História Irmã Gêmea - Capítulo 1


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Categorias Dakota Fanning, Elle Fanning, Justin Bieber, Lily Collins, Lucy Hale, Ryan Butler
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Elle Fanning, Justin Bieber, Lily Collins, Lucy Hale, Ryan Butler
Tags Amores, Drama, Irmãs, Suspense, Traição
Exibições 84
Palavras 1.221
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Mistério, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


• Fanfic de minha total autoria.
• Spencer é a puritana que é interpretada pela Elle Fanning (Imagem da Capa de Capítulo).
• Lisa é a rebelde, patricinha e popular e é interpretada pela Dakota Fanning.
• Qualquer dúvida é só me perguntarem, obrigada por lerem!
• Essa não é minha primeira FanFic.
• Contatos nas notas finais.
• Amo poesias e por isso sempre deixarei algo poético nas falas e no início do capítulo.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Irmã Gêmea - Capítulo 1 - Prólogo

 

"Entenda: quanto mais você odiar a dor 

mais ela irá te machucar."

 

Pont View Lisa White

—  Então a sua irmã volta hoje? - Lucy disse enquanto pintava suas unhas.

—  Provavelmente sim. - Suspirei terminando de passar minha maquiagem e sorri para o espelho. Arrumei minha saia jeans e encarei Lucy. - Ela não pode saber do Justin, não mesmo!

—  Qual é, Lisa. Sua irmã vai voltar mais santa do que já era, você acha mesmo que ela vai roubar mais um namoradinho seu? - Revirei os olhos com o comentário.

—  Não importa se ela vai vim mais santa do que já era, todo cuidado é pouco. - Olhei na tela do meu celular que apitava, uma foto de Justin sorrindo me fez sorrir junto. - Justin chegou, vamos. 

Descemos as escadas raprápido, abri a porta e quando percebi, já estava nos braços de Justin.

—  Puxa, que cheiro ótimo! - Justin inalou o cheiro do meu pescoço me fazendo arrepiar. Ele jamais tinha feito isso, acho que era pelo fato de Lucy estar nos olhando, ele queria mesmo mostrar pra ela que eu e ele tínhamos feito tranzado?

—  Última moda na Austrália. - Entrei no carro e Justin deu a partida.

—  Posso ir a sua casa hoje? Podemos assistir um filme e fazer pipoca, dessa vez eu deixo você escolher o filme. - Sorriu amigável, mordi o lábio e pensei em concordar.

—  Não, ela não pode. - Lucy disse prendendo o riso.

— Vocês duas vão sair?

—  Ah...Não, não. - Olhei para Lucy e ela desviou o olhar para seu celular, fingindo que nada estava acontecendo. - É só que tenho muita tarefa pra fazer, sabe?

— Sei.. - Justin olhou para o retrovisor e me olhou em seguida. - Marcamos pra outro dia, então. 

— Pode ser. - Abri a porta do carro e olhei para o portão, avistei Lily acenando e suspirei irritada. Eu tinha que aguentar Lucy e Lily todos os dias, não suportava mais isso. 

Justin saiu do carro e foi cumprimentar seus colegas, Lucy sorriu para Lily e as duas se abraçaram. 

—  Vou ao banheiro. - Avisei para que nenhuma delas ficassem na minha cola, caminhei até o banheiro e me olhei na frente do espelho enorme. Peguei meu gloss dentro da bolsa e passei em meus lábios fechei o gloss e joguei na bolsa novamente. 

Baguncei meu cabelo e me lembrei de quando Spencer fazia isso com o dela. Eu não estava preparada pra que ela voltasse, mesmo que fôssemos gêmeas, ela sabia roubar toda a atenção pra ela. Spencer era uma cópia de mim só que mais inteligente e mais pura. Confessar isso não era bom, mas eu sabia que eu não podia competir com ela, pois ela sempre tinha mais amigos que eu, as notas altas e sempre elogios. Ela sempre foi a filha preferida, mas ela sempre implicava comigo por eu ser um nada.

Quando ela foi embora para o convento, eu realmente me senti livre pra ser o que eu queria ser, meus pais se mudaram pra Califórnia e eu finalmente me enturmei, fiquei popular e todos os anos fui a rainha do baile.

Mas o maior dos problemas era que Spencer além de ser a melhor em tudo, ela conseguia conquistar meus namorados. Ela sempre os beijava e eles acabavam se apaixonando por ela, e me deixando. Eu a odiava por isso. 

- Lisa, está tudo bem? O sinal já bateu e geral tá na sala. - Lucy tocou em meu ombro e pulei de susto. Assenti confirmando que estava tudo bem. - Tem certeza que está bem? Você tá pálida, quer água? 

—  Não, vamos pra sala logo.

 

Pont View Spencer White 

Olhava todos ali no aeroporto e sentia saudades de usar jeans, blusas confortáveis. O véu em minha cabeça me deixava com mais calor ainda mas eu não queria tirar ali tudo isso. Procurava mamãe e papai, e talvez Lisa. 

— Querida, que saudades! - Ouvi a voz de mamãe, virei de imediato e sorri.

—  Oh mãe, que bênção a senhora estar aqui. - Abracei papai e o apertei forte, as saudades só tinham aumentado.

—  Minha filha, como está linda! Estou tão orgulhoso de você. - Sorri com algumas lágrimas que teimavam em descer pelo meu rosto.

—  Vamos pra casa comer alguns biscoitos e esperar Lisa. - Concordei e dei minha mala para meu pai.

—  Cabe tudo aqui nessa malinha? - Papai estranhou.

—  Sim, duas saias e duas blusas. O véu e esse vestido ocupam muito espaço. - Olhei para mamãe explicando e ela fez uma careta.

—  Filha, não está mais no convento, pode tirar esse véu. 

—  Jamais! Isso seria um pecado e eu não quero pecar, mamãe. Não posso tirar meu véu sagrado, não posso. - Suspirei.

—  Querida, você está na Califórnia agora, faz calor e.. - Interrompi meu pai, eu queria sair dali pois sabia que todos me olhavam. 

—  Papai, por favor. - Ele olhou para mamãe e ela seguiu na frente com a chave do carro em mãos. 

—  Certo, não falo mais nada.

Chegamos ao estacionamento e me sentei no banco do passageiro, encostei minha cabeça na janela e pensei em Spencer, estava preparada para a ver. Eu tinha feito tanta coisa pra ela que nem Deus me perdoaria, ela é minha irmã e eu a apunhalei pelas costas, isso é tão pecaminoso, horrível. 

Confesso que errei feio.

Acho muito honesto bater no peito e assumir o erro. Aceitar que todo erro vira um aprendizado, rir de todas as coisas que já te fez chorar e entender que nada é para sempre. Saber reconhecer seus erros e pedir perdão, desculpas, seja o que for, por eles. E então é aí que você começa a crescer.

Eu sentia inveja de Lisa, ela sempre conseguia conquistar os garotos que eu sempre tinha atração, eles sempre convidavam ele para passear e ir ao cinema. Com dez anos ela tinha perdido o beijo de língua e eu não! Ela fazia todas a ama-lá, e ela amava todos os seus namoradinhos. Eu sentia tanto ciúmes que os forçava a me beijar. Que vergonha...

Mas teve um em especial, Ryan Butler, o último namorado de Lisa.

Ele a amava mas Lisa só queria o manipular para fazer suas tarefas, Ryan era inteligente e atencioso. Ele eu não beijei, éramos amigos, eu tentava o alertar sobre Lisa mas tudo que ele pensava de mim era que eu era uma traíra.

Tem muita gente que pensa que ama. Não sou ninguém para julgar o amor dos outros, longe de mim. Mas o amor, o amor mesmo, o amor maduro, o amor bonito, o amor real, o amor sereno, o amor de verdade não é montanha-russa, não é perseguição, não é telefone desligado na cara, não é uma noite, não é espera. O amor é chegada. É encontro. É dia e noite. É dormir de conchinha. É acordar e fazer um carinho de bom dia. É ajuda, mãos dadas, conforto, apoio. E saco cheio, também. Tem rotina, tem manhã, tarde, noite, tem defeito, tem chatice, tem tempestade. Mas o céu sempre limpa. Porque o amor é puro como o azul do céu.

E eu digo isso por que meu primeiro amor, foi ele, Ryan Butler.


Notas Finais




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