História International Love History (Long Imagine Jimin) - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Chim Chim, Jimin, Love, Park Jimin, Romance
Visualizações 1.276
Palavras 2.047
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ayo!
Finalmente!
Olha, confesso pra vocês que cada vez mais eu fico mais ansiosa para postar logo!
>♥<

Capítulo 21 - Kiss me through the phone


Fanfic / Fanfiction International Love History (Long Imagine Jimin) - Capítulo 21 - Kiss me through the phone

      Foi rápido, mas consegui ver Jimin antes de ir para a casa dos meus pais na sexta à tarde. Ele ainda teria uma aula e eu já teria que pegar a rodovia depressa se quisesse chegar logo, então apenas trocamos alguns beijos, conversamos um pouco e logo nos despedimos.

      Dentro do carro, mas ainda no estacionamento da universidade, decidi mandar mensagens simultâneas para Victoria e para Atlantis para lhes contar sobre as minhas novidades.

Dukin’ Donuts às sete.

      Eu não achava uma boa ideia falar com minhas amigas sobre aquele assunto em minha casa, então as convidei para me encontrar em nossa loja de rosquinhas favorita – e mais perto de casa também. Logo recebi suas respostas e quando as duas confirmaram, me animei instantaneamente.

      – Quanto tempo! – Eu disse a Victoria, quando cheguei e a vi na mesma mesa de sempre.

      – Pois é... – Respondeu. – E aí, como estão as coisas?

      – Preciso contar uma novidade, mas vou esperar Atlantis chegar. – Sorri.

      – É sobre o que eu estou pensando? – Riu.

      – Deve ser sim. – Fiquei animada.

      Mudamos de assunto e até que conseguimos conversar um pouco... Porém Atlantis chegou, animada e falando alto como sempre fazia. Nunca se importava com nada e com ninguém.

      – Até que em fim apareceu a margarida! – Ela disse, ao me ver.

      – Pare de ser escandalosa. – Sussurrei em seu ouvido ao abraçá-la.

      – Essa sou eu... Acostume-se! – Ela disse e eu ri. – E então?

      – Agora já pode falar. – Disse Victoria, depois de ter cumprimentado Atlantis.

      – Estou namorando. – Fui direta.

      – Com o Min Min? – Atlantis perguntou animada.

      – Com o Min Min. – Sorri.

      – E quando fizeram as pazes? – Perguntou Victoria.

      – Há uns dias... Conversamos, nos desculpamos um com o outro e nesse momento decidimos iniciar um compromisso.

      – E quanto ao dilema com seus pais? – Perguntou Victoria.

      – No momento planejo os deixar fora disso, ainda está recente, e...

      – Mas você pretende contar a eles mais pra frente, não é? – Perguntou Atlantis.

      – É claro. – Respondi. – Não tem como esconder isso por muito tempo...

      – Só não demora, porque é melhor você contar do que eles descobrirem sozinhos. – Victoria falou.

      – Sim, eu sei. No momento ainda não, mas a hora de falar vai chegar. – Sorri.

      – Fico feliz por você. – Disse Victoria, sorrindo.

      – Obrigada. – Sorri de volta.

      – Eu também... Pelo menos uma de nós conseguiu desencalhar, não é? – Atlantis deu risadas.

      – E aí, como estão os preparativos para a festa? Já está chegando...

      Depois que Atlantis contou todas as mudanças que ela havia feito em tudo que já estava decidido, comemos algumas rosquinhas cobertas de chocolate, e voltamos ao assunto do meu namoro. Porém, dessa vez não falamos dos meus pais, e sim, só de Jimin e eu. Quando de repente...

      – Ai, que susto! – Disse Victoria se assustando quando meu celular tocou.

      – Oi, amor. – Eu atendi sorrindo.

      – Oi, jagi. Chegou bem? – Perguntou.

      – Sim, até que o trânsito não estava tão ruim.

      – Ótimo. – Ele disse. – Bom, vou sair com meus amigos daqui a pouco e agora preciso me arrumar... Só liguei mesmo para saber como estava.

      – Tudo bem, amor... Se quiser ligar de novo mais tarde pode ligar, não pretendo dormir cedo hoje. – Sorri.

      – Farei isso. – Ele parecia alegre. – Bom... Até mais tarde!

      – Até mais tarde, amor. – Sorri.

      Desliguei o telefone sorrindo e quando olhei para minhas amigas, Victoria estava rindo e Atlantis parecia assustada.

      – Isso é muuuuito estranho! – Disse ela.

      – O quê? – Sorri.

      – Você falando coreano me dá medo. – Disse ela, rindo.

      – Era o Min Min? – Perguntou Victoria.

      – E a (S/n) conhece outro coreano por acaso? – Atlantis riu.

      – Ele ligou para saber se eu tinha chegado bem. – Eu disse e elas logo me mostraram uma expressão fofa ao ter ouvido o que eu disse.

      Conversamos por mais alguns minutos e depois, tiramos umas fotos e resolvemos ir para casa. Já estava ficando tarde, então me ofereci para levar Atlantis e Victoria cada uma em sua casa e depois voltei para a casa de meus pais.

      Ao voltar para casa, fui direto para o meu quarto e comecei a usar meu notebook para fazer uns exercícios para a semana seguinte. Quando meus pais chegaram, minha mãe foi até o meu quarto e quando bateu na porta, tive que desligar rapidamente minha chamada com Jimin.

      – Olá. – Eu disse.

      – Posso entrar? – Ela perguntou e eu assenti. – Está ocupada?

      – Estou terminando uns exercícios, mas pode falar.

      – Vai fazer algo amanhã com suas amigas?

      – Não marcamos nada até agora.

      – Não sei se você se lembra, mas eu estava querendo comprar um carro e... Decidi fazer isso amanhã, porém seu pai vai fechar um contrato e vai ter que resolver uns problemas na filial, então queria saber se quer me acompanhar.

      – Oh, mas é claro, mãe! – Sorri.

      – Podemos sair às nove?

      – É claro. – Sorri. – Já sabe aonde vai?

      – Sim, quero ir à Toyota. Quero um carro zero então prefiro não ir a uma concessionária qualquer.

      – Tudo bem. – Sorri. – As nove estarei pronta.

      – Certo. – Ela sorriu. – Desça em dez minutos, está bem? O jantar está quase pronto.

      Assenti, minha mãe saiu do quarto e eu enviei uma mensagem para Jimin, dizendo que antes de dormir – e quando eu pudesse falar – ligaria para ele novamente. E assim foi.

      Depois do jantar e depois de ter acertado mais alguns detalhes com minha mãe sobre o dia seguinte, finalmente fui para o meu quarto e liguei para Jimin.

      – Olá, meu amor! – Jimin atendeu em inglês.

      – Hum, mas que ótimo! Será que podemos ficar no inglês a partir de agora? – Respondi em inglês.

      – O quê? – Perguntou em coreano.

      – Foi o que eu pensei. – Sorri.

      – Sua mãe chegou a ouvir nossa conversa?

      – Não sei se ouviu, mas se ouviu não entendeu porque não fala coreano. – Sorri.

      – Tome cuidado, jagi.

      – Não se preocupe com isso, meu bem. – Sorri. – Ah, e falando do inglês, quando voltaremos às nossas aulas, hein?

      – É verdade... Podemos voltar a nos encontrar de manhã? Faz tempo que não leio textos e faço exercícios.

      – Está usando o guia de expressões?

      – Sim. – Respondeu. – Mas preciso de mais coisa.

      – Tudo bem, eu vou ver se imprimo ou anoto alguns exercícios básicos pra você. – Bocejei. – E aí, como foi o passeio?

      – Me levaram num bar que foi inaugurado recentemente. – Ele disse.

      – Gostou?

      – Sim, foi agradável. Eu não costumo sair, então quando saio já me sinto melhor. – Ele disse. – Ah, e eu experimentei churrasco!

      – Gostou?

      – É diferente, mas é bom. – Disse.

      – Dessa vez não bebeu e dançou no meio de todo mundo, não é? – Fiz piada com o que houve na festa que teve em sua casa.

      – Se eu bebi e dancei?

      – Deixa pra lá. – Lembrei que essa parte eu não tinha lhe contado. – O que mais você comeu?

      – Experimentei uns petiscos de frango e comi alguns... “Sagadinho” também, eu acho.

      – Salgadinhos? – Sorri.

      – Isso... Gostei de um feito de queijo.

      – Comeu feito um passarinho, derramando tudo? – Dei risadas.

      – Você não perde a mania de implicar comigo. – Riu.

      – Sim, não perco mesmo. – Sorri e bocejei.

      – Está com sono?

      – Estou um pouco cansada... E amanhã ainda terei que acordar cedo, vou sair com minha mãe.

      – Então vou deixá-la dormir em paz.

      – Não queria desligar, mas eu realmente me sinto cansada, e...

      – Tudo bem, jagi. – Ele disse. – Tenha uma boa noite... Eu amo você, e estou com saudades.

      – Também te amo muito, amor. – Sorri envergonhada. – Até logo!

      Depois de desligar, olhei pro teto e sorri sozinha. Como Jimin poderia ser tão amável assim? Como poderia ser tão agradável estar junto com ele?

      Depois de ficar eufórica, coloquei o celular no carregador e quando me deitei, ele vibrou, chamando a minha atenção na hora. Ao olhar a tela, vi que era uma notificação de Jimin no Facebook. Assim que a abri, vi que era uma foto. Ele estava deitado, seu cobertor cobria seu rosto até abaixo dos olhos e ele fazia um sinal de ‘V’ com a mão. E logo mais em baixo, estava escrito: Boa noite.

      Sorri morrendo de amores com aquela foto, e no mesmo instante, acendi o abajur e tirei uma foto igual, coloquei a mesma legenda também, só que em hangul. Assim que enviei, coloquei o celular onde estava antes e fui dormir.

*

      Acordei as oito, tomei café e dez minutos antes do horário marcado eu já estava esperando minha mãe na sala de estar. Depois de tudo pronto, saímos em meu carro e seguimos até o endereço da Toyota mais próxima do centro de Nova York.

      – Já tem em mente algum carro específico? – Perguntei.

      – Ainda não, quero dar uma olhada quando chegarmos lá. – Respondeu.

      – O que acha do Elantra? O cinza é bem bonito.

      – É muito simples, quero um carro grande. – Minha mãe respondeu.

      – E o Azera?

      – É, esse eu posso considerar. – Ela respondeu e eu sorri.

      Minha mãe não se importava em gastar dinheiro. Tudo que ela queria e comprava era sempre do bom e do melhor – e do mais caro também. E como dinheiro era algo que não nos faltava...

     Chegando lá, estacionei e logo entramos. Depois de conversar um pouco com um dos vendedores, minha mãe saiu andando pela loja e eu fui junto. Ela olhou o Elentra, o Azera, o Prios, o Camry... Mas acabou se apaixonando pelo Sonata.

      Assim que escolheu, partimos para o test drive. Junto com o vendedor, minha mãe e eu demos um pequeno passeio pelo pátio da loja e depois fomos para a avenida de mais movimento. Depois de vinte minutos andando, minha mãe resolveu que era aquele mesmo que ela queria.

      Passando o cartão de débito, e debitando automaticamente os 115.400 dólares da conta, tudo já estava concluído. Minha mãe acertou toda a documentação e depois de escolher a cor a cor – branco – apenas marcou um dia para ir buscar seu carro – que seria cinco dias depois naquele mesmo lugar.

      Saindo de lá cheia de felicidade, minha mãe sugeriu que fossemos ao shopping comprar mais algumas coisas. Há muito tempo não saíamos só nós duas, então... Aproveitamos para fazer isso naquele dia. Seguimos até lá, e a sessão de compras continuou.

      A primeira loja que fomos foi uma joalheria – pois jóia era o que minha mãe adorava comprar e usar. Aproveitei e comprei dois pares de brincos, um colar com um pingente de flor banhado a ouro 32K e comprei um anel com uma pedra moldada no centro.

      Depois disso compramos perfumes numa loja no segundo andar, fomos experimentar algumas roupas e eu acabei não resistindo quando passei em frente à sapataria. Comprei uma bota com salto e dois tênis, enquanto minha mãe comprou apenas um Scarpin vermelho.

      Almoçamos em uma churrascaria na beirada da estrada no caminho de volta pra casa, e assim que chegamos – por estar tão cansada – fui dormir de novo. Só acordei às cinco, quando Jimin me ligou.

      – Oi, amor. – Atendi.

      – Está podendo falar?

      – Sim. – Sorri sozinha.

      – Como você está?

      – Tudo bem... Meu dia foi cheio hoje. Saí com minha mãe, fomos procurar um carro que ela queria comprar e depois disso fomos ao shopping.

      – Imagino que esteja cansada. – Respondeu.

      – Sim, mas não me importo. – Sorri. – Tudo bem por ai?

      – Sim... Estava ensaiando umas sequencias até agora pouco, pois terei avaliação essa semana.

      – Entendi. – Respondi.

      – Quando você volta?

      – Amanhã, mas só poderemos nos ver na segunda.

      – Estive pensando em você o dia inteiro. – Ele disse.

      – Está com saudades? – Sorri.

      – Bastante. – Ele disse, manhoso.

      – Também estou com saudades, meu amor... – Lamentei. – Mas logo logo estarei de volta, e quando eu estiver em casa podemos conversar melhor.

      – (S/n)? Está ali? – Bateram na porta.

      – Estou! – Respondi.

      – Posso entrar? – Era meu pai.

      – Só um minuto. – Eu disse. – Amor, preciso desligar agora.

      – Tudo bem, jagi. – Jimin respondeu.

      – Até logo! – Eu disse e logo desliguei. – Oi. – Atendi meu pai na porta.

      – Sua mãe está chamando. – Ele disse.

      – Tudo bem, já estou indo. – Sorri e saí do quarto, acompanhando-o enquanto disfarcei.

      Naquele dia não consegui mais falar com Jimin. Precisei ajudar minha mãe com algumas coisas, e quando terminei, já era tarde e ele não me atendeu por certamente estar dormindo.

      Mas, mesmo por não ter conseguido falar com Jimin eu fiquei feliz. Era sábado a noite e no domingo eu iria embora. Não iríamos nos ver, mas em minha casa eu poderia falar com ele quando eu bem quisesse – ao contrário do que acontecia na casa dos meus pais.

     E, se o universo estivesse ao meu favor, o domingo passaria voando para que eu encontrasse Jimin na segunda feira.


Notas Finais


Oneshot do Suga sai semana que vem, pessoal!
Exatamente na terça que vem!
Link para a sinopse:

https://spiritfanfics.com/historia/it-just-happens-oneshot-suga-9317989


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