção com uma das sobrancelhas erguidas e um sorriso, um tanto forçado.

Ele alternava o olhar na caneta e à ela que parecia não perder as esperanças de que ele aceitasse a "proposta".

— E a minha família? — Indagou depois de um tempo em silêncio.

Uma risada debochada vinda do Chefe de Segurança fez-o levar sua atenção à ele, sério.

— E desde quando você ainda se importa com a sua família? — Sua voz soou indiferente. — Não sabia que marginais tinham sentimentos.

O Tuan passou o osso da dobra de seu indicador em seu nariz irritado, de leve e abriu um sorriso forçado.

— Acredite, nós temos mais sentimentos que pessoas como você que contribui e ajuda um governo a roubar uma população, deixando pessoas sem comida e matando uma porcentagem dela de fome. Deixando crianças sem estudarem e pessoas sem trabalharem. — Deu uma piscada para o homem que agora tinha uma expressão furiosa, parecendo que ia saltar no pescoço do asiático que voltou a sua atenção a mulher que tinha uma cara de surpresa pela sua atitude e ainda a caneta erguida.

— Nós os avisaremos. — Assegurou-o confiante. — Você terá direito a visitas nos finais de semana. — Seu braço estava começando a ficar dormente, porém não iria desistir.

Mark após ter assimilado tudo, pegou a caneta e assinou as duas linhas pontilhadas sem ao menos ter lido a espécie de contrato. A pôs sobre o tampo e empurrou o papel para trás, qual a única presença feminina recolheu em menos de segundos.

— Os assuntos do seu passaporte já foram resolvidos. — Ela falou se levantando e recolhendo sua bolsa em que estava um canto da mesa. — Então, partiremos hoje mesmo.


Notas Finais


O que acharam? Me digam nos comentários, deem fav e ajudem a divulgar! Obrigada pelo carinho e até mais. (:


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...