História Inverso - Capítulo 5


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Categorias Inuyasha, Inuyasha Kanketsu-hen
Tags Família, Inukag, Inuyasha, Kagome, Miroku&sango, Sesshyrin, Troca
Visualizações 133
Palavras 994
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello povo belo!!!

Mais um capítulo estilo fast food!!

Se divirtam!!! Favoritem!!!!

Sem mais,
Boa leitura!!!

Capítulo 5 - Quem adentra a barreira, suscetível ao encanto está! Pt. 2


Capítulo IV

Quem adentra a barreira, suscetível ao encanto está! – Parte II

Sesshoumaru-Sama, a dama do Oeste

    

      O youkai branco e o youkai sapo, esperavam a pequena, já não tão pequena Rin, terminar de banhar-se. Era costume da garota, agora adolescente aos seus 16 anos, pois odiava suar. E como caminhavam durante grandes períodos, isso era uma consequência impossível de conter, o que a levava a sempre pedir para pararem próximos a algum regato, para aliviar-se da sensação de mal-estar que a sujeira causava em seu corpo, e mais, ela não queria que o “Senhor Sesshoumaru”, a visse como uma menina fedida. Essa pequena vaidade era ignorada pela garota, porém, inconscientemente, o fazia para agradá-lo.

     A pubescente voltou da mata, vestida com um quimono comprido e limpo, em seus cabelos jazia uma flor amarela, que combinava com o Obi. O detalhe fora percebido por Sesshoumaru, mas ele fingiu não ver. Rin estava crescendo mas ainda era muito inocente, e não percebia que o que sentiu em seu peito ao ser ignorada, era uma pontada de tristeza com decepção. Ela logo esqueceu de seus dilemas, pois, reconhecera a estradinha que levava ao vilarejo de Kaede, sua querida Sensei.

— Sesshoumaru-Sama, vai ficar esta noite, ou já pretende partir? — questionou, porém, sem virar-se para encará-lo, não queria que a visse rubra.

— Não importune o Sssssesshoumaru-Ssssama com sua curiosidade garota! — Jaken, em sua forma irritante de ser, ralhou com a menina.

— Jaken. — O Lorde o chamou.

— Sssim, Sssssesshoumaru-Ssssama? — o sapo puxa saco respondeu.

— Cale-se.

    Rin mostrou a língua para o verdinho, que apenas mostrou-lhe a dele de volta. Apesar de ser irritante, ele já tinha apreço pela garota humana que também acompanhava seu mestre. Tão distraído estava, que levou um susto ao perceber a jovem caindo ao chão, desacordada, fazendo o mesmo em seguida. Na intenção de amparar Rin, Sesshoumaru também se atordoou.

 

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     Como explicar ao seu marido o que é o ciclo menstrual, e que isso é normal? Bem, para qualquer mulher seria, mas para Kagome, mulher em corpo de homem, casada com o imaturo Inuyasha ainda por cima, podemos imaginar o tamanho do fardo, de proporções estrondosas.

— Mas Kagome, eu nunca soube disso! — ele tentava argumentar, sentado no futon depois de um banho morno e mais uma xícara de chá.

— Ah, Inu... Eu sou discreta e caprichosa. Nunca notou sei lá, porquê. — resmungou Kagome, com seu vozeirão masculino, já estava se acostumando com isso. — E isso é apenas um detalhe, precisamos descobrir de uma vez, o que é que está acontecendo...

— Ai... Por que está nervosa? — o hanyou questionou, sentindo seus seios coçarem. — Por que está coçando?

— Porque é normal!

— M-mas, pra quê gritar comigo... — choro. — Sua... Sua maldita!

    A Miko achou melhor deixar para lá, levantando do futon e indo para a cozinha, ver se conseguia algum minuto sossegada. Será que quando estou nesses dias, também fico insuportável? (Será, leitores?). Olhava pela janela quando viu algo que não gostou. Sesshoumaru se aproximando, em silhueta cinturadíssima, acompanhado de um garoto e algo que Kagome identificou como um gremlim¹ fêmea. No princípio, a Miko pensou se tratar de Satori, mãe do Dai-Youkai, e não o próprio.

— Humana... Humano, do Inuyasha? — o youkai estreitou os olhos, parecia calmo, apesar de tudo.

    A beleza de Sesshoumaru continuou extrema. Ele já tinha traços femininos antes mas depois dessa “transformação”, viu-se que até mesmo Kouga perderia para ele em um concurso de beleza. Era de fato, a youkai mais bonita que já vira na vida, apesar dos seios pequenos, em vista dos que apareceram em Inuyasha, eram minúsculos.

— Sou eu Sesshoumaru. Não se acanhe.

— Senhori... Er... Senhor Kagome? — Rin, o rapazinho com bigode ralinho e aloirado, se aproximou da Miko. — O que aconteceu com a gente?

— Ainda não sei Rin, mas não se preocupe, vamos resolver. — a sacerdotisa respondeu, sentindo a necessidade de coçar a genitália. Não resistiu, deu aquela coçada básica.

— Hunf! — Sesshoumaru fez, revirando os olhos. Deu as costas se pondo a caminhar na direção oposta.

— Vou indo Senhor Kagome! — Rin cumprimentou à Miko, seguindo seu mestre, que já tinha Jaken em seu encalço.

    O Lorde mantinha seus passos decididos, apesar de quebrar os quadris repetidas vezes como uma modelo faria em uma passarela, era natural à pessoa dele, não tinha como evitar. Durante a caminhada noturna, um odor muito forte se fez presente próximo à uma das árvores da floresta de Inuyasha, ao se aproximar, o youkai, agora fêmea, identificou com facilidade a essência da feminilidade. Arqueou uma sobrancelha, pensativo. O que esse importante instrumento das sereias fazia ali naquele vilarejo? E o que teria potencializado o poder do mesmo? Muitas questões se formaram na mente do Lorde, que percebeu a aproximação de Rin.

— Sesshoumaru-Sama... — o rapazinho chamou. — Será que isso tem volta?

— Isso, o quê? — a voz aveludada, feminina e decidida, questionou à menina, agora, garoto.

— Eu sou um menino... — enrubesceu. — Não, sabia que era assim... Tão, diferente.

    Sesshoumaru teve um leve descontrole, piscando apenas um olho, rapidamente. Pobre Rin! Perdera a inocência quanto ao corpo masculino! Agora ela sabe que ele tem para fora, o que ela tem para dentro. Mas por enquanto, é o contrário. Ele questionara-se se ela imaginava como seria um coito, onde um macho completa uma fêmea. Ele nunca havia pensado nesse tipo de contexto antes, ainda mais, com ela no meio. Seria este, o melhor momento para explicá-la? Deu um tapa no próprio rosto, espalmando a pulguinha Ryouga.

— Myouga? — olhava para o youkaizinho em sua palma.

— N-não... Sesshoumaru-Sama... Sou Ryouga, a noiva dele.

— Hum. Não sabia que aquele velho imprestável tinha uma noiva — O Lorde foi ácido, com um meio sorriso em sua face.

— Pois é, ele também não...

    Sesshoumaru não se agradou da brincadeira, espremendo a pobre pulguinha entre seus dedos finos, porém, impiedosos.

— Sesshoumaru-Sama! Não o machuque, por favor. — Rin pediu.

   Ele abriu a mão feminina e elegante, deixando que a youkai respirasse novamente.

— Diga, Ryouga... — começou, arrepiante. — O que você tem a ver com essa confusão?

 

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Notas Finais




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