História Into You - Capítulo 8


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Categorias The 100
Personagens Anya, Bellamy Blake, Clarke Griffin, Costia, Dra. Abigail "Abby" Griffin, Indra, Jasper Jordan, John Murphy, Lexa, Lincoln, Marcus Kane, Octavia Blake, Personagens Originais, Raven Reyes, Roan
Tags Clexa, Kabby, Murphamy, Octaven
Exibições 105
Palavras 3.372
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, FemmeSlash, Hentai, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Está pegando fogo... E não é de um jato bom


Fanfic / Fanfiction Into You - Capítulo 8 - Está pegando fogo... E não é de um jato bom

P.O.V Lexa


Acordar com as gargalhadas insuportavelmente altas de Anya sempre fez parte de minha rotina, e confesso que senti saudades, mas acordar com três gargalhadas altíssimas e escandalosas pra mim já era demais

Olhei o relógio e não passavam das oito da manhã. QUEM em plena consciência acordava às 8:00 da manhã em um sábado?!

Bufei irritada e levantei da cama contra a minha vontade.

Percebi as roupas de Clarke dobradas em cima de minha mesa e sorri. Tinha esquecido que ela havia dormido aqui.

Fiz minha higiene matinal e me arrastei até a sala, onde Anya, Olympia e Clarke estavam compartilhando um cobertor com os olhos vidrados na televisão.

– Sério mesmo que vocês acordaram às oito da manhã pra ver desenhos?! – perguntei indignada

– Sete – corrigiu Oly – E sim, desenhos. Você é a única pessoa amargurada da casa. E já que esse lugar virou uma pensão, tenho que ser uma boa anfitriã.

– Bom dia pra você também, Lex. Eu cheguei bem sim, um pouco de turbulência e uma criança serva de um capeta chutando a minha cadeira, mas sim, foi tudo bem, obrigada por perguntar – Anya murmurou azeda

– Awn você é tão dramática, Moon – abracei ela por trás e dei um beijo em sua bochecha

– Estou realmente pensando em morar aqui no lugar de Raven. Sua irmã e Anya são mais legais que você, Lex – Clarke riu e eu revirei os olhos

– Leva pra tu então, palhaça – resmunguei e me joguei na poltrona

– Esse mau humor aí é genético? Quando Olympia acordou, só faltou me esmurrar. Começou a gritar um monte de coisas sem nexo e me acusando de ter estuprado ela. Vocês Woods são loucas – Anya riu e pude ver minha irmã ruborizando

– Eu não lembrava que você estava agregada na minha cama! – Oly se afundou no sofá –

– Não foi o que pareceu na noite passada – Anya sorriu maldosa

– O que aconteceu noite passada?! – arregalei os olhos

Olympia arregalou os olhos também e Clarke ria

– Sua irmã é sonâmbula, Lex. Ela se sentou em cima de mim e ficou murmurando receitas. – Anya começou a rir – Receitas nunca foram tão sexy

Olympia começou a rir junto comigo e Clarke. Pior é que minha irmã sempre teve essas coisas de sonambulismo. Ela vivia fazendo umas coisas estranhas, como dar estrelas pelo quarto ou jogar os meus livros da escola janela à baixo.

– Isso é tão injusto, eu tenho o sono pesado, nunca presenciei nenhuma dessas cenas! – Clarke reclamou

– Não entendi como vocês se conheceram. – me apoiei nos cotovelos

As duas trocaram olhares nervosos e Clarke tentou esconder o nervosismo

– Kane é amigo do seu pai. Aí fomos apresentadas. – ela deu de ombros

Anya trocou olhares com Olympia, e foi aí que eu notei que as três estavam Escondendo algo de mim

Porra Anya, você chegou ontem!

Voltei meu olhar para a televisão, onde o desenho do Garfield estava passando. Céus, que nostalgia.

– Oly quer me levar para conhecer a cidade, Lex. Vem com a gente? – Anya sugeriu e eu voltei o olhar para a loira

– Tenho mais o que fazer. – respondi meio seca – Quando vocês se tornaram tão amigas?

– Está com ciúmes, Maninha? Fala sério. – Oly revirou os olhos cínica

– Depois de 20.000 reais ela vira amiga de todo mundo – Anya riu e Oly a olhou de cara feia

– Você subornou minha irmã para ser sua amiga?! Céus, Anya. – Perguntei assustada e Clarke gargalhou

– Não fiz nada disso! Só estou pagando minhas diárias. Você e Raven são inúteis e não ajudam com as despesas. Palavras da unicórnia aqui – Anya apertou as bochechas de Oly

As duas começaram a discutir e eu me levantei para ir até a cozinha. Apenas percebi Clarke atrás de mim quando a mesma me pressionou no balcão da cozinha.
Céus, que mania!

Me virei dando de cara com seu rosto iluminado pelo sorriso

– Bom dia, resmungona – ela juntou nossas testas

Sorri e puxei sua cintura para mim. Juntei nossos lábios e inverti nossas posições, a sentando na bancada.

Clarke puxou meu pescoço, aprofundando o beijo.

Sorri e troquei seus lábios por seu pescoço, distribuindo uma trilha de beijos ali

Clarke arfou e pôs suas mãos por baixo de minha camisa.

Teríamos ido muito mais longe, se não fosse o barulho da porta da geladeira batendo atrás de nós

Nos separamos rapidamente dando de cara com Olympia que levava a garrafa de água à boca

– O que? Não parem por minha causa, só estou bebendo água mesmo. Inclusive podem continuar, só não se comam em cima do meu pão. Obrigada, de nada. – ela piscou para nós e saiu nos deixando sem reação na cozinha

Encarei Clarke e me afastei

– Merda, merda, merda… E agora?! – perguntei passando as mãos pelos cabelos

– Calma Lex, acho que ela não vai contar para ninguém. Vai ficar tudo bem. – Clarke saiu de cima da bancada de beijou meu ombro – vou até lá falar com ela.

Peguei um biscoito no armário antes de sair atrás de Clarke. Caso alguém perguntasse a demora, eu estava indecisa sobre o biscoito. Isso.

Cheguei na sala a tempo de ver Oly e Clarke saírem dançando macarena pelo corredor. Será que nem nas horas mais tensas essas duas conseguiam ficar sérias?!

Me joguei ao lado de Anya que me encarava confusa.

– Que cara de preocupação é essa? E por que a Srta. Diretora Gostosona estava gemendo na cozinha? – ela cruzou os braços e eu engasguei

Merda. Pensa Lexa, pensa….

– Clarke acha que está grávida. – falei sem pensar na asneira que eu estava criando – Os gemidos eram de choro, ela estava precisando desabafar com alguém.

– Grávida? Dedo engravida agora, Lexa? – ela revirou os olhos

– Clarke é bissexual, animal. – dei um tapa na cabeça dela que resmungou

Um “PORRA OLYMPIA” foi ouvido vindo da área dos quartos e Anya me olhou assustada

– Acho que sua irmã acabou de resolver esse problema. Com esse grito, ou Clarke pariu a criança ou Olympia deu um chute na coitada. –

– É só uma suspeita, Anya. E vai se acostumando com os “PORRA OLYMPIA”. É algo muito comum nessa casa. – dei de ombros roubando o pacote de biscoitos da mão dela

– Bom, caso esse grito aconteça enquanto eu e ela estivermos em um quarto sozinhas, por favor não tente me salvar. Se meu grito for parecido com o de Clarke provavelmente eu vou estar tendo o melhor orgasmo da minha vida – Anya sorriu maldosa

– Nem tente encostar essa mão cheia de dedos na minha irmã. Arranco um por um. – bufei e ela riu

Pude jurar que ela sussurrou um “boa sorte com isso, otária”, mas foi tão baixo que eu preferi imaginar que foi coisa da minha cabeça. Caso contrário, cabeças teriam voado por aquela sala.

Clarke e Oly voltaram para a sala rindo feito duas hienas.

– Sua irmã é doente mental, Lexa. Eu desisto – Clarke revirou os olhos empurrando Oly no sofá

– Só eu?! Você que ficou gritando feito louca, parecia que eu estava te espancando . – Oly deitou no sofá e Clarke sentou encima dela para provocar.

As duas começaram a implicar uma com a outra, igual duas crianças. Anya ria se divertindo com a cena enquanto eu voltei a comer meu biscoito em paz.


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Depois de passarmos a manhã inteira vendo desenhos, Oly decidiu que tínhamos que levar Anya para conhecer a cidade. Clarke foi embora depois que foi chamada para uma reunião de emergência em casa. Algo sobre um vídeo de Octavia bêbada sarrando nua nas portas dos vizinhos. Sabia que deixar ela é Raven juntas não era uma boa idéia.

Já era quase noite e nós já havíamos andado por quase toda a cidade. Anya e Oly pareciam crianças correndo pelos lugares e tirando fotos de tudo.

Meu celular apitou com a mensagem de Clarke.

Srta. Diretora Goxtosona: Lex, preciso da sua ajuda! Vem para o Hotel Hills, AGORA!

Srta. Diretora Goxtosona? Vou matar a Anya.

Lex Woods: O que houve???

Srta. Diretora Goxtosona: Só venha, por favor. Quarto 2100.

– Meninas, tenho que ir. Clarke precisa de ajuda. Encontro vocês em casa, ok? – me despedi pegando minha bolsa.

Nem dei tempo para elas responderem e saí correndo para pegar um táxi.

Como ela poderia estar precisando de ajuda em um hotel? Será que ela foi sequestrada? Ou prendeu o dedo na torneira do banheiro? Ou será que está sem dinheiro pra pagar o que gastou por lá? Porra, Clarke. Odeio ficar curiosa.

Uma música espanhola tocava no táxi, que cheirava à canela. A motorista cantarolava a música baixinho e hora ou outra perguntava algo para mim, simpática.

Ao chegar na portaria do hotel, um funcionário me deu o cartão de acesso da suíte Master sem nem ao menos perguntar nada.

OI?! Alguém pode me explicar o que está havendo aqui?

Enquanto o elevador subia, meu pé batia impacientemente contra o chão. Eu mataria Clarke mais tarde por me deixar tão curiosa.

Assim que as portas se abriram, pude ver o quão luxuosa era aquela parte do hotel. Uma pintura bege leve, com detalhes em marrom e objetos em cristal. Tudo esbanjava luxo por ali, como se os móveis gritassem “Ei, você aí! Eu sou tão caro que nem se você vendesse um rim e um pulmão você conseguiria me comprar.”

Cheguei à porta 2100 e pus o cartão. E que a Deusa Drag nos proteja.

Entrei tentando não fazer barulho, havia um cheiro esquisito no ar. Uma mistura de baunilha e… coisa queimada? Sim, com certeza coisa queimada.

Abri as portas que separavam o bar do “quarto”, e antes que eu pudesse fazer alguma coisa útil, meu primeiro instinto foi gritar “TÁ PEGANDO FOGO” e me jogar no chão. Er… Ok, não foi a coisa mais heróica a se fazer. Mas sério, o que estava acontecendo?

Engatinhei até o quarto principal à procura de Clarke, e quando a achei tive vontade de chorar.

– Clarke?!

A loira estava batendo nas cortinas com uma toalha em uma tentativa falha de apagar o fogo, que se alastrava pelas cortinas e começava a passar para os móveis.

– Lexa? Ai merda. Não era para isso estar acontecendo. – ela falou desesperada – Deus o que eu tenho que fazer pra transar em paz nessa bagaça?!

Eu continuava estática olhando para aquele fogo todo. Como ela conseguira fazer isso?!

– Vai ficar parada aí ou vai me ajudar?! Céus, Lexa. Liga pro bombeiro, pra ambulância, pro SWAT, só liga para alguém!!!

Corri até o telefone do quarto e disquei o número dos bombeiros

Corpo de bombeiros de Los Angeles, em que posso ajudar? – a voz de uma mulher ecoou pelo telefone.

– Er… Isso é um pouco estranho. Nem eu sei o que está acontecendo – respondi observando Clarke pulando com a toalha na mão.

Isso é um trote, senhora? – a mulher perguntou irritada

– Não! Juro que não! Meu quarto de hotel está pegando fogo – me levantei com o telefone na mão e fui até o banheiro pegar uma toalha para ajudar Clarke.

Qual a origem do fogo senhora? – a mulher perguntou sem nenhum interesse

– Qual a origem do fogo, Clarke? – perguntei para a loira que agora tentava abrir as janelas sem que o fogo a pegasse

– Velas aromáticas – ela respondeu com dificuldade

A fumaça já estava inundando o lugar. Estava insuportável. O fogo já alcançava os lustres no teto

Velas. Velas aromáticas. Olha, eu também não sei como isso aconteceu mas venham logo por tudo que é mais sagrado. Porque do jeito que está, em alguns minutos o hotel vira churrasco. – falei exasperada

A mulher nem teve tempo de responder. O lustre preso ao teto se soltou, e a partir dali, tudo foi ficando preto.

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P.O.V Olympia


Nunca em toda a minha vida eu iria imaginar ter uma amizade tão aleatória como a de Anya. Foi algo instantâneo, e agora estamos inseparáveis.

Eu poderia arriscar em dizer que isso era coisa de outra vida. Não tinha outra explicação plausível.

Depois de ficar o dia inteiro rodando a cidade com Lexa e Anya meu corpo implorava por descanso. Até porque, a ressaca de ontem não havia saído do meu organismo ainda, e o machucado em minha perna insistia em doer, mesmo com a polmada de maconha ou sei lá o que de Anya. Eu estava um bagaço.

– Vamos embora? – Anya perguntou me oferecendo o sorvete

– Ainda quero te levar à um lugar. É o último eu prometo. – sorri pegando o sorvete e comendo um pouco

– Eu poderia correr uma maratona e passar em um bar depois, você que não parece nada bem – Anya cruzou os braços – É a perna? Em que merda você se meteu pra acontecer isso?

– Eu estava perseguido alguns bandidos. Você sabe, trabalho perigoso. – sorri brincalhona – Mas esquece isso. Acho que posso aguentar mais algumas horas para te mostrar um dos meus lugares favoritos

– Sim senhorita. – Anya bateu continência e eu sorri

– Idiota. Vamos – sorri e agarrei seu braço

Assim que chegamos aonde o carro estava estacionado, vimos uma multidão de repórteres e fãs por ali, cercando o carro.

– Mas que merda é essa? – encarei Anya assustada

– Acho que descobriram que estamos aqui – ela respondeu cautelosa

– Nós?! Você! - bufei

– Querida, você ganhou o American Idol, é irmã de Lexa Woods e está andando comigo. Você é famosa, apenas aceite isso. – Anya deu de ombros – Nós vamos até lá e não iremos responder nada. Apenas entrar no carro, ok?

Bufei e assenti. Soltei seu braço e pus os óculos escuros. Merda, era só o que me faltava.

Assim que nos viram começaram os flashes e a gritaria.

“Srta. Moon, qual é o seu próximo trabalho?” “Anya, qual o segredo desse cabelo?” “Você e Lexa estão namorando?” “Anya, uma foto por favor!”

Não haviam me reconhecido, ainda bem. Estava passando despercebida até que uma fã gritou

– AQUELA É A OLY WOODS?! – Querida fã, aonde quer que você esteja, quero que saiba que eu te odeio eternamente por isso – SABIA QUE ELAS ESTAVAM TENDO UM CASO! – e por isso

– Isso é verdade? – um dos repórteres quase me fez engolir o microfone

– Claro que não. Podem nos dar licença por favor? – respondi grossa e Anya pôs a mão nas minhas costas tentando me guiar para fora daquilo tudo

– E o que você tem a dizer sobre o acidente com Lexa Woods e Clarke Griffin? – um dos repórteres perguntou e eu congelei

– Acidente? Que acidente? – me virei para ele surpresa

Senti Anya ficar mais tensa, a expressão de surpresa no rosto dela, não me tranquilizava em nada

– O incêndio no hotel. Vocês não ficaram sabendo? – ele abaixou o microfone

Ao ouvir a palavra incêndio meu mundo desabou. Tudo ao redor ficou turvo e as vozes se calaram.

Pude ver Anya tentando me fazer voltar à terra, mas as lembranças da noite em que eu e Aden quase morremos voltou à minha mente e eu estava paralisada.

Só voltei ao normal quando uma mulher (acho que era algum tipo de segurança que estava por ali) e Anya me puseram sentadas no carro.

Consegui ouvir Anya a agradecendo e batendo a porta do motorista.

– Oly? Você está bem? – ela pôs a mão na minha coxa.

Fiz que sim com a cabeça e encostei no banco. Comecei a chorar baixinho enquanto Anya dirigia.

Será que nenhum dia poderia ser calmo e normal como o de todo mundo?! Que merda.

Quando paramos no estacionamento, fui pega de surpresa pelo abraço apertado de Anya.

Afundei meu rosto em seu pescoço e fiquei ali por uns cinco minutos. Quando nos separamos, Anya secou minhas lágrimas e sorriu.

– Vai ficar tudo bem. Vaso ruim não quebra nunca, aposto que aquelas duas não tiveram nem um arranhão. – ela me deu um beijo na testa e eu assenti sorrindo de leve

– Obrigada Any. – suspirei segurando a trava da porta – Vamos descobrir no que essas duas se meteram dessa vez…

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P.O.V CLARKE


Lexa andava em círculos pelo quarto, com o celular em mãos

– Lexa, sossega a bunda nessa cama , a porra de um lustre de dez quilos caiu na sua cabeça! . – mandei pela quadragésima vez

– Eu não posso! Olympia não atende o celular, e a cara dela naquele site de fofocas não estava nada boa. – ela murmurou nervosa – Ela tem fobia de incêndios.

– Por que? – perguntei a sentando na cama

– Eu não sei de muitos detalhes, mas houve um atentado contra o meu pai na casa deles. Mas no dia só estavam Olympia e Aden. Eles ficaram presos no closet ou algo assim, inalaram muita fumaça e Aden ficou em coma por quase um mês. – Lexa não parava de balançar a perna – Desde então Olympia não pode nem ouvir a palavra incêndio sem surtar completamente.

A época de atentados… Oly havia me contado sobre eles assim que nos conhecemos. Eles foram o início de tudo que temos hoje como pistas, afinal.

– Nossa! Deve ter sido péssimo – fingi não saber – Mas Anya estava com ela, as duas já devem estar vindo para cá  

– Correção, as duas estão aqui – a voz de Anya no batente da porta chamou nossa atenção

– Anya! Onde está Oly?! – Lexa se levantou rapidamente mas tratou de sentar novamente com as mãos na cabeça

Idiota mesmo. Acabou de levar um lustre de zilhões de quilos na cabeça e fica levantando rápido.

– Tu quer morrer, mulher? Abby já dedurou vocês duas. A senhorita vai ficar sentada nessa cama horrível aí, e a Senhorita Griffin aqui vai ter umas aulas sobre os perigos do sexo. E eu não estou falando sobre doenças. – Anya cruzou os braços e eu ruborizei – Quem diria ein… Sabia que aquela história de gravidez era a maior balela

– Que história de gravidez? – encarei Lexa

– Eu tive que inventar algo para encobrir os gemidos. – Lexa deu de ombros e olhou para Anya – Não ouse abrir essa boca para mais ninguém. Sério, já tem gente demais sabendo!

– Ok, calma, não vou contar. – Anya fez um sinal de redenção – Mas qual o problema de saberem que vocês estão juntas? Quer dizer, vocês são famosas e tudo mais. As pessoas amam saber essas coisas. Imagina a matéria que maravilhosa! “Diretora e atriz premiadas assumem relacionamento”. Dou no mínimo a segunda posição dos Trending Topics do Twitter!

Nunca havia parado para pensar no assunto. Claro que eu estava consciente quando escolhi não expor o relacionamento, mas porque era algo muito recente, mas em um tempo, eu realmente não me importaria. Mas quando Anya começou a tagarelar sobre o quão de repercussão que isso iria causar, Lexa estava muito desconfortável.

– Não Anya, cuida da sua vida tá? – Lexa respondeu grossa

– Ui, não ativa a defensiva não, querida. Só estou falando. – Anya cruzou os braços – O problema é de vocês, só estou falando que isso é inútil. Você é uma das atrizes mais famosas do país e Clarke é uma das mais famosas jovens diretoras. É óbvio que vão descobrir vocês.

Um silêncio desconfortável se instalou mas logo foi quebrado pelo grito de Olympia na porta

– LEXA PRANHEDA WOODS EU VOU MATAR VOCÊ!

NOTAS FINAIS:

Heey gente, mil desculpas pelo sumiço. Muitas provas finais e tudo mais. O capítulo não está lá o melhor dos melhores mas eu espero que tenham gostado. O próximo cap vai ser um bônus para recompensar vocês pela demora, e o próximo sai assim que eu terminar minha prova final.
Beijooooos 💜❤️💛💚💙



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