História Invictus. - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Alastor Moody, Alvo Dumbledore, Draco Malfoy, Fred Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lucius Malfoy, Neville Longbottom, Personagens Originais, Remo Lupin, Sirius Black
Tags Draco Malfoy, Irmã, Irmã De Harry Potter, Irmã Do Harry Potter, Irmã Gêmea, Malfoy, Olívia, Potter
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Palavras 2.290
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Luta
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


primeiro, eu tava com um bloqueio criativo, não sabia que rumo deveria ir. depois, achei o rascunho original da fanfic e vi que precisava postar o original, porque é exatamente como quero explicar. eu apressei demais, mas agora eu me sinto confiante com o que tenho!!

CHEQUEM AS NOTAS FINAIS!!

Capítulo 2 - Escape.


Fanfic / Fanfiction Invictus. - Capítulo 2 - Escape.

 

Lily Potter trabalhava como contadora na Wall Street. Seu salário era o suficiente para sustentar os dois filhos e a si mesma, deixando a herança que herdou do marido intacta. Ela havia gasto um pouco quando chegou à Nova Iorque, mas assim que pode, devolveu cada centavo. Queria que todo o dinheiro fosse apenas gasto por seus filhos quando precisassem, já que sua família era limitada, resumindo-se a Remus e Sirius, agora casados. Petúnia não respondia suas cartas e depois de algumas tentativas, Lily não podia se importar menos.

 

— OLIVIA EVANS POTTER, ANDA LOGO! — Gritou Lily, parada na porta de seu apartamento, esperando por sua filha de 11 anos terminar de se arrumar.

 

— Ela sempre demora, mãe. Deveríamos deixá-la para trás, bem que podia pegar o ônibus. — Harry reclamou impaciente.

 

— Harry, nós somos os Potter e os Potter não deixam ninguém para trás, entendido? — A voz de Lily era suave, extremamente calma e amorosa.

 

— Toca o carro! — Olivia havia finalmente achado seu par de tênis apropriado para sua aula de dança e já andava pelo corredor quando anunciou isso.

 

— Claro, madame. — Brincou Lily, trancando a porta rapidamente e seguindo seus filhos.

 

A verdade era que geralmente Harry e Olivia se davam bem, mas veja, ambos tinham 11 anos e possuíam personalidades únicas. Olivia sempre arranjava um jeito de conseguir o que queria, sabia falar dois idiomas, além do inglês e era bem artística, enquanto Harry era um pouco isolado. Tinha amigos o suficiente para não ser perturbado pelas crianças mais velhas, mas era isso. Sempre sentiu-se diferente, sabendo que não pertencia àquele lugar com aquelas pessoas.

 

— O que vocês querem fazer para o aniversário de vocês? — Lily perguntou, parada num sinal vermelho.

 

— Qualquer coisa que o Harry se sinta confortável, mãe. — Olivia respondeu distraidamente olhando pela janela.

 

— Sempre me sinto confortável quando tô com você. — Harry falou encarando a irmã que sorriu.

 

Harry foi diagnosticado com ansiedade quando tinha oito anos. Os pesadelos que os gêmeos compartilham sobre a morte do pai afetou e afetava Harry demais, a ponto do garoto passar noites em claro ou acordar tremendo-se de medo. Olivia sempre soube disso e já que era sociável o suficiente, ajudava Harry sempre que podia, arrumando-lhe até os colegas que tolerava até agora. Harry não gostava muito de Ethan e Robert, mas sabia que eram pessoas boas.

 

— Tchau, meus amores. Sirius vem buscar vocês depois. — Lily destrancou a porta do carro e viu seus filhos caminhando até a escola.

 

O aniversário de 12 anos de seus filhos parecia matá-la por dentro. Remus e Sirius evitavam falar do assunto, pretendiam juntamente a Lily que o mundo mágico não existia, que nada dali nunca existiu a não ser seu marido que morreu num acidente sendo um herói. A melhor maneira que Lily encontrou para explicar era que James era um policial e ele defendeu uma família de uma pessoa muito ruim que agora estava presa. Ainda doía para Lily falar de James e usar era.

 

Uma semana, pensou Lily, ela precisava sobreviver uma semana até o aniversário e tudo daria certo. Eles iriam acampar numa praia deserta, longe de toda essa agitação e isso mandaria uma mensagem clara para Dumbledore que ela não queria saber de Hogwarts.

 

31 de Julho.

 

Sirius penteava o cabelo de Olivia, enquanto a mesma tagarelava sobre os assuntos da escola e sobre como era grata por ter Sirius arrumando seu cabelo que sempre estava bagunçado por mais que ela passasse horas tentando domá-los. Remus estava levando as malas de todos para o carro, inclusive a comida para a viagem, enquanto Lily ajeitava Harry. Ele não parecia muito disposto a ir, sentia um sentimento ruim. Não quis contar para sua mãe, não queria assustá-la ou estragar o dia.

 

— Todos prontos? — Lily gritou na sala de estar. Harry estava ao seu lado, semi-acordado com a mochila nas costas.

 

— Sim, mamãe! Olha o meu cabelo! — Olivia respondeu saindo da cozinha e indo em direção a porta de entrada.

 

— Sirius, só você mesmo para deixar essa menina tão feliz a ponto de me chamar de mamãe. — Lily disse gratamente a Sirius que apenas assentiu com a cabeça e saiu acompanhando Lily.

 

Lily estava no volante, enquanto Remus estava sentado no assento de passageiro. Sirius ia no banco detrás, acompanhando Harry e Olivia que decidiram sentar perto da janela, observando cada paisagem até chegarem à praia de Jones. Sirius e Remus tentavam ao máximo esconder o fato de que sentiam-se inquietos sobre essa viagem, mas como Harry, não queriam estragar nada e culparam os vestígios da guerra que ainda o cercavam.

 

Com apenas uma parada para um lanche rápido e usar os sanitários, os Potter e os Lupin/Black chegaram a Jones em apenas 4 horas.

 

— Sirius, vai montar as barracas e sem fazer aquilo. — Sirius assentiu positivamente, mas irritado. Odiava precisar fazer a maioria das coisas do jeito trouxa, porque francamente, o jeito bruxo era tão mais fácil.

 

Olivia e Harry estavam cansados demais para entender algo. Apenas saíram do carro com suas respectivas mochilas nas costas e andaram juntos até a beira-mar, onde estenderam uma toalha grande azul escura e sentaram-se. Havia também uma manta verde de lã na mochila de Olivia que fez o favor de tirar, cobrindo os dois, já que o vento começava a soprar forte agora.

 

— Harry e Olivia! Jantar! — Gritou sua mãe, chamando-os para perto da fogueira.

 

Os gêmeos caminharam até lá sonolentos e cada um sentou-se do lado de Lilly. O jantar era pizza que Remus comprou e colocou num compartimento térmico para ficar quentinha quando fossem comer. Duas pizzas grandes de calabresa e Olivia comeu tanto que pensou que iria explodir.

 

— Mãe, eu preciso ir ao banheiro. — Olivia pediu.

 

— O banheiro é longe demais daqui. — Lily respondeu, tentando analisar a situação. Não queria caminhar até lá com Olivia e não queria que ela fosse sozinha, vendo que já estava anoitecendo. — Vai ali nos matos, qualquer coisa, grita. — Decidiu por fim.

 

Olivia levantou-se sem pestanejar, aliás, era só xixi.

 

Olivia POV.

 

A floresta parecia um tanto excêntrica. Adentrei um pouco mais, ainda escutando a voz de Sirius contando alguma piada e escolhi uma árvore que cobria meu corpo totalmente. Abaixei as calças, olhando para cima, tentando não pensar que isso era um tanto humilhante e fiz o que tinha que fazer.

 

Caminhei calmamente de volta, porém algo me parou. Vozes desconhecidas. Estava louca ou pessoas com rostos de caveiras gritavam com mamãe? Oh, céus, por que eles possuíam um pedaço fino de madeira? Procurei por Harry, mas ele não estava mais lá.

 

— Cadê as crianças? — Perguntou a voz gélida que dava-me calafrios para minha mãe.

 

— A qualidade dos comensais da morte caiu bastante, não? Achei que já deveriam saber. —  A voz de Sirius foi escutada, aproximando-se mais de minha mãe.

 

Expelliarmus. — Mamãe falou, apontando seu pedaço de madeira para a pessoa esquisita à sua frente. Uma luz vermelha saiu da madeira e ironicamente, quem quer que fosse tinha um pedaço de madeira também. Estranho?

 

Alarte Ascendare. — Remus gritou, apontando algo para o próximo Cara de Caveira. A pessoa foi jogada para trás.

 

Pimentatus. — Sirius brandou e o último Cara de Caveira sumiu, após agitar algo.

 

Mamãe olhou para trás de si, puxando algo como se fosse uma capa e revelando Harry. Sirius e Remus começaram a fazer perguntas entre si, enquanto mamãe acalmava Harry e tinha certeza que ele estava bem. Todos pareciam bem perturbados com o que tinha acontecido. Por algum motivo, não ousei me mexer. Não parecia seguro.

 

Céus! Havia mais um Cara de Caveira que passava silenciosamente ao meu lado. Ele parecia agitado e preocupado demais para perceber que eu estava ali, encolhida e tremendo-me de medo. Rezei para qualquer força superior alertar mamãe, Remus e Sirius da chegada do intruso, mas nada aconteceu. Movimentou-se, pisando em um galho e chamando a atenção de todos. Ele ergueu sua mão e não, ninguém mexia com a minha família.

 

— Avada Keda— Quem quer que fosse não teve tempo de completar sua frase.

 

Não lembro o que fiz ou como andei até lá.

 

Olhei para baixo e vi uma pedra coberta por tinta vermelha. Apertei a pedra com minha mão, percebi que não era tinta, era sangue. Meu olhar averiguou um pouco mais e descobriu a razão do sangue. O Cara de Caveira estava deitado, desacordado e com um grave sangramento na cabeça, no chão.

 

— M-mãe, e-eu...— A frase não se completou. O abraço reconfortante de mamãe mostrou que isso não era necessário.

 

Os próximos eventos aconteceram rapidamente. Parecia que estava assistindo um filme, não vivendo minha vida, não estando fisicamente ali. Logo, eu estava no banco detrás do carro, Remus e Sirius discutiam algo, mamãe dirigia o mais rápido que podia. Harry estava perdido em seus pensamentos, então apenas segurei sua mão quentinha o resto da viagem. Ele não reclamou, parecia agradecido por isso.

-x-

Lily apressou-se para entrar em seu apartamento, pensando que nesse momento o máximo que poderia fazer era ser calculista. Esperou todos terem entrado no apartamento e depois pediu calmamente para que os gêmeos fossem levados para o quarto por Sirius. Apenas o olhar entre ele e Lily confirmou o que já sabia: não deveria falar nada sobre magia, só explicar superficialmente.

 

— Remus, o que você acha que deveríamos fazer? A carta deles chega amanhã, sem falta. — Lily andava de um lado para o outro mordendo as unhas e olhando para Remus.

 

— Uma carta para Dumbledore explicando tudo seria bom? — Remus respondeu com um tom de incerteza na voz. Esperava que Lily não gritasse com ele pela sugestão.

 

— Vá buscar uma coruja enquanto escrevo a carta. As proteções ao redor do apartamento e o prédio podem durar uma semana, no máximo, contra todos os ataques possíveis. — Anunciou Lily, saindo da sala de estar e dirigindo-se para o quarto de seus filhos.

 

Parecia que os gêmeos realmente estavam indo a Hogwarts.

-x-

 

Dumbledore aparatou em Manhattan, Nova Iorque, às 6:32 horas da manhã de um domingo. Quando viu a cabeleira ruiva parada perto de um poste esperando-o, soube que estava na rua certa. Ambos se cumprimentaram e não tardou para Lily começar a tagarelar sobre tudo que ocorreu. O medo que a mulher sentia era observado por Dumbledore e ele não a culpava. Comensais da morte estiveram quietos por onze anos, eles estavam praticamente extintos agora.

 

— Ninguém pode aparatar perto do prédio de jeito nenhum. — Suspirou Lily, colocando a chave na porta que dava entrada ao saguão do prédio. — Demorou alguns meses para aprender isso, mas graças as crianças, fiquei tão boa em magia defensiva. Tenho até no carro. — Explicou Lily orgulhosamente.

 

Entraram no apartamento e Lily perguntou Dumbledore se ele aceitaria uma xícara de chá. Dumbledore negou educadamente, sentando-se no sofá de couro marrom, enquanto Lily acomodava-se na poltrona azul bebê ao lado.

 

— Eu tenho medo, Dumbledore. — Lily disse o óbvio.

 

— A solução que vejo é mandar os dois para Hogwarts. É o lugar mais seguro do mundo para Olivia e Harry. — Lily franziu a testa. Não havia contado a história inteira para Dumbledore ou para ninguém.

 

— A história que todos conhecem é simples. Voldemort jogou Avada Kedavra em mim, Harry e Olivia, porque ele era tão poderoso que o feitiço só poderia voltar para o mesmo se fosse uma bruxa poderosa adulta e dois bebês, um deles estando numa profecia, certo? — Disse Lily, olhando para os lados e continuando a falar. — Pois bem, Voldemort atacou apenas Olivia e isso foi o suficiente para acabar com ele. Se o mundo soubesse a história verdadeira, nunca teríamos paz e os comensais iam querer a cabeça dela num espeto por isso. Imagina a vergonha de ser derrotado por um bebê, seria demais para ele suportar, então eu menti por todos esses anos, Dumbledore, mas agora eu não posso mentir mais para você. — Quando Dumbledore ia se pronunciar, Lily deu sinal de precisava continuar — Tem mais outro problema. Olivia não tem auto-controle. Ela já foi mudada de 4 escolas diferentes por mau comportamento e agressão. Ela se torna essa pessoa incontrolável e é muito difícil acalmá-la. Sirius é o único que teve algum sucesso em acalma-lá durante todos esses anos e ainda sim, é algo raro. Tenho medo do que ela possa fazer com magia. Não está preparada. — Disse, dando sinal de que havia terminado.

 

— Só tem uma solução. — Anunciou Dumbledore. — Olivia precisa de um obituário de morte. Iremos espalhar que ela morreu no ataque dos comensais. Harry irá para Hogwarts, ficará protegido e Olivia pode ir para Beauxbatons com uma nova identidade, até ela aprender a controlar sua magia. Voldemort não pode machucar quem já morreu e deve ter muito orgulho para admitir a verdadeira história. — Disse por fim.

 

— Tenho uma condição.

 

— Prossiga. — Dumbledore disse, gesticulando sua mão direita.

 

— Eu quero uma vaga como professora de Defesa Contra As Artes das Trevas. Não posso deixar Harry sozinho, vendo que praticamente o coloquei como alvo de comensais e Voldemort. — Os olhos  de Lily tentavam previr a reação de Dumbledore.

 

— Feito. — Respondeu Dumbledore. — Algo mais?

 

— Sirius irá acompanhar Olivia em Beauxbatons. Eu e Sirius teremos permissões únicas para desparatar e aparatar em Hogwarts. — Disse Lily, anunciando seu último desejo.

 

— Feito. — Repetiu Dumbledore, levantando-se para ir embora. — Não se esqueça de quando as aulas começam, Lily.

 

Dumbledore saiu sozinho do apartamento de Lily, deixando-a sozinha para explicar para seus filhos que eles eram bruxos, que a verdade era que, todas as situações estranhas em que se encontraram não eram estranhas, era só a magia deles tentam despertar. Explicar para Olivia que ela não era louca como sempre pensava. Ela apenas é tão poderosa que não conseguia controlar sua magia, o que ocasiovana em suas explosões emocionais.

 

Lily respirou fundo, entrando no quarto de Harry, vendo que Olivia também estava lá. Chegou a hora, pensou.

 


Notas Finais


comentem a casa que querem q a olivia fique de novo por favorrrrrrr
(vou pedir todos os capítulos ate o seleção)


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