História Inversion - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Personagens Originais
Tags Desaparecida, Harry, Ídolo, Obsessão, Policial, Sequestro
Exibições 225
Palavras 1.729
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpem a demora, minhas lindas.
Espero que gostem!

Capítulo 7 - Fire meet gasoline.


Harry Styles point of view.

Ali. Do alto, eu a observava no chão.

 

O som de seus joelhos batendo contra o piso ainda encoava em minha cabeça, suas mãos estavam apoiando seu corpo curvado enquanto os cabelos claros tampavam minha visão de seu rosto angelical.

 

Angelina chorava e a palma de minha mão ainda ardia. Ela merecia aquele tapa. Eu não gostava de machucar alguém que amo tanto, mas quando eu repetia a cena aquela em minha cabeça e a ouvia dizer novamente que me odiava, meu sangue fervia e eu não encontrava num resquício de arrependimento em mim.

 

— Nunca mais repita isso, ouviu? Nunca! — Gritei encolhendo-me próximo da cama. 

 

Eu não saberia descrever aquela dor que eu sentia no peito, era como se balas perfurassem meu corpo inteiro. Após quatro anos de fama, eu havia aprendido a lidar com o ódio de algumas pessoas que me rodeavam, mas com Angelina era diferente.

 

Ela me amava! Nunca tive dúvidas daquilo. Todas as publicações relacionadas a mim provavam aquilo. Eu não iria tão longe com meus planos de tê-la se não tivesse certeza de seus sentimentos por mim. 

 

Seus sorrisos nas fotos eram meus, suas gargalhadas nos áudios e vídeos eram minhas. Angelina foi totalmente feita para mim.

 

Era como se eu a tivesse moldado com minhas preferências. Ao começar por aquela pele macia e pálida, que me fazia fantasiar o quão rosada ficaria caso levasse algumas palmadas. Aquelas pernas espetaculares e aquela bunda pequena, empinada  e maravilhosa que me fazia querer aperta-la sempre que eu parava para observa-la. A cintura fina e os seios pequenos, eles não preenchiam minhas mãos grandes, mas eu talvez não precisasse de minhas mãos para explora-los, afinal de contas, meus lábios poderiam lhe dar a atenção que eles tanto pediam. Eu  a imaginava em minha cama todos os dias, chegava a ter sonhos eróticos com Angel, despertava completamente duro e passava madrugadas acordado pensando no quão prazeroso seria estar dentro dela. 

 

Não importava quantas mulheres eu fodia, mulheres com corpos esculturais, modelos mundialmente famosas caiam aos meus pés sem que eu ao menos precisasse abrir minha boca. Eu nunca estava satisfeito, eu queria ela, queria fode-la e acabar com todas as noites de sono perdidas, descontar toda a minha excitação escondida durante meses.

 

Mas, eu não poderia.

 

Não poderia fazê-la minha. Não se ela não quisesse, não a forçaria a nada. Eu amava tanto aquela garota que era incapaz de fazer uma coisa daquelas com ela.

 

Eu a conhecia como ninguém, sabia o quanto ela me odiaria se eu a forçasse. Angelina era ingênua demais para a idade dela, não aparentava ser, mas tudo aquilo era nítido quando ela se abria para Lorena. Angel nunca tinha ficado à sós com nenhum garoto, só havia beijado um até vir parar em minha casa. Me lembrava de tê-la ouvido chorar uma madrugada inteira após um babaca tê-la assustado agarrando-a numa festa.

 

Eu só precisava esperar, com o tempo era se acostumaria com tudo aquilo e se entregaria para mim. Enquanto aquilo não acontecia eu me contentava em apenas olha-la e me satisfazia com minhas próprias mãos.

 

— Vamos. — A levantei, pegando-a em meus braços. Angelina ainda chorava, contornava meu pescoço com seus braços e soluçava contra meu pescoço. Ela parecia cansada.

 

Como eu queria que ela agisse daquela maneira sempre, dócil, carente. Mas não, Angelina sempre estava tentando fugir, me afastar e negar meu toque. Claro, eu não esperava que ela fosse gostar da ideia de ser isolada, mas pensei que Angie gostaria de estar comigo, afinal de contas, me conhecer era o seu maior sonho.

 

Queria realizar todos os seus desejos e sonhos, mas não havia pensado em outra maneira para fazer aquilo, estar perto dela da forma convencional. Eu a queria mais que tudo nesse mundo, mas Angelina era tão inalcançável. Se eu a procurasse seus pais não nos aprovaria, fora que eu a assustaria com toda a confusão que era a minha vida.

 

Eu sabia bem da opinião que eles tinham formada sobre mim, eles achavam que Angie não deveria perder o tempo dela com a banda, muito menos nos achavam uma boa influência para a filha. As tatuagens eram os maiores defeitos que poderíamos ter ao ver deles. Angelina já havia contado para Lorena que a mãe dela me achava o pior do grupo, que eu não a enganava com minha pose de bom moço.

 

Agora lá estava ela, dando entrevistas chorando por ter perdido a filha. Ela também não me enganava com todas aquelas lágrimas, eu sabia de toda a verdade, sabia o quão mal ela poderia fazer a minha Angie com suas falsas acusações e desconfianças.

 

A coloquei sentada em sua cadeira e me sentei ao seu lado. Lhe sorri observando seu rosto sério à luz de velas. Mesmo sem querer ela era linda, passei meus dedos de forma suave em sua bochecha, seu rosto inchado e vermelho por conta do choro me provocava uma pontada no coração. Angelina desviou os olhos azuis dos meus olhando para baixo. Fungou mexendo o pequeno nariz vermelho.

 

Ela remexeu o prato e finalmente levou o garfo até a boca. A encarei em expectativa, eu mesmo havia feito a comida, esperava que ela gostasse! Também estava feliz em vê-la comendo, sua falta de apetite estava me preocupando. 

 

— Você gostou? Não sei se você costuma comer massa, mas eu tentei fazer o melhor macarrão com queijo que consegui. — Seus olhos opacos me encaravam enquanto ela ainda se mantinha sem expressão.

 

— Estou com sede. — Me assustei ao ouvir sua voz baixa. Pelo menos era um começo.

 

— Ah, claro! O vinho. Me esqueci de servir, desculpe. — Me levantei rindo fraco, que desastre eu estava me saindo, era nosso primeiro jantar juntos e eu não havia lhe arrancado um mísero sorriso. 

 

Enchi sua taça até a metade, com receio. Eu sabia que ela nunca havia bebido, nunca passou de um goles para experimentar as bebidas das amigas. E, aliás, ela era uma menor de idade, não poderia estar bebendo.

 

Angelina havia pego a taça, pisquei meus olhos por um segundo, e ela já a colocava sobre a mesa, vazia. Arregalei meus olhos rindo.

 

— Wow! Mocinha, vamos com calma aí.

 

— Se for para ser forçada a jantar com você, prefiro estar bêbada. — respondeu ríspida enchendo o recipiente de cristal novamente.

 

Insolente.

 

Suspirei derrotado e voltei a comer. 

 

Eu estava tentando. Mas Angelina não colaborava. Ela parecia gostar de apanhar, de me ver louco de raiva!

 

Quando Angelina recolocou a taça vazia outra vez na mesa, minha paciência se esvaiu. 

 

— Você quer beber? Ótimo então. — me levantei indo até a sala, abri minha estante de vidro e escolhi meu whisky mais forte. — Beba. — Coloquei o copo cheio em sua frente.

 

— Eu não quero. — Respondeu-me entre dentes.

 

— Ah, você vai querer sim. — segurei seu rosto com uma das mãos enquanto, com a outra, levava o copo até seus lábios. 

 

A garota se debatia na cadeira enquanto eu fazia mais força a fim de prende-la ali, até que o conteúdo do copo tivesse acabado. A soltei bruscamente. Angelina caiu debruçada sobre a mesa tossindo repetidas vezes, com o vestido cheirando forte e o pescoço molhado pela bebida que escapou de seus lábios.

 

— Olhe só, ainda tem metade da garrafa para você beber. — Sua respiração ofegante ainda era o único som que se ouvia naquele cômodo. Enchi o copo novamente. — Anda, Angelina, Beba. Não era isso o que queria?

 

Ela levantou seu rosto, encarando-me com os olhos cheios de ódio. Sorriu em minha direção antes de puxar o objeto de vidro de minhas mãos. 

 

Angie estava brincando com fogo.

 

Virou o copo e só de olhar eu poderia sentir sua garganta queimar. 

 

— O que mais você tem, Styles? Vai me obrigar a tomar álcool? — sua voz saia rouca e arrastada. Ela estava bêbada. Era a única explicação para toda aquela valentia.

 

— Não. Vou te levar para seu quarto. — A puxei pelo braço. Eu não queria perder a paciência de novo com ela. Já tinha lhe batido no rosto e aquilo já havia sido o suficiente para uma noite.

 

— Meu quarto. — Ria. — Que tal irmos para o seu quarto? Quem sabe você não faz logo o que quer tanto fazer e me descarta de vez? — A ignorei ainda puxando-a escada abaixo. Era lógico que eu não a deixaria ir.

 

— Eu não sou um estuprador. 

 

— A não? Então, fique tranquilo, eu vou te dar o que você quer mesmo assim. E você me larga em qualquer lugar. — Fui empurrado no sofá, perdi meu equilíbrio e cai sentado. Angelina se acomodou em meu colo, puxando o tecido de minha camisa, estourando os botões.

 

— Angelina... — Toda a autoridade que eu tinha em minha voz desapareceu. A loira rebolava em cima de meu membro duro dentro de minha cueca. Eu não tinha forças para tirar seu corpo quente de cima de mim. Ou talvez, eu não quisesse afasta-la. 

 

Suas unhas curtas arranhavam minha pele descoberta enquanto eu a segurava pela cintura, do jeito que estava tonta, era capaz de ela cair do meu colo. Sua boca se colou na minha e uma nova sensação me deixou completamente fascinado, a minha suspeita de que aqueles lábios poderiam me levar ao paraíso foi confirmada naquele instante. Minha outra mão foi até sua nuca, lhe ajeitei no sofá deitando seu corpo frágil sobre as almofadas. 

 

Tirava minha camisa a encarando. Seus olhos azuis se mostravam desejosos e, por mais que eu estivesse completamente exitado ao tê-la tão entregue a mim, eu ainda me sentia um merda por estar sedendo daquela maneira. Angelina nem ao menos sabia, mas ela me tinha nas mãos, quando ela quisesse.

 

Seus lábios desceram com beijos desajeitados em meu pescoço, ela era completamente inexperiente, o que me fazia sorrir observando-a tentar. O pior é que só em tentar ela já me deixava louco, eu já havia transado com tantas, mulheres experientes e mais velhas, mas nenhuma nunca me fez sentir o que eu estava sentindo ali, com ela.

 

Angelina era o combustível perfeito para o meu fogo.

 

Seus beijos continuaram o trajeto e, após contornar a famosa borboleta tatuada em minha barriga, ela continuou a descer fazendo minha respiração falhar. Seus dedos tentavam desabotoar meu jeans e eu apenas joguei minha cabeça para trás, suspirando alto em frustração.

 

Eu adoraria ensina-la a me chupar. Angie me parecia ser uma aluna aplicada.

 

Mas talvez fosse muito cedo para aquilo.

 

 

 

 


Notas Finais


Quem já me conhece de outros carnavais (De outras fanfics, no caso, haha) sabe do meu pequeno problema com partes hot. Bom, eu acho que estou melhorando, vocês acham também?
All the love.


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