História Instructions Not Included - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bluemoon_3, Instructions Not Included, Jikook, Jimin Gostosão, Jimin!bottom, Jinwoo Fufura, Jk!top, Jungkook Papi, Kookmin
Visualizações 1.646
Palavras 5.610
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


QUE BELO DIA PRA SER ARMY N É MESMO? quem não gosta de sofrer por aqueles menino :')
ai, tanta teoria, q minha cabeça já vai explodir~~T-T

me perdoem pela demora, florzinhas. Eu tive q sair com meus pais... e acabei voltando tarde.
EU N CONSEGUI REVISAR DIREITO A SEGUNDA PARTE DO CAPÍTULO, MAS EU ACERTO ISSO AMANHÃ DE MANHÃ! me perdoem por qualquer erro, inton~

Bom, lhes deixo, com esse capítulo, e falo com vocês melhor lá embaixo!~

Boa Leitua~

Capítulo 13 - Capítulo Onze - Jinwoo não quer estar sozinho


Fanfic / Fanfiction Instructions Not Included - Capítulo 13 - Capítulo Onze - Jinwoo não quer estar sozinho

.capítulo onze -
;jinwoo não quer estar sozinho

 

Jungkook definitivamente odiava receber ligações da escola, solicitando a sua presença; agora, talvez mais ainda.

Uma semana se passou voando, desde o primeiro dia de aula do Woo, e os seus pais, bobos como eram, faltaram soltar rojões, quando o filho voltou para casa com a notícia de que havia feito um amiguinho. Jungkook se sentia tão aliviado, e agradecido que tudo estava bem com seu bebê. O que Jimin e Jungkook mais queriam era que Jinwoo fosse um pouquinho mais confiante, e que fizesse amigos. A notícia de que o filho tinha conseguido, era mais do que magnífica. Não iriam mentir que se sentiram dois bobões celebrando o amigo de Jinwoo com uma ida à sorveteria, e uma guerra de cócegas. Jinwoo também estava tão feliz, pois adorava brincar com seus papais, eles eram sempre tão divertidos. Jungkook não podia se esquecer de orar e agradecer aos céus, mais tarde. Porém, aquela felicidade lhe pareceu tão distante na hora recebeu uma ligação da secretaria da escola do Jinwoo. Por alguma razão, uma tal de senhora Oh, queria conversar consigo e Jimin, no seu escritório, ainda hoje. Jungkook, como o pai preocupado que era, não demorou a buscar Jimin na academia de dança que o loiro estava agora trabalhando durante a manhã e às vezes tarde, e acelerar até a escolinha do filho.

Jimin parecia tão tenso quanto si, com a falta de informação dada pela escola, no banco do passageiro. Os dois queriam saber o porquê da ligação, e a sua preocupação não podia ser controlada, tanto como a sua imaginação. Milhares de possíveis cenários relacionados à ligação passavam por suas mentes, todos eles tendo finais negativos. Jimin sabia que ele deveria ser mais otimista, e que deveria manter em mente que tudo poderia ser apenas uma pequena reunião, solicitada pela falta de algum documento de Jinwoo. Mas, por que requisitaram a presença dos dois?

Já Jungkook, mesmo que dominado por suas costumeiras paranoias, por alguma razão se sentiu um pouco aliviado ao se lembrar que independente da razão que a escola o contatou, ele não teria que enfrentá-la sozinho, dessa vez. Jimin estava ali ao seu lado, e isso já o trazia mais calma. Ser pai solteiro não era fácil, afinal. Criar uma criança é uma responsabilidade imensa, pois elas são moldadas pelos seus pais, e aquela ainda era uma idade crítica, Jinwoo estava se desenvolvendo. É natural precisar de apoio, alguém com quem contar no processo da criação. Jungkook podia descrever o quão complicado era carregar o peso da responsabilidade pela vida de Jinwoo, nos seus ombros sozinhos, e não era simples. Não que o menino lhe fosse um fardo! Nunca foi, e jamais será. Jinwoo era a sua vida inteira, mas Jungkook ainda era jovem, por mais que colocasse na sua cabeça que já estava ficando velho. Ele ainda se sentia inseguro às vezes, em relação às suas decisões; será que ele estava tomando as decisões certas para Jinwoo ter uma boa vida? Essa questão vivia o rondando, atormentando, e Jungkook considera essa insegurança, em si, um peso nos seus ombros. Mas, com Jimin ali, ele se sentia mais leve, pois o loiro finalmente estava ganhando sua confiança, como pai de Jinwoo. O que significa que os dois irão carregar o peso secreto da insegurança e incerteza, nos seus ombros. Era bom afinal, pois por mais que Jungkook tivesse Namjoon, Jin e Taehyung desde o começo, ainda era um pouco diferente. Jungkook podia com toda certeza afirmar, que ele e Jinwoo nunca mais estariam sozinhos, agora, e era exatamente isso que Jungkook queria sentir, quando Jimin retornou como o outro pai de Jinwoo.

Jungkook e Jimin não demoraram muito para alcançar a escolinha do filho, levando em conta a velocidade na qual Jungkook dirigia, pelas ruas. Já estava virando costumeiro ver o carro preto de Jungkook catando pneu, pelas ruas do seu bairro. Os dois deixaram o carro rapidamente, e se encararam com um suspiro preso em suas gargantas. Anunciaram no interfone da portaria a razão que os trouxe a escola, e a secretária os dirigiu à uma sala, dentro da secretaria, depois de liberar a sua entrada. Os dois caminharam, ouvindo o ruído de seus sapatos estalando pelo piso de madeira do corredor estreito, e bem iluminado da escola. O Jeon olhou para Jimin mais uma vez, apenas para ter a certeza de que o loiro ainda estava atrás de si, e finalmente abriu a porta que tinha o nome da senhora Oh, gravado na madeira. Jungkook respirou fundo ao entrar pela porta, murmurando um “com licença”, e se sentou ao lado de Jimin. À sua frente estava uma mulher que usava óculos de armação redonda, e tinha os cabelos cor de carvão presos em um rabo de cavalo frouxo; ela aparentava estar nos seus quarenta anos, tinha pequenas rugas nos cantinhos dos olhos pequenos, e a pele coberta de pequenas manchas causadas pelo sol. Seus olhos eram bondosos, e ela observou os dois homens à sua frente de maneira leve, os analisando.

“A senhora é a diretora?” Jungkook arriscou perguntar, após um breve silêncio desconfortável; recebendo uma risada doce, da mulher. Ela ajeitou uma mecha do seu cabelo negro, para trás do ouvido.

“Longe disso, senhor Jeon, eu sou a psicóloga da escola.”

Jungkook e Jimin não sabiam dizer se deveriam ficar felizes por ela não ser a diretora, ou apreensivos já que a psicóloga da escola queria conversar com os dois. No fim, a preocupação se alastrou por seus corpos.

“O Woo está bem?” era o único pensamento que rondava a mente de Park Jimin, desde que Jungkook o tirou da academia de dança com tanta urgência. Por que a psicóloga da escola do seu filho queria falar consigo e Jungkook? A mulher respirou fundo, percebendo a preocupação explícita nos olhos dos pais do garotinho, e brincou com os seus dedos.

“Bom, senhores Jeon-”

“Nos chame de Jimin e Jungkook, por favor, não somos casados,” Jungkook a interrompeu. Por sorte a mulher não se ofendeu, e sorriu.

“Bom, Jimin e Jungkook, à pedido da professora do Jinwoo, eu conversei com ele esta manhã,” ela começou de forma mansa. “Vocês devem estar se perguntando, o porquê do pedido, estou certa?”

Jimin e Jungkook assentiram ao mesmo tempo.

“A professora do seu filho, estava preocupada já que ele está aqui há mais de uma semana, agora, e ele não tem nenhum amigo,” a psicóloga explicou. “Segundo ela, Jinwoo evita qualquer contato direto com seus colegas de classe.”

“Mas, ele disse que fez um amigo,” Jungkook soltou de forma inesperada. O Jeon não entendia onde a senhora Oh, queria chegar. Jinwoo tinha feito um amigo!

“Temo que ele mentiu, Jungkook,” a mulher suspirou, assistido as expressões surpresas dos pais.

Jungkook e Jimin arregalaram os olhos com a fala da mulher. Jinwoo nunca mentiria para eles! Jinwoo odiava mentiras, sempre o fez. Não havia razão para Jinwoo mentir para os dois, não é?

Mas, Jinwoo se sentiu mal, por não ter conseguido ser corajoso como seu papai Jungkook, e amigável como o papai Jimin. Ele ainda sentia medo das crianças da escola, e preferiu ficar com a Cho Hee noona, já que ela o tratou tão bem quando o apresentou à escola. Ele sabia que talvez tenha sido um chato, por não desgrudar do pé noona desde então, mas, ele não queria ficar sozinho. Ele tinha medo do que poderia acontecer consigo, caso ele ficasse sozinho.

Jinwoo também sabia que seus pais queriam que ele fizesse um amiguinho da sua idade, e se sentiu mal por não ter ao menos tentado, no fim. Por isso, ele acabou mentindo, assim seus pais não iriam ficar tristes consigo. Foi isso que o papai Jungkook fez, não é? O papai mentiu para ele sobre o papai Jimin, assim Jinwoo não ficaria triste. Jinwoo achava que ele podia fazer o mesmo.

“Na nossa escola, os estudantes vêm em primeiro lugar, e gostamos de ter a certeza de que eles estão se sentindo bem, no ambiente que estão. Por isso, eu chamei o pequeno Jinwoo, e conversamos um pouquinho.”

Claro que por “um pouquinho”, ela quis dizer muito. Jinwoo tinha tanto para lhe contar...

Jungkook engoliu em seco, sentindo a ansiedade crescer em si. Ele mal podia imaginar algo ruim acontecer com seu filho.

“Ele me explicou um pouco da relação de vocês, quando o perguntei. Mas, claro, ele ainda é pequeno e algumas coisas não foram esclarecidas propriamente. Porém, pelo que eu entendi, ele não conhecia Jimin até alguns meses atrás, certo?”

O loiro engoliu em seco.

“Certo,” Jimin tentou soar o mais firme possível.

“Poderia me explicar um pouco o por quê?”

Jimin não gostava de sair contando da sua vida para os outros. Não se sentia confortável, e também não tinha muito do que se gabar. Mas, ali à sua frente estava uma profissional, e por mais que não estivesse entendo direito o rumo que essa conversa estava tomando, se abriu um pouco, e contou lhe sobre o seu passado.

“Certo, então se afastou por questões financeiras?” Jimin assentiu. “Jinwoo mencionou outras cinco pessoas, quando o perguntei sobre a sua família,” a mulher disse, enquanto checava as suas anotações da conversa com o menininho.

Jinwoo era um menino muito doce, ela pode perceber apenas pela forma meiga que ele sorriu para si. O menino se sentiu um pouco relutante sobre a conversa, no início, já que nunca ninguém lhe fez perguntas como aquelas, mas, ele acabou se soltando um pouco, logo depois. E quando o fez, Jinwoo não parava de tagarelar - ainda que meio tímido - sobre toda a sua família. Ele tinha o que falar sobre cada um deles, especialmente seus pais, Jungkook e Jimin. O menino era tão apegado aos dois, a senhora Oh pode perceber, Jinwoo adorava falar sobre os pais, e não media esforços para demonstrar o seu carinho. A psicóloga acabou fazendo muitas anotações sobre o menininho, que lhe era encantador aos olhos.

“As pessoas foram: dindo Tae, tio Monie, tio Hobie, tio Jin e tio Yoonie.”

Os pais acabaram rindo contidos, achando fofo o ato do filho. Jinwoo citou cada um dos seus tios, como membros familiares, até mesmo Yoongi e Hoseok!

“Taehyung, Namjoon são amigos meus, e Seokjin é meu primo,” Jungkook explicou. “No período que Jimin passou longe, eles me ajudaram a cuidar do Jinwoo,” foi breve em suas palavras, não querendo atrasar muito a psicóloga.

“Então eles estiveram bastante presentes no crescimento do Jinwoo?”

“Sim,” engoliu em seco.

“Hoseok é meu irmão, e Yoongi o seu namorado. Eles me ajudaram durante a gravidez até os seis meses do Jinwoo. Eles passaram quase um mês aqui em Busan, mas recentemente voltaram para Seul,” Jimin também explicou.

A mulher assentiu com a cabeça, e fez algumas anotações no seu caderno. Jinwoo se apegou rápido a eles, pensou.

“Tem alguma coisa que os preocupem no comportamento do seu filho?” a psicóloga perguntou, apenas para encerrar logo esta parte da conversa. Jungkook engoliu em seco revirando memórias na sua mente, e acabou se pronunciando.

“Na verdade, antes de Jimin retornar, Jinwoo tinha algumas crises aleatórias de tristeza e ficava bem cabisbaixo. Elas parecem ter sumido quando Jimin voltou, mas ele deu alguns indícios delas quando descobriu que os tios iriam voltar pra Seul,” sua voz lutava para não sair trêmula, diante ao medo que sentia da conversa que estava tendo com a psicóloga. Ela ouviu atentamente enquanto fazia mais algumas anotações.

“Bom, a razão que os chamei aqui, é porque eu me preocupo um pouco com Jinwoo,” a psicóloga suspirou. “Ele me contou de como se sentiu triste que os dois tios foram pra Seul, e que ‘o deixaram pra trás’. Você me disse que eles ficaram por aqui quase um mês, certo? Jinwoo se apegou muito rápido a eles,” a mais velha, bateu as pontas dos dedos na madeira da mesa. Esse era o ponto onde ela apresentaria o que lhe preocupa, e logo chegaria ao seu ponto principal, e origem desta reunião.

“Jinwoo também me disse que tem medo do papai Jimin ir embora e o deixar sozinho. Quando o perguntei sobre o que lhe deixaria muito triste, ele basicamente enumerou vários cenários onde algum de vocês, no seu ciclo familiar, o deixavam sozinho, e sem ninguém.”

Jimin e Jungkook se encaram, não sabendo como reagir. Apenas decidiram continuar ouvindo as palavras que senhora Oh estava lhe dizendo, e tentar digeri-las rapidamente.

“Ele me contou, também, sobre o bullying na escola passada, e acredito que ele foi o que provocou Jinwoo a começar a se sentir assim: inseguro. Jinwoo, aparentemente não sentia falta de Jimin até você o contar que ele tinha um segundo pai, Jungkook, o que me parece lógico, já que ele cresceu rodeado de carinho. Mas, assim que ele descobriu que ‘algo estava faltando’, ele realmente passou a sentir a falta de Jimin em sua vida. Suponho que o que acabou agravando esses sentimentos dentro dele, foi o bullying, mesmo. Na cabecinha dele, se o papai Jimin chegasse, aquelas crianças iriam parar de falar coisas feias dele, e é desse ponto de dependência emocional, que eu trago o que vem me preocupando,” a psicóloga explicou de forma bem receptiva, e aberta. Ela queria os tornar confortáveis, pois mesmo que fosse um assunto sério, ainda era delicado, e era sobre a saúde mental e sentimental de uma criança que estavam falando.

“Tudo isso me leva a acreditar que Jinwoo talvez esteja desenvolvendo Autofobia, também conhecida como Complexo de Abandono ou Medo de Abandono. Basicamente, Jinwoo tem medo de estar sozinho.”

Jungkook arregalou os olhos, sentindo o nervosismo se espalhar por todos membros do seu corpo. Não hesitou em apertar a mão de Jimin, quando o loiro subitamente colocou a sua mãozinha sob a dele, procurando por apoio.

“Bom, o que leva alguém a desenvolver Autofobia nem sempre é o abandono físico em si, mas também o emocional,” a psicóloga continuou o seu falatório, mesmo que pudesse ver as emoções explícitas nos olhos dos pais de Jinwoo. “Seria estranho Jinwoo começar a desenvolver tal fobia, já que ele foi rodeado de amor desde cedo, o que cria confiança em uma criança. Mas, como disse antes, acredito que isso se iniciou ao descobrir da existência de Jimin, seguido do bullying. Jinwoo começou a ser bulinado na escola, quando os outros alunos descobriram sobre o seu outro pai, e talvez o fato de Jimin não estar lá para dar fim no bullying tenha o feito se sentir abandonado. Agora que você está de volta ele teme que você o ‘abandone’ de novo, o que levaria o pequeno mundo dele acabar desabando.”

Jimin sentiu vontade de chorar como uma criancinha, assim que absorveu as palavras sendo ditas à ele. Era culpa sua então? Por conta do seu orgulho e estupidez em não voltar logo, seu filho se sentiu abandonado, e agora sua saúde poderia ser comprometida por conta disso. Sentimentos turbulentos nasceram dentro de si, e ele sentiu vontade de vomitar. O loiro abaixou a cabeça, sentindo vergonha de encarar aquela mulher à sua frente, e tristeza e arrependimento pelos seus vários atos. Jungkook notando o estado de Jimin, fez um carinho delicado em sua mão. Ele não era muito bom em confortar outras pessoas, que não fossem Jinwoo, mas, ele estava tentando. Jungkook sabia no seu íntimo que Jimin estava se culpando pelo possível abandono emocional que Jinwoo sentiu. Ele não queria que Jimin se sentisse culpado.

“Não posso dizer a vocês nada concreto no entanto, Jinwoo não apresenta todos os sintomas de alguém com Autofobia, mas ele sim demonstrou ansiedade, insegurança, o medo de ser deixado sozinho, e uma dependência emocional grande nos outros. Os chamei aqui pois sinto que se algo não ser feito, esses sintomas possam se agravar, e tornar algo bem mais sério.”

Ambos Jimin e Jungkook tinham as mentes confusas, e olhares vagos. Uma confusão interna se instalou em seus seres, como se um enorme furacão tivesse passado por eles, e bagunçado tudo no seu interior. Um silêncio desconfortável para todos ali dentro, se estendeu. Os pais não conseguiam digerir toda aquela informação ainda. Jinwoo estava se sentindo abandonado? Seu bebê estava possivelmente desenvolvendo uma fobia, estava se sentindo inseguro… Eles eram pais horríveis. Como nunca notaram isso?

“O que a senhora sugere que façamos?” Jungkook perguntou, depois de tanto encarar o chão com o loiro. Resolveu se pronunciar, já que Jimin parecia um pouco abalado demais para dizer algo coerente.

“Acho que vocês deviam conversar com ele. Uma conversa séria sobre tudo que ele está sentindo. Ele não parece estar acostumado a compartilhar muito dos seus sentimentos com os outros, e eu consegui ver como ele queria poder colocar tudo pra fora, Jinwoo apenas precisava de alguém com quem fazê-lo,” a psicóloga aconselhou. “Jinwoo é um menino muito esperto, e acredito que se vocês esclarecerem bem ‘pra ele que não há razão ‘pra ter medo, e o ajudarem a criar confiança nele mesmo, tudo irá melhorar. Jinwoo tem que ter certeza que você vai sempre estar do lado dele, Jimin, mas, ele também precisa ter mais confiança na sua própria habilidade em resolver os conflitos dele.”

Jimin assentiu silenciosamente.

“Será bom que criem o hábito de conversar sobre o que ele está sentindo, também. Irá ajudar Jinwoo a se sentir incluído,” a mulher assistiu a maneira compenetrada que Jungkook ouvia tudo, e suspirou, quando notou que logo o período escolar teria seu fim. “Acredito que a razão que ele não se relaciona com as crianças da escola é por puro medo. A professora dele, senhorita Park, me disse que ele passa os recreios com uma das nossas monitoras, Cho Hee, a mesma que o levou para a sala dele, no primeiro dia de aula. Segundo ela, ele fica claramente choroso e tem pequenas crises de ansiedade quando ela faz menção de se afastar. Como Jinwoo tem uma imagem ruim de estudantes na cabeça, ele acabou por se prender à Cho Hee em busca de ‘segurança’, e isso não é bom.”

Jimin não saberia descrever o quão chocado estava com a habilidade de seu filho em acobertar acontecimentos e sentimentos. Ele puxou isso de Jungkook. Jimin não era assim, se ele não está bem, é visível que ele não está, por mais que tentasse esconder. Agora, Jungkook, ele não demonstrava que estava mal, mesmo que tudo já estivesse no limite. Claro, Jungkook não costumava ser muito bom nisso, mas, com a chegada do seu bebê em casa, ele não poderia ser tão vulnerável como costumava ser às vezes. Jungkook precisava se mostrar forte! Mas, Jinwoo parecia ter puxado esse hábito de não demonstrar que estava mal, de Jungkook, e ouso dizer que era tão bom como o pai era agora.

“Vocês poderiam tentar ajudá-lo com isso, mostrar para ele que nem todos vão lhe fazer mal, e crianças podem ser amigáveis,” sugeriu. “Eu continuarei a chamar Jinwoo para conversar, para ter certeza de que ele está se sentindo melhor. Mas, se o que lhes disse não der certo, depois de um tempo; vocês terão que levá-lo à um psicólogo particular e ele os dirá a melhor forma de tratamento para o Woo,” sua voz carregou um pesar, no fim da sua sentença. “Eu realmente acredito que problemas sérios podem ser evitados, se vocês dois se dedicarem em ajudar o Jinwoo. É normal crianças dependerem de seus pais, e alguns membros familiares, mas esse tipo de dependência não é nada saudável. Jinwoo precisa confiar nele mesmo, antes de começar a confiar nos outros,” ela olhou de forma compadecida para os pais ali na sua frente. Ela conseguiu ver que eles nãos estavam se sentindo muito bem, e já podia ter ideia do porquê. A mulher estava dividida entre dizer o que queria para aqueles dois, ou apenas permanecer calada. Ela conseguia ver a sombra de culpa em seus olhos, mas achou melhor encerrar a conversa por lá, já que logo ela teria que arrumar as suas coisas para ir para casa, e a diretora não gostava de atrasos. Ela já podia prever o sermão que levaria.

“As aulas do Jinwoo acabam daqui vinte minutos, vocês podem esperar na secretaria para levá-lo pra casa,” a mulher disse já se levantando. “Aqui está o meu contato, caso vocês tenham alguma dúvida, senhores. Espero que tudo acabe bem!”

Jungkook sentia como se apenas o seu corpo estivesse ali presente, mas sua mente voava longe. O seu estado de digestão ainda ocorria, e não parecia que acabaria tão cedo. Ele apenas se esforçou para pegar o cartão que a psicóloga lhe ofereceu, e guiar Jimin pra fora daquela sala, depois de abrir um sorriso reto e murmurar um “obrigado”, para a senhora Oh. Os dois resolveram esperar por Jinwoo do lado de fora da sua classe, já que Jungkook não queria voltar a encontrar aquela psicóloga na secretaria, hoje. Ele sabia que poderia parecer extremamente infantil, o fato que não gostou muito da forma apressada da psicóloga em se despedir, mas ele tinha mais coisas para se preocupar no momento. E Jimin era uma delas.

O loiro não parecia ter vida, e apenas encarava o chão desanimado, desde que os dois deixaram o escritório da mulher, de cabeça baixa. O Jeon não sabia muito o que ele poderia fazer, mas ele sabia que Jimin não estava bem. Não era necessário conhecer Jimin extremamente bem, para notar tal fato. Bastava olhar para o loirinho, e a forma vaga que ele encarava o chão.

Jungkook já tentou não fazer coisa alguma, agora era a vez de tentar fazer alguma coisa.

O Jeon se aproximou de forma lenta, de Jimin, e tocou o seu queixo com as pontinhas dos dedos longos, uma vez que estavam de frente um para o outro. Ergueu um pouco o rosto de Jimin,  fazendo o loiro olhar para si, sem animação. Seus olhos pareciam tão frios, e quebrados ao mesmo tempo.

“Você está bem?” Jungkook sabia que era uma pergunta tosca ao nível extremo, pois era óbvio que Jimin não estava bem. Jungkook também não estava, e essa era a primeira vez que o Jeon consolaria alguém que não fosse Jinwoo, quando ele mesmo também precisava ser consolado.

Park apenas negou com a cabeça de forma silenciosa, e sentiu lágrimas nascer nos seus olhos. Ele era tão sensível quando o assunto era seu filho, céus.

“Jungkook?” Jimin chamou trêmulo. “Eu posso te abraçar?” os olhos brilhavam pelas lágrimas contidas, e Jeon sentiu seu coração partir com a cena. Os dois não se conheciam há muito tempo, mas essa a primeira vez que via Jimin tão quebrado assim. Se assemelhava ao dia que ele retornou. Jimin estava tão arrasado aquele dia.

Jungkook não pensou duas vezes, antes de puxar o corpo de Jimin com força, chocando suas dermes. Jungkook o prendeu em seus braços e aconchegou Jimin da maneira mais confortável no seu próprio corpo, que pode. Não era fácil para si, também. Jinwoo era o seu bem mais valioso, a sua razão de viver, e o fato de que algo poderia lhe machucar o destruía, ainda mais que os provocadores da sua dor eram os dois. Realmente eles eram péssimos pais. Tanto Jimin quanto Jungkook preferiam mil vezes que aquilo estivesse acontecendo consigo do que com o seu bebê.

O Jeon sabia exatamente o que Jimin estava sentido naquele momento, por isso acariciou a sua nuca, e deixou o loiro derramar quantas lágrimas ele quisesse. Aquele abraço não estava trazendo consolo apenas à Jimin, mas Jungkook também. O Jeon gostava de saber que não estava sozinho, que Jimin também amava Jinwoo como si, e que por mais horrível que fosse, estaria ali sofrendo consigo. Os braços do loiro se prenderam ao redor da cintura de Jungkook, e sua testa repousou na clavícula do Jeon. O moreno esperou, mas as lágrimas de Jimin não vieram. Os dois - o Park inclusive - acharam que Jimin iria se afogar em suas próprias lágrimas, e acabar por afogar Jungkook consigo no processo. Mas, ele não chorou. Jimin não queria chorar, ele só queria que seu filho se sentisse bem.


 


 

Jimin e Jungkook observavam Jinwoo brincar próximo dos dois no tapete felpudo da sala, com seus bonequinhos de ação. O menino não brincava sozinho no seu quarto faz um tempinho, e Jimin e Jungkook pareceram apenas notar aquilo agora. Jinwoo realmente evitava ficar sozinho, e eles nem ao menos perceberam. Eles achavam que o menino simplesmente gostava de estar perto dos dois, não que ele tivesse medo de ficar sozinho. Os pais ainda não sabiam o que fazer, ou como começar a conversa que a psicóloga recomendou que tivessem com Jinwoo. Nunca imaginaram que teriam que enfrentar tal situação, e agora tentavam descobrir a melhor forma de abordar o filho. Jimin olhou para Jungkook de soslaio, e suspirou.

“Woo?” Jimin chamou o filho de maneira carinhosa. O menino transferiu sua atenção dos bonecos para o pai, quando ouviu seu nome sendo chamado. “Vem cá amor,” o loiro deu uma batidinha com a palma da mão, no espaço disponível entre ele e Jungkook, no sofá. O menino foi obediente, e deixou os bonequinhos para se sentar no meio dos pais. Ele abriu um sorriso na direção dos pais, esperando ser correspondido, mas estranhou quando não foi. “Woo, qual é o nome do seu amiguinho?”

Jinwoo vagou com os olhos pela sala, não sabendo como responder o papai Jimin, então permaneceu em silêncio.

“Woo?” Jimin o chamou novamente. Jinwoo não estava gostando muito do rumo que aquilo estava tomando, por alguma razão, papai Jimin estava falando consigo de uma maneira diferente. Ele levantou a cabeça, hesitante, olhando nos olhos do pai.

“Sim, papai?”

“Qual é o nome do seu amigo?” Jimin insistiu na pergunta. Ele conseguia ver que o filho não estava querendo responder a sua pergunta, e isso apenas serviu para lhe confirmar. Jinwoo tinha realmente mentido para os dois. “Você não vai me responder?”

Nada. Puro silêncio.

Jinwoo desviou o olhar, mais uma vez, sentindo um nervosismo crescer em si.

“Jinwoo, você fez um amigo?” Jungkook perguntou ao filho, vendo o menino encarar o chão, como se evitasse os olhos dos pais. Jinwoo se sentiu repreendido pelo tom usado pelo pai, e acabou por negar com a cabeça, não conseguindo mentir. “Por que mentiu?”

Jinwoo sentiu os olhos marejar.

“Olhe para mim, Jinwoo, por que mentiu?” Jungkook insistiu, não gostando do jeito que o filho evitava o olhar nos olhos. Jinwoo relutando, acabou por estender o olhar, encontrando os olhos do pai. “Me responda.”

Jinwoo brincou com os dedos da mão.

“Eu não queria que vocês ficassem tristes, papai. Eu não sou corajoso, eu não consegui fazer amiguinhos,” o menino respondeu baixinho. Sentia vergonha agora. Papai Jungkook sempre lhe ensinou que mentiras são feias e erradas, por isso ele pediu desculpas, quando mentiu para si. Jinwoo devia ter lhes dito a verdade.

Jimin sentiu seu coração se amolecer, novamente. Jinwoo não era uma criança ruim, ele só não queria os deixar tristes, mesmo que da maneira errada.

“Me desculpa, papais, eu não vou mentir mais,” Jinwoo estava realmente arrependido, agora que via as expressões faciais dos pais. “Vocês estão bravos?”

“Não estamos bravos, meu amor, apenas desapontados, porque mentir é uma coisa muito feia,” Jimin respondeu suave. Ah, mas como aquela palavra acertou Jinwoo em cheio. Desapontados. Ele realmente era um filho terrível. Não conseguia fazer amigos, e ainda fazia seus pais se sentir desapontados. Os olhos de Jinwoo começaram a se encher de lágrimas salgadas, à medida que sua tristeza aumentava.

“Vocês, vocês não me amam mais?” Jinwoo perguntou trêmulo, sentindo as suas lágrimas finalmente caírem dos seus olhinhos. Ele estava com medo. Seus papais não o amam como antes, porque ele mentiu. Eles iam o deixar sozinho. Mas, ele não queria isso. Jinwoo não quer estar sozinho. Jimin e Jungkook arregalaram os olhos ao mesmo tempo, com a pergunta do filho. Jinwoo estava chorando? Realmente não estava bem.

“Mas, é claro que amamos, bebê!” Jungkook exclamou, ainda assustado. Ele rapidamente trouxe Jinwoo para o seu colo, e o abraçou com carinho, beijando-lhe a cabeça. “Nós nunca, nunca, nunquinha mesmo vamos parar de te amar, Woo! Nunca, mesmo, não esqueça, okay?” Jungkook se apressou em dizer, distribuindo beijos pelo rostinho molhado do filho, junto de Jimin.

“Nós só estamos te explicando que mentir é feio, porque te amamos, Woo, e não queremos que você faça coisas erradas,” Jimin complementou, com a sua voz suave. “Por que você acha que não é corajoso, meu amor?”

Jinwoo fungou, se agarrando à Jungkook. Ele se sentia tão bem nos braços do seu pai. Era quentinho, macio e seguro ali. Ele tinha certeza que nada de mal iria o acontecer, quando estivesse nos braços do seu pai.

“Porque eu fiquei com medo, papai. Eu fiquei com medo das outras crianças, e eu fiquei com medo porque vocês não estavam lá, comigo,” a vozinha triste do seu filho, o partia o coração. Ele não queria ver o filho assim, tão fragilizado.

“Bebê, ser corajoso não quer dizer que você não tem medo, é justamente o contrário! Não existe coragem, sem medo. Alguém corajoso e valente, é a pessoa que enfrenta os seus medos,” Jimin possuía a voz tão suave e mansa, que até Jungkook estava se acalmando. Jinwoo fungou mais uma vez, olhando nos olhos do papai.

“Mas, você sente medo também, papai?” Jinwoo perguntou, fraquinho.

“Todo mundo sente medo, Woo,” o loiro afagou o rosto do filho.

“Até o papai Jungkook?” Jinwoo levantou a cabecinha, assim fazendo o seu queixo roçar no peito do pai. Jungkook acabou por rir, e secar as pequena lágrimas que ainda caiam dos olhos do filho.

“É claro que eu sinto medo, Woo,” Jungkook fez um pequeno afago nas bochechas de Jinwoo, escorregando sua mão até o pequeno queixo do bebê. “Quando o papai Jimin teve que ir embora por um tempo, e te deixou comigo, eu fiquei com tanto medo,” o Jeon desabafou, afagando cada detalhezinho do rosto bem feito do filho. Jinwoo é tão lindo. O menino estava preso e hipnotizado pelo pai, como ficava quando era bebê. Ele ainda não conseguia acreditar direito que seus dois papais sentiam medo também. Os dois eram os seus maiores heróis, e por mais que nunca tivesse admitido, eles eram mais legais do o homem de ferro para ele. Ele queria tanto mostrar para eles que também era corajoso, mas ele não conseguiu.

“Você ficou com medo?” Jinwoo perguntou baixinho.

“Fiquei. Mas, eu tinha que ser corajoso, porque você era um bebê, e eu sou seu papai e vou sempre cuidar de você,” Jungkook beijou lhe os lábios. “Não é difícil ser corajoso, Woo, você só precisa acreditar em você mesmo.”

“Mas, como se faz isso?” Jinwoo, esfregou os olhinhos, se sentando no colo do papai. Jimin sorriu achando o filho adorável, não resistindo a vontade de lhe beijar as bochechas.

“Também não é muito difícil, Woo, porque nós acreditamos em você,” o loiro abriu um sorriso bonito, deixando Jinwoo bobo. Papai Jimin era tão lindo. “Nós sabemos que você é muito forte, e sabemos que é corajoso. Você só precisa colocar na sua cabecinha que você é muito forte, que você é muito corajoso, e que eu e o papai nunca vamos deixar de acreditar nisso,” Jimin olhou no fundo dos olhinhos do filho, vendo eles se encherem de água novamente.  “O que foi, amor?” perguntou preocupado, tocando o rosto do filho. Por que Jinwoo estava chorando?

“O papai me deixou feliz,” Jinwoo respondeu entre um soluço. Jinwoo estava emocionado. Jungkook e Jimin não pensaram duas vezes antes de o apertarem forte, entre seus braços, deixando Jinwoo chorar de felicidade. “Eu amo vocês papais,” sua voz soou como um chiado choroso, e foi um dos sons mais bonitos que Jungkook e Jimin já ouviram.  

“Nós também, Woo,” Jungkook sussurrou no ouvidinho do filho.

“Papai, eu quero ser corajoso também, eu quero fazer um amiguinho,” Jinwoo murmurou, uma vez que seus pais lhe soltaram. Seus olhos carregavam um brilho determinado, por mais que algumas lágrimas ainda teimam em deixar os seus olhos. O menino desceu do colo de Jungkook, e ficou de frente para os pais, olhando para os dois de forma quase confiante. Ele ainda tinha aquela vozinha no fundo da sua mente, lhe fazendo questionar todos os seus mínimos movimentos, à todo momento. Aquela era a tão famosa insegurança. Jinwoo andava constantemente dando ouvidos a ela, mas, agora ele não queria a ouvir. Ele queria ser forte e corajoso igual seus pais acreditavam que ele era, porque, ele queria que os dois tivessem orgulho dele! E, se os seus pais estivessem ao seu lado, talvez, não fosse ser tão difícil assim.

Jimin e Jungkook se sentiram tão felizes em ouvir aquilo. Jinwoo estava ao menos tentando, desta vez, e aquilo já era o suficiente por agora. Sorrindo de orelha à orelha, Jungkook e Jimin seguraram cada um uma mãozinha de Jinwoo.

“Mas, e seu não estiver preparado?” Jinwoo não queria dar para trás! Realmente não queria, mas aquela vozinha não queria o deixar em paz. Já Jungkook sentiu vontade rir. Preparado. Quando é que realmente estamos preparados para qualquer coisa?

“Você vai saber o que fazer, amor, e nós sempre estaremos aqui, se precisar de ajuda, você já tem idade o suficiente para conseguir fazer um amigo sozinho, acredite em mim,” Jungkook alargou seu sorriso, afagando o cabelo de Jinwoo. Jimin acabou por sorrir também, achando linda a forma como Jinwoo parecia ter o mesmo dentinho torto que ele costumava ter.

Tudo que Jinwoo precisava agora, era de um pouquinho de confiança.

 


Notas Finais


o que acharam? POR FAVOR ME DIGAM
eu pesquisei bastante sobre abandono infantil, abandono emocional, e autobia (não achei muito sobre ela, mesmo em inglês). EU N SOU NENHUMA PROFISSIONAL ou PSICÓLOGA, então por favor relvem. eu tentei o meu melhor.
Esse lance da psicóloga já aconteceu comigo, uma das minhas professoras notou q eu n estava muito bem, e a psicóloga acabou me chamando pra conversar com ela. N SEI SE NO BRASIL TEM ISSO, mas aqui nos USA tem, e as escolas coreanas tem alguma similaridades, então eu adcionei isso sim.

Se quiserem saber mais sobre autobia e tals, sugiro q pesquisem LEMBRANDO Q O WOO AINDA NÃO DESEVOLVEU TAL FOBIA, ELE APENAS APRESENTA ALGUNS SINTOMAS Q PREOCUPARAM A SENHORA OH! MAS, o q acharam mesmo assim? Me digam por favor, sou carente por comentarios, e amo ler eles pois eu escrevo essa fic aqui por vcs, amores <3

Gente, só porque eu posso mesmo quero mandar um beijo pra @baepsae_w minha dona rebecca, e a @somiah, PQ ELA Q IMPÓS UM CAPÍTULO GRANDE, INTON SE VCS ESTIVEREM [email protected], é culpa dela mesmo ahsuhuashuhsush

Eu tenho um twitter, estou começando a usa-lô melhor apenas agora, podem me seguir e me chamar se quiserem, eu n mordo n kkkk

dona @ellagiih, eu vi os seus coments<3 MUITO OBG POR OUVIR A BECCA E TER DADO UMA CHANCE PARA INI!<3 fico muito muito MUITO feliz q esteja gostando<3

QUERO TBM ANUNCIAR Q O OUTRO CAP DE CAN I BE HIM SAIU! acho q o terceiro e provavelmente último cap sai logo, então e quiserem deem uma olhadinha tbm bbs, pq ta bonitinho e tem capinhas novas<3:
https://spiritfanfics.com/historia/can-i-be-him-9580356

como sempre, venho panfletar as fics da senhora rebecca! AS DUAS SÃO LINDINHAs, na moralzinha flores<3
jikook:https://spiritfanfics.com/historia/baby-blue-8462605
Yoonmin:https://spiritfanfics.com/historia/camisa-93-9385331

tbm quero panfletar uma fic maravilinda q se chama Bodyguard, e voltou do hiatus ONTEM!<3

https://spiritfanfics.com/historia/bodyguard-hiatus-5740475

Okay, eu já panfletei o bastante ;-;

VCS PODEM ME SEGUIR SE QUISEREM LER MAIS DAS MINHAS HUMILDES OBRAS! se sintam a vontade bbs<3 NÓS SOMOS NOVECENTOS BBS, cara, vcs tem a MiNiMa nOçãO do q é tUDo issO? EU SÓ TENHO A AGRADECER VCS, sinceramente, muito obrigada<3 serei sempre muito grata à vcs!<3

Próximo capítulo sai sexta feira como sempre. Se cuidem bem! E TBM SE PREPAREM Q O COMEBACK DO BTS TA CHEGANDO COM TUDO :')

até logo, bbs, vejo vcs logo!<3


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