História Intertwined paths - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Kentin, Lysandre, Personagens Originais, Rosalya
Tags Amor Doce, Castiel, Lysandre
Visualizações 30
Palavras 1.633
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


💖 Olaaaaaaaaaaaaaa💖
Desculpaaa pelo capítulo pequeno. 😩😩
Mal parei nesse feriado, foi o meu máximo hoje. Estou exausta! Sò o pò. Mas enfim
Espero que gostem ❤
Beijos 😘

Capítulo 5 - Encarando a Realidade


Fanfic / Fanfiction Intertwined paths - Capítulo 5 - Encarando a Realidade

Encarando a realidade

Ao fechar a porta encostei-me sobre a mesma e deslizei devagarzinho até encontrar o chão gélido e seco. Sentia vontade de chorar mas nada mais saia dentro de mim. Acho que meu rio de lágrimas secou. Nem me importei por estar apenas de toalha, o que mais me preocupava era aquela garota. então, ele realmente havia me esquecido? Tão rapido que ja estava noivo? Doeu, doeu muito. Coloquei as mãos na cabeça, sentindo a mesma latejar. Eu só queria dormir...dormir para sempre e não acordar nunca mais. Quando meus olhos se fechavam lentamente..ouvi uma batida forte na porta. Com meu corpo dolorido, tentei levantar o mais rapido possivel e abri a porta.

- Evelyn! - Castiel olhou meu estado deploravel, eu me sentia fraca. Tão fraca que imaginava que seria levada por qualquer ventinho. Forçando-me para manter os olhos abertos, ao ele entrar fechei a porta. - Você esta horrivel! Tomou seus remedios corretamente?

Eu sò tive tempo de olha-lo de forma súplica. E tudo se apagou.

[...]

Castiel on.

Segurei Evelyn fortemente eu meus braços sentia o pânico correr por minhas veias, e o sentimento de culpa também. Coloquei Evelyn na poltrona e liguei urgente para a ambulância. Apòs isso, verifiquei sua pulsação e a senti fraca, fraca demais. Nesse momento, lernbrei-me dos remédios. Corri até o quarto de Evelyn e abri todas as gavetas que eu via pela frente, eu estava realmente preocupado. Não via a hora de socar a maldita cara do Lysandre, infeliz hora em que eu permitir que esse canalha voltasse para atazanar a vida da minha princesa. Eu juro, se algo acontecer com meu anjo, eu o mato.

Abri a gaveta de seu criado mudo e vi vários boletos de remédios atrasados, do mês passado. Mas desse mês eu não encontrei nada, apenas embalagens vazias dos remédios do mês passado. Em pânico, raciocínei o que havia acontecido, Evelyn preferiu gastar o seu dinheiro para sua saúde apenas para me ver feliz e me proporcionar esse maldito encontro no bar. Eu já sabia que Lysandre viria, mas não podia fazer nada. Sò espero que ela não volte a confiar nele de novo.

Soquei a parede e ouvi a campainha tocar. Rapidamente cheguei até a sala e peguei Evelyn em meus braços como se fosse algo frágil que precisava de cuidados. Em seguida, abri a porta. Havia 2 enfermeiros com uma maca. A coloquei delicadamente deitada, e segui de forma rápida até o térreo pelo o elevador.

-Ela vai ficar bem? – Perguntei ao enfermeiro que checava, Evelyn.

Ele me olhou solidário, apertando meu ombro como se estivesse tenso.

-Torça pela sua namorada, se for o que eu realmente imagino ser. -Ele disse dando um meio sorriso.

Senti meu coração palpitar, ao ele dizer “namorada”. Apertei meus punhos e me controlei. De nada adianta, Lysandre voltou e está em posse do seu lugar. Mas por outro lado senti meu coração aflito, apertado. Estava muito preocupado com ela. A observei e vi que algumas manchas roxas começavam a surgir em seus braços. Típico de Leucemia, mas isso não acontecia a tempos. Ao chegarmos no térreo, a ambulância já estava nos esperando. Os moradores estavam todos atordoados, olhando a situação. Apenas ignorei todos os olhares e entrei com Evelyn na viatura. Percebi que os enfermeiros estavam com mais pressa, então percebi que o estado de Evelyn piorava. Fechamos a ambulância, e o motorista ligou a sirene indicando emergência. Os enfermeiros mexiam numa espécie de máquina, enfiando tubos na Evelyn. Me dòi lembrar da primeira vez que isso ocorreu. Foi na descoberta da doença, que já estava em estado intermediário.

Em poucos minutos chegamos no hospital ele enfermeiros correram com Evelyn para dentro. Foi tudo tão rápido, uma equipe de profissionais me seguraram e falaram que eu não podia passar da sala de cirurgia. Me desesperei na hora, comecei a me de debater olhando os enfermeiros correrem com minha princesa. Mas percebi que de nada iria adiantar. Me larguei deles, e me joguei numa cadeira da recepção. Com meu coração gelado e pulsando rápido, me acabei em lágrimas de preocupação. 

Lysandre on. 

Estava em meu novo apartamento. O clima estava frio tanto no ambiente, quanto em meu coração. Bebia minha terceira taça de vinho, de frente para lareira acesa. Sentado em meu sofá sofisticado. Vi Aline sair do quarto, minha suposta "noiva". Ela me encarou de soslaio e sentou-se ao meu lado, com uma taça de vinho na mão passamos minutos olhando apenas para o fogo da lareira se queimando. Sentia a minha cabeça latejar, e um mini aperto se formar em meu coração. Como se eu estivesse com medo de algo, ou como se alguém que eu me importasse estivesse em perigo. Abri minha mão esquerda e percebi que segurava esse tempo todo firmemente o colar que Evelyn havia me dado um dia antes do seu aniversário, do meu sumiço e de todas as nossas vidas mudarem. No colar havia a cabeça de um leão, de certa forma misterioso. Um lado do seu rosto era negro, como o fim. E o outro era vermelho, representando luxúria. Acho que entendi o porquê de ter recebido esse presente. 

Olhei para Aline que se mostrava intacta. Com sua jeito orgulhoso, e séria. Não demonstrava o que estava pensando, seus olhos eram como gelo. Não piscavam um minuto sequer. Ela estava pensativa, ardilosa, do jeito que sempre foi. Ela..é tão diferente de Evelyn. Tanto no carater, personalidade, beleza...como é possível Evelyn sempre ganhar em todos esses quesitos? Me desvencilhei de meus pensamentos quando percebi seu olhar para mim. 

- O que ela tem que eu não tenho? - Ela perguntou em alto e bom tom. Sem se exaltar, manteiga a mesma carranca. 

- Aline, meu amor..- fui interrompido pela mesma. 

- Pare de ser sínico. Você não me ama sò tem olhos para aquela magrela, doente!  - Ouvi seu grito inerte. E apertei meus punhos, segurando a raiva. 

- Não a chame de Doente, Aline! - Gritei, me exaltando. - Pare de ser tola! Eu não sinto nada por aquela garota! Vou me casar com você! Não com ela. - Senti um aperto no meu coração.

- Bom mesmo porque se essa inútil te tocar mais uma vez eu juro que eu a MATO, LYSANDRE!

Aline gritou e correu até o quarto repetindo sempre a mesma frase " A mato, a mato, a mato". 

Soquei a mesinha de vidro fazendo um corte em minha mão e derrubando a taça de vinho no carpete felpudo. Maldita garota! Senti uma lágrima solitária descer pelo meu rosto.

Evelyn on. 

Acordei com uma luz forte acima de meus olhos. Sentia meu corpo todo latejar, como se uma corrente elétrica acabasse de passar por ele. Sentia o gosto de sangue na minha boca. Olhei ao meu redor e me vi cheia de tubos em todos os lugares possíveis. Percebi a presença de um certo ruivo, dormindo desajeitado sob uma cadeia. Assoviei fraquinho, vendo-o acordar.

Ao me ver ele abriu um sorriso e se aproximou rapidamente de mim, me abraçando. Senti pontadas na barriga, dando um leve gemido. Castiel percebeu e se afastou, desconcertado. Ele me olhou e seus olhos se encheram de lágrimas. E eu pude ver em minha frente esse homão todo machão, chorar copiosamente segurando minha mão. 

- Eu fiquei tão preocupado com você meu anjo. - Ele disse acariciando meus cabelos. - Perdão por tudo pequena, fui um tremendo idiota, babaca durante todos esses anos por ter te feito sofrer tanto. Por esconder de você tudo. Você não imagina quantas noites eu passava em claro me culpando por seus choros de madrugada, você não imagina o quanto eu me mantia forte para não acabar com tudo isso. Me perdoe pelo o amor de Deus meu anjo eu te impl...- apertei sua mão,o vendo chorar e o puxei um pouco alisando seu rosto. Sorri e lhe dei um beijo castro no canto da boca. Não sei o que deu em mim, mas sentia que eu precisava fazer aquilo. 

- Eu te perdoo meu gigante. Eu Te Amo muito! - Senti uma lágrima minha descer. E o seu rosto corar. 

Fomos interrompidos por um arranhar de garganta atrás de Castiel. Havia um doutor com uma prancheta na mão, e ele sorria. Um sorriso meio triste. 

- Que lindo. -Disse o mesmo.- Perdão atrapalhar o casal.. - tive vontade de o corrigir mas deixei dado. - mas precisamos falar do quadro médico dessa mocinha aí. - Apontou para mim e eu me encolhi.  Sofre de leucemia num estado já avançado. 

Isso foi como um baque para mim. Minha leucemia nunca havia aumentado durante todos esses anos, como pode? 

- Um simples deslize, torna um problema em tanto, senhorita Evelyn. Essa uma semana e meia sem medicamentos foi o suficiente para o tumor se espalhar por várias outras células do seu corpo. Entopindo diversos vasos sanguíneos. O que de uma forma bem rara, lhe ocorreu uma hemorragia. - coloquei uma mão na boca surpresa, enquanto a outra era apertada por Castiel que estava preocupado. - Tivemos que lhe levar as pressas para uma sala cirurgica. Você estava a beira da morte.

Fiquei estática imaginando, como deixei tudo isso ocorrer. Porque tanta desgraça está acontecendo na minha vida de uma hora para outra? O que eu fiz de errado?! 

- A partir de agora temos de aumentar o tratamento com 3 quimioterapias completas na semana, a troca de medicamentos para alguns mais fortes. Lhe passarei a receita. Estamos um pouco sem saídas então..- ele suspirou- se o seu quadro piorar nem que seja no mínimo  1% terá de ser internada com urgência. Evite esforços, fortes emoções e NUNCA  suspenda os remédios senhorita, Evelyn. Sua vida está exclusivamente em suas mãos. - Falou e se retirou do quarto, deixando eu e Castiel sozinhos. Com dois corações apertados.



Notas Finais


Vocês preferem Lysandre ou Castiel?
Eu: Pra mim tanto faz sò quero sequestrar esses dois homens lindos, gostosos e deliciosos para mim sz ❤
Beijos!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...