História Internato Fairy Tail - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Anna Heartfilia, Aquarius, Aries, Cana Alberona, Elfman Strauss, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gildartz, Grandine, Gray Fullbuster, Happy, Igneel, Juvia Lockser, Karen Lilica, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Macao Conbolt, Makarov Dreyar, Mary Hughes, Mavis Vermilion, Meredy, Metalicana, Minerva Orland, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Personagens Originais, Rogue Cheney, Sherry Blendy, Silver Fullbuster, Sting Eucliffe, Ultear Milkovich, Ur, Virgo, Wendy Marvell, Yukino Aguria, Zeref
Tags Gale, Gruvia, Jerza, Nalu
Visualizações 239
Palavras 1.463
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Segundo capítulo ^^

Pequenos avisos:

• Não terei tempo nem internet para postar todos os dias.

• A fanfic será postada a cada sete dias caso eu consiga internet. Se o capítulo ficar pronto antes eu o irei postar.

• Os personagens desta história não me pertencem, mas alguns de minha autoria apareceram não o decorrer da história.

• Ao longo da Fic, poderá aparecer letras de músicas.

• A fic também terá relatos baseados em histórias reais.

É isso, espero que gostem ^^

Capítulo 2 - Capítulo Dois


Era exatamente seis horas da noite quando fui acordada por uma batida de porta, pude ouvir a gritaria segundos depois. Era Jude e sua namorada (Pelo menos eu acho que seja), a Carla. Carla, embora seja um pouco histérica, é uma pessoa legal, acho que ela só está com meu pai para que ele não me faça nada, ela me disse uma vez...

— Lucy, você é tão linda... – passou levemente seu polegar em minha bochecha e sorriu gentilmente – está cada vez mais parecida com sua mãe, ela sentiria muito orgulho disso. – Sorri um pouco corada, mas eu sabia que meu olhar estava triste, minha mãe não sentiria orgulho de mim se soubesse o que faço – Prometi a ela que eu iria lhe proteger, e não pretendo desfazer essa promessa.

Não sei ao certo o que ela queria dizer com isso, mas Jude chegou no exato momento em que eu iria perguntar a ela, então acabamos mudando de assunto.

Me levantei e coloquei um blusa de frio, descendo para a sala em seguida. Meu pai já estava em sua cadeira, olhava atenciosamente para o jornal em sua mão – já que não tínhamos televisão –, já na outra, havia um generoso copo de whisky.

Carla estava na cozinha, então optei por ir ao seu encontro, mas antes ouvi Jude falar comigo.

— Onde estava ? – Perguntou sem me olhar, dando um grande gole na bebida.

— Em meu quarto, senhor.

— Dá próxima vez, quero ver você fazendo alguma coisa útil quando eu chegar, além de ficar deitada como uma sem-emprego.

— Sim, senhor.. –murmurei e dei meia volta, em direção ao meu quarto.

Assim que entrei novamente em meu refúgio, ouvi minha barriga roncar. Eu estava com fome, muita fome, a única coisa que pude comprar com meu dinheiro na escola, foi um copo de café, e na geladeira dessa casa não tinha nada além de bebidas alcoólicas. Eu não quero ficar perto de Jude, a presença dele não me traz conforto como qualquer outro pai.

“Não, Lucy, você não pode reclamar ! Tem uma casa para morar, e uma cama para dormir”

Meu corpo estava fraco, eu precisava falar com alguém. Queria ter alguém em que eu podia confiar e contar meus problemas mas, ninguém ficaria perto de mim sabendo da minha vida. Já não basta os vários boatos sobre mim, não quero dar a aqueles adolescentes motivos para me matratarem mais.

Fui até a janela de meu quarto e abri a cortina.

Ele estava lá, como sempre, fazendo seu dever de casa. Seu olhar se voltou para minha janela e eu tenho certeza que ele me viu, pois abriu aquele sorriso que só ele sabe dar, e levantou a mão como um aceno.

Meu coração acelerou, como se quisesse deixar meu peito para viver a vida sozinho. Fechei a cortina rapidamente e me sentei no chão; abracei os joelhos e coloquei minha cabeça entre eles.

Aquela foi muito derrepente, eu não consegui raciocinar direito, isso nunca aconteceu.


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Depois de uma noite inteira ouvindo os roncos de minha barriga, o dia finalmente amanheceu.

Me levantei e fui até meu banheiro, tomei um banho rápido para não acordar o Jude e fui até meu guarda roupa. Aqui não tem muita variedade, e a maioria dessas roupas já não me servem mais. Se hoje não estou pelada, é graças a Carla.

Coloquei uma calça jeans, a blusa do uniforme, e um tênis que a Carla me deu a um mês.

Hoje o tempo não estava tão frio quanto ontem, mas você ainda podia sentir uns calafrios, então peguei meu único moletom e sai de casa. Acho que com esses seis reais posso comprar um sanduíche simples.

Assim que olhei a frente meu coração veio na boca e voltou. Natsu estava ali, com seu sorriso alegre e brilhante.

— Oi ! – Ele disse.

Me aproximei um pouco envergonhada. Sei que a maioria das garotas com quem ele conversa usam roupas da moda ou de marca, perto delas eu me sinto uma sem-teto.

— Oi.. – Murmurei olhando para baixo – O que veio fazer aqui ? – Perguntei, já que ele estava sentado nos degraus da escadaria da frente de casa.

— Ontem, quando cheguei da escola, falei com minha mãe sobre você. Ela me disse que você já morava aqui antes de eu me mudar. Decidi então acompanhar minha antiga-nova-vizinha até a escola, já que estudamos juntos. – E abriu um sorriso. – Por quê fechou a cortina na minha “cara” ontem. – Perguntou e soltou uma pequena risada, achando graça do jeito em que a frase saiu.

— Me pai estava subindo. – menti. – Natsu, tem certeza de que quer ir comigo ? – Sussurrei a última parte.

Eu queria ir com ele, queria muito, mas eu não quero que ele escute o que as pessoas falam de mim. Agora que consegui ter uma conversa decente com ele, não quero que se afaste novamente.

— O que você disse ? – Perguntou confuso.

— Nada... – Falei passando reto, enquanto ele vinha atrás de mim.

— Então..Luce, né ?

— Lucy, com “y”, não com “e” – Falei com um pequeno sorriso em meus lábios. Até que foi fofo e engraçado o jeito que ele pronunciou meu nome.

— Não foi o que eu disse ? – Soltei uma pequena risada.

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Já estávamos quase chegando na escola. A conversa com Natsu foi muito divertida, a muito tempo eu não sentia esse sentimento de alegria em meu peito. Passamos em uma lanchonete durante o caminho, o que resultou em mais risadas. Mas eu tinha que despistá-lo de algum jeito.

— Natsu, pode ir na frente, preciso fazer umas coisas antes de entrar.

— Tudo bem, mais tarde a gente se vê. – Bagunçou meus cabelos e foi embora.

Esperei um tempo debaixo de uma grande Sakura que floresceu a pouco tempo, e exatamente dez minutos depois eu entrei na escola. Já podia ouvir pessoas rindo, outras fofocando para seus amigos, enquanto seus olhos estavam presos em mim.

— Não acredito que essa vadia ainda estuda aqui – Disse Rose, ela era líder das líderes de torcida do time de basquete aqui dá escola, ao qual Natsu faz parte como capitão.

— Ouvi dizer que ela se vendeu porque o namorado não a quis mais.. – Falou outra garota.

— Ela poderia ter morrido logo, ou tentado se matar, não seria a primeira vez que tentaria algo assim... – Dessa vez quem falou foi Rogue, capitão do time de atletismo.

Respirei fundo e pisquei várias vezes, tentando controlar as lágrimas que insistiam em cair.

Apertei meus livros contra o peito e acelerei os passos.

Meus ombros se chocavam com várias pessoas, mas eu não estava ligando para isso, só queria ficar sozinha.

 Entrei no banheiro e me tranquei em uma das cabines, abracei meus joelhos assim que me sentei no chão. Logo não aguentei e comecei a chorar.

Ouvi um grupo de garotas entrando no banheiro e tampei a boca com a mão para que elas não me ouvissem.

— O que aquela garota pensa da vida ? Deve ser só mais uma vagabunda que vive rodando bolsinha na esquina. – Falou uma das garotas e acabou soltando uma risada logo depois.

— Você está certíssima, Mery. – Falou outra.

— Eu não acho que vocês devam ficar julgando uma pessoa antes de conhecê-la. Os boatos podem ser mentira. – Disse a terceira garota.

— Não seja tola, Juvia. Esses boatos existem a quatro anos, e ela nunca desmentiu nenhum, então lógico que é verdade ! – Falou a primeira garota como se fosse óbvio.

— As vezes é impossível falar com você, Minerva ! E você também, Ultear. – Disse aquela tal de Juvia e saiu do banheiro enquanto suas amigas riram e saíram em seguida.

Com minhas pernas tremolas eu me levantei e fui até a pia para lavar meu rosto, depois sai do banheiro e comecei a caminhar no meio dos outros alunos.

— Que bunda gostosa ! – Falou um garoto que passou do meu lado e apertou minha bunda com força.

— SEU IDIOTA ! – Chega, não dá mais. Já não basta as pessoas me chamando de Vadia a toda hora, ainda querem me abusar. Meus olhos já estavam cheios de lágrimas, e o garoto que antes estava com um sorriso malicioso no rosto, agora estava sério e vinha em minha direção.

— O que você disse, garota ? Repete ! – Sua voz saiu tão fria quanto gelo, e sua expressão de raiva me dava muito medo. Minhas mãos tremiam e eu não conseguia falar nada.

— EU MANDEI REPETIR ! – Disse e puxou com força o meu cabelo, fazendo meu corpo ficar um pouco curvado.

— Solta ela, Sting. – A lágrimas já rolavam pelo meu rosto, e a única coisa que eu queria era correr e me esconder em algum lugar, mas com o único resto de força que eu ainda tinha em meu corpo, olhei com o canto dos olhos para a pessoa de voz tão familiar para mim.

Natsu...


Notas Finais


Espero que gostem.
Até o próximo.
Desculpem qualquer erro.


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