História Inuyasha uma realidade alternativa. - Capítulo 11


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Categorias Inuyasha, Inuyasha Kanketsu-hen
Personagens Inu no Taishou, Inuyasha, Izayoi, Jaken, Kaede, Kagome Higurashi, Kagura, Kanna, Kikyou, Kirara, Kohaku, Kouga, Miroku, Myouga, Naraku, Onigumo, Personagens Originais, Rin, Sango, Sesshoumaru, Shippou, Souta Higurashi, Toutousai, Youkai Satori
Tags Drama, Inuyasha, Reencarnação, Romance
Visualizações 31
Palavras 1.885
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Sequestro


Embora  meu coração  implorasse  pela companhia de meu amado, meu senso de justiça  impedia-me de seguir  meu coração. Me mantive  calada, mesmo sabendo que o que eles  haviam feito era crime, tentei de todas as maneiras  achar uma justificativa  para o ato, mais tudo que eu enchergarva era polícias corruptos  capazes de tudo para livrar a própria  pele. Claro que o clima hostil  entre mim e o Inuyasha  não iria passar despercebido, o que gerou muitas perguntas sem respostas.  

- Você  é  uma hipócrita  Kagome. - Inuyasha  disse-me  nervoso. 

- Eu sou hipócrita? Tem certeza  disso Inuyasha? - perguntei  com ar de desdém. 

- Por que  não usa sua psicologia  agora? E muito fácil  dar conselhos para outra pessoa, sem praticar-los. 

- Pior é fazer um juramento  e não cumpri-lo. - respondi nervosa. 

-  O que acha que somos? Policiais corruptos que protege  bandidos por gosto? Acha que ninguém  aqui não está se alto punindo por causa disso. E fácil julgar quando se está do outro lado da história. - Não respondi, estava sem reação. - Acha mesmo que a Sango fez o que fez por que ela é  uma pessoa  ma?

- Nunca disse  isso. 

- Não precisa  sua maldita  expressão  de acusação  diz isso todos os dias. Não que isso te interesse, mais aquela mulher arriscou tudo, inclusive  seu próprio  orgulho, para tentar proteger a única  pessoa  que lhe restou. Sango não mentiu apenas por mentir, ela só não  quiz perder  toda a sua família em uma única  noite. Concorde ou não  tudo que fizemos foi por amor. Sango por amor ao irmão, Miroku  pela mulher que ama e eu para proteger  meus amigos. Você  não  estava aqui naquela época, então  não sabe o inferno  que essa decisão  nos causou. Pode acreditar ou não, sua opinião  é indiferente  para mim. E se quer saber teria feito tudo de novo. - Inuyasha  não esperou uma resposta, saiu chutando  tudo o que via pela frente. 

- Idiota. - gritei  sentindo meu rosto queimar com as lágrimas. Quem aquele idiota pensava  que era para falar daquele jeito comigo?

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- Melhorou o humor? - perguntei  a Kohaku, lhe oferecendo  um sorriso. A dias que ele estava estranho. 

- Sim.  Me desculpe  por ter sido tão  grosseiro  com você. 

- Tudo bem. Já passou. - sorri aliviada. - Podíamos  sair depois da minha aula. 

- Adoraria, mais tenho um compromisso  importante  com a minha irmã. 

- Entendo. - Falei triste. - A gente se ver outra hora então.

- Claro. Preciso  ir. Tchau.

- Tchau. - O vi partir. Kohaku  estava tão  distante  que dava-me medo.  Não consegui  concentrar-me em nenhuma aula. Quando sai o senhor Jaken  esperava-me na frente  da universidade. - Senhor Jaken?!

- Quem mais? O senhor  Sesshoumaru  pediu-me para vir lhe buscar. Agora em vez de acompanhar-lo sou obrigado  a ficar de babá  para você. - O anão  reclamou. 

- O senhor é gay senhor Jaken?

- Hã? Gay? - ele olhou-me confuso. - Não diga besteiras menina  tola. 

- O senhor  fala com tanta devoção  do senhor Sesshoumaru  que chega a parece amor. 

- Pare com essas tolices e entre no carro o senhor  Sesshoumaru  não gosta de atrasos. 

- Viu só? - sorri ao ver-lo  corar  de vergonha e raiva ao mesmo  tempo. Olhei para o lado e a vi parada  nos observando. - Olha senhor Jaken, não  é  a Kagura?

- Mais o que essa serva do naraku  está fazendo aqui? Há... isso não importa. Kagura e problema do senhor Sesshoumaru, agora vamos. 

- O Sesshoumaru  é muito descuidado com seus companheiros. - Kagura  disse com seu  habitual leque. Dois homens  agarraram-me. 

- Me solta.  - Tentei gritar mais alto porém fui impedida por um lenço branco que me fez desmaiarir. 

- Riiiin - ouvi a voz do senhor  Jaken  baixinho. Acordei  com uma forte  dor de cabeça em um quarto  desconhecido. Estava muito tonta ainda por causa  do calmante. Ouvi a porta abri, fechei os olhos tentando fingir ainda está dormindo. Ouvi passos aproximando-se  de mim até que o desconhecido  passou a mão em meus cabelos. 

- Sei que esta acordada  Rin. 

- Kohaku. - gritei ao ver-lo dando lhe um  abraço. - O que faz aqui? Também  foi  sequestrado?  - Meu sorriso  se desfez  ao perceber  que  a resposta  seria negativa. - Por quê?  - perguntei  afastando-me.

- Me desculpe  Rin. Naraku  ameaçou  minha irmã. 

- Entendo.  Uma vida pela outra.

- Não  é nada disso. Naraku  apenas quer chamar  a atenção  do senhor Sesshoumaru. Ele sabe que o senhor Sesshoumaru  vira atrás  de você e irá fazer tudo o que for preciso  para salvar-la. 

- Que tipo de interesse  esse naraku  teria  com o senhor Sesshoumaru?

- Sesshoumaru  é  um homem muito poderoso e influente. Naraku acredita que se conseguir  juntar o poder de que possui com o do senhor Sesshoumaru  será imbatível. 

- Eu espero que isso não  aconteça. - Kohaku  riu olhando para a janela.

- Acredite, ele virá  assim que receber  a notícia. Talvez  com sorte ele tire minha vida. - olhei para a expressão  triste  de Kohaku e por um instante  senti pena do garoto.

- Você não quer ficar aqui não é mesmo? Por que não vamos embora juntos?

- Não  tem como.

- E por que não?

- Olhe pela janela e vai embora entender. - intrigada  abri a costina. Havia vários homens armados até os dentes vigiando a casa. - eles estão aí de prontidão  para atacar caso tentamos fazer qualquer coisa. 

- Desde quando  você é  um desses bandidos? O senhor  Sesshoumaru  sabe dessa sua vida dupla? 

- Saber. Por que acha ele era tão contra o nosso namoro. - Então  o senhor  Sesshoumaru  sabia de tudo? E mesmo  assim deixou Kohaku  comigo? Aquilo  não  fazia muito sentido. - Você nunca percebeu  mais sempre houve dois seguranças,  que eu consegui  ver, em nossos encontros. Sesshoumaru  não deixaria  você comigo a sós. 

- Ela foi viajar e permitiu que eu ficasse  com você. - falei intrigada.

- Lembra-Se  do Jack?  Que nos entregava o café  da manhã, o almoço, a janta? 

- Ele sempre cumprimentava-me. - falei entendo a cordialidade  do homem. Então não era só por educação?! Ele estava certificado do meu bem estar. 

- Sesshoumaru  não é  tão bondoso  qunto você  imagina, a não ser com você. E mataria com suas próprias  mãos  qualquer  um que lhe fizesse  algo. 

- Mais não seria capaz  de fazer  qualquer  aliança com um  bandido com o Naraku. 

- Você  sabe que o senhor Sesshoumaru  não  gosta do irmão. E isso é  algo que ele tem em comum  com o naraku. Somado isso a sua vida, não tenho dúvidas de que fará  qualquer  coisa para salvar-la e matar o Inuyasha. 

- E você? O que o prende  ao naraku?

- Eu cometi  o pior dos pecados por culpa  daquele infeliz. E graças a isso estou preso a ele. 

- O que quer dizer com isso? - Kohaku pareceu-me  atordoado com alguma lembrança.  - Me desculpe. 

- E-Eu matei.... - ele olhou-me.  - minha própria  família. - olhei em choque afastando-me. - Isso mesmo, eu sou um monstro. E só estou aqui por causa da minha irmã  e por que se não fosse eu seria qualquer  outro, que talvez  não fosse tão  respeitoso com você. Mas perdoe  Rin, eu juro que nunca  quiz ferir-lá.  - Não respondi apenas abracei  minhas  pernas atormentada com o que tinha acabado  de ouvir. 

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- Horas, finalmente  o grande senhor Sesshoumaru  apareceu. - Naraku  sorriu. 

- Não precisa  de cordialidade,  vamos ao seu recado. Qual seu objetivo  com a Rin? - perguntei  seco.

- Por que não se senta? 

- Não me faça  perder  a paciência seu infeliz.  Diga de uma vez o que deseja. 

- Ok. Se deseja assim. Mais ao menos tome um chá. - uma serva apareceu  com uma bandeja. Irritado derrubei a bandeja  sem tirar  os olhos  do maldito. Naraku  sorriu. 

- Está certo, sem chágua então. Pode ir Kanna, nosso convidado  está de mal humor. Eu quero lhe fazer uma posposta.  Sua Rin em troca de seu apoio. - sorri de forma irônica. 

- E eu posso saber para que deseja meu apoio? 

- Sabe que eu sou perigoso, mais você não fica para trás. Você tem muita influência  Sesshoumaru e  isso é algo que interessa-me, principalmente para acabar com seu irmão. Aposto que ficou interessado agora,  você odeia o Inuyasha tanto quanto eu, admita será vantajoso  para nós  dois. 

- Não tenho interesse  em manter qualquer  ligação com você. Quanto ao Inuyasha  minha relação  com aquele bastardo não lhe diz respeito. 

- Vou até chorar que lindo o irmão  mais  velho está tentando  proteger  o caçula. - observei dois homens  vindo ao meu encontro. "Que patético" pensei.

- Seja Franco, você não quer uma aliança e sim minha cabeça. Assim conseguirá  o poder total. 

- Não quiz ser rude, mas já que percebeu. Fico mais aliviado, seria trágico matar-lo  sem lhe contar a verdade. - Naraku  sorriu. 

- Acha que é tão fácil assim acabar comigo?

- É o que me impediria?

- Sesshoumaru? O que está fazendo  aqui? - Inuyasha  apareceu  com sua arma apontada para Naraku.

- Pare de lati e saia daqui seu bastardo. - falei atirando nos dois idiotas  atrás de mim. - Acha mesmo que pode  acabar-comigo  tão  facilmente  seu infeliz? Esta muito enganado, vou acabar com você agora mesmo. 

- Saia já daqui Sesshoumaru, Naraku  é meu, sou eu quem vou acabar com esse maldito. - Inuyasha disse-me nervoso, como esse idiota perdia a calma rápido. Pensei. Olhei para a expressão tranquila  de Naraku.

- Isso, podem acabar comigo  se quiserem, mais no mesmo instante  que eu morrer sua garotinha será morta também Sesshoumaru. - olhei para o maldito, eu não podia arriscar a vida da Rin. - ótimo, melhor assim. Agora se me permitem preciso me retirar. Com sua licença senhor Sesshoumaru. 

- Espere seu miserável, volte aqui. - Inuyasha  gritou enquanto Naraku  ia saindo. 

- E a propósito sua queria  Rin está em uma casa abandonada  perto das montanhas  do Sul com o Kohaku. - Naraku sorriu, sumindo entre as cortinas. 

- Maldito, aproveitar-se de uma inocente para conseguir  o quer deseja. CorvardE.  

- Quem é  Rin? - Não respondi  sai apressado, precisavá encontrar-la.  - Não me ingnore. 

Cheguei ao local  indicado. Observei  Rin caída no chão e Kohaku  com uma faca parecendo criar força. Ao notar minha presença Kohaku virou-se  para mim apontando  a faca.

- Ou, corajoso. Tem certeza  que realmente  quer me enfrentar? - falei lhe agarrando pelo pescoço. - O que pensa que está fazendo seu miserável? 

- Solte o rapaz Sesshoumaru, antes que eu mate você  também. - Inuyasha  apareceu  com a policial  do outro dia. - Não está me ouvindo, solte o garoto ou eu acabo com você Sesshoumaru. - Não conseguia  ouvi-lo minha atenção  estava no idiota. Kohaku  não tinha nenhum  tipo de expressão. Era como se quisesse  aquilo, morrer  pelas minhas mãos. Pensei e o soltei ao ouvi Rin resmungar retomando a consciência.  Kohaku  saiu correndo. 

- Não predente ir atrás  do garoto? - Inuyasha perguntou-me  sem abaixar a arma.

- Aquele idiota  não  interessa  por enquanto. Vamos embora  Rin. 

- Sim senhor. Obrigada Kagome. - Rin sorriu. Como eu odiava esse tipo de coisa.

 



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