História Intolerância. - Capítulo 1


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Categorias G-Friend
Personagens Eunha, Sowon
Tags Deathfic, Drama, Eunha, G-friend, Sowon, Violencia, Wonha
Exibições 39
Palavras 269
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esse foi um pedido de um amigo!
Espero que goste @BoYoongi

Capítulo 1 - Único.


Intolerância: 

 

Naquela noite, onde rajadas oblíquas de vento traziam consigo a água da chuva; foi nesta mesma noite que, quando nos olhávamos com ternura e paixão e andávamos sobre o pavimento de paralelepípedos, abordaram-nos com malícia nos olhos. Diziam coisas pesadas, palavras que entravam como navalha em nossos ouvidos e iam perfurando nossa alma; toda aquela violência gratuita, todo aquele ódio sem fundamento, apenas por sermos namoradas?

Apenas por nos amarmos incondicionalmente?

Meus gritos não cessaram os golpes daqueles brutamontes infames, meu choro não cessou seus grunhidos de dor. Não queria ver, não queria mesmo ver o meu amor sendo escorraçado, não queria.

Enquanto você ainda respirava, nosso amor estava vivo, mas depois que não havia ar em seus pulmões, depois que seu coração já não trabalhava mais, sinto que nosso amor ainda vive, eternizado.

Dois anos, esse é o tempo que venho vivendo sem ti, Eunha, tentando encontrar um propósito ‘pra seguir adiante. Não me culpe, você sabe o quanto era valiosa para mim.

— E pensar que todos aqueles avisos viriam à tona. — minha voz soou fraca, quase inaudível; acaricio a pedra de mármore. — Tenho suportado bem, mas não pense que não sinto sua falta, sinto muita. — não conseguia mais encarar, abaixei um olhar enquanto lágrimas saltavam para fora de minhas orbes —, só meu travesseiro sabe das minhas angústias e de meu sofrimento. Até hoje não entendo o porquê, me pego pensando em como a intolerância mata, e em como ela é suja. — em meio a lágrimas, pus-me de pé e depositei as flores preferidas de Eunha ali. — Eu tenho que ir agora, mas eu vou voltar!


Notas Finais


Acho que agora é um tchau!!
Beijos carneirinhos!!!


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