História Inverno - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Halo
Exibições 10
Palavras 2.939
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OLÁ MEUS BOLINHOS DE ARROZ! <3
Estou vivenha, lhes trazendo mais um capítulo. É hoje, vou lhes recompensar a monotomia o capítulo passado... Pelo titulo, já da para imaginar né?
Anee, mais Cortana, num lugar afastado...sei não.
Enfim, boa leitura! ^-^

Capítulo 14 - Flores Não-mais vivas...


Fanfic / Fanfiction Inverno - Capítulo 14 - Flores Não-mais vivas...

O sangue não está correndo não está
Bombeando em meu coração
E agora minha necessidade
Para o que era algo
Apenas algo no escuro
Que eu posso ver
É algo assustador
Vivo de certa forma
E encantador pó
Mas agora elas estão pretas

 

Tudo porque
Eu continuo criando
Flores mortas agora
E o vento está soprando
Em um vestido que queima
E elas estão todas atrás de mim
E caindo
Ao meu redor

 

As folhas estão caindo
E elas estão chamando
Meu nome
E todas as aves
Que antes cantavam
Agora estão gritando de dor

Que eu posso sentir

A fruta está amadurecendo
Mas é podre por dentro
Pálida rima esclarecedora
Um esqueleto feito de cinzas e geada

 

Eu continuo criando
Flores mortas agora

-Dead flowers, Malukah


 

Dezembro, Sexta-feira (25) de 2556. Horário local: 11:30 .A.M.

    

O lugar era ainda mais asqueroso por dentro, o cheiro de mofo estava em todos os lugares imagináveis. As paredes tinham várias misturas de cores desgastadas, haviam mesas de sinuca e poker no centro do lugar, perto do bar, enquanto as demais mesas estavam espalhadas pelos cantos, perto das janelas.

Tentando tornar aquilo na experiência menos perigosa possível, me dirigi assim até a senhorita que estava atendendo no bar.

Ela deveria ter no máximo trinta anos, cabelos curtos e negros, com as pontas pintadas de várias cores. Seus olhos marrom claro me analisaram um pouco, deixando-me levemente desconfortável.

Segui as dicas do ruivo de olhos cor mel, me identifiquei como amiga de Anee e a senhorita me indicou uma mesa bem afastada da porta de entrada… mas perto da porta de emergência e dos banheiros. Pedi uma bebida qualquer e fui até a mesa.

“Pelo menos temos uma rota de Skype, mas seria ainda melhor se déssemos o fora daqui!”

Gritou minha voz interna, enquanto eu me sentava na cadeira marrom da mesa recomendada.

Varri o local com o olhar. Percebendo assim que atrai a atenção de alguns rapazes mal-encarados que jogavam sinuca. Um até deu uma piscada de olho sacana para mim, mas só o ignorei.

A chuva que havia dado uma trégua, havia voltado com força total. Eu podia vê-la em toda sua beleza raramente notada graças ao local onde a mesa ficava, escorada em uma gigante janela. Que dava para a visão de um penhasco e levando em conta o barulho vindo dele, eu diria que abaixo dele há uma pequena correnteza de água.

A senhorita do balcão trouxe minha bebida em minutos, e me avisou para tomar cuidado com os garotos maus que jogavam sinuca. Lhe agradeci amigavelmente enquanto analisava o olhar preocupado da jovem.

“Se são perigosos, porque ainda estão aqui?”

Ecoou  minha voz interior. O que me fez questionar: A quanto tempo ela está me influenciando?

Ela não respondeu-me desta vez.

Ainda olhando para a janela, esperando encontrar em cada gotícula de água as respostas para minhas questões, consegui ver pelo reflexo da janela a silhueta de Anee.

Ela estava idêntica a garota do protesto…. Ou melhor, muito semelhante.

    Seus cabelos morenos estavam soltos agora. Ela estava sem óculos escuros, deixando assim seus olhos roxos como uma Ametista radiante no fundo de uma caverna escura, esperando para ser encontrada e lapidada. O pano negro que originalmente cobria seu rosto agora pousava em seu pescoço, ela sorria radiantemente.

Porém, estava ensopada com a água da chuva..e levemente ferida.

Eu fiquei um pouco assustada e em um movimento rápido (quase automático) retirei meu casaco e pus em volta do esguio corpo pálido dela. Vendo sua feição nem um pouco amigável pela situação;

-Eu estou bem. - Sua voz falhou um pouco, enquanto ela sentava na mesa, na cadeira posta a frente da minha. - Além do que, você já viu pessoas em situações piores, não? - Sorriu cinicamente.

-Sim, mas isso não me impede de te ajudar quando acha necessário. - Sentei-me à sua frente, virando minha bebida. - Mas ainda acho que seria melhor comprarmos algo aqui e procurarmos algum lugar para cuidar de seus ferimentos, eles podem infeccionar. -

- Isso é uma boa forma de dizer “leve-me até sua casa, Purple Lamborghini “. - Sorriu. mas permaneci com minhas feições sérias. - Hó, você não entendeu a brincadeira. As vezes esqueço que faço meus trabalhos sem um tradutor de piadas internas. - Sorri com a brincadeira.

-Vou comprar algo para nós no bar, tente manter-se fora de confusão. - Vi-a revirar os olhos, enquanto levantava-me.

- Desculpe-me, mãe, mas as confusões vêm até mim. - A olhei de canto de olho. Ouvi-la chamar-me de mãe foi um pouco demais para minha consciência. E acho que através do olhar que lhe lancei ela conseguiu perceber isso, pois assim que o lancei seu sorriso sumiu.

    Andei até o bar, atraindo novamente os olhares dos garotos que jogavam sinuca… Mas não foram só olhares. Analisando as expressões corporais deles, podia notar com clareza a confusão hormonal…

“Mas que merda…”

    Espantei os pensamentos quando chegue até o balcão, perguntei a senhorita que alí estava se ela tinha algum café e algum salgado para levar. Ela revirou os olhos e soltou um “claro” claramente desanimado. Apoiei meus cotovelos no balcão, analisando a parede atrás dele repleta de posters, quadros antigos e réplicas de discos de vinil de várias bandas diferentes, além de claro uma caixa de de madeiras rústica com vidro em sua frente expondo vários tipos de bebidas exóticas.

    Olhei de canto de olho para a mesa onde Anee deveria estar, mas não vi nada a mais do que meu casaco com algumas manchas de sangue recém-adquiridas jogado em cima da cadeira onde ela deveria estar. Não me preocupei, pensando que ela deveria estar no banheiro.

    Ouvi um assobio vindo atrás de mim , Chamando minha atenção e fazendo-me virar-me para identificar de onde o som vinha. Não me surpreendendo, um dos garotos mal-encarados com suas jaquetas pretas e óculos escuros estava parado em frente a mesa de sinuca, com os braços cruzado na frente do peitoral e um sorriso convencido.

-Ora, temos mais uma amiga de Anee aqui?- Os outros garotos atrás dele soltaram uma risada controlada, não mudei minha expressão. - Sou Herry. - O garoto tirou os óculos, encontrei embaixo deles uma nebulosa negra profunda, quase não consegui distinguir sua pupila de sua íris.

-Olá. - Respondi secamente, até agora, nenhum grande grupo havia se aproximado de mim com boas intenções. O grupo ficou em silêncio por um período de tempo, o garoto que chamou-se “Henrry” me analisava com cuidado.

-Bem… nunca deve ter vindo até esse lado da cidade, presumo, conheço toda a escória daqui. - Ele começou a se aproximar, aproximação nitidamente perigosa. - E de toda a escória, essa garota é definitivamente a pior. ninguém nos becos, bares e casas do submundo daqui sequer pronunciam o nome dela. - Ele aproximou-se de mim até ficarmos a centímetros de distância. Eu jurei que conseguia ver o reflexo de meu corpo em seus olhos.

-Isso é ótimo, para mim- Pronunciei com uma força vocal até então desconhecida por mim. Empurrei seu peito com meu punho aberto, vendo-o recuar, mas não o quanto eu queria. - Agradeço o aviso, mas ficarei bem, prometo. - Tentei soar simpática.

-Sim Henrry, hora de se afastar dessa mulher adulta que sabe o que faz.- Anee apareceu, como um anjo caindo na escuridão. Sua blusa estava rasgada e a parte retirada havia sido utilizada para fazer um curativo precário embaixo do busto, onde havia uma mancha crescente de sangue, além de um ferimento que começava no canto da sobrancelha esquerda e terminava também no canto do olho direito. Há, havia também um arranhão no pescoço.

    Houve mais um breve silêncio, enquanto a moça do bar apareceu novamente em meu campo de visão, trazendo meus pedidos. Ela demonstrou claro espanto no seu olhar dirigido a mim ao ver Anee ferida. Peguei os itens de sua mão apressadamente, deixa uma quantia que previ ser necessária para o pagamento, agradeci a foi o mais rápido possível até Anne.

-Vou buscar meu casaco e mostre-me o caminho para sua casa. - Olhei-a de relance, queria acabar com aquilo logo.

-Hó, já vão? - Virei-me, vendo um dos garotos com uma arma apontada para a moça do balcão, e Henrry com um taco de basquete. - E perder a brincadeira? E perder a chance de derrubar Aneellize? Nunca. - Seu tom era sombrio. O garoto com a arma, apontou-a para nós, sorrindo sadicamente.

    Senti protocolos de batalha vindo a todo vapor em meu cérebro. Eles eram cinco,  pesavam menos que um elite, tinha uma arma branca e um de fogo. Mesmo pesando menos que um elite, eles estavam todos em boa forma, principalmente o garoto com taco de basquete… Anee estava ferida, e um tiro poderia piorar isso tudo.

“Eles tem muitas vantagens!”

Mas eu tinha experiência.

O garoto com a arma estava a poucos metros de distância para nós, ele era o mais magro… eu podia derrubá-lo!

Com movimentos rápidos, desviei de dois tiros do garoto e o derrubei socando seu rosto com meu punho direito, arrancando a arma de sua mão e atirando na perna de Henrry. Anee desviou de um deles e o nocauteou-o com uma chave de braço.

Os outros dois se dirigiram para tentar pegar cadeiras, porém fui mais rápida, e atirei nos dois. o resultado foi dois corpos no chão… imóveis.

Eu matei duas pessoas?..

Eu liguei no piloto automático após isso, vendo Anee pegar meu casaco e o lanche que havia pedido, e deixamos aquele local, com três feridos, dois mortos é uma moça desmaiada. Eu e Anee corremos para fora daquele local.

Andamos por becos escuros, onde apenas a fraca luz solar e o brilho dos olhos roxos dela conseguiam me guiar. Eu ainda segurava a arma, mesmo que ela estivesse sem balas… não era boa ideia, não era uma possibilidade, deixá-la lá..

Na cena de um crime, com as minhas digitais falsas que levariam até meu IA-Code.

paramos em frente a um prédio velho e desgastado, Anee entrou nele as pressas e nem comprimeitou o velho senhor na portaria, apenas correu até o elevador ,segurando meu pulso esquerdo.Eu vi tudo passar na velocidade de um trem-bala, Quando entramos no elevador, eu finalmente senti a ficha cair e meus protocolos se quebrarem: Eu matei um civil.

Senti o chão sumir dos meus pés, só não cai pois Anee foi ágil em segurar-me. Senti lágrimas brotarem em em meus olhos, mas fiz questão de as segurar. Me recompus o mais rápido que consegui, o que foi alguns milésimos de segundo, mas foi o necessário para Anee demonstra-se preocupada;

-Eu estou bem… Obrigado. - Mais palavras soltadas no piloto automático, às falei antes mesmo que Anee pudesse perguntar algo.

    A porta abriu rapidamente no andar 11, corredor 07. Fomos até a porta de número ‘118’e apressadamente, Anee pegou suas chaves e entrou, ainda me puxando pelo pulso esquerdo.Caímos, as duas, no sofá. Senti o confortável estofamento me relaxar um pouco, e então pude abrir meus olhos e dar uma olhada geral no apartamento.

    Havia uma pequena parede marrom na porta de entrada, que servia apenas para dependurar chaves e casacos molhados. A sala (onde eu estou agora) Tinha tons de azul, roxo e marrom em sua decoração e nas paredes, um tapete felpudo no chão, uma mesa de centro de vidro e uma televisão em um heck. Da sala, também era possível ver a cozinha, mas muito pouco dela.

    Olhei para Anee ao meu lado, sentindo o cheiro de sangue vindo dela.

-Vamos cuidar disso, onde fica o banheiro ou onde quer que seja o local onde tem esparadrapos e coisas para curativos?- Ela abriu seus olhos roxos, claramente cansada.

-Primeira porta á sua direita, porta marrom. - A frase saiu com um fio de voz rouca e cansaço. Levantei-me rapidamente do sofá e entrei no estreito corredor, achando de primeira a porta marrom.

O banheiro era de azulejos cinzas e brancos nas paredes e chão de madeira, todos os outros móveis são brancos gelo. Abri o pequeno armário em cima da pia, encontrado um pequeno, mas útil, kit de primeiros socorros.

Com a mesma velocidade que cheguei ao banheiro, voltei para a sala.

Cuidei dos machucados dela com o máximo de cuidado que me foi possível, mas ainda assim hora ou outra, ela soltava um grunhido abafado. Mas ela não aparentava ter tanta dor quanto eu pensei, ela parecia, em termo militares, estar verde.

Quando terminei, a mandei trocar de roupa enquanto preparava algo (ou melhor, esquentaria o lanche que comparei inicialmente no bar). Ela até pensou em retrucar alguma negação, mas provavelmente desistiu durante tal, e obedeceu minha ordem.

Finalmente, entrei na cozinha. Ela era completamente branca e azul-claro, os móveis marrom-escuro pareciam ter saído de um filme de contos de fada, mas ainda havia um pouco de agressividade adolescente da turma de Rebelion alí.

Eu senti que Melanie amaria essa cozinha, e sorri com o pensamento dela.

Afastei as memórias de minha filha da minha mente e me concentrei nos meus fazeres. Terminei-os em minutos, e voltei para a sala com um salgado leve e chocolate quente feito por mim mesma.

Os deixei em cima da mesa de centro feita de vidro, enquanto ouvia o barulho de chuva e analisava o local.

Havia uma televisão moderna, em cima de um heck marrom escuro e branco, na parede atrás da Tv, várias fotos e pôsteres, além de algumas pichações com desenhos e frases.O sofá negro havia ficado com algumas manchas de sangue perceptíveis, mas nada mais além disso.

Olhando novamente para a mesa de vidro, encontrei a arma que usei para matar duas pessoas, dois civis…. Ou nem tanto.

Havia sido legítima defesa, sem dúvidas. Porém, matar não é bem o meu trabalho… em qualquer trabalho que seja: Na UNSC, esse cargo pertence ao John e aos outros marines; e agora, a guerra digital não faz vitimas de sangue.

Ou não fazia, até agora. A morte dos rapazes não havia tido ligação direta com as informações que havíamos roubado, mas poderia servir de ajuda para a ONI nos achar, caso fosse a vontade deles.

Eu ouvi os passos de Anee vindo do corredor, e virei-me para vê-la. Ela usava um conjunto de moletom no corpo, e uma touca nos cabelos que havia acabado de secar. Seu rosto não estava mais sujo de sangue, graças aos curativos.

- O banquete é para mim?- Sorriu, sentando-se (ou jogando-se) ao meu lado.

- Bem, achei que gostaria.- Respondi calmamente, vendo um sorriso brotar no seu rosto.

- Então não é o 117 que tem sorte. - ergui uma sobrancelha. - Esse é meu salgado e bebida favoritos, na verdade, bebida de inverno favorita, porque jamais largarei minha vodicka por qualquer outra coisa.- Ela sorriu ainda mais, me contagiando um pouco. E começou a comer.

Ficamos em silêncio, Anee havia ligado a Tv e me dado o controle, como o convite de me deixar escolher o canal, coloquei no jornal, e ali deixei, com o som mínimo.

Anee agora, não parecia nada ameaçadora. Eu não sei explicar, talvez a maternidade tenha trazido isso até mim, mas vendo Anee comer alegremente algo tão banal, me fez ficar feliz também. Mas evitei olhá-la diretamente, apenas de canto de olho.

Quando ela terminou, soltou um suspiro alegre e satisfeito.

-Obrigado, fazia tempo que não bebia um chocolate quente tão bom. - Sorriu.

-Trabalhar em um café tem suas vantagens.- Me escorei nas costas estofadas do sofá negro, a olhando.

-Só não sei por que me ajudou se desconfia de mim..- engoliu em seco. -Quer dizer… Olha...sabe..- Ri um pouco com sua confusão.

-Estamos no mesmo barco, nada mais justo. Além disso, não saio confiando em todo mundo, e para isso é necessário tempo.- Dei uma pausa, para verificar se ela prestava atenção em mim, e prossegui. - Eu não acho que você é má, ou má intencionada, o problema é que ambas, nos duas, estamos mexendo com algo sério, grande, complexo. Isso pode vir a se tornar uma guerra digital, Seremos caçadas, possivelmente presas, se tivermos sorte…- Engoli em seco. - Mortas. Você é nova, não precisava literalmente se matar numa missão suicida como essa.- Finalizei, suspirando. O silêncio durou um par de minutos, então desviei meu olhar dela.

-Você tem razão.-  Voltei a olhá-la. - Mas para mim, de nada adianta viver muito, se vivo na mentira e mediocridade. Eu não me importo de morrer em batalha… Eu não ligo, em todo. - Deu de ombros - Contanto que meus amigos estajam bem, o resto é apenas resto.- Concordei com a cabeça, ainda a olhando.

- Eu acho..que nunca fui tão bem cuidada por uma “estranha” antes..- Murmurou, mais para si, mas ainda pude ouvi-la com clareza. Senti algo ruim nascer dentro de mim…

"O que essa menina já passou?"

-Acho que ganhei essa habilidade quando me tornei mãe…- murmurei, sem reparar no que havia dito e quando reparei..já havia dito.

-Como?- Ela se posicionou no sofá, com uma expressão surpresa. - Você é MÃE? - ri um pouco com o espanto.

-Sim, sou.- Respondi resumidamente. - Ela é um dos meus motivos de lutar contra a ONI… Eu acredito que eles estão com ela. Ou a UNSC… -

-Bom...todos temos um motivos para lutar contra aqueles Filhos da puta, mas você tem um motivo nobre. - Ela sorriu, então eu só concordei, sorrindo-lhe de volta.

- Obrigado… Sabe, eu sei que a verdade cobra caro, mas estou disposta a pagar seu preço.- Lhe olhei profundamente, suas íris  brilham em motivação.

Sim, a verdade cobrará caro, mas pagarei seu preço.. Por Melanie.. Por John.


Notas Finais


Link da música tema:https://www.youtube.com/watch?v=Kqze4xhLEk0

Pois bem, talvez o capítulo tenha fica um pouco ~pesadão~ para o padrão da fic...mas se acostumem, tende a piorar :v
Desculpem-me pelo capítulo relativamente curto, não queria deixar vocês sem novidade então..Desculpa ;--;
Até a próxima! <3


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