História Iridescent Third Season - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Cassadee Pope, Justin Bieber, Little Mix, Logan Lerman, Miley Cyrus, One Direction, The Vamps, Troye Sivan, Zayn Malik
Personagens Bradley Simpson, Cassadee Pope, Connor Ball, Harry Styles, James McVey, Josh Devine, Justin Bieber, Liam Payne, Logan Lerman, Louis Tomlinson, Miley Cyrus, Niall Horan, Perrie Edwards, Personagens Originais, Tristan Evans, Troye Sivan, Zayn Malik
Tags Drama, Filhos, Fluffy, Larry, Larry Family, Nosh, Nosh Family, Revelaçoes, Romance, Zayn Malik, Ziam, Ziam Family
Visualizações 197
Palavras 3.337
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, Orange, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


18TÃO PORRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
O aniversário é meu mas quem ganha o presente é vocês, ta aí um capítulo fresquinho pra vocês, té lá embaixo
Boa leitura Xx

Capítulo 19 - The Biggest Mistake Of My Life


 

 

1 mês depois

Alex POV

Eu nunca imaginaria que um dia a minha vida estaria desse jeito.

Um mês tinha se passado desde o meu trabalho de stripper que me fez perder 5 mil euros em drogas, e desde então eu tinha evitado Tito á todo custo. Eu continuava ensaiando novos movimentos de dança e já tinha me tornado parte do clube de strippers, estava me tornando cada vez melhor e todo o dinheiro que eu ganhava eu guardava em uma caixa no fundo do meu guarda roupa, e sempre que Tito perguntava sobre como estava me saindo nas vendas, eu dizia que logo daria o dinheiro para ele.

Ah, eu finalmente tinha feito o meu primeiro programa. Foi bem estranho.

Foi poucos dias depois de eu ter criado o meu perfil nas redes sociais gays, e o contrato veio pelo Hornet. Foi em uma quinta feira á tarde quando um homem de 40 e tantos anos me chamou, perguntando quanto eu cobrava e o que eu fazia, expliquei tudo e ele realmente se interessou em mim, então perguntou quando eu estava livre, respondi que na sexta feira de noite e marcamos de ele me pegar em uma avenida pouco movimentada perto de uma boate LGBT em Londres.

Quando eu cheguei no local marcado eram quase 20h da noite e eu não poderia estar mais nervoso. Cerca de dez minutos depois, um Honda Civic prata parou na minha frente e o vidro da janela baixou, pude ver o rosto do homem e constatei que ele era o meu primeiro cliente.


- Enzo? – Ele perguntou e eu assenti, entrei no carro, ainda nervoso. – Você é mais bonito do que eu imaginei. – Elogiou e eu agradeci.


Logo depois ele se apresentou, seu nome era Pablo, ele tinha 47 anos e era casado, me senti mal pela esposa dele e me dei conta de quantos homens casados deveriam fazer isso para satisfazer suas necessidades que suas esposas não poderiam satisfazer. Pablo era um cara alto, gordinho e com cabelos grisalhos muito bem arrumados, os olhos eram castanhos e seus traços eram fortes.

Ele me perguntou para onde eu gostaria de ir e eu deixei que ele escolhesse, então ele me levou para um motel na saída da cidade. Quando entramos naquele quarto, Pablo me ofereceu uma taça de champanhe e eu aceitei de imediato, aquilo me acalmou um pouco.

Não podendo mais enrolar, Pablo pediu que eu tirasse a minha roupa e que me sentasse na cama, um pouco envergonhado eu obedeci, me encostei na cabeceira da cama e abri um pouco as minhas pernas, meu pênis não dava nenhum sinal de vida.

O mais velho sorriu e subiu na cama, engatinhando até mim e sem pensar duas vezes abocanhou o meu membro todo, fechei os meus olhos e tentei me concentrar na sensação de prazer e deixar o nervosismo de lado, e foi assim que meu pau começou a endurecer e pude finalmente começar o meu primeiro programa.

Olha, eu devo admitir, o boquete de Pablo era sensacional! O velho realmente sabia o que fazer com a boca e a língua, quais lugares tocar, onde eu era mais sensível, ele realmente conseguiu me enlouquecer naquele momento. Então algum tempo depois ele tirou a sua própria roupa e ficou de quatro na cama, pedindo para que eu o penetrasse.

Vesti uma camisinha lubrificada e comecei indo calma, mas Pablo era tão safado que empurrou sua bunda para trás e meu pau entrou de uma só vez nele, escutei seu grito de prazer e entendi que ele gostava da coisa mais forte, então realizei o seu desejo.

Quando terminamos, ele me pagou muito mais que o valor combinado – cerca de 300 euros - e perguntou se poderia me chamar mais vezes, disse que sim. Era o meu primeiro programa e eu já tinha um cliente fixo, se continuasse nesse ritmo...

Pablo me levou de volta para onde tinha me pegado e eu fui para casa com a cabeça rodando em mil pensamentos. Alguns dias depois foi o meu segundo programa, um cara queria que eu fodesse a esposa dele enquanto ele assistia, achei bem bizarro, mas fui de bom grado. E assim foi indo durante um mês e eu já tinha ganho cerca de 3 mil euros, se continuasse assim eu logo teria o dinheiro para pagar Tito e ficaria livre.

Hoje, um sábado a noite, eu tinha feito mais um programa e preciso contar que foi o mais bizarro de todos. Era um cara de trinta e poucos anos, forte, musculoso e bem gostoso até, só que o que ele pediu me fez rir, aparentemente ele gostava de ser submisso e queria que eu fosse seu dominador.

Eu não sabia o que fazer, nunca tinha feito essa coisa de sadomasoquismo, o quarto do cara tinha inúmeros acessórios, alguns eu nem sabia para o que servia, e ele ficava me chamando de senhor o tempo todo, então eu desfrutei da minha imaginação e tentei me sair o melhor que pude, o cara gostava que eu batia em seu rosto – não tapinhas leves, digo socos de verdade – e quis que eu gozasse em sua boca. Como isso era fora dos meus limites, rendi 500 euros.

Provavelmente você deve estar se perguntando que desculpa eu estava arrumando para sair de casa quase todos os dias á noite para fazer programas, e a resposta era a mais clichê de todas: eu dizia para meus pais que estava indo estudar, jogar com Dylan ou que teria treino de futebol, e até agora eles estavam caindo direitinho.

Emma era uma que estava desconfiada, já que uma vez ela me pegou saindo do carro de um cliente e eu tive que dizer que era um dos garotos do time que tinha me dado uma carona, e como ela não viu o rosto de quem dirigia, acabou acreditando, mas todas as vezes que eu saía de noite ela me perguntava aonde eu estava indo, então me tornei mais cuidadoso.

"E sobre Kyle?"

Eu e Kyle estávamos em uma espécie de relação sem nome, nós vínhamos ficando cada vez mais unidos e dávamos uns amassos sempre que podíamos, mas pelo meu estado de vida atual eu não me sentia confortável em fazer sexo com ele ou oficializar uma relação, então o estava enrolando.

Eu não tenho dúvidas de meus sentimentos por Kyle, eu sempre o amei e admito isso, mas quando for para namorar ele, quero que seja sério e direito, então antes eu preciso pagar o que devo á Tito e parar com os programas e o strip, mas antes eu preciso do dinheiro!

Meu pai – Zayn – estava agindo estranho no último mês, mas eu era o único percebendo isso – ou pelo menos era o que eu achava -, ele estava se encontrando com tio Harry com frequência e eu já o tinha visto saindo do hospital algumas vezes. Tentava não me preocupar, até pensei em pergunta-lo o que ele tanto fazia no hospital, mas o medo da resposta me impedia.

Eu ainda me lembrava do que ele tinha me contado anos atrás, o motivo por ter ido embora e passado 3 anos longe da gente, o motivo pelo qual eu o tinha perdoado e aceitado manter segredo de qualquer pessoa além de nós, e agora eu temia pelo meu pai.

Esperava do fundo do meu coração que tudo estivesse bem.

Angie POV

- Vamos Rafa, você precisa tomar um banho. – Suspirei quando entramos em seu apartamento, Rafael ria sozinho e cambaleava enquanto andava, ele estava completamente bêbado.


Um mês atrás, na noite em que tivemos nosso primeiro encontro, Rafael recebeu uma ligação de sua tia dizendo que seus pais e seu irmão mais novo tinham morrido em um acidente de carro, aparente um ônibus foi ultrapassar um caminhão em uma curva e não teve como desviar, todos do carro morreram na mesma hora.

Rafael se recusou a ir no enterro, disse que não queria que as últimas lembranças de sua família fosse desse modo, e ele também não tinha coragem de voltar para sua casa, então meus pais se comoveram de sua situação e deixaram que ele ficasse no quarto de hóspedes pelo tempo que ele precisasse, e isso durou duas semanas, até que ele vendeu – com a ajuda de sua tia – a casa que vivia com a família e comprou um apartamento perto da escola, e por já ter 18 anos, ele agora vivia sozinho.

O Rafael que eu conhecia antes do acidente não era o mesmo Rafael que eu estava lutando para dar banho agora, ele não era mais o Rafael simpático e feliz que tinha me convidado para sair, mas era alguém amargurado com a vida e recém-viciado em bebidas alcóolicas. Eu também desconfiava que ele já estivesse envolvido com drogas, mas não tinha coragem de confrontá-lo, então eu apenas tentava cuidar dele e mostrar que a vida ainda poderia ser boa.

A verdade era que Rafael estava passando por uma profunda depressão e pensava que a única saída era se embebedar até desmaiar, só assim a dor iria embora. Meus pais e eu já tentamos convence-lo a procurar um psicólogo para conversar, mas ele sempre dizia que psicólogos eram inúteis e ele não gastaria o dinheiro dele com um inútil.

Eu ainda estava apaixonada por ele e não desistiria de tê-lo ao meu lado, não importa o que custasse, Rafael precisava de mim e eu precisava dele, eu não poderia abandoná-lo depois de tudo, não conseguiria fazer isso.

- AI! TA GELADA! – Ele gritou quando eu liguei o chuveiro, já tinha tirado toda a sua roupa e o deixado apenas de cueca, ele que antes ria, agora estava emburrado. – Você quer me matar de hipopotemia? Espera, como é o nome mesmo? – Pareceu pensar, mas logo voltou a gargalhar, revirei os olhos.

Fiz com que ele tomasse um banho rápido e depois escovasse os dentes – seu hálito fedia álcool – e enquanto isso eu separei uma muda de roupas frescas e deixei em cima de sua cama, então fui para a cozinha e peguei um copo de água e aspirina, voltei para seu quarto e encontrei Rafael já deitado debaixo do edredom, seu cabelo úmido e bagunçado, ele estava de olhos fechados.

Me sentei ao seu lado e acariciei seu cabelo, então ele abriu os olhos e se sentou na cama para tomar o remédio. Rafael parecia muito mais sóbrio agora, e eu tive a certeza disso quando vi seus olhos brilharem de lágrimas, ele se apressou em limpá-las, suspirei e vi-o se deitar novamente de costas para mim.

- Rafa. – O chamei, não houve resposta. – Eu estou aqui, ta? – Me deitei atrás dele e fiquei acariciando seus cabelos até que ele caísse no sono.

Já era quase meia noite quando eu saí de seu apartamento e fui para minha casa, chegando lá encontrei as luzes já todas apagadas, então fui andando direto para o meu quarto, mas parei ao ver a porta do quarto de Luke entreaberta e a luz acesa, bati antes de entrar.

- Luke? – O chamei, ele estava sentado na cama lendo um livro, me olhou e sorriu.

- Ei. – Colocou o livro sobre o criado mudo e deu tapinhas no colchão, suspirei e me sentei ao seu lado. – Como você está?

- Na mesma, está sendo bastante difícil. – Fui sincera, sempre soube que poderia confiar em meu irmão.

- Ele continua bebendo?

- Cada vez mais. – Suspiramos juntos. – E você? Como estão as coisas com Dylan? – Ele ficou vermelho, eu ri.

- Melhores impossível.

- Ele já fez o pedido oficial?

- Ainda não.

- E você quer? – Vi-o morder o lábio, logo assentindo.

- Não que faça alguma diferença, mas eu amo ele. Demorei muito tempo pra me dar conta disso e agora que finalmente estamos juntos, eu quero muito que as coisas deem certo. – Luke confessou, ficando ainda mais vermelho quando apertei suas bochechas.

- Oooooown que lindo meu irmão todo apaixonadinho. – Ri de sua vergonha. – E você já transaram?

- ANGIE! – Ele me olhou incrédulo, batendo em meu braço.

- Ué! É uma pergunta normal, todo mundo transa. – Ele estava incrivelmente vermelho, eu já sabia a resposta.

- Você e Rafael já transaram? – Meu irmão perguntou, dessa vez eu fui quem ficou vermelha. – Rá! – Ele gargalhou ao virar o jogo.

- Sem graça. – Revirei os olhos.

- Se me ataca vo atacá. – Rimos juntos.

- Vou tomar um banho e dormir, boa noite maninho. – Beijei sua testa e levantei de sua cama.

- Apaga a luz pra mim? – Sorriu cúmplice.

- Folgado! – Sorri e apaguei a luz, indo direto para o meu quarto.

Tomei um banho rápido e relaxante, me vesti e me joguei na cama, fiquei olhando para o teto pensando em tudo o que vinha acontecendo, era incrível como a gente sempre pensa na vida antes de dormir, é o melhor momento para refletir.

Eu precisava fazer alguma coisa em relação a Rafael, vê-lo se destruindo cada vez mais estava acabando comigo, eu tinha que dar um jeito de salvá-lo.

Dylan POV

Era domingo pela manhã quando eu e Luke resolvemos sair juntos para caminhar pelo parque, isso tinha se tornado um hábito nosso, todos os domingos nós acordávamos cedo e nos encontrávamos no parque, isso era algo novo pra mim, já que antigamente eu não saía da cama antes das 11h no domingo, mas por Luke eu faria qualquer coisa.

E eram sempre ótimos momentos, nós conversávamos sobre tudo e nos enfiávamos entre as árvores para darmos uns amassos escondidos, isso nos aproximava cada vez mais, eu não poderia estar mais feliz.


- Eu quero um picolé. – Luke sorriu quando viu um carrinho de picolé parado perto da calçada, assenti e caminhamos juntos até lá, um senhor sorriu ao nos ver.

- Bom dia! – Ele cumprimentou, nós respondemos. – Qual sabor vão querer?


Eu acabei pegando um de leite condensado e Luke pegou o de chocolate, nos sentamos em um banquinho de frente para um parquinho de crianças e começamos a chupar nossos picolés observando as crianças brincando.

- Você tem vontade de ter filhos? – Eu o perguntei, Luke me olhou e balançou a cabeça.

- Tenho sim, mas só depois de já estar formado na faculdade, casado e com uma vida estabilizada. E você?

- Eu sou apaixonado por crianças, mas concordo com você, melhor ter condições de criar uma primeiro.

Deixamos aquele assunto de lado, falar sobreo futuro ainda era algo raro entre nós dois, preferíamos viver o presente e deixar o futuro para o futuro, afinal ainda estávamos nos adaptando àquela nova fase de nossas vidas. Um dia eu queria sim ter filhos, mas queria cria-los com Luke, teria que ser com ele.

E foi quando nós voltávamos para casa que eu tive uma ideia ao passarmos por uma joalheria, Luke ficou vidrado por um par de alianças e eu sorri ao perceber aquilo, mas de imediato não disse nada. Fui com Luke até sua casa e recusei o convite para entrar, e não foi por falta de vontade, mas eu tinha combinado de encontrar Alex naquela tarde e sabia que se eu ficasse com Luke teria que desmarcar, então combinamos de nos encontrar de noite.

- Eu te amo. – Sussurrei em seu ouvido depois de darmos um breve selinho de despedida.

- Te amo. – Sorriu e entrou em casa, então fiz o meu caminho até a minha casa sorrindo que nem bobo para o nada.

Quando cheguei em casa encontrei meus pais no sofá da sala assistindo á um programa de sobrevivência na selva, Harry estava deitado no colo de Louis e este acariciava seus cabelos, eu os observei com um sorriso no rosto, imaginando se no futuro eu teria uma relação assim com Luke. Esperava que sim.

- Cheguei. – Falei, fazendo eles me notarem.

- E como foi, querido? – Lou perguntou.

- Foi ótimo, tive uma ótima ideia na volta, algo que já devia ter feito há muito tempo. – Harry me olhou desconfiado. – Vou pedir Luke em namoro. – Os dois sorriram e bateram palmas, gargalhei.

- Meu bebê está crescendo. – Hazza fingiu limpar lágrimas. – Estou muito orgulhoso de você.

- Obrigado pai. Vou tomar um banho, estou todo suado. – Comecei a andar em direção a escada.

- Ah, uma amiga sua está te esperando no seu quarto. – Parei de andar imediatamente e me virei para meu pai.

- Que amiga?

- Hm... acho que Karina... Katrina...

- Katheryn?

- Isso! – Ele sorriu e eu tremi.

- O que ela está fazendo aqui?

- Ela disse que era sobre um trabalho... porque? Não deveria ter deixado ela entrar? – Franziu a testa com a minha reação.

- Não, não... está tudo bem. Eu vou subir. – Sorri forçado e me virei, começando a subir as escadas em um ritmo lento.

Quando entrei no quarto, constatei que era realmente Katheryn que estava em pé olhando as minhas fotos na escrivaninha. Eu não a via desde a nossa noite maluca, não tinha mandado qualquer mensagem ou sequer ligado, apenas tinha tentado apaga-la de minha memória. Não sabia o motivo dela estar ali, mas sentia que não seria coisa boa.

- Katheryn? – A chamei, ela se virou e sorriu nervosa ao me ver.

- Oi, Dy. – A garota começou a brincar com suas mãos juntas e a morder o lábio com nervosismo, ela mudava o peso das pernas o tempo todo. – Nós precisamos conversar. – Sentenciou, eu balancei a cabeça positivamente e apontei para a cadeira da escrivaninha, ela se sentou, me sentei na minha cama.

- Sobre o que, exatamente? – Ela desviou o olhar. – Olha, Kat... eu sei que nós dormimos juntos e tudo mais, mas eu não posso ficar com você, me desculpa. – Fui direto, ela voltou a me olhar, os olhos arregalados. – Eu estou com o Luke agora e eu esperei muito tempo por isso, eu não posso simplesmente jogar tudo isso fora, eu realmente não quero te magoar e por isso estou sendo o mais sincero que posso, mas eu gostaria muito que...

- Eu estou grávida! – Ela me interrompeu.

Suas palavras demoraram para fazer efeito em minha mente, e quando fizeram, eu não consigo descrever o que eu senti. De imediato eu não tive qualquer reação, apenas fiquei sentado, com os olhos arregalados e olhando atentamente para Katheryn, procurando qualquer sinal de que ela estava mentindo ou fazendo alguma brincadeira de mal gosto, mas seu corpo tremendo e seus olhos marejados confirmavam sua afirmação.


- Quanto tempo? – Foi a primeira coisa que eu perguntei, sem qualquer emoção na voz.

- Pouco mais de um mês.

E há pouco mais deum mês eu e Luke tínhamos tido a pior briga de nossas vidas e eu tinha cometido o erro de me afogar na bebida e ir pra cama com Katheryn. Aqui estavam as consequências.

- E é meu? – Perguntei com um fio de esperança, que logo foi completamente estraçalhado.

- Acha que eu estaria aqui se não fosse? – Katheryn estava visivelmente nervosa. Balancei a cabeça e me levantei, caminhando até a janela em passos lentos e com o corpo inteiro tremendo.

Eu não duvidava do que Katheryn tinha dito, não conhecia ela direito mas sentia que ela não brincaria com uma coisa dessas, então era verdade. Eu seria pai. A primeira coisa que eu pensei foi em como eu contaria isso para os meus pais, como eles reagiriam ao saber que seriam avós e que eu tinha engravidado uma menina que eu mal conhecia. Depois eu pensei em como seria a minha vida a partir daquele momento, precisaria começar a trabalhar e morar sozinho, precisaria ter condições para criar uma criança e ser responsável, não adiantava fugir da responsabilidade.

E depois, minha mente voltou para Luke. O que seria de nós dois agora? Tudo que eu tinha lutado tanto para conseguir, seria arruinado por causa de uma noite de bebedeira? Ou Luke passaria por isso comigo e continuaríamos juntos e felizes? Eu não sabia o que ia acontecer, mas eu sabia de uma coisa.

Eu tinha cometido o maior erro da minha vida.

 


Notas Finais


Levem em conta que hoje é meu aniversário e NÃO ME MATEM!
Duke não é end game, just wait, tenham paciencia QUE EU SOU DUKE SHIPPER!
Próximo capítulo no domingo, deixem suas opiniões, sugestões etc etc
Até a próxima
Xx


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