História INTERATIVA: Heróis e Vilões, a procura do Crente. - Capítulo 1


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Categorias A Bela Adormecida, A Bela e a Fera, A Pequena Sereia, Aladdin, Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland), Branca de Neve, Cinderela, Once Upon a Time, Peter Pan
Personagens Fada Madrinha, Fauna, Flora, Peter Pan, Primavera, Tinker Bell
Visualizações 190
Palavras 1.069
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoal, novo projeto.
Espero que gostem!
abs

Capítulo 1 - Era uma vez...


 

—- Era uma vez…

—- Precisa mesmo começar com “Era uma vez?”

—- Você precisa ser sempre tão mau humorado Horloge?

O homem que mais parecia um relógio humano ficou com as bochechas vermelhas e quentes, Lumiere poderia jurar que o amigo estava prestes a explodir. Ele abriu um sorriso —- Todo o clássico começa desse jeito, todos os livros.

—- Você não me parece ser do tipo que lê.

—- E não sou, fico apenas no início e pego no sono, nunca passei do "Era uma vez!" —- diz Lumiere sem vergonha alguma.

Pequenos brilhos começaram a rodopiar no ar, a sala ganhou um cheirinho gostoso de algodão doce. Os dois amigos puderam sentir a leve brisa bater em seus rostos antes da Fada Madrinha se materializar a frente deles. Eles se deliciaram com o cheiro. A sensação gostosa durou apenas meio segundo, até eles lembrarem que  estavam com o trabalho atrasado.

—- Ora… Ora meus dois amigos, está tudo pronto, para que eu possa fazer o meu biddiboobdibu?

A Fada Madrinha possuía sempre a mesma expressão gentil, era difícil leva-la a sério ou até mesmo saber quando ela estava zangada. Para um Malandro como Lumiere era dificil se manter em suas funções tendo ela como sua “chefe”.

—- Não Fada Madrinha, o texto se apaga conforme a tinta seca e —- Horlofe olhou para o amigo, queria dizer que boa parte do tempo Lumiere ficava a inventar canções, nem mesmo ele conseguia manter o foco.

—- Se apagam? —- Ela coçou o queixo, olhou o grande livro em cima da mesa —- Vocês não saíram do Era uma vez?

Lumiere baixou os olhos.

—- Não é uma tarefa fácil escolher um héroi

Seu tom era agora envergonhado.

—- Eu disse para ele escolher o grande príncipe…

—- Por que ele não pode escolher uma princesa? —- a voz feminina interrompeu Horlofe.

Os três se viraram para onde o som veio, era Alice em seu vestido azul. E o coelho branco estava em seus pés balançavam o relógio.

—- Não temos mais tempo… está acabando! ESTÁ ACABANDO!

—- Acalme-se seu Coelho —- pediu a Fada.

Alice deu com seus pequenos ombros.

—- Ele é sempre exagerado, apenas ignorem…

—- Ignorar? Ignorar?

Os olhos do coelho eram de um vermelho intenso, era perceptível que o ar em seus pulmões eram pouco, tamanho ao seu desespero.

—- Esse cara só pode ser biruta —- Lumiere sussurrou para o amigo.

—- O que você espera de alguém que vem do País das Maravilhas?

—- Somos maravilhosos e não surdos e viemos ajudar, nosso mundo também está em perigo! —- disse Alice, ela andou puxando seu coelho até o grande sofá vermelho. Ela já era uma mulher adulta, mas toda vez que viajava para o Reino Encantado parecia ter seis anos.

—- O que sugere pequena Alice? —- A fada sentou-se de frente para a menina.

—- Primeiro que não me chame de pequena, é uma tristeza vir para cá e estar nessa forma onde ninguém me leva a sério —- Ela soprou a franja loura que caia em seus olhos —- Há coisas estranhas acontecendo no meu mundo, o mundo dos não Magi.

—- Não Magi? —- Lumiere questiona.

—- É… você nunca leu ou… ah deixa pra lá.

A garota passou as mãos suadas no avental do vestido, era desconcertante para ela deixar os outros sem entender, mas eles jamais saberiam o que era. Alice possuía um vasto conhecimento e podia viajar através de todos os espelhos, mas infelizmente não podia escolher uma época para viver que não fosse a sua.

—- A energia precisa se manter sempre em equilíbrio, vocês precisam de um crente. De alguém que estabeleça ela para vocês.

—- Um crente? —- Horloge tocou a linha fina do bigode em cima da boca.

—- Um ser que acredite e encontre o problema que está fazendo o nosso mundo ruir —- respondeu a Fada Madrinha, se isso fosse necessário significava que o problema era muito maior do que ela imaginava.

—- Onde achamos um desses? —- Questionou Lumiere querendo se fazer presente.

—- No mundo real, é claro! —- Alice respondeu e já foi se levantando.

—- Precisamos ir, é quase hora do chá! Não temos tempo!

A fada madrinha não a impediu, já sabia o que precisava ser feito, somente um feitiço perigoso com consequências ainda mais perigosas poderiam ajudar a floresta encantada agora.

 

[...]

 

Um tempo depois a Fada Madrinha se reuniu com mais três Fadas, Flora, Fauna e Sininho. Está surpreso pela ausência de Primavera? Não se preocupem, ela está a cuidar do sono da Bela adormecida, como a própria fadinha azul diria “Fauna não é a melhor pessoa para isso. E eu desejo ficar longe de toda confusão!” —- E em um sussurro ela acrescentaria não aguentar mais as duas irmãs.

Primavera possui a síndrome do irmão do meio meus caros, e somente eles sabem bem o que é isso. Voltando a história, Flora folheava o livro extraordinário de magia.

—- Nem mesmo nós sabemos o que pode acontecer, não seria melhor fazermos uma escolha Fada Madrinha? —- Ela perguntou erguendo os olhos para a Fada.

—- Corremos o risco de sermos injustos. Não somos nós a salvar esse mundo — Ela respondeu, observava pela janela da alta torre o véu que separava os mocinhos dos vilões.

—- Eu preciso encontrar Peter… Peter sumiu.

—- Desculpe Sininho, não consigo ouvir, repete —- Pediu Fauna.

A pequena Fada voou próximo ao ouvido de Fauna, revirou os olhos e repetiu.

—- Oh! céus! Ele também sumiu?!

Fauna exclamou, seu semblante era de puro drama e preocupação.

—- Peter Pan? —- Flora questionou erguendo as sobrancelhas.

“Há outro Peter no mundo encantado?” Sininho se perguntou. Era a primeira vez que estava tão longe dele. E ele não poderia ter ido atrás de Andy, já haviam se passado muitos anos e ele não se lembrava mais dela e por mais que já tivesse voado por toda a Londres não havia visto nem um sinal do menino ou de sua sombra.

—- Preparadas ou não, com todos os riscos precisamos agir, a hora é agora — O tom da voz da Fada Madrinha era mais descidido do que preocupado, ela pegou sua varinha de condão na manga de sua capa, fez silêncio em todo reino encantado, não só na Floresta, mas também em todo lugar em que há magia…

 

Continua...

 


Notas Finais


Jornal:https://spiritfanfics.com/jornais/herois-e-viloes-10146106
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E sua reserva de aparência no de aparência, avisar no mesmo também qual será os pais do seu personagem.


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