História Inzest - Capítulo 3


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Categorias Justin Bieber, Odeya Rush, Pattie Mallette
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber, Odeya Rush, Pattie Mallette, Personagens Originais
Tags Drama, Gêmeos, Incesto, Inzest, Justin Bieber, Odeya Rush, Pattie Mallette, Sexo
Visualizações 1.378
Palavras 2.061
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi Oi Oi
Sejam bem-vidas, de volta hehe

Primeiramente queria me desculpar pela demora, mas o que importa é que estamos aqui.
Queria dizer que os capítulos vão começar a aumentar a partir deste daqui, então... podem ficar felizes hehe
Tradução do Nome do Capítulo é: Desastres
Para quem não se lembra, eu coloco os títulos do capítulo desta fanfic em Alemão, assim como o título da fanfic
Espero que gostem, espero de coração, e... boa leitura, amo todas vocês <3

Capítulo 3 - Katastrophe


Fanfic / Fanfiction Inzest - Capítulo 3 - Katastrophe

 

Três anos atrás

POV Stacie Jones Mallette

- E não chegue perto dela de novo, a não ser que queira perder seu amiguinho – e pela milésima vez, Justin ameaçava um garoto que chegou perto de mim. Entre ele e o Jack, com certeza Justin era o mais possessivo.

O garoto com quem eu conversava se levantou e saiu.

- Você é um idiota – disse ao Justin. Me levantei do sofá da cafeteria em que estava e o olhei – você que vai pagar também – saí do local o deixando para trás.

Simplesmente odeio isso nele, esse jeito possessivo, chega a ser doentio. Ele tem “ciúmes” até das minhas amigas.

Escorei-me na parede. Enquanto Justin não saía, peguei meu celular e vi algumas novas mensagens, abri primeiro a de Lila.

 

Lila's Chat

“Me diz como foi o encontro” – Lila 4:12PM

“Me diz como ele é também, nem pude conhecer o seu futuro namorado” – Lila 4:12PM

“hahah” – Lila 4:13PM

“Tá demorando a responder por quê?” – Lila 4:55PM

“Já colocou ele na frente da nossa amizade? Sua traíra” – Lila 4:56PM

“Para de drama” – Stacie 5:34PM

“Obrigada, de nada” – Stacie 5:34PM

“Justin acabou com tudo, odeio esse garoto” - Stacie 5:35PM

 

Fechei a conversa e bloqueei o celular, vendo que Justin já tinha chegado.

- Eu vou contar para a Pattie, e você vai se ferrar – ele disse com um sorriso. Revirei os olhos, já era acostumada com isso.

- Contar o que? Que eu estava tomando café com um menino? Menos né Justin.

- Não adianta docinho, você ainda vai se ferrar.

- EU ESTAVA TOMANDO UM CAFÉ COM ELE, NÃO BEIJANDO ELE – gritei e o seu sorriso apenas aumentou.

Virei para o lado e comecei a andar em direção a minha casa. Ou eu começava a andar, ou eu matava o Justin ali mesmo, não que isso fosse uma má ideia, mas assassinato ainda era crime.

Ele se pôs ao meu lado. Ninguém falou nada durante o caminho, e foi melhor assim.

Chegamos em casa e eu subi as escadas indo para o meu quarto.

- Eu ainda vou contar – Justin disse lá de baixo.

Entrei no meu quarto e me joguei na cama. Meu celular começou a tocar e o atendi.

- Oi Lila.

- Posso matar o Justin agora ou depois?

- Se quiser pode matar agora.

- Seu irmão é muito chato, essa super proteção que ele tem sobre você é meio demais, não acha? – dei um riso baixo. Proteção? Não mesmo.

- É sim, irmãos mais velhos são assim – concordei revirando os olhos. Eu odiava mentir, ainda mais sobre isso, mas era o que tinha a se fazer.

- Enfim, me conta como foi antes do Justin-Estraga-Prazeres-Bieber chegar.

- Admito que foi até melhor o Justin ter chegado, o garoto só conversava sobre matemática – rimos – é sério, tudo para ele era matemática.

- Você tem tanta sorte com os meninos – ela riu.

- Se o Justin não tivesse chegado, eu mesma teria acabado com aquele encontro. Mas mesmo assim ele não tinha o direito de fazer isso.

- Coitadinho – rimos novamente – Tacie, meu pai está me chamando, tem um jantar da empresa hoje, ou sei lá. Tenho que ir gata.

- Tchau – mandei um beijo para ela e desliguei o telefone.

Levantei-me da cama e fui até a porta, na mesma hora que abri, minha mãe estava esperando lá fora.

- Posso saber com quem conversava? – engoli em seco. Será que o Justin já contou?

- Com a Lila – respondi baixo. Ela assentiu e entrou para o quarto. Respirei fundo e agradeci pelo Justin não ter aberto a boca, pelo menos não ainda.

Desci as escadas e fui para o escritório do meu pai. Bati na porta e ouvi um “entre”.

- Oi papai – disse enquanto fechava a porta atrás de mim.

- Oi linda – sorri – a única da família a puxar a sua mãe.

- O que? – perguntei não entendendo.

- Você e sua mãe são as únicas com olhos azuis e cabelos pretos, o resto são todos loiros – ri. Fico feliz que essa seja a única comparação que ele tem sobre a gente, eu realmente não pareço nada com a Patrícia.

- Bom saber que Justin e eu somos o “resto” – Jack disse entrando no local.

- Esse drama ele puxou da sua mãe – Jeremy disse rindo e eu o acompanhei.

- Deixe ela saber disso – meu irmão riu.

Jack se sentou em um sofá e eu me sentei mais longe possível dele. Meu pai nos encarou.

- Vocês se odeiam? – olhei para o Jack e percebi que ele também estranhou a pergunta do meu pai.

- Não – respondemos em uníssono.

- Vocês sempre ficam afastados um do outro. Quando você pode Stacie, você o evita ao máximo, e é o mesmo com o Justin.

- Desculpa pai, mas não nos odiamos, eu acho.

- Que bom então – ele voltou seus olhos para uns papeis – vou ter que fazer uma viagem de um mês – disse fechando seu computador. Abaixei a cabeça, já sabia que esse mês seria horrível – não fique assim Stacie, vai ser só um mês, você vai ver, vai passar tão rápido que nem vai perceber que o velho chato não esteva aqui – ri de seu comentário.

Ele me deu um beijo na testa e foi até Jack.

- Você cuide bem da sua irmã – meu irmão olhou para mim e sorriu.

- Vou cuidar, muito bem – estremeci.

Me levantei do sofá e segui meu pai até a sala, onde vi o Justin e Pattie conversando.

Droga. Fudeu!

- Quero conversar com você querida. Vá para o meu quarto – ela disse com uma voz doce forçada.

Dei um tchau para o meu pai e subi as escadas. É hoje que eu me ferro mesmo.

 

♦♦♦

 

Minha mãe abriu a porta do quarto e Jack estava atrás dela.

- Sabe Stacie, eu fui clara quando disse que não queria você perto de outros meninos – engoli em seco – mas eu também fui clara quando disse que odeio fofoqueiros.

- Como assim? – me atrevi a perguntar.

- Hoje seria a vez de Justin, mas ele foi um mau garoto, então, Jack irá brincar com você.

- Não sou um brinquedo.

- Ah meu anjo, é sim. Tenho certeza que vai gostar da nossa brincadeira, será diferente e mais emocionante – ela sorriu. Jack continuava atrás dela sem falar nada.

- Que tipo de “brincadeira”?

- Você verá meu amor – ela trancou a porta e se sentou no famoso sofá de seu quarto. Eu tinha pelo menos o direito de saber o que eles fariam comigo, não tinha?

Jack abriu um sorriso malicioso e veio em minha direção.

Agora é uma boa hora para ficar com medo.

Me desviei de Jack e tentei sair correndo para a porta, mas assim que fiquei de costas, ele pegou em minha cintura e me jogou com força em cima da cama, subiu em cima de mim e abriu minhas pernas, ficando entre elas.

Arregalei os olhos e tentei fazer com que os beijos que ele dava em meu pescoço parassem. Me virei para minha mãe e pedi ajuda, mas ela apenas se divertia com o que acontecia. A minha força nem se comparava com a dele, então com uma mão só, segurou as minhas no topo de minha cabeça e com a outra, rasgou a minha blusa. Suas pernas apertavam a minha de uma forma bruta e seus olhos transmitiam algo que eu nunca havia visto, talvez fosse desejo ou luxúria.

Tirou meu sutiã junto com os restos da blusa e apertou meu seio com força, gemi de dor. Tentei morder seu ombro, ou qualquer coisa que estivesse ao alcance de minha boca, mas ele foi mais rápido e pressionou seu quadril no meu e me fez sentir algo duro.

Meus olhos estavam cheios de água. Não acreditava que aquilo estava realmente acontecendo. Eu não podia deixar aquilo acontecer, não podia! E com muita dificuldade, enfiei minhas unhas em seu pulso.

- SUA VADIA! – esbravejou ele. Prendi a respiração quando ele começou a tirar meu short e logo em seguida, eu já estava completamente nua.

Antes eu achava que quando “essa hora” chegasse, ficaria com vergonha do meu corpo, agora que está realmente acontecendo, só sabia sentir ódio, raiva, vontade de gritar e nojo.

- Mãeeee, por favor! – implorei – juro que não faço mais isso, só o tire de cima de mim – berrei – por favor! – minha voz saiu embolada por conta do choro. Mas ela não moveu nenhum músculo – eu não mereço isso...

Jack passou a mão pelo meu corpo todo e eu senti vontade de vomitar. Como um ser humano pode achar isso normal? Ou pelo menos parecer não sentir nem um pouco de nojo.

I-i-isso é incesto! É errado. Porra, ele é meu irmão!!

Me mexia para que a mão dele não chegasse aonde eu não queria.

- Stacie... – Patrícia rosnou. Vi Jack tirar rapidamente as calças e eu consegui me soltar e correr até a porta, mas antes que eu encostasse na maçaneta, senti meu corpo levantar e vi que meu irmão me colocou em seus ombros. Me jogou na cama de forma bruta, novamente, fazendo um barulho irritante. Arfei de dor.

Pattie estalou a língua no céu da boca, fazendo um quase não audível barulho. Ela balançava a cabeça de forma doentia. O medo me consumiu e eu senti mais vontade de gritar, mas nada saía. Ele subiu em cima de mim e foi com a boca até meu ouvido.

- Se ficar quietinha, quem sabe eu te deixe gozar.

Então aconteceu... muito rápido, rápido demais para eu aguentar. Ele afastou minhas pernas e me penetrou, sem nenhum aviso. Olhei em volta soltando meu maior grito. No canto dos olhos vi a expressão no rosto da mulher sentada ali e senti uma tontura horrível. Jack não parou em nenhum segundo, ele estocava fundo e rápido, com os olhos fechados e uma expressão de prazer. E a cada investida em mim, eu sentia que iria desmaiar. Meus gritos foram ficando mais fracos, e eu já não tinha forças para lutar mais.

- Tão... apertadinha – ele sussurrou.

Meu irmão estava... estava transando comigo. Isso realmente estava acontecendo. Olhei, novamente, ao meu redor, e os sons já não chegavam tão nítidos aos meus ouvidos. Vi que minha mãe não estava mais sentada e que não olhava mais para nós, ela estava gritando com... Justin? Pisquei para tentar ver se era ele mesmo, mas meu corpo não me respondia.

Jack havia me dado vários tapas na cara. Ele reclamava que eu não gemia, que eu ao menos olhava para seu rosto, mas eu não tinha coragem. Eu tentava ao máximo ignorar isso, fingir que não estava acontecendo.

- Por favor, por fa... – sussurrei. Nem eu mesma tinha escutado, mas sei que alguém me ouviu, pois o corpo de Jack foi retirado de cima de mim e a dor no meu corpo diminuiu, mas ela ainda continuava lá, e mesmo que essa dor passasse, eu nunca esqueceria esse dia, porque o fim dele, ainda estava longe.

- Podem sair? Por favor? – Justin pediu para os dois. Jack colocou sua roupa rapidamente e saiu ao lado de minha mãe.

Enquanto Justin conversava mais um pouco com ela, peguei minha calcinha e tentei vestir, mas foi em vão. Apenas puxei o lençol bagunçado da cama e me enrolei nele.

Respirei fundo, contei até dez, respirei novamente, mas a tontura que eu estava sentindo ainda continuava, eu estava quase desmaiando.

- Vem – Justin chegou perto que mim, mas me encolhi, eu não confiava nele, isso, isso tudo, era culpa dele – eu não vou te machucar – ele tentou ser legal, mas do que adiantava?

Ele me pegou no colo, tentei lutar, mas eu não conseguia nem mexer um músculo. Justin me levou para o banheiro e me colocou sentada na privada, com a tampa fechada.

- Eu... eu sinto muito, Stacie – ele foi encher a banheira – não era para ter sido assim. Me desculpe – ele não ousava olhar na minha cara.

Eu até poderia desculpá-lo, mas eu teria que pensar bastante, e bom, eu não estava em condições para isso.

Justin retirou o lençol do meu corpo e me colocou na banheira. Nossos rostos ficaram a centímetros de distância, eu até achei que ele iria me beijar, mas ele apenas sussurrou um “não posso” e se retirou do banheiro.


Notas Finais


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Espero que tenham gostado *u*

E leiam as minhas outras fanfics *u*
https://socialspirit.com.br/perfil/barbara_machado/fanfics


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