História Invisible Line - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Angel, Demon, Namgi, Namjoon, Rapmon, Suga, Sugamon, Wings, Yoongi
Exibições 109
Palavras 2.929
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo-Ai
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


É sábado?
Sim.
Dia de postar?
Não.

BUT, amo dar presentíneos.

Capítulo 19 - Preparados


Seokjin tratou de mandar o sinal á Hoseok assim que viu dois tiros dispararem contra a proteção do Vórtice criada pelo feiticeiro. Tinha certeza que lá em baixo, tudo já havia acabado, não sabia quais eram as condições dos outros dois, muito menos a do Jung, mas ele sozinho não poderia fazer muita coisa. Como os projéteis passaram pela barreira sem problemas, o Guia tinha certeza que foram disparados de sua arma, a pistola mágica que poderia atingir seres de todos os mundos. Sendo assim, desenrolou o pequeno pergaminho entre os dedos e viu o objeto brilhar em um tom amarelado, desaparecendo logo em seguida.

 

Lá em baixo, Namjoon mantinha Yoongi bem perto de si, envolvendo o corpo menor que o seu entre os braços como se a qualquer momento algo fosse separá-los, sabia que ali não havia mais ninguém, pois era como se pudesse ‘sentir’ o reino inteiro, mas mesmo assim a cautela quase excessiva para com o outro nunca o abandonaria. O Ishin havia entrado em um profundo sono assim que a linha fora desfeita e não iria acordar tão cedo, tinha que recuperar-se do corte, dos efeitos do veneno, da exaustão e das costelas quebradas, ambos queriam ser rápidos em executar os planos, mas o infernal não deixaria de jeito nenhum o outro se machucar por causa da pressa, isso só poderia prejudica-los.

 

 

Demorou pouco tempo para que Jin finalmente conseguisse avistar a esfera que havia visto sumir a horas atrás englobando Hoseok, vindo em alta velocidade. Quando o feiticeiro finalmente chegou ao local, o olhou de maneira séria, desmanchando a esfera e depois desviou o olhar para baixo.

“Eles mandaram um sinal, os tiros da minha arma passaram pela barreira, precisamos verificar o que aconteceu, mas acredito que conseguiram.”. Jin resolveu falar primeiro, vendo um certo alívio na expressão do de cabelos negros.

“Vamos descer, se ainda houver inimigos, lutaremos ao lado deles.”. Hoseok esticou os dedos para começar a mover a barreira de cima do Vórtice e os olhos novamente mostraram o brilho místico que sempre parecia incrível não importando quantas vezes o visse.

“E Taehyung...? ”. O Guia, mesmo que não querendo exatamente questionar sobre o outro anjo, se viu levemente preocupado com eles, os conheceu há mais de um mês apenas, porém era como se já fossem amigos.

“Está descansando, o buscaremos na volta.”. Um sorriso surgiu em sua face, antes de correr para lá, havia ficado um tempo com o Serafim, apenas o observando dormir, ele não estava na melhor condição, mas estava vivo e esperaria ele se recuperar mesmo que aquilo levasse décadas. Ao final, quando removeu por completo a barreira, moveu os braços novamente e com algumas palavras que até mesmo poderiam soar estranhas, envolveu ele e ao outro com uma esfera menor desta vez e de cor transparente, iriam descer.

O caminho para baixo pareceu mais tranquilo desta vez, com nenhuma sensação de emboscada como antes. Viram rastros de luta em todas as partes, mas não havia nenhum corpo ali. Esse fato não foi suficiente para prender a atenção do Guia e do feiticeiro por muito tempo, pois logo eles viram quem realmente queriam ver: Namjoon e Yoongi, feridos e o ultimo parecendo estar inconsciente, mas vivos. Hoseok recebeu as informações que precisava ouvir sobre o amigo do Incubus e assim vice-versa, se surpreendendo também quando lhe foi perguntado do Serafim por ele.

“Nós conseguimos desfazer a linha, mas agora precisaremos esperar em um local seguro até que ele se recupere...”. O infernal disse com calma, a voz parecendo cansada, mas em nenhum momento ele havia soltado o menor, o segurava com carinho e com firmeza ao mesmo tempo, estava protegendo-o mesmo sem uma ameaça eminente.

“Vamos sair daqui e procuraremos um lugar, Taehyung também precisará de um local seguro.”. Os dois concordavam totalmente nesse aspecto e não foi preciso muito mais diálogo para que os quatro saíssem do reino, do Vórtice e logo estivessem reunidos na décima primeira estalagem, aonde o outro anjo estava. Seria provisório até ambos encontrarem aonde se estabelecerem.

Jin e Namjoon saíram da Grande Muralha a procura desse local, Hoseok ficaria com Yoongi e Taehyung enquanto isso. Procuraram por pouco tempo e no fim optaram por uma pensão afastada da cidade, dentre algumas florestas, talvez só assim não pudessem caçá-los imediatamente. A identidade do Guia foi usada para alugar um carro que parecesse confortável para transportar os dois que estavam feridos, assim as coisas foram resolvidas relativamente rápido.

 

 

O sol estava se escondendo entre as arvores e o céu assumia um tom misto entre o claro e o escuro, o crepúsculo iniciou finalmente. Aquele era o quinto dia em que estavam ali, não haviam dado um passo sequer nos planos, estava tudo estagnado. Hoseok convocou Jimin algumas poucas vezes, mas como não tinha muito o que fazer, decidiu poupar forças, se mantendo sempre em alerta mesmo que não precisasse ficar vigiando como o infernal fazia. Só abria algumas exceções para permitir que ele ficasse com o Ishin do Fogo. Esperava Taehyung acordar, mas ciente de que isso não aconteceria tão cedo, ele fora ferido de forma grave e muito perto do coração, se recuperar de um golpe desses levaria tempo, seria um processo gradual e progressivo.

E Namjoon esperava por Yoongi. O tom de pele havia voltado ao normal com o passar dos dias e os lábios estavam ficando mais rosados, a ferida havia se reduzido a uma cicatriz agora e as costelas haviam se recuperado provavelmente, cinco dias pareciam ter sido satisfatórios para a recuperação de seu avatar, era incrível como anjos e demônios podiam fazer isso. No momento, ele estava sentado ao lado da cama, enquanto matinha a mão clara e menor entre as suas, apertando os dedos envolta de forma leve, não conseguia mesmo que quisesse tirar os olhos do Ishin, aquele era um dos momentos em que se encontrava no mais profundo silêncio, com os pensamentos todos ocupados por ele.

A ideia de perde-lo na luta contra Sakeshi lhe pareceu tão aterrorizante, tão desesperadora que ali no momento pareceu comprovar o que duvidava apesar de todos os seus instintos quererem indicar o contrário. Era um demônio da tentação, não era de sua ordem sentir, muito menos se importar com alguém, viviam em função de alimentar-se de apenas uma coisa, o prazer carnal das pessoas, e era isso que menos sentia vontade em relação ao loiro, o rosto com traços finos, a personalidade, o corpo, a força e dedicação aos seus ideais, tudo nele parecia encantá-lo por demais e mesmo que sendo novo e estranho, esse sentimento era bom. Que sentimento poderia então ser aquele?

Se assustou quando sentiu a sua mão ser pressionada com certa força. Os olhos, antes focados em algum ponto no chão se ergueram imediatamente para a face do celeste e ele o viu com os olhos pequenos abertos, fitando-o também. O infernal abriu a boca levemente em surpresa, ele finalmente havia acordado!

“Oi Namjoon...”. Um sorriso pequeno e fraco tomou-lhe o rosto, e no momento pareceu o sorriso mais brilhante e bonito do mundo, o ar infantil e charmoso demais para se ignorar combinava perfeitamente com ele.

“Oi Yoongi, ainda bem que acordou.”. O prateado sorriu também, poderia dizer que se sentia aliviado, mas ainda não por completo, não enquanto não dissesse algo, então se ajeitou e o olhou profundamente: “Senti a sua falta. ”

O sorriso do menor aumentou e ele se esforçou para sentar-se, ignorando todas as restrições e pedidos do mais alto, ele estava falando demais nesses últimos tempos e sabia que ele era assim quando estava nervoso, o calou quando colocou uma das mãos em seu rosto, deixando-o surpreso demais para sequer se mover. Yoongi se aproximou de forma lenta e juntou os seus lábios aos dele em mais um dos seus momentos favoritos. Suspirou, enquanto sentia o maior corresponder ao beijo como ele gostava, era incrível a sintonia que tinham mesmo sem nem terem se falado direito, porém a história que carregavam permitia tudo isso.

“A linha foi desfeita...”. Namjoon disse sem sair de perto do anjo, ainda tinham as frontes coladas e sentiam a respiração quente um do outro. As mãos não haviam se soltado ainda.

“Mas ainda estaremos juntos.”. Yoongi concluiu, sem se perguntar se aquilo era certo, pois era uma verdade. “Não vamos nos separar.”. Como se quisesse confirmar novamente ele proferiu, sentindo o coração se acelerar demais naquele momento. “Nos amamos demais para isso. ”

O demônio mais uma vez foi pego desprevenido pelo anjo, nunca esperou ouvir aquilo, então deveria ser aquele o sentimento que o atingiu e que o fez mudar bastante. Amor. Aquele amor que eles sempre conseguiram enxergar nos seres humanos também estava presente neles, então não eram mais miseráveis, tinham um ao outro mesmo que um dia o que parecia ser tudo -o reino- tenha sido destruído. Eram suficientes para si mesmos, isso era o que mais importava.

Sem prolongar a agonia da saudade que havia sentido do seu anjo, o infernal o beijou novamente e avançou para ele, desejando mais. Já o celeste o aceitou, também imerso em sentimentos e colocou os braços envolta do corpo dele com um carinho leve em seus cabelos. O segundo beijo foi profundo, começou lento, mas se encontrou desesperado após alguns segundos, Namjoon segurava-o pela cintura, mesclando entre a firmeza e o cuidado ao mesmo tempo enquanto tentava ser mais delicado e menos apressado, porque Yoongi o deixava louco sem nem mesmo ter feito nada.

Quando se separaram, o Incubus foi o primeiro a descer com mais beijos pela pele alva que exalava um delicioso aroma natural, só queria sentir cada parte dele sem pensar e mais nada. Sorriu quando o menor pareceu querer puxar a blusa que vestia -pois o mesmo já estava sem- e o ajudou no processo. Com ele parecia não haver segredos nem jogos, com ele era tudo simples, longe da luxúria e ao mesmo tempo muito especial.

Passeando vagarosamente as mãos pelo corpo menor que o seu, se deliciava ao sentir a textura macia, enquanto se concentrava nas pequenas mordidas que dava em seu pescoço e clavícula, quase deixando escapar um suspiro arrastado quando sentiu o celeste se arquear para si. Tinha sentido tanta falta que todo o seu ser reagia a ele, não importava o que fizesse, queria tê-lo. Colou os corpos, assim como fez com os lábios e se arrepiava por inteiro ao ter os dedinhos brincando com os seus cabelos e também passeando por suas pernas, ele se soltava aos poucos, mesmo que já tivessem vivido muito juntos, algo tão íntimo era -infelizmente para ambos- raro.

Yoongi suspirou, puxando ainda mais os fios prata enquanto com a outra mão apertou a coxa do demônio, queria-o de todas as formas e ali naquele momento. Quando despertou após um longo tempo, não podia definir visão melhor do que a imagem dele, mesmo que não tivesse olhando em seus olhos, mas sentir a mão gélida dele na sua que é quente era gratificante demais. O seu sorriso no momento foi automático, o coração acelerado também e quando finalmente definiu o que sentia, nada o fez mais feliz do que ter certeza de que o amor era recíproco mesmo sem o outro ter falado nada, ele não precisava, só aquele olhar já era o suficiente. Poder ter o corpo dele sobre o seu era uma das melhores sensações e por mais que se encontrasse encabulado de admitir, queria poder sentir mais.

Era uma questão de por alguns princípios a prova do sentimento tão avassalador recém-revelado, por isso o Ishin estava disposto a ir adiante. Então, ainda que timidamente, se esforçou para trocar as posições, mesmo que reclamasse em silêncio por não receber mais os carinhos de Namjoon que estava sendo muito lento por sinal, as vezes o cuidado dele consigo trazia atitudes incomuns de um Incubus, o que era incrível.

“O que houve? ”. O infernal questionou, quando se viu deitado na cama em que o loiro estava antes e com ele mesmo sentado em seu abdômen e o olhando fixamente, calado.

“Feche os olhos, e os mantenha fechados até eu dizer para abrir.”. A sua voz saiu baixa, mas séria, o principal ponto que o impedia de tomar algumas atitudes era aquele olhar felino, um pouco de timidez nesse aspecto -por mais que a sua personalidade fosse forte e decidida para outros assuntos- o deixava atrapalhado com atos, gestos, palavras.

Mas ao contrário do que pensou, o prateado sequer contestou o pedido e fechou os olhos com um sorriso pequeno, esperto e muito ‘sexy’. O anjo mordeu os próprios lábios, pensando no quanto as bochechas esquentaram ao ver aquilo. Sendo assim se afastou apenas um pouco para tirar as próprias vestes -o que consistia em uma bermuda macia- e quando voltou, quis fazer o mesmo com a calça jeans surrada que o mais alto vestia.

“O que vai fazer? ”. Namjoon perguntou após um riso baixo, tentando adivinhar a expressão que o seu anjo tinha no rosto, provavelmente a pele clara das bochechas estava vermelha e ele deveria estar respirando mais rápido que o normal, as mãos que agora estavam nos botões da calça deveriam estar trêmulas, era melhor ele ter o deixado cuidar dessa parte. “Você não é muito bom nisso Yoongi...”. Provocou ao notar a demora com que ele lhe dava com a maldita calça que já parecia estar pequena para si na região abaixo do abdômen.

“Cale a boca. ”. Se viu levemente irritado, não com ele, mas sim consigo mesmo por não estar tendo sucesso com o maldito zíper, parecia até mesmo que ele tinha ficado fora por quinhentos anos! Ficou um pouco surpreso quando o outro desceu as mãos e fez o trabalho dentro de segundos, voltando a afastá-las depois que tirou a peça de roupa, ainda com os olhos fechados e mantendo o sorriso.

Diante disso preferiu beijá-lo a dizer alguma coisa, tentar tomar o controle da situação não era de seu feitio e muito menos diante de um mestre naquele assunto, mas mesmo assim tentaria, o começo poderia não ter sido tão certo, mas não custava nada encantá-lo um pouco, assim como ele havia feito nas vezes passadas. Seguindo os passos dele, desceu para o pescoço e beijou a pele amorenada com desejo, o seu corpo ardia e queria cada vez mais, se arrepiando ao ouvir suspiros arrastados e uma hora ou outra um gemido rouco quando o tocava em uma parte sensível, ver o Incubus à mercê de seus carinhos era uma das melhores coisas. Logo estava descendo pelo seu abdômen, em um ritmo relativamente apressado, mesmo que não estivesse sendo tocado também, o seu corpo já mostrava evidentes sinais de desejo, precisava dele.

“Ah... Yoongi.”. O ouviu chamar o seu nome e se arrepiou mais uma vez, era espantoso como se sensibilizava com cada ato mínimo do outro, olhou para cima, se deparando com os olhos fortemente fechados. “O que você pretende...? ”.

“Se abrir os olhos eu te queimo no mesmo instante! ”. Alertou quando viu o infernal querer olhá-lo, mas o que iria fazer no momento exigia que ele não fizesse isso. “Não preciso te explicar o que vou fazer, você já sabe...”.  O tom de voz se tornou mais manso enquanto o celeste ia, lentamente, livrando-o da última peça de roupa que lhe cobria.

Namjoon não conseguiu se conter quando se deparou com a boca quente do outro em si de forma tão repentina, era uma das sensações mais deliciosas, tanto que descrever era impossível. Quando os movimentos começaram, ainda pequenos e lentos, a sua mente já girava e ele desejou mais do que tudo poder olhá-lo, mas sabia que até o menor se sentir livre o suficiente, demoraria e tinha que deixa-lo se acostumar com a ideia de praticarem o ato. Desceu as mãos e entrelaçou os dedos nos fios loiros, decidindo conduzi-lo nisso, abriu a boca, o seu estômago já formigava e todos os músculos se contraíam em resposta as sensações presentes, era magnífico o quanto Yoongi o provocava. Querendo retribuir tudo isso ele levantou uma das pernas, tocando o menor e buscando uma fricção lenta, que arrancou um baixo gemido dele e soou como música para si.

Porém a certa altura o Incubus decidiu por trocar as posições novamente e ter o corpo do menor para si, colou-se a ele e parou por instantes para o olhar nos olhos, ao mesmo tempo em que fazia caminhos com a ponta dos dedos na parte interna de sua coxa.

“E-Eu não disse que era para abrir os o-olhos...”. O Min soltou com a fala manhosa, de olhos semicerrados uma vez que já estava em êxtase por tê-lo tão perto de si, era tão quente, tão delicioso, tão incrível.

“Desculpe, mas quero muito te ver, quero te olhar enquanto te ouço.”. Se posicionou entre as pernas dele, já com a respiração descontrolada, as mãos ainda faziam o seu trabalho de acariciar todas as partes do corpo dele, parando para apertar as coxas. “E quero que me veja também. ”

Os olhos do anjo pararam nos do demônio -que não se encontravam vermelhos e sem brilho-, e ele abriu um sorriso com o que ouviu, o contraste entre os atos e o momento era inacreditável, mas acontecia. Quando finalmente o sentiu dentro de si, acabando com a agonia da espera, o abraçou em um singelo ato, buscando transmitir mais ainda o que sentia. Em contrapartida Namjoon depositou um selar carinhoso na fronte de Yoongi, um dos maiores sinais de que confiavam e amavam um ao outro, como ninguém.


Notas Finais


Caraaaaaca!
Olha aí uma prova do meu amor por vocês ;u;
~~le fingindo que não tá fazendo mais do que a obrigação~~
Galera, confesso, nesse até eu fiquei tipo: '0'
Espero que tenham gostado, me deixem saber hum?


PS: Preparem o psicológico para o próximo ;)


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