História Intercâmbio — Imagine Jungkook - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Adultério, Bts, Imagine, Jeon, Jungkook, Sexo, Traição
Visualizações 4.050
Palavras 1.743
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi amores. <3

O que dizer do capítulo anterior? Hehe. Quero avisar que intercâmbio está chegando ao fim e terá mais dois capítulos, além desse. :'v

Boa leitura, espero vocês nos comentários. ♡

Capítulo 15 - Vou cuidar dela, Senhor.


Fanfic / Fanfiction Intercâmbio — Imagine Jungkook - Capítulo 15 - Vou cuidar dela, Senhor.

— Pai eu... — Parei de falar assim que a minha madrasta abraçou-me.

— Vai ficar tudo bem, querida. — Sussurrou passando suas mãos em minhas costas.

— Rose, ajude a (S/N) a arrumar as coisas dela. Irei falar com o Senhor Jeon. — O mais velho pronunciou ríspido.

Não haviam palavras para descrever aquele momento. Minha cabeça doía e quando senti a primeira lágrima escorrendo, Rose abraçou-me novamente, dessa vez mais apertado.

— Eu já tive um amor assim, (S/A). — Disse baixo acariciando o meu cabelo. — Meus pais não aceitaram também.

— Eu o amo. — Desviei o olhar, encarando o chão tristonha. — Nós iríamos passear hoje cedo, com o Tae e com a Lisa.

— Juro que tentei convencê-lo a deixar você aqui até o intercâmbio terminar, mas não consegui. — Sorriu fraco adentrando o quarto e fechando a porta.

— Tudo bem, Rose. — Minha voz saiu baixa e rouca.

— Vamos, não fique assim! — Enxugou as minhas lágrimas delicadamente com o seu polegar. — Espere até você chegar na maioridade, e assim poderão ficar juntos.

— Um ano, Rose. Um ano. — Choraminguei encostando a cabeça em seu ombro. — Ele é tão bom. Kookie é o homem perfeito.

— Tenho certeza que sim. — Sorriu.

— Rose? — Nos olhamos.

— Sim? — Pediu.

— Eu sempre tive a impressão errada de você. — Murmurei.

— É, eu sei. — Ela riu baixinho. — Sabe, vocês podem se separar agora mas poderão ficar juntos depois, (S/A). Não fique desanimada, isso acontece.

— Você não acha errado eu ter me relacionado com um homem casado? — Indaguei.

— Não, não acho. — Sorriu e acariciou o meu joelho. — Não mandamos no coração, certo? — Assenti. — Como seu pai vai conversar com o Jeon Jungkook?

— Talvez em inglês... — Murmurei.

— (S/N), seu pai é péssimo em inglês.

Arregalei os olhos e saí do quarto. Jeongguk estava sentado na cama com uma expressão de espanto. Rolei os olhos pelo quarto e meu estômago embrulhou quando imaginei o meu homem deitado ao lado de Seulgi. A última citada, estava sentada atrás do Kookie, como se fosse uma criança inocente.

— Papai... — Segurei a sua mão.

— Me diga, filha! — Segurou-me pelos ombros. — Ele te obrigou a alguma coisa?

— Não, claro que não! — Neguei de imediato. — Nós dois estamos apaixonados, pai. Entenda, por favor. — Desviei o olhar para o Kookie, eu tinha certeza de que ele estava entendendo algumas palavras.

Meu corpo gelou, quando o meu homem levantou-se da cama e parou ao meu lado. Um choque percorreu todo o meu corpo quando ele entrelaçou nossos dedos. Ah, mas eu queria chorar tanto ao ver a expressão do meu pai. Rose olhava-me cabisbaixa, não sei porquê, mas a minha madrasta também estava triste.

— Senhor... — Gukkie pronunciou com dificuldade, apertando a minha mão. — Eu a amo.

Não era o momento certo, mas eu sorri ao ouvi-lo falando a minha língua.

— Olha... — Meu pai olhou para as nossas mãos entrelaçadas. — Vocês não podem fazer isso com aquela mulher. — Apontou para Seulgi. — Ela está grávida!

— Eu não entendi tudo que ele falou, amor. — Jeon sussurrou em meu ouvido.

— Disse que não podemos fazer isso com a Seulgi. — Murmurei.

— Ela não está grávida... — Kook simulou uma barriga, fazendo-me sorrir. O seu esforço fazia-me chorar e sorrir ao mesmo tempo.

— Não? — Meu pai franziu o cenho e encarou-a.

— Não, pai! Ela é uma mentirosa. — Bufei.

— (S/N)! — Repreendeu-me.

— Pai, em que língua o Senhor falou com a Seulgi? — Arqueei a sobrancelha.

— Em português. Ela falava tudo embolado, mas conseguimos compreender. — Rose pronunciou. — Querido, porquê não a deixamos aqui? — Segurou a mão do mais velho.

— Não é certo, Rose. Já me decidi,(S/N) vai voltar conosco para o Brasil! — Falou seco.

— Você confia em mim, princesa? — Jeon perguntou.

— Confio, Oppa. — Sorri fraco.

— Então me beije. — Pediu fitando os meus lábios.

— Kookie...

O moreno virou-me para ele e roçou nossos lábios.

— O que estão fazendo? — Papai indagou.

Suspirei e o maior pressionou sua boca contra a minha. Olhei para a Seulgi e essa estava com um olhar de ódio, enquanto segurava a Lisa que olhava tudo sem entender absolutamente nada. Fechei os olhos e movimentei minha boca, logo sentindo a língua do mais velho enroscando-se a minha.

— Querido, eles estão apaixonados e tenho certeza de que Jeon Jungkook cuidará muito bem da nossa garota. — Escutei a Rose dizendo baixinho.

— Eu não irei dar um divórcio algum para esse aí! — Seulgi pronunciou-se, pela primeira vez na manhã.

Jeon, abraçou-me de lado e beijou a minha bochecha, ainda ofegante. Segurei a sua mão e olhei para o meu pai. Este, estava boquiaberto.

— (S/N), filha... — O mais velho entre nós tocou o meu rosto, com as duas mãos. — É isso mesmo que você quer?

— Sim, papai. — Sorri fraco.

— Eu não acho isso correto, mas precisei vir até o outro lado do mundo, para ver que a minha filhinha está apaixonada... — Ele dizia com um olhar triste. — Você sabe que eu queria que você terminasse os estudos primeiro, antes de qualquer coisa, não sabe? — Assenti. — Me promete que vai continuar estudando e que não vai engravidar?

— Pai... — Encarei-o constrangida.

— (S/N)... — Ditou baixinho.

Soltei a mão do Kook e abracei o mais velho. Sua mão alisava as minhas costas, e como eu tinha sentido falta daquele abraço...

— Eu prometo, pai! — Beijei a sua testa.

— Eu vou cuidar dela, Senhor.

— Não acredito que o namorado da minha filha já tem dois filhos. — O meu progenitor resmungou baixinho.

— O Tae, é tão fofo a Lisa também. — Sorri.

O pestinha adentrou o quarto com a sua mochila nas costas, tão bonitinho.

— Papai Kookie... — O menor choramingou. — O que está acontecendo?

Gukkie explicou ao filho e eu traduzi para o meu pai e para a Rose. Seulgi estava com o olhar diferente, parecia triste. Suspirei e saímos do quarto. Finalmente estava quase tudo resolvido. Só faltava o divórcio.

[...]

Meu pai voltou para o Brasil naquele mesmo dia. Nós almoçamos juntos, menos a Seulgi. Eu estava com um pressentimento bom. Kook e eu fomos ao Shopping com as crianças e eu podia sentir olhares sobre nós dois o tempo todo. Taehyung, era tão adorável, ele achava graça em tudo.

— Maninha, o papai Kookie vai comprar um presente pra você... — O menor sussurrou.

— E o que seria, pequeno? — Perguntei alisando as suas costas, enquanto andávamos pelas lojas.

— Isso eu não posso contar. — Fez biquinho. — Mas você vai gostar. — Beijou a minha bochecha.

— Amor, pode ficar de olho no Tae? Preciso comprar uma coisa. — Sorriu.

— Pode ir, amor. — Sorri também.

— Huh, maninha? — O castanho apertou o meu pescoço.

— O que foi pequeno? — Pedi olhando-o, seus olhinhos brilhavam.

— Vamos comprar um sorvete? — Pediu inocente.

— Vamos, TaeTae. — Gargalhei.

Coloquei-o no chão e segurei sua mãozinha, enquanto íamos até uma máquina de sorvete.

— Quero uma casquinha de chocolate. — Falei para a moça.

— Eu também, Noona. — V fez bico.

— Duas casquinhas então. — Sorri.

Nos sentamos para tomar o sorvete e o V acabou sujando o seu rostinho todo. Limpei-o delicadamente.

— Seu pai vai ficar procurando nós dois. — Ri pegando o meu celular dentro da bolsa.

— Huh, é verdade. — Bateu palminhas. Tão lindo.

                • Mensagens;

Eu: Estamos perto da fonte. Naquela máquina de sorvete.

             Visualizado, às 18:32h PM.

Kookie: Já estou a caminho, meu amor.

Guardei o telefone dentro da bolsa novamente e admirei os casais que passavam. Claro que na Coreia não é igual ao Brasil, as coreanas são fofinhas e tímidas. E acho muito fofo o casal usar roupas iguais.

— Achei vocês! — Jeon gargalhou sentando-se ao meu lado e colocando a Lisa no colo.

— Oi, papai Kookie. — Tae sorriu quadrado, mostrando-nos seus dentinhos.

Não nos beijávamos na frente das crianças. E eu sentia muito falta dos toques de Jeon Jungkook, ele parecia sentir também, já que olhava-me daquela maneira, quente e penetrante. Desviei o olhar rapidamente e vi um sorriso formando-se em seus pequenos lábios.

— Vamos crianças! — Jeon disse.

Saímos do Shopping e fomos em direção ao carro. Colocamos as crianças na cadeirinha e seguimos em uma direção diferente.

— Onde estamos indo, Oppa? — Indaguei.

— Iremos deixar as crianças com o Jiminnie. — Ditou sorridente.

— Mas por quê?

— Você vai saber o porquê, princesa. — Acariciou a minha mão rapidamente.

Jimin abriu a porta esboçando um grande sorriso, logo pegou a pequena Jeon no colo, dando-lhe um beijinho nas bochechas gordinhas.

— Então o casal vai aproveitar à noite sozinhos? — O loiro gargalhou.

— Vamos! — Gukkie entrelaçou nossos dedos.

— Divirtam-se, amores! — Sorriu malicioso. Senti minhas bochechas ferverem.

[...]

Kookie havia alugado um quarto em uma das melhores suítes do hotel. Eu não entendia o que estava acontecendo. O meu homem estava misterioso demais.

— Oppa, fale comigo! — Fiz bico.

— Daqui a pouco, meu amor. — Sorriu abraçando-me pela cintura. — Preciso que feche os olhos...

— Kookie... — Choraminguei.

— Você confia em mim, pequena? — Beijou a minha testa.

Encarei os seus olhos e então assenti.

— Feche os olhos... — Deu um beijinho em minha boca.

Fechei os olhos e senti suas mãos em minha cintura, enquanto saíamos do elevador. Conforme andávamos, sentia meu coração batendo cada vez mais rápido. Jeongguk beijou a minha mão e abriu a porta.

— Com cuidado... — Disse em meu ouvido.

Ouvi a porta sendo trancada e fiquei ainda mais aflita.

— Pode abrir, princesa. — Disse sorrindo.

Abri os olhos minimamente e deparei-me com o quarto todo enfeitado. Haviam pétalas de rosa por cada canto, principalmente na cama de casal. Havia também um champanhe e duas taças sobre uma mesa. Minhas mãos começaram a suar e segurei o choro que estava preso em minha garganta. Respirei fundo e caminhei até a mesa e peguei uma rosa, cheirando-a.

Olhei para o Jeon, e este mantinha um sorriso lindo nos lábios. Suas bochechas estavam coradas e eu tinha certeza de que o meu homem estava ainda mais nervoso do que eu. Em passos lentos, caminhou até mim. Uma lágrima ameaçou a cair quando o moreno tirou uma caixinha vermelha do bolso, acompanhada por um papel.

— Leia, meu amor. — Sussurrou.

Abri o papel e notei que minhas mãos tremiam. Seulgi havia assinado o divórcio. Jeongguk tirou o papel das minhas mãos e deixou-o sobre a mesa.

— (S/N)... — Murmurou abrindo a caixinha.

Seus olhos cravaram-se aos meus, como uma estaca no peito.

— Você aceita namorar comigo e ser minha para sempre?


Notas Finais


Sto chorosa. Não Min toca. :')

Perfil: @rabetania ^^

https://spiritfanfics.com/historia/relacao-perigosa-imagine-jungkook-9698485 (ShortFic com o Kookie mais velho) ♡


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