História Into The Death - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Sana, Tzuyu
Tags 2yeon, Apocalipse, Chae, Chayoung, Dahmo, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Michaeng, Mina, Momo, Nayeon, Sana, Satzu, Twice, Tzu, Tzuna, Tzuyu, Zombies, Zumbis
Exibições 137
Palavras 2.645
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey :D
Como vocês estão? Espero que estejam bem ^-^.
Desculpem pela demora.
Muito obrigado pelos favoritos e comentários, realmente me sinto realizado *--*
Boa leitura para vocês, e desculpem algum erro =]

Espero que gostem ;).

Capítulo 3 - Cobertura Extra de Sangue.


- Alguém me ajude! - Mina se assustou por conta do grito, embora esse havia sido meio abafado. - Por favor! Alguém me ajude! - Mina reconheceu a voz da garota pequena e correu na direção do pedido de ajuda, estava vindo de algum lugar do outro lado da porta que Chae entrara mais cedo. Mina a abriu bruscamente, ignorando o aviso de "acesso restrito, apenas pessoas autorizadas" pendurado sobre o retângulo de madeira.
Ao passar pelo portal, Mina se encontrava em um corredor pequeno, estreito e mal iluminado. Continuou deixando os gritos da pequena garota a guiar pelo labirinto de corredores e salas desnecessárias para uma sorveteria. A primeira porta que abriu ficava na parede esquerda do corredor e dava aceso à um pequeno escritório, Mina voltou a andar com pressa sem ao menos fechar a porta novamente. A segunda porta aparentava ser um depósito, haviam prateleiras cheias de caixas de papelão. Mais uma vez, Mina deixou a porta aberta e seguiu para a próxima com rapidez, esta era a porta certa.
Mina estava na cozinha da sorveteria, um cômodo pequeno com uma bancada de aço inox fixada no centro, em uma das paredes havia um fogão industrial e algo que parecia ser um forno. Em outra parede havia uma pia média; na parede da porta que Mina acabara de abrir haviam algumas prateleiras com utensílios de cozinha e na parede à frente tinha uma imensa porta prateada.
A senhora que havia a atendido mais cedo forçava a porta pesada de aço tentando abri-la, batia com voracidade no metal como se o maior objetivo de sua vida estivesse do outro lado. Na imensa porta prateada havia um pequeno quadrado de vidro que possibilitava uma visão limitada do interior, foi por esse vidro que Mina enxergou, mesmo estando a uma certa distância, os cabelos ruivos alaranjados da garota pequena, porém eles só ficaram à mostra por alguns segundos e depois saíram do campo de visão no exato momento em que os gritos se cessaram.
O silêncio não mudou o objetivo da senhora, que ainda estava tentando derrubar a porta. Mina sabia o real motivo da velha estar fazendo o que fazia, sabia que a chefe de Chae não estava tentando pegá-la por ela simplesmente ter derrubado a bandeja mais cedo.
Em um rápido pensamento Mina olhou ao redor em busca de algo que servisse como arma, sobre a pia haviam duas panelas, uma colher de sorvete e uma faca não muito grande. A faca teria sido sua primeira escolha mas a pia ficava muito próxima do lugar onde a velha estava. Olhou para as prateleiras que estavam ao seu lado mas não viu nada de imediato, passou o olhar por todo o cômodo e o pousou em uma caixa vermelha presa ao lado do forno e abaixo de uma placa da mesma cor que dizia: "Quebre o vidro em caso de emergência."
Mina puxou uma frigideira que estava em uma das prateleiras e abaixo de alguns objetos que, com o puxão da ruiva, caíram ao chão fazendo barulho e chamando a atenção da velha. A senhora virou-se para Mina em um movimento brusco acompanhado com um grunhido, talvez de raiva por Mina ter atrapalhado ela em sua tarefa ou de felicidade por não ter nenhuma porta de aço em seu caminho desta vez mas não havia como saber. Mina não esperou que ela se aproximasse para continuar com seu plano, com a frigideira em mãos deu dois ou três passos largos para chegar na frente da caixa vermelha e usou o objeto para quebrar o vidro e o soltou assim que sentiu o impacto. Com os cacos ainda no ar à centímetros de tocarem o chão Mina já havia agarrado o cabo de madeira do machado que jazia no suporte dentro da caixa vermelha e, sabendo que a velha estava só alguns passos atrás dela, já entrou pelo pequeno espaço entre o fogão e a bancada central, sem nem ao menos olhar para trás para verificar se a velha realmente estava atrás, e virou novamente no caminho em volta da bancada ficando à frente da porta de aço enquanto a velha ainda estava na frente das prateleiras.
Mina segurou firme no cabo do machado com as duas mãos e se preparou para dar o golpe, a velha levou uma ou duas frações de segundo para chegar no raio de alcance do machado.
Mina desferiu o golpe na cabeça da senhora sem hesitar, sabia que se não o fizesse não demoraria muito para estar como ela.
Mina estava ofegante, mais pela situação do que pelo esforço, respirou fundo ao ver o corpo da mulher caído ao seus pés e puxou o machado que estava fincado no crânio da velha e o colocou sobre a bancada que, já que o objeto estava sujo de sangue, acabou ficando igual. E virou-se para a porta prateada.
- Chae! - Mina a chamou e bateu forte na porta. - Sou eu, Mina. - Deu dois passos para trás para analisar melhor a porta. - Vamos, responda! Havia um puxador na lateral da porta, Mina o agarrou mais forte do que era preciso e o puxou o que resultou em um barulho baixo e em seguida um dos lados da porta se afastou alguns centímetros da parede, e de dentro saiu uma fumaça clara com um ar extremamente gelado, Mina percebeu que se tratava de um tipo de freezer. A ruiva fez um pouco de força para abrir o restante da porta pois era um tanto pesada, e ao olhar o interior viu dezenas de recipientes onde havia sorvete, sabia que estavam cheios de sorvete pois em cada um tinha uma etiqueta grudada que indicava o sabor, e deitada no chão estava a garota pequena, Chae estava desacordada e, praticamente, congelada.
- Chae! - Mina gritou preocupada e se ajoelhou ao lado da pequena. - Não faz isso Chae. - Mina encostou sua orelha sobre o peito da garota para tentar ouvir o seu coração mas foi inútil. - Não faz isso comigo, por favor... - Mina ficou ereta novamente e com os dedos, indicador e médio, esticandos colocou em determinado ponto no pescoço de Chae e apertou tentando sentir a pulsação, não sentiu nada de imediato mas percebeu que só estava bem fraca, mas o importante era que havia pulsações, mesmo que estivesse fraca. - Ainda bem. - Mina respirou fundo e sorriu involuntariamente. - Vamos te esquentar. - Mina, que já estava um pouco mais calma, colocou um de seus braços por baixo das coxas de Chae e o outro por baixo das costas e a levantou com delicadeza, ela realmente estava muito gelada. Mina a carregou até à frente do forno, e a deitou no chão. Voltou até o freezer e, quando estava prestes a fecha-lo para que o ar gelado ficasse apenas lá dentro e não do lado de fora também, olhou para o corpo da velha. Após pensar alguns segundos deu alguns passos, agachou ao lado do corpo, agarrou o pulso da velha e a arrastou para dentro do freezer e em seguida o fechou, Mina a havia colocado lá pois não sabia quanto tempo Chae ficaria inconsciente e aquilo logo iria começar a cheirar mal, fora que não queria que Chae acordasse e visse um cadáver.
Mina foi até o forno, tomou cuidado para não pisar na garota inconsciente, o acendeu com a temperatura mais alta possível e o deixou aberto para que o ar quente saísse e fosse direto em Chae a esquentando.
Mina deixou Chae sozinha por um tempo, e voltou ao corredor, estava a procura de algo que servisse como coberta e travesseiro para a pequena. Estava prestes a entrar na sala que parecia ser um depósito mas um barulho vindo da parte da frente da sorveteria, onde os clientes ficavam. Mina, com passos rápidos, voltou à cozinha e pegou o machado sobre a bancada, olhou para Chae, que ainda estava desacordada, e voltou para o corredor indo em direção da porta que entrara mais cedo, a abriu o suficiente para poder espiar do outro lado. Havia uma garota de cabelos castanhos, porém um pouco rosados, em pé à frente do balcão como se esperasse para ser atendida. Mina colocou o machado no chão e o apoiou na parede, e então, após abrir a porta, saiu do corredor e foi falar com a garota, que sorriu ao ver a ruiva.

- Boa tarde. - Mina tentou parecer simpática. - Desculpe, mas estamos fechados.

- Sério?! - A garota pareceu desapontada.

- Infelizmente, sim.

- Droga, vou ter que ficar sem meu milk shake. - A garota fez biquinho. - Mas não foi pra isso que você veio Sana! - Deu um tapa de leve na própria testa. - Poderia me dizer se Chaeyoung se encontra?

- Chae? - Mina perguntou mais para si mesma do que para a garota

- Sim, uma garota pequena. Mais ou menos dessa altura. - Sana ergueu uma de suas mãos ao ar até atingir a altura de Chae. - Você a conhece?

- Sim, você a conhece? - Mina bateu de leve em sua testa por ter feito uma pergunta tão estúpida. - Quero dizer, você são amigas? - Tentou se corrigir.

- Somos sim, vim ver ela e dizer que tem algo de errado acontecendo. - Sana disse apontando o indicador para Mina. - Então, ela está por aqui?

Mina ficou em dúvida do que dizer para a garota, decidiu dizer a verdade já que a garota sabia que algo errado estava acontecendo e  era amiga de Chae.

- Qual o seu nome mesmo? - Mina perguntou.

- Minatozaki Sana, mas pode me chamar só de Sana.

- Muito prazer Sana. Me chamo Myoui Mina, mas pode me chamar só de Mina. - Sana assentiu. - Você estava certa, realmente algo está errado. - Sana ouvia atentamente. - Tem alguma coisa fazendo com que as pessoas fiquem fora de si e ataquem os outros. - Mina pode ver que aquelas palavras abalaram um pouco a garota. - Eu não trabalho aqui. Assim como você, só passei para avisar Chae do que está acontecendo, mas, quando eu cheguei, Chae estava... - Mina foi interrompida por Sana.

- O que aconteceu com ela? Onde ela está? Ela está bem? - Sana olhava ao redor preocupada.

- Sana, calma. - Mina tentou tranquilizá-la. - Chae está bem. A chefe dela enlouqueceu e tentou atacá-la, Chae, para escapar, acabou se trancando no freezer. A temperatura muito baixa fez com que ela ficasse desacordada. - Mina achou melhor dizer isso do que falar que a pequena não morreu por muito pouco. - Agora ela está deitada perto do forno para se esquentar, mas ainda está inconsciente.

- Posso vê-la? - Sana ainda tentava absorver tudo aquilo.

- Claro, só deixa eu dar um jeito de fechar a sorveteria para que ninguém mais entre.

- Está bem. - Sana sorriu meio sem jeito.

Mina foi até as portas de vidro e notou que haviam algumas travas, em cima e em baixo, as usou o que imobilizou parcialmente as portas. Voltou até o balcão e procurou as chaves em algum lugar, as encontrou dentro de uma gaveta perto da caixa registradora. Novamente foi até a porta e, após tentar três chaves diferentes do molho, conseguiu trancar as portas. Mas só para garantir que não seriam incomodadas, virou a plaquinha que dizia "fechado".

- Por aqui. - Mina entrou na porta que levava ao corredor e foi seguida por Sana.

- O que você fez com a chefe dela?

- Tive que dar um jeito. - Mina abaixou e pegou o machado.

- Você não fez o que eu acho que você fez, não é? - Sana engoliu seco, estava um pouco tensa.

- Fui obrigada a fazer. - Mina falou com seriedade. - Se eu não fizesse, Chae estaria morta agora e, provavelmente, eu também. - Mina encarou o chão por alguns segundos, sentiu que, se o coração fosse chamas, o dela estava um pouco apagado...

- Está tudo bem! - Sana levou uma de suas mãos ao ombro da ruiva, o que fez com que Mina virasse seu rosto para olhar pra ela. - Você fez o que precisava fazer, não se culpe por isso. - Sana deu um sorriso extremamente sincero.

- Obrigada. - Mina não conseguiu ignorar aquele sorriso e acabou sorrindo também.

Continuaram andando mas Mina parou em frente ao pequeno depósito pois lembrou o que ia fazer antes de Sana chegar.

- Sana, você poderia me ajudar? Quando você chegou, eu estava prestes a começar a procurar algo que servisse de coberta ou travesseiro para Chae, porque já basta ela estar deitada no chão.

- Claro. - Sana sorriu. - Por onde começamos?

- Por aqui. - Mina apontou para o depósito e em seguida entrou, Sana a acompanhou.

Mina abriu uma das caixas mas dentro havia apenas copos de plásticos. Na que Sana abriu havia guardanapos. Tentaram outras caixas mas ou eram copos novamente ou potinhos e colheres descartáveis. Perceberam que não encontrariam o que queriam naquela sala, então voltaram ao escritório.

- Já vi Chae usando essa blusa. - Sana apontava para uma blusa azul escura com detalhes brancos que estava em cima de uma poltrona escura no canto da sala.

- Deve servir. -  Quando estavam prestes a saírem da sala, entrou uma brisa pela janela. - Como não vi isso antes? - Mina balançou a cabeça negativamente, quando a brisa soprou acabou balançando uma cortina de pano grosso, não era muito grande mas era o suficiente para cobrir o pequeno corpo de Chae.

- Como não viu o que? - Sana parecia confusa.

- A cortina, dá pra usá-la como coberta. - Mina disse enquanto puxava a cadeira que ficava atrás da mesa, para perto da parede e subiu em cima para poder soltar a cortina. Uma vez que Mina tinha a cortina em mãos e Sana a blusa, foram para a cozinha.

- Chae! - Sana correu até sua amiga e se ajoelhou ao seu lado. - Ela vai ficar bem? - Sana perguntou para Mina enquanto enrrolava a blusa de Chae e a colocava embaixo de sua cabeça.

- Com certeza, ela só precisa se aquecer. - Mina também havia se ajoelhado ao lado das duas garotas e cobriu Chae com a cortina.

- Espero que você esteja certa. - Sana acariciava os cabelos de Chae. - A propósito, foi uma ótima ideia colocá-la em frente ao forno e o acender para que ela se esquentasse.

- Obrigada. - Mina sorriu envergonhada.

- Eu que devo te agradecer, você salvou a vida dela. - Sana abraçou Mina de lado e com um único braço, a outra mão permanecia nos cabelos da menor. - Muito obrigada.

- Não precisa me agradecer, fico feliz por eu ter chego à tempo. - Mina de início ficou surpresa pela a ação de Sana mas retribuiu o abraço.

- Também fico feliz por você ter chego à tempo. - Ambas riram enquanto se soltavam. - Agora que sei que ela está bem, eu realmente quero um milk shake. - Mina riu. - Quer um também?

- Adoraria. - Mina sorriu.

- Fique aqui com ela enquanto eu preparo um pra mim e um pra você. - Sana se levantou. - Vai querer de quê? - Mina abriu a boca para responder mas foi cortada por Sana. - Espera! Deixa eu adivinhar, morango! Acertei?

- Como sabe? - Mina riu.

- Isso! - Sana fez um gesto de vitoria com um de seus braços. - Você tem cara de morango. - Ambas riram e Sana foi fazer as bebidas, deixando Mina à sós com Chae.

- Vê se não demora pra acordar, pequena. - Mina ainda estava ajoelhada e passava a mão nos cabelos da garota inconsciente.


Notas Finais


Desculpe por não ser um ótimo capítulo mas pelo menos taí :).

Espero que tenham gostado :P

Abraços e até o próximo capítulo, se cuidem >_<


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