História Internato Sobrenatural - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Kylie Jenner
Personagens Kylie Jenner
Tags Romance Escola Drama
Exibições 6
Palavras 655
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - Eu Não Acredito!!


Fanfic / Fanfiction Internato Sobrenatural - Capítulo 15 - Eu Não Acredito!!

Washington D.C,Internato - 02/08/2000 - 20:20

POV Ana

   Estava andando na parte deserta do Internato.Gostava de ir lá para ficar sozinha,pensar um pouco,espairecer.Nesse internato tinha meio que fama de puta,pois para sustentar minha irmã antigamente tinha que me prostituir.Bom cara de prostituta eu já tenho,o jeito de falar e andar também,sem falar nas roupas que eu uso e a aparência de meu corpo.Fui prostituta por 2 anos até Hernandez me tirar daquele muquifo junto com minha irmã,como não tinha ninguém para cuidar dela durante meu turno eu a levava junto,colocava ela no camarim e ia para a boate atender os clientes e quando acabava meu expediente eu ia buscar ela na onde eu avia deixado.Ela nunca reclamou de ir comigo,as vezes ela vestia as fantasias que ficavam guardadas,colocava alguns apliques e passava maquiagem e ficava brincando já que ela tinha meio que uma mente infantil de mais,mais nunca saiu do camarim para não ser confundida.Me sentei naquele chão gelado e pensei na única pessoa que tinha amado fora desse internato.Christopher Antony Salvatore era o nome dele.Ele era meu vizinho de apartamento e uma criatura como eu e minha irmã.Nós eramos muito próximos um do outro.Ele morava com os pais e eu morava sozinha por ser maior de idade.Faziamos muitas burradas juntos,ele nunca me julgou por ser uma prostituta,ao contrário de sua familia que falava que estava desonrrando a minha familia,mais eu nem dava ouvidos e ele fazia o mesmo.Lembro quando ele tinha me pedido em namoro,certamente ele não ligava pelo fato de eu vender meu corpo,namoramos por 3 meses até Hernandez vim me tirar daquela vida.Não sinto falta de nada daquela vida,apenas dele.Como o corredor era escuro e a única coisa que iluminava bem pouco era uma janela bem pequena não via muita coisa.Comecei a ouvir passos lentos e já me coloquei de pé procurando de onde vinha o som,fui olhando para todos os cantos para tentar achar algum movimento,mais não via nada.Senti alguém tocar em minha cintura me puxar.Meu corpo se choca com o da pessoa.Oque me parece estranho é que eu não me sinto incomodada com isso,bom,mais ou menos,não me sinto incomodada por achar isso um pouco familiar,mais me sinto meio estranha pois não conheço quem esta me agarrando.Empurro o corpo o fazendo cair no chão e me afasto mais um pouco indo para a area pouco iluminada pela janela.Tiro um canivete do bolso de minha jaqueta e pergunto:

Ana: -Quem está ai??

XXX: -Não me conhece mais Ana??

Ana: -Como você sabe meu nome??

XXX: -Eu sei quase tudo sobre você minha Flor..

   Minha Flor??.Só uma pessoa me chamava de minha Flor,não pode ser,ou pode.Séra que é quem eu estou pensando??

Ana: -Venha para a luz,tenho que ver se é quem eu estou pensando..

   Ele caminha até a luz fraca e fica de frente para meu rosto.E eu sinceramente não acredito no que vejo.Ela está aqui,parado na minha frente.Depois de anos longe dele,como esse mundo é pequeno.O meu Chris está aqui,na minha frente.

Ana: -Chris...É você??

XXX: -Sim....Sou eu minha flor...

Ana: -Eu não acredito nisso....Você está aqui,na minha frente,falando comigo....Ai Christopher eu senti tanto sua falta...

   Vou em sua direção e o abraço e o mesmo retribui rapidamente.Como senti falta desses braços em volta de meu corpo.Separo nosso abraço e o encaro com um sorriso no rosto.

Christopher: -Senti sua falta minha flor..

Ana: -Também senti a sua minha abelinha...

Christopher: -Serio que você vai continuar me chamando desse apelido,isso é apelido de menina...

Ana: -Eu sei....Mais eu gosto...

    Ele me leva até a parede e pressiona meu corpo contra a mesma.Ele passa o dedo em meus lábio e me olha por um breve segundo.

Christopher: -Eu posso??

Ana: -Não precisa nem pedir permissão...

   Sem demora seus labios tomam os meus com voracidade.Era uma mistura de sendimento,tinha saudade,desejo,malicia,amor,paixão envolvido nesse beijo,e como eu senti saudade desse beijo,como eu senti saudades dele.Pela primeira vez dez do dia que cheguei aqui,me sinto feliz....


Notas Finais


que triste a historia da ana né gente


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