História Into Darkiness - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bleach
Personagens Ichigo Kurosaki, Rukia Kuchiki
Tags Bleach, Ichiruki, Investigação, Policial, Romance
Visualizações 26
Palavras 969
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Fantasia, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Meu primeiro fic do Bleach, espero que gostem.

Capítulo 1 - Prólogo: A bela assassina


Ichigo levantou-se devagar tentando não acordar a mulher que dormia tranquilamente ao seu lado, puxou um lençol sobre o corpo nu de outra que dormia encolhida na pequena poltrona de couro preto no fundo do quarto. Feito essa boa ação, andou até o pequeno banheiro se encolheu ao tentar entrar no box para ligar o chuveiro. A água fria o despertou por completo fazendo seu corpo tremer, passou as mãos pelo corpo tirando as sujeiras do sexo da noite passada, suas costas ardiam e logo deduziu que outra vez estava arranhado, suspirou com raiva e pensou baixo que essa vida não era mais para ele.
Kurosaki Ichigo, trinta e um anos, um e oitenta e três de altura, policial do departamento de polícia de Karakura encaixado na maior divisão de investigação que existia no seu distrito agora estava ali se perguntando se ainda aguentaria essa vida de luxúria. Hilário. Ele sorriu, desligando o chuveiro. Passou a mão sobre o pequeno espelho na parede cinza,  encarou seu reflexo por um tempo que ao seu ponto de vista foi longa de mais.  Seus olhos castanhos pareciam ainda cansados e seu rosto pálido. Suspirou outra vez e saiu do espaço apertado, andou para o quarto onde as duas mulheres ainda dormiam e sem ligar muito com a da poltrona que lentamente escorregava para o chão começou a pegar cada peça de roupa vestindo-se com destreza. Enfiou carteira e celular no bolso da calça jeans preta, ajeitou a jaqueta e desejou que essa fosse a última vez que iria entrar num lugar  como esse.  
Motel Black  Love ele leu antes de acelerar o carro levantando cascalhos.

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Dois olhos extremamente confusos olhavam em volta sem conseguir ver além da escuridão do lugar.  A mulher cambaleando encostou-se na parede úmida tentando não cair,  seus joelhos tremiam, os braços doíam e a garganta ardia.
— Merda! –falou baixo tateando tentando seguir em linha reta a procura de uma fechadura. Sua cabeça doía e aquela ânsia voltava subindo pela garganta. Ela se deteve ao sentir uma tranca, tentou abrir mas seus dedos não tinham forças. —Droga.  – gritou alto se deixando deslizar até a chão pegajoso. Fechou os olhos doloridos  e apertou os joelhos abraçando-os. Vasculhou suas memórias atrás de respostas,mas nada lhe veio à cabeça.

Nada. Branco total.

Ela soltou os joelhos deixando os pés escorregarem para o chão frio. Tudo estava errado, como isso estava acontecendo com ela justo agora que finalmente conseguiu o que tanto almejou todos esses anos. Suas mãos tremiam de frio. Ainda cambaleante ela se levantou atenta aos passos que ouvia se aproximar do outro lado da porta. Ela se assustou com a claridade repentina que inundou o outro lado. Agora finalmente conseguia ver onde estava.

—Que lugar é esse? –ela sussurrou colocando a mão sobre a boca abafando o grito que insistia em sair. A pouca luz que penetrava pelas fresta da porta revelou corpos pendurados no teto pendendo por ganchos grossos prateados enfiados na carne de seus pescoços que parecia estar quebrado. Seus dedos trêmulos rodearam a maçaneta o girando com força, tinha de tirar aquelas pessoas dali. Não era forma de morrer. Pegou certa distância e fechou os olhos recitou algumas palavras estranhas e com lerdeza levantou os braços para a porta, juntou os dedos contra o metal frio da porta e disparou um feixe de luz explosivo, o metal  retorcido como papel caiu fazendo um baque surdo no chão de cerâmica branca.

—Pelo menos isso eu ainda sei fazer. –disse ela. Deixando sair um pé de cada vez, Rukia tremeu com o frio do lugar. Não havia nada além dos corpos pendurados e uma porta ao fundo. Atentamente se esgueirou por entre os corpos. O cheiro insuportável invadiu suas narinas com força, dando ansiosa.  Rukia parou por alguns segundos, tapou a boca evitando vomitar em uma possível cena de crime. Respirou profundamente prendendo a respiração quando aquilo ficava enjoativo. Aliviada por faltar dois passos para a saída sinalizado, algo tocou seu ombro. Os dedos pálidos envolto a sua carne a fez gritar. Seus olhos arregalados lacrimejando em segundos.

—Não nos deixe...–Rukia se agitou caindo no chão pegajoso. A voz gutural a fez tremer e eriçar os pêlos até a ponta dos dedos  do pé. —Rukia! –o último suspiro do cadáver foi a evocação de seu nome. Rukia tocou na parede atrás de si, o corpo tremendo pendeu perigosamente para o chão outra vez. Seus pés descalços não ajudavam em nada. Finalmente se Pondé firme sobre a palma dos pés, Rukia girou a maçaneta com força total, arregaçando o material que se abriu em um instante.

O luz do dia a cegou. Levou os braços para o rosto se protegendo. Mordeu os lábios se permitindo abrir os olhos por um instante os acostumando a iluminação calorosa. Com os braços ainda em seu rosto, Rukia arregalou os olhos paralisada com o que via. Vários galpões de cores chamativas faziam fileiras um acompanhando o outro em fileiras bem organizadas. Abaixou os braços sentindo a pele arder com o calor. Mas não consideraria voltar para dentro.

—Parada! –uma voz masculina chamou sua atenção. —Não se mova. –o tom agora autoritário a fez deter um passo. Virou para olhar o homem alto e forte de pele bronzeada lhe apontando algo que deduzira ser  uma arma. Logo veículos com rotas e som estridentes se aproximaram levantando poeira e cascalho. Rukia deu um passo para trás instintivamente levantou as mãos em sinal de rendição.

Esse lugar não era seu lar, não era a Soul Society, então por hora ficaria quieta e obedecer.

Um homem magro veio até ela lhe agarrando os braços forçando-a a ficar de joelhos.

—Está presa, você tem o direito de ficar calada.

Rukia fitou o chão empoeirado e sorriu para si mesma.

—Como quiser. –falou entre um gemido de dor ao sentir o tilintar de algo metálico lhe apertando os pulsos.



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