História Intense - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Barbara Palvin, Cristiano Ronaldo
Personagens Barbara Palvin, Cristiano Ronaldo
Tags Cr7, Cristiano Ronaldo, Drama, Morte, Romance, Sexo
Visualizações 256
Palavras 2.348
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite!!!
Vamos ler mais um capítulo emocionante.😉

Capítulo 20 - Loneliness


Fanfic / Fanfiction Intense - Capítulo 20 - Loneliness

     Pov. Cristiano Ronaldo

Eu não consigo nem dirigir meu próprio carro de tanta raiva que sinto da Bárbara, ela traiu a minha confiança, me enganou com aquele médico. Meus pensamentos estão todos focados em matar aquele doutorzinho por ter comido a bucetinha da Bárbara. Estou a ponto de meter bala nesse imbecil por causa daquela xoxota criminosa. Só de imaginar outro homem tocando em seu corpo curvilíneo, beijando seus lábios macios,  sentindo o cheiro da sua pele e entrando naquela bucetinha apertada fico totalmente furioso.

_ Desacelera essa porra, Cristiano!. _ Nathália fala desesperada, quando me ver ultrapassando o sinal de trânsito.

_ Cala a boca! _ digo ríspido e aumento a velocidade deixando muitos carros para atrás. Ao virar a esquerda freio o carro bruscamente, quase atropelo um gato.

_ Você está tentando se matar?  porra! _ ela reclama arisca.

_ Estou tentando matar essa raiva que estou sentindo no peito. _  digo olhando para a pista a minha frente.

Nathália toca no meu ombro, eu estou precisando de consolo.  Talvez eu a leve para cama para ver se diminui essa dor insuportável.

_  Vamos para o meu apartamento,  sinto que você precisa desabafar um pouco. _ ela fala atenciosa.

_  Talvez eu precise dos seus carinhos. Pelo menos você não é uma mentirosa feito a Bárbara. _   digo sério acariciando a sua mão,  ela me dá um sorriso estonteante.

Volto a dirigir a minha Ferrari com mais calma, minutos depois chegamos ao apartamento da Nathi.  Paro o carro no encostamento,  desço do mesmo e sigo a Natália em silêncio até o elevador.  Em alguns minutos chegamos o seu andar, ela abre a porta e entro na sua sala sem trocarmos nenhuma palavra. Meus pensamentos estão literalmente confusos e eu não sei mais o que fazer em relação a essa angústia que sinto no peito.  Nunca pensei que fosse me sentir assim tão frágil por uma mulher, muito menos achei que me sentiria um idiota por ser  trocado por outro homem. Estou me sentindo um lixo, Natália me chama para entrar no seu quarto. Caminho contando os meus passos, deito na sua cama, especificamente em seu colo. Ela faz um cafuné em meus cabelos enquanto espera a minha voz sair, respiro fundo e digo:

_ Estou me sentindo um perdedor.

_ Você nunca foi um perdedor, apenas escolheu a mulher errada. _ Nathália diz sincera.

_ Talvez você tenha razão, foi um erro comprar uma prostituta virgem. _ digo frustado, brincando com a sua pulseira no braço. _ Eu achei que a Bárbara fosse diferente.

_ Prostitutas são todas iguais. _ Nathália diz calma. _ Você deve ter ficado enfeitiçado por essa garota, por ela fingir ser pura, meiga, obediente quando na verdade não passa de mais uma puta interesseira.

_ Queria saber quem me enviou aquela foto. _ indago irritado.

_ Esquece isso, meu bem. _ ela diz séria. _ O importante é que você descobriu quem a Bárbara realmente é, ela está te usando como professor para depois sair por aí pegando todos até os velhos milionários.

_ Eu estava curtindo muito ficar com ela. _ digo frustado e aceito o seu copo de whisky.

_ Percebi, tu foi muito agressivo comigo. Quase me matou afogada. _ diz magoada.

_ Desculpa! _ falo sério e bebo mais um pouco. Me sento na cama e a encaro fixamente.  _ Tu ficou gata com esse cabelo loiro, colocou aplique também?

_ Sim, quis mudar o visual. _ diz alegre. _ Tô pensando até em colocar lente de contatos.

_ Que cor? _ indago calmo.

_ Azul. _ diz relaxada.

PS: Ela estar tentando ser a cópia da Bárbara, isso não vai prestar.

_ Interessante. _ bebo o último gole e digo: _ Tô precisando de algo mais quente.

Nathália sorri de lado e diz sugestiva:

_ Sexo anal.

_  Hoje eu topo fazer qualquer coisa contigo na cama. _ respondo sério. _ Só me faça esquecê-la.

_ Farei você se lembrar apenas de mim. _ Nathália fica de joelhos no colchão, em seguida senta em cima do meu quadril, retiro a minha camisa,  como muita ousadia ela morde o bico do meu peito.

_ Puta safada! _ digo calmo apertando com força a sua cintura e dando um tapa na sua bunda. Ela está sem calcinha.

_ Sou tudo que você quiser. _ ela responde sorrindo e lambe o meu peitoral.

_ Desce para o meu pau, quero foder a tua boca. _ digo excitado.

Ela retira a minha calça e a cueca,  em seguida lambe os meus testículos até engoli o meu membro de uma só vez.

_ Porra!  Muito bom. _ incentivo. _ Chupa mais rápido, me faz gozar na sua boquinha. Nathi!

Ela faz o que peço até conseguir fazer o meu jato quente ficar em contato com a sua boca.

_ Que saudade de ti, meu preferido. _ fala excitada lambendo a cabeça do meu pau até limpa a última gota do meu orgasmo.

_  Hum... Também sentir a sua falta. _ digo malicioso e a coloco sentada em meu colo, em seguida retiro o seu vestido.

Mordisco o seu seio antes de chupá-lo, Nathália geme apertando o meu pau com a sua mão, ela está louca para colocá-lo na sua buceta.

_ Tem camisinha? Eu estou sem  nenhuma aqui. _ digo frustado.

_ Tenho sim, mas que tal transar sem ela. _ diz animada.

_ Preservativo, não estou afim de ter filhos tão cedo. _ respondo sério.

Ela se levanta da cama e pega a camisinha, abro o pacote e coloco em meu membro. Nathália já me espera com as pernas bem abertas, ela se toca sem nenhum pudor, na sua buceta tinha a seguinte frase tatuada:

Peça-me o que você quiser que eu lhe darei.

_ Safada demais! _ digo rindo e dou um tapinha na sua intimidade.

_ Aí! Assim eu gozo. _ diz maliciosa.

Me posiciono na sua entrada e entro em uma só estocada, ela geme agarrada a minha cintura. Dou mais uma penetrada forte, fito o seu rosto e por alguns segundos vejo a Bárbara na cama sorrindo para mim, gemendo o meu nome e se entregando na hora do prazer.

_ Mon Petit! _ digo excitado.

_ Quê? _ A voz furiosa da Nathália me traz de volta a realidade. _ Você chamou o apelido daquela desgraçada.

Minha ereção cedeu, me levanto da cama irritado. Pois, eu não costumo falhar na hora h, passo a mão pelo meu cabelo tentando controlar o meu estresse.

_ Eu sinto muito, mas eu não consigo. _ digo sério.

_ Você estava pensando nela, em vez de pensar em mim. _ Nathália fala furiosa.

_ CARALHO! Eu já te pedir desculpas, não sei o que me aconteceu.  _ falo exacerbado.

_ Eu sei bem o que está acontecendo contigo, esquece essa garota. _ fala raivosa.

_ Fica difícil esquecer com você usando o mesmo corte de cabelo dela. _ falo irritado e visto a minha roupa de volta.

_ Vem cá, eu posso te fazer ficar duro outra vez. _ fala maliciosa e me puxa para cama.

_ Não vai rolar, perdi totalmente a vontade. _ falo sério. _ Eu vou embora.

_ Dorme aqui, amanhã você expulsa aquela vadia da sua mansão. _ diz enraivecida.

_ Preciso ir, tenho treino amanhã. _ digo calmo.

_ Fica! _ ela me segue pelo corredor. _ Amanhã cedo te levo no CT do Real Madrid.

_ Não precisa, eu vou sozinho. _  abro a porta e antes de sair dou um beijo no seu rosto. _ Boa noite.

         Meia hora depois....

Jogo a chave de casa no centro da sala, e me deito no sofá. O silêncio predomina em todo o ambiente, ainda não sei o que vou fazer com a Bárbara. Se mando ela ir embora da minha mansão e da minha vida ou se deixo ela aqui até completar os quatro meses que falta.

   _ Preciso falar contigo. _ Bárbara fala séria descendo as escadas.

_ Não quero ouvir a sua voz. _ respondo ríspido e me levanto do sofá, caminho em direção a cozinha, abro a geladeira e pego uma cerveja.

_ Você precisa me ouvir, eu tenho a resposta da sua pergunta. _ diz séria.

Bebo a bebida na lata mesmo e ponho sobre a mesa, fito os seus olhos azuis inchados e avermelhados. Ela havia chorando quando sair, deve ser de culpa ou de raiva porque descobrir a sua traição.

_ Te aconselho a não tentar me irritar mais do que já estou irritado, eu posso te machucar. _ advirto sério e volto a beber.

_ Está com marca de batom na camisa, você transou com a Nathália? _ fala furiosa.

_ Sim, tranzamos e foi incrível, melhor do que transar contigo. _ minto.

_ Por que transou com ela? Tinha tantas outras para você me trair e tu foi se deitar justamente com aquela vadia. _ fala indignada. Seus olhos continha uma mágoa, ela está quase chorando.

_ Não te devo satisfação da minha vida, você nunca vai ser importante para mim. _ respondo ríspido. _ Eu não te quero mais, acabou.

_ Não é justo o que você está fazendo comigo. _ ela fala com a voz falha. _ Temos um contrato, você não pode me devolver. Eu não quero voltar para aquele lugar horroroso.

O contrato deixa claro que se eu desistir da prostituita porque ela foi infiel quando esteve comigo, ela voltará para a boate e será leiloada novamente, sem falar que vai ter que devolver toda a minha grana.

_ Lá é a sua casa, prostitutas sempre consegue um novo cliente. _ digo sarcástico. _ Já te ensinei o bastante para saciar qualquer homem na cama.

_ Eu não quero ser devolvida. _ ela chora, o medo está nítido no seu olhar. _ Por favor! Me deixa ficar. Eu não te trair, posso lhe explicar o que aconteceu, eu só fui visitar a ....

_ CHEGA! EU NÃO QUERO OUVIR MAIS NADA! NÃO QUERO OLHAR NA TUA CARA. _ digo exacerbado batendo a mão com força na mesa. _ SÓ QUERO TE ESQUECER.

_ VOCÊ TIROU A MINHA VIRGINDADE, EU NÃO POSSO SER LEILOADA NOVAMENTE. _ fala irritada, dessa vez sem conter as lágrimas.  _ Você sempre será o meu primeiro, não há como voltar atrás, eu era virgem antes de você me comprar. 

_ O Lenny vai saber te vender, não se preocupe haverá vários coroas para comprar os seus serviços ou melhor  a sua buceta.   _ digo debochado.

_ Eu não quero outro dono, só quero você. _ diz enraivecida tentando se aproximar de mim, porém eu não deixo ela me tocar.

_ Pensasse nisso antes de me fazer passar por otário. _ respondo furioso. _ Amanhã te mandarei de volta á França.

_ RONALDO.....

Saio da cozinha ouvindo os soluços de choro da Bárbara, vou em direção á minha suíte,  entro no banheiro trancando a porta com a chave. Apoio as minhas mãos na pia e quando encaro o meu rosto no espelho, não me reconheço mais. Pela primeira vez na vida estou chorando por uma mulher, eu não queria mandá-la embora. Mas, não consigo perdoar a sua traição, é como o meu lado marrento sempre fala: 

Nenhuma mulher presta, são todas mentirosas, manipuladoras, da sua boca só saem mentiras e agora estou odiando ter conhecido Bárbara Palvin. 


Limpo as minhas lágrimas com a toalha de rosto, abro a porta e após me livrar das minhas roupas, deito na cama. Não demorou muito para pegar no sono, eu estou muito exausto e com muita dor de cabeça.

      Horas depois...

Meu celular me acorda estico o braço tentando acender a luz do abajur. Alcanço o meu celular e vejo o número da Nathália no visor da tela.

_ Droga! Me acordando as três da madrugada, ninguém merece. _  resmungo irritado e desligo o celular.

Olho para o lado e não vejo a Bárbara na cama, ela não seria doida de ir embora durante a noite, visto um short fino e saio do quarto. Procuro em cada quarto de hóspede e em nenhum encontro um sinal do seu cabelo loiro. Na sala também não está, entro na cozinha e ao acender a luz vejo a Bárbara deitada no chão frio agarrada aos seus joelhos, dormindo toda torta, sem nenhuma coberta e nenhum conforto. A sua camisola curta não encobria nem metade das suas coxas, a sua pele pálida está arrepiada pelo frio.

_ Maldição! _ retruco furioso, eu iria brigar com ela novamente por está parecendo uma mendiga. Mas, acabei fazendo o contrário, passo o meu braço direito por debaixo das suas pernas e o outro pelas suas costas, a sua cabeça fica apoiada em meu peito, inconscientemente ela abraça o meu pescoço com o seu braço direito.

Subo as escadas devagar e quando chego em meu quarto a coloco deitada no colchão macio, encobrindo o seu corpo com o edredom azul. Afasto uma mecha do seu rosto, acaricio a sua bochecha levemente. Me afasto dela reprimindo a vontade de protegê-la e me sento na poltrona após encher o meu copo com um pouco de whisky.

_ O que vou fazer com você Bárbara Palvin? _ questiono confuso olhando-a dormindo com um pouco de tranquilidade.

Apesar do rosto está inchado pelas lágrimas derramadas, ela continua linda com sua beleza natural.  Fico um bom tempo vigiando o seu sono, bebo o último gole e decido voltar para a cama. Fico deitado de barriga para cima, com os braços atrás da minha cabeça. O sono parecia não querer trazer a minha paz de volta, e de repente sinto a Bárbara abraçando a minha cintura, enlaçando a sua perna na minha e pondo a cabeça no meu peitoral.

_ Ei! Me solta! _ digo irritado, eu não queria ficar tão próximo dela. Mas, a Bárbara não está acordada, desisto de tentar tirá-la de perto do meu corpo e abraço a sua cintura, fazendo uma carícia nos seus cabelos loiros, tão macios e cheirosos.

_ Amanhã você irá embora, Mon Petit. _ digo baixinho. _ Para sempre.

E por mais raiva que no momento estou sentindo, tê-la nos meus braços me traz sossego, adormeco em questão de segundos.



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