História Inzest - Capítulo 4


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Categorias Justin Bieber, Odeya Rush, Pattie Mallette
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber, Odeya Rush, Pattie Mallette, Personagens Originais
Tags Drama, Gêmeos, Incesto, Inzest, Justin Bieber, Odeya Rush, Pattie Mallette, Sexo
Visualizações 1.244
Palavras 3.103
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei bitches <3
Quero agradecer pelos 94 favoritos *u* estamos muito felizes com isso
Espero que gostem do capítulo, deu um pouco de trabalho para fazê-lo - e eu nem achei ele tão bom, mas espero que vocês achem.
Vamos aquietar um pouco o cu, porque já teve uns dois capítulos de hot, então...
Ich bin kein Sex-Spielzeug = Eu não sou um brinquedo sexual

Capítulo 4 - Ich bin kein Sex-Spielzeug


Fanfic / Fanfiction Inzest - Capítulo 4 - Ich bin kein Sex-Spielzeug

Sai do banheiro com muito custo, mal conseguia andar. Me enrolei em uma toalha qualquer, e fui até meu quarto. Tomei um susto ao chegar lá. Dei alguns passos para trás.

— Não farei nada. — Jack disse, se levantando.

— Me assusta acreditar que, realmente não fará nada. — Passei por ele, sem olhar em seus olhos, e peguei um vestido no closet.

— É... hum... eu-eu sinto muito. — Aquilo foi mais para uma pergunta, do que um pedido de desculpas.

— Pode sair, por favor? — O ignorei. — Preciso me trocar.

— Stacie, eu...

— Saia! Agora. — Gritei com ele.

— Como quiser, princesa — Ele deu um sorriso malicioso, e eu andei para trás, assustada.

Aquele, oficialmente, não era o Jack que eu conhecia. Normalmente, ele faz coisas para me agradar, depois que... depois que mamãe me obrigava a beijá-lo. Agora, ele simplesmente parece sem sentimento.

 

Quatro Semanas Depois

A dor dentro de mim crescia cada vez mais, mas a cada dia que passava me acostumava com ela. Pensei em várias formas de fugir, porém, não conseguia deixar meu pai. Até que, minha mãe me deixou ficar sozinha para colocar as coisas na minha cabeça em ordem. Quando venho da escola, como correndo — quando como —, e me tranco no quarto, e só saio para ver meu pai. Jack e Justin não estão ficando em casa, e fiquei feliz por não está vendo eles.

Como olharia para a cara deles? Depois… depois daquilo. Esses dias estavam sendo difíceis para mim, por mais que eu tentasse, não conseguia organizar meus pensamentos. Eu estava uma bagunça!

Me levantei da cama, e parei na frente do espelho, encarando pela milésima vez o meu reflexo. “Aquilo” foi minha primeira vez, mesmo eu querendo que não fosse. E, para sempre, eu vou lembrar. Quando percebi, lagrimas já desciam pelo meu rosto, e uma batida na porta me fez pular de susto. Engoli o seco sentindo medo me consumir. Seria ela?

Abri a porta, e quase caí para trás.

— Jus… — Minha voz sumiu.

Tentei fechar a porta, mas ele conseguiu entrar no meu quarto mesmo assim. Minha vontade e de sair correndo dali, chorando. Ele não abriu a boca, e só me encarava. Mas não consegui encarar ele por muito tempo, então olhei para o chão. Vi uma sombra, sentindo o corpo dele perto do meu. Sua respiração estava acelerada, mesmo que ele não tenha feito nenhum esforço. Senti-o respirar fundo e soltar o ar no meu pescoço. Afastei-me, e ele me pegou pelo pulso, puxando-me para perto dele. Não havia mais nenhum espaço entre nós. Tentei me afastar novamente.

— Droga, Stacie, fique quieta. Deixe-me concertar isso. — O vi suplicando.

— Como? Não há o que você possa fazer! — Cuspi as palavras. Eu estava com raiva dele, não estava? Bom, eu deveria estar. — Não tem como voltar atrás. — Completei, em um tom mais baixo.

— Há um jeito. — Ele disse com um pouco de receio. Fiquei com medo do que ele poderia dizer. — Me deixe te dar a primeira vez que você merece. Seja minha, Stacie. — Me arrepiei, e a vontade de chorar, simplesmente, sumiu.

Balancei a cabeça. Era errado, merda, era muito errado, mas eu queria também, eu acho. Droga! Se antes eu estava uma bagunça, imagina agora.

— Não posso. Ela pode… — Suspirei. — Somos… — Ele colou nossos lábios.

— Não diga essas palavras. Nesse quarto, eu só vejo um homem e uma mulher. Deixe-me te fazer minha. — Encostou nossas testas. Eu queria me afastar dele, queria mesmo, juro que queria, mas... — Stacie. — Sussurrou e eu esqueci o mundo a nossa volta.

Realmente, não sabia se estávamos sozinhos em casa, mas torci para que sim. Se Pattie nos pegasse assim, nem queria pensar no que faria comigo.

Empurrei Justin para cama e subi em cima dele — até me assustei com meu ato —, Justin trocou as posições, e preferi assim, de qualquer forma, eu não sabia o que fazer e o que não fazer.

Olhou fundo nos meus olhos, beijando-me. O melhor beijo da minha vida, devo dizer. Ele tirou minha blusa, e eu a dele.

— Você não sabe o quanto eu esperei para te ter só pra mim. — Sussurrou, descendo os beijos pelo meu pescoço.

Voltou a me beijar como se quisesse me devorar, e eu correspondi com a mesma intensidade. Os minutos seguintes eu não era Stacie Bieber. Era a mulher dominada pelas mãos dele. Explorei seu peito, e abri o fecho de sua calça. Mordi seu lábio inferior, descendo minha boca para o seu pescoço, chupando o local logo em seguida.

Essa, oficialmente, não era eu. Eu não era assim, não sabia o que estava fazendo, mas Justin parecia gostar, então deixei a vergonha de lado e continuei. O quarto havia ficado quente, e eu sentia meu interior queimar, era gostoso. Luxúria e desejo tomaram conta de mim.

Levantei meus quadris para obter mais contato, e ele apertou minha coxa. Tirou meu short e a minha calcinha juntos, soltando meu sutiã. Meus olhos fixaram nos dele.

— Não vou machuca-la. — Me tranquilizou. E então, ele deu dois beijos nos bicos dos meus seios. Suspirei, agarrando os lençóis. Isso foi delicioso, mas eu queria mais. Então pedi.

— Mais. — Gemi. Tinha perdido o controle. Precisava de mais.

Passou o dedo no meu clitóris. Me contorci. Ele começou a movimentar seu dedo.

— Está pronta para mim. — Mordi o lábio e fechei os olhos, me deliciando com aquela sensação maravilhosa.

Não vi, mas ele estava nu também, agora olhava para mim com mais intensidade.

Senti algo na minha entrada e eu sabia o que era. Assenti, fechando os olhos com medo, mas não senti ele entrar. E sim a mão dele na minha mão. Abri os olhos e Justin apertou minha mão. E então, foi entrando aos poucos. Mordi o lábio, mas ele parou de se mexer, ficando assim até eu não senti tanta dor.

Começou a se movimentar e fez seus ritmos. Gemi com dor ainda, mas uma dor suportável.

— Tão apertada… — Ele entrava e saia de mim em um ritmo acelerado. Estava com os olhos fechados e da sua boca saia gemidos, deliciosos gemidos, admito.

Eu gritava seu nome e senti algo crescer dentro de mim. Vi os movimentos dele ficarem mais rápidos e mais difíceis. Pois minhas paredes internas apertavam cada vez mais seu pau, e então, senti a melhor sensação tomar conta de mim.

Justin caiu sobre mim, e não falamos nada, não precisava também. Sabia que assim como eu, ele pensava no agora, e não se importa com o que ia vir. Minha respiração voltou ao normal, e eu me arrumei na cama. Deitando no peito dele e fechando os olhos. Naquela hora, não importava quem eu era ou ele. O que importava era que, o que eu sentia antes, sumiu fazendo-me sentir completa.

— Onde eles est...

— Patrícia saiu com o Jack — Me interrompeu. Sussurrei um “hum” como resposta. — Eu sinto muito mesmo pelo Jack. Não tem um dia em que eu me arrependa de ter contado aquilo pra mamãe.

— Acho que tudo bem. — Falei baixo. — Eu já te perdoei. — Senti ele sorrindo.

— É... ahn... eu preciso ir — Ele me tirou de cima dele com delicadeza. — Ela pode chegar a qualquer momento, então...

— Tchau. — Virei para o lado oposto dele.

— Ainda iremos nos divertir. —Sussurrou em meu ouvido.

— Não me trate como um brinquedo. Agora, se retire. — Escutei o barulho da porta batendo alguns segundos depois.

Qual é? Ele vem aqui, faz amor comigo, e depois vai embora, com a desculpa de que a nossa mãe pode chegar a qualquer hora, que ridículo!

 

Dias atuais

— Não acredito que você está com ciúmes dos seus irmãos. — Lila falou.

— Não é ciúmes. Droga! — Me defendi.

— Stacie, você tem dezessete anos, não cinco, para com isso, garota. — Riu.

— Se não quiser levar um soco, é melhor parar. — Me olhei no espelho. Eu estava bem bonita, mas com certeza, não mais que as namoradinhas ridículas dos meus irmãos.

Hoje teria uma festa na casa do chefe do meu pai. Eles conseguiram abrir uma nova filial em um lugar que não me dei o luxo de prestar atenção.

Retoquei o batom vermelho, e calcei os saltos pretos. Eu estava com um vestido preto rendado curto. Meu cabelo estava solto. Coloquei um brinco preto e umas pulseiras.

— Vê se deixa algum homem pra mim enh. — Lila brincou.

— Pode deixar, o porteiro eu deixo pra você — Rimos.

— Se o porteiro for igual aos homens da sua família, ficarei bem contente. — Saímos do quarto aos risos.

Desci as escadas, e apenas Justin e sua namoradinha estavam na sala, com ela estava sentada em seu colo. De três sofás, ela não coube em nenhum, não? Tinha que sentar no colo do meu irmão?

— Cadê...

— Você demorou demais, meu pai já estava atrasado. Anda logo! — Revirei os olhos. Saímos de casa.

— Você está linda, Stacie. — Cara comentou.

— Obrigada. — Disse grossa, e entrei no carro.

 

♦♦♦

 

— Preciso ir no banheiro. — Comentei com Lila. Já devia ser umas duas da manhã.

— Okay. Fico muito grata por ter me contado isso. — Revirou os olhos.

— Tenha mais amor no coração, flor. — Mandei um beijo no ar, e andei até o banheiro.

Passei entre algumas pessoas que estavam dançando. Alguém, simplesmente, puxa meu braço.

— Senhorita. — Um jovem muito gato, devo dizer, me cumprimentou. Se eu não estivesse tão apertada para ir ao banheiro, eu daria bola pra ele. Minha mãe não estava mais aqui, ela já tinha ido embora.

— Jovem rapaz. — O cumprimentei de volta. Soltei meu braço, e continuei meu caminho.

Entrei no banheiro e fiz xixi. Dei descarga, e fui até o lavatório.

— I’ll never forget you, and you’ll always be by my side. — Cantarolei a música que tocava no fundo.

— From the day that I met you, I knew that I would love you till the day I die. — Aguém continuou, e eu conhecia muito bem essa voz.

Respire fundo, e olhei para o reflexo dele no espelho. Fiquei o encarando por um tempo sem falar nada.

— Gostei do vestido. — Ele se pronunciou. Enxuguei minhas mãos, e joguei o papel no lixo. Fiz menção de ir embora, mas ele tampou a passagem. – Mas você ficaria melhor sem ele.

— Olha Justin... você pode sair da frente, e fingir que nunca me viu entrar nesse banheiro. — Ele apenas me encarou mordendo os lábios. — Não conto nada pra sua namoradinha. — Levei minha boca até seu ouvido. — Juro. — Sussurrei.

— Pattie vai saber dessa sua ação. — Abriu um sorriso sacana, que ficava muito bem nele.

— Que seja. Sai. — Falei séria, e ele saiu da frente.

Andei até Lila, mas ela estava com um cara, o mesmo que me parou no caminho do banheiro. Ri, deixando os dois lá.

Procurei por Jack, sabia que se a namorada dele, Rachel, estivesse aqui, ele não tentaria nada comigo.

Entrei na cozinha, e o encontrei aos beijos com... bom, eu não sabia quem era aquela, mas com certeza, não era a namorada dele.

— Interessante isso, Jack Scott Bieber. — Me escorei na pilastra.

— Não enche. — Ele se separou de uma menina.

— Olá. — Sorri para ela.

— Oi...

— Não tentem ser amiguinhas agora. — Jack reclamou. — Sai daqui. — E ela saiu.

— Quero ir embora. — Resmunguei.

— E você atrapalha a minha quase foda pra isso? — Ele estava mesmo bravo comigo? Como assim...

— Você tem a Rachel, eu estou cansada, Scott. — Gostava mais de chama-lo pelo seu sobrenome.

— Ela está menstruada, e também, já foi embora. — Gelei. Isso não era ruim, né? Lila estaria no carro comigo, então tudo bem!

— Stacie — Minha prima me chamou. — Não vou ir embora com vocês okay?! Tchau. — Ela me beijou na bochecha, e saiu puxando o cara.

Ótimo! Magnífico! Estava TUDO sob controle. Eu ficaria em um carro sozinha com os meus irmãos. Eles não iriam tentar nada, estava tudo numa boa. Sorri. PORRA, quem eu quero enganar? Não estava, exatamente NADA, bem. Droga! Comecei a ficar desesperada.

— Stacie. Terra chamando, gata. —Jack estalou os dedos na minha cara. Balancei a cabeça.

— O que foi?

— O que foi você? Você ficou um tempão ai parada olhando pro nada.

— Estava pensando, ué. — Revirei os olhos. — Vamos embora?

— Vamos. Estou cansado dessa droga de festa, se é que se pode chamar isso de festa... — Justin entrou na cozinha.

Jack revirou os olhos, e disse “vamos logo”. Despedimos de algumas pessoas — pelo menos eu despedi —, e fomos para o carro. Jack foi dirigindo, Justin sentou no banco do carona, e fiquei no banco de trás.

 

♦♦♦

 

— Seus idiotas. — Xinguei. — Eu disse que deveríamos ter parado no posto. Merda, Scott. — Me joguei no banco.

— Eu quero te matar, Jack. — Justin olhou mortalmente para ele.

O carro havia morrido, ou sei lá, não entendia disso, mas o carro simplesmente parou de andar.

— Eu te odeio. — Disse.

— Me xingar agora não vai adiantar nada. — Jack se defendeu.

Saímos do carro. Fiquei encostada na porta traseira enquanto os dois abriram o capô. Ficaram um tempo mexendo lá e discutindo. Mas, infelizmente, não serviu de nada, pois o carro não voltou a andar, então ficamos parados no meio do nada. Ótimo! Minha noite não podia terminar melhor.

— Olha, acho qu...

— Se você abrir essa sua boca pra falar alguma coisa, Jack, eu juro que furo o pneu com a sua cabeça. — Justin o interrompeu.

Acenamos para os poucos carros que passavam, mas nenhum quis parar. Totalmente filhos da puta.

— Mal amados. — Sussurrei. Acenei para um carro e ele, finalmente, parou.

— Qual o problema? — Um cara desceu do carro.

Quase babei. Apesar de ele não ser o meu tipo de cara, ele era bem gato. Devia ter uns vinte e seis anos, com a pele levemente bronzeada, cabelos que julgo serem pretos — não dava para enxergar muito bem nessa luz —, e era bem dotado.

Justin percebeu que eu estava encarando o cara, e que ele também estava me encarando. Então, acenou com a cabeça em direção a carro. Fingi que não vi, e continuei encarando aquele ser a minha frente. Justin fechou a cara.

— Estamos com problemas no motor. — Jack acabou com o silêncio.

— Vamos dar uma olhada, então. — O cara disse, e MEU DEUS, que voz é essa. Ele tinha uma voz grossa e sexy — muito sexy —, acho que dá para gozar só de ouvir ele falando.

Imagina ele gemendo...

— Stacie, entra. — Jack ordenou.

Continuei encostada no carro.

— Ela não está incomodando. — Ele disse e eu sorri em sua direção. Justin revirou os olhos, e sussurrou algo para Jack.

O homem foi olhar o que estava de errado com o carro, e o observei fazer cada movimento, ele — incrivelmente — conseguia ser mais sexy assim.

Mordi o lábio inferior, e ele piscou o olho esquerdo para mim. Não sei como isso era possível, mas um calor me subiu no corpo... É, talvez, ele seja o meu tipo de cara.

Justin e Jack o ajudavam quando ele pedia, mas não faziam muito, aqueles incompetentes não sabiam nem concertar um carro. Bom, eu também não sabia, mas isso era trabalho de homem, então, não sou obrigada.

— Tudo certo. — O ISGHM (IncrivelmenteSexyGostosoHomemMisterioso), dei esse apelido para ele a alguns segundos, disse.

— Ahn, obrigada. — Justin disse, meio grosso.

— Por nada, não era nada de mais. — Ele sorriu. PORRA! Esse homem era a perdição.

— Bom, vamos embora, né? — Jack quebrou novamente o silêncio que se encontrou ali por alguns segundos.

— Posso pelo menos saber seu nome? — Disse pela primeira vez. Meus irmãos me olharam como se eu tivesse explodido uma bomba na Casa Branca. Dei de ombros. O ISGHM sorriu, e respondeu a minha pergunta.

— Christian. — Apertou a minha mão, e que aperto...

Eu ia me apresentar, mas Justin me puxou para dentro do carro, agradeceu a ajuda, e Jack saiu cantando pneu. Os dois começaram a reclamar do quanto aquele cara era ridículo.

— Se não fosse pelo “cara ridículo” estaríamos acenando para carros até agora, deveriam agradecer... — Disse emburrada.

Me arrependi de ter falado alguma coisa. Justin me encarou sério, e Jack me encarou pelo retrovisor.

— O que foi? — Perguntei.

— O que foi? — Jack repetiu, e os dois riram. — Que engraçada você é, Stacie. — Ele revirou os olhos.

— O “Christian” estava te comendo com os olhos, e você ainda deu mole pra ele.

— Eu não dei mole para ele!

— Acha que eu não vi você mordendo o lábio? Ah, Stacie, vai se fuder, puta merda, viu? — Justin virou seu corpo para a frente, e o resto da viagem foi em silêncio.

Christian, pensei. Se o Christian Beadles, amigo dos meus irmãos, fosse igual ao ISGHM, eu realmente não ligaria de ele ir lá em casa quase todos os dias. Mas, infelizmente, não é assim que a banda toca, e os amigos dos meus irmãos não são tão gostosos assim. Mas, devem ser bons de cama, pelo tanto que as garotas falam deles. Meu deus! Olha no que eu estou pensando. Nossa, que nojo... ou não? Ah, sei lá.

— Stacie. — Jack deu um leve tapa na minha cara, e eu olhei incrédula para ele. — Espero que não esteja pensando naquela idiota.

Pensei em responder calmamente e dizer que só estava cansada ou sei lá, mas, ele me deu um tapa na cara, por mais que tenha sido leve, doeu.

— Não tente controlar meus pensamentos também, Jack. Você não manda em mim, e eu sinto muito pela essa sua mente pequena e mal desenvolvida que acha que manda em mim. Por favor, né! Me poupe dessa suas possessividades, até pareço o brinquedinho favorito de vocês...

— Mas você é. — Justin me interrompeu, com um sorriso sacana no rosto.

Bufei de raiva, não iria discutir mais, eu nem deveria ter dito isso, mas eu precisava falar alguma coisa. NÃO sou um brinquedo deles, e eles têm que saber que eu não sinto nada além de nojo pelos dois.

Desci do carro, abri a porta da garagem, e entrei em casa. Estava tudo apagado e calado. Peguei meu celular, ligando a lanterna. Andei com ela acesa até chegar no meu quarto.

Bati a porta com força, sem me preocupar se eu iria acordar a vaca da Patrícia. Tirei com rapidez o vestido e o salto, joguei os dois em qualquer lugar, jogando-me na cama, me enfiando debaixo das cobertas logo em seguida.

— Geladinhos. — Murmurei me referindo aos meus cobertores.

Virei de barriga para baixo. Não sei porque, mas prefiro dormir assim, e tentei pegar no sono.

1 carneirinho.

2 carneirinhos

3...

— Quarenta e cinco carneirinhos. — Contei alto e com raiva. Eu não conseguia pensar. Que merda! Não deu muito certo eu tentar contar a merda dos carneiros, porque sempre acabava pensando em alguma outra coisa, como em como a minha vida era uma merda, enfim, não conseguia ver os carneirinhos pulando a cerca, e também, não conseguia ver onde deixei a minha dignidade.


Notas Finais


E aí? Gostaram? Comentem o que acharam, é muito importante.
* Justin é meio bipolar né? Uma hora trata a menina como um anjo e depois como uma puta, eu enh...
* Não teve a participação da nossa querida (só que não) Pattie, mas ela não vai sumir okay?
* Quero avisar que o Jeremy não irá aparecer muito na fic, não tanto quanto a Pattie ou os outros personagens.
* A Stacie também não tem sossego...

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